quarta-feira, 10 de junho de 2009
PETROBRAS E VALE
Após alcançarem as respectivas máximas anuais, as duas principais blue chips do índice - Petrobras e Vale - entraram em um período acumulativo, caracterizado por um canal de congestão. Do lado dos papéis preferenciais classe A da mineradora, o canal lateral já dura mais de um mês, desde 6 de maio, enquanto as ações preferenciais da estatal oscilação entre as bandas desde o começo deste mês. PetrobrasNa terça-feira (9), as ações da Petrobras, testaram a banda inferior de sua congestão (R$ 33,35), o que pode remeter a uma boa oportunidade para os investidores no curtíssimo prazo. Deste modo, a principal resistência do papel na operação, localiza-se próxima da máxima do ano, na região dos R$ 35,00. Contudo, o investidor deve estar atento às resistências intermediaras, bem como ao stop loss.Antes de alcançar o objetivo, a ação preferencial da Petrobras pode enfrentar resistência em R$ 34,12, por onde passa a média móvel de 10 dias, R$ 34,40 e R$ 34,85, já próximo do objetivo da operação. Muita atenção para o stop loss, marcado em R$ 33,22, acompanhado pela média móvel de 21 dias. Vale lembrar que o petróleo em Nova York rompeu na última sessão alcançou a máxima dos US$ 70,00 novamente, ao passo que neste pregão negocia em alta de aproximadamente 2%, confirmando o rompimento da forte resistência. Vale ainda operando dentro de sua congestão entre R$ 31,30 e R$ 33,80, os papéis da mineradora por enquanto não anularam o O-C-O (Ombro-Cabeça-Ombro) no gráfico diário, considerado um padrão de reversão para baixa pelos conceitos de análise técnica. Portanto, o principal suporte a ser acompanhado no caso dos papéis preferenciais classe A da mineradora instala-se em R$ 30,80, pouco abaixo da banda inferior do canal de congestão, por onde passa a linha do pescoço da formação. Lembrando que, para anular a figura, é necessário romper a banda superior do canal.
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