IGP-M, na 1ª prévia de junho, fica +0,29% ante -0,52% da 1ª prévia de maio - A primeira prévia do IGP-M
de junho subiu 0,29%, após apresentar deflação de 0,52% em igual prévia de maio, segundo a FGV. O
indicador veio dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (0% e 0,48%), mas ficou
acima da mediana de 0,12%.
Veja abaixo outros dados da agenda nacional e detalhes sobre o comportamento do mercado internacional
neste início do dia.
IBGE divulga às 9h IPCA de maio e custos da construção do mesmo mês - O IBGE divulga às 9 horas o
Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC),
ambos de maio. Para o IPCA, economistas ouvidos pelo AE Projeções estimam alta entre 0,37% e 0,51%,
com mediana de 0,45%. No mesmo horário, o instituto divulga o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e
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Índices da Construção Civil (Sinapi) de maio.
BC divulga fluxo cambial às 12h30 - O Banco Central divulga, às 12h30, os dados do fluxo cambial da
primeira semana de junho.
Exterior compra visão de horizonte melhor e commodities sobem
Petróleo e metais em alta - A cotação dos principais metais na bolsa de Londres segue em alta diante do
dólar fraco. "O dólar tem uma chance de reversão, mas ainda se mostra fraco, e esse é o tema para os
metais", disse um trader de um banco europeu baseado em Hong Kong, segundo a Dow Jones. Às 7h07, o
cobre para julho avançava 0,36% para US$ 2,3740 por libra peso. No mesmo horário, o petróleo WTI subia
1,73% a U$ 71,22 o barril na Nymex eletrônica. No caso dessa commodity, o que impulsiona o preço para
cima é a decisão do Departamento de Energia dos EUA de elevar sua estimativa de preço para o petróleo
em 2009. Além disso, os estoques semanais serão divulgados hoje, às 11h30.
China tem deflação - O índice de preços ao consumidor da China teve queda de 0,3% em maio, em
comparação com o mês anterior, e recuou 1,4% na comparação com maio do ano passado. Em base
anual, é o quarto mês seguido de retração dos preços ao consumidor. O índice de preços ao produtor caiu
7,2% em maio, ante o mesmo período do ano passado, um declínio mais pronunciado do que a queda de
6,6% em abril. Embora a queda anual do CPI e do PPI tenha sido mais profunda do que o recuo de 1,3% e
6,8%, respectivamente, esperado por analistas, o Goldman Sachs previu que as pressões deflacionárias
vão desaparecer no final do último semestre.
Produção no Reino Unido sobe pela 1ª vez em 14 meses - A produção industrial do Reino Unido
interrompeu uma série de 14 meses de queda e subiu 0,3% em abril, ante março. O declínio anual ficou
mais moderado, passando para 12,3% em abril, de 12,7% em março. Economistas previam declínio de
0,1% no mês. A libra esterlina subia 0,37%, para US$ 1,6386, às 8h10.
Dado de maquinários no Japão é contraponto negativo - Mas nem todos os dados são positivos. No Japão,
as encomendas de maquinário no Japão, excluindo o setor naval, de energia e de eletrônicos, diminuíram
5,4% em abril, ante o mês anterior, marcando o segundo mês consecutivo de queda e sugerindo que a
demanda por equipamentos permanecerá fraca por enquanto. O resultado foi pior que a média das
estimativas dos analistas, que esperavam uma alta de 0,8%.
Índices de NY sobem - A perspectiva de que o pior da crise já tenha ficado para trás anima esse começo de
quarta-feira nas bolsas dos Estados Unidos. Às 8h34, o índice futuro do S&P 500 subia 1,35%, enquanto o
Nasdaq avançava 0,97%. Para analistas, os investidores se voltaram para as ações e commodities depois
dos dados positivos tanto dos EUA, quanto da China.
Empresas de recursos naturais lideram altas na Europa - Com altas de 8,3% da Xstrata, de 2,3% da
petrolífera BP e de outros ativos relacionados ao setor de exploração de recursos naturais, o FTSE-100
conseguiu romper o importante nível de 4.500 pontos e chegou até os 4.504 pontos. Em Paris, o CAC-40
avançou 2,05% e o DAX, de Frankfurt, ganhava 2,54%.
Dólar em alta frente ao iene, mas em queda ante o euro - A moeda norte-americana subia 0,25%, a 97,90
ienes às 7h33 desta quarta-feira, mas caía frente a moedas europeias diante da expectativa de que os EUA
voltem a subir os juros básicos da economia antes do previsto e com o sinal de retomada do apetite ao
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risco por parte dos investidores, segundo alguns analistas. No mesmo horário, o euro subia 0,08%, a US$
1,4085. "Mais nuvens escuras rondam o dólar", disse Sue Trinh, um estrategista sênior de moedas da RBC
Capital Markets, em Sydney, segundo a Dow Jones. A fraqueza do dólar pode, inclusive, ser assunto da
reunião do G-8 na próxima sexta-feira. A desvalorização do dólar nos mercados internacionais também fez
o yuan se valorizar em relação à moeda norte-americana. Mas a moeda chinesa continua na banda de
6,8300 a 6,8400 yuans por dólar, espectro que dealers esperam manter-se nas próximas semanas.
Asiáticas se recuperam - Após dois pregões de queda, os mercados da Ásia apresentaram bons
resultados. Os investidores ficaram otimistas com as ondas de recuperação das economias globais e a
desvalorização do dólar. O índice Nikkei 225 subiu 2,1% e fechou aos 9.991,49 pontos, o nível mais alto
desde 7 de outubro, puxado por ações de financeiras, empresas de transporte marítimo e de petróleo. O
índice Hang Seng ganhou 4,03%, enquanto o índice Xangai Composto ganhou 1%. Já o índice Taiwan
Weighted avançou 0,8% e o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney, na Austrália, subiu 2,3% e atingiu a
maior pontuação desde novembro de 2008. Na Coreia do Sul, o índice Kospi apresentou o maior ganho
porcentual dos últimos dois meses, graças à demanda dos investidores estrangeiros no mercado futuro e
ao otimismo sobre os balanços das empresas. O índice saltou 3,1%.
Na véspera da decisão do Copom, juros dispararam com PIB
Resultado do PIB foi melhor do que o esperado - A queda de 0,8% do PIB no 1º trimestre ante o 4º
trimestre de 2008 - menor do que a esperada - fez o mercado reavaliar a continuidade e a intensidade do
afrouxamento monetário, provocando aumento dos negócios e a disparada dos juros futuros. A
possibilidade de queda da Selic de 1 ponto porcentual na reunião de hoje do Copom foi descartada e as
fichas aumentaram na aposta de recuo em 0,75 ponto. Ainda há a ala mais pessimista que acredita que o
BC deve impor maior cautela e cortar a taxa básica em 0,50 ponto. O DI de janeiro de 2010 subiu a 9,28%,
de 9,15% do ajuste e fechamento de segunda-feira. O contrato de janeiro de 2011 fechou na máxima, a
10,38%, de 9,95% do ajuste e 9,93% do fechamento de segunda-feira. DI janeiro 2012, também na
máxima, avançou a 11,32%, de 10,92% do ajuste e 10,88% do fechamento de segunda-feira. Segundo a
BM&F o giro negociado foi de quase 1,6 milhão de contratos distribuídos em 21 vencimentos. Desse total,
os DIs de Janeiro 2010, 2011 e 2012, os mais líquidos, movimentaram 471,6 mil contratos.
Dólar caiu 1,53% - Diante do movimento externo de migração para moedas de maior risco e commodities,
de perspectivas de um corte menor dos juros pelo Copom hoje e da percepção positiva dos investidores
estrangeiros sobre o Brasil, os players reforçaram as apostas no recuo da moeda norte-americana. O dólar
cedeu 1,53%, a R$ 1,936 no balcão. No leilão de compra da moeda, o BC fixou a taxa de corte em R$
1,937.
Bolsa fechou em queda, com disputa dos players pelos vencimentos da próxima semana - Apesar dos
ganhos do petróleo e dos metais no exterior, a Bovespa caiu em meio à disputa antecipada de investidores
relacionada aos vencimentos na próxima semana. A Bolsa fechou em queda de 0,88%, aos 53.157,13
pontos.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
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