CAFE = Nova York abriu um pouco pressionada por vendas, caindo 0,28% no contrato Março/2010 após um dia de altas significativas. Londres também abriu realizando com 0,64% negativo. A leve reação do Dólar frente a outras moedas sinaliza um dia negativo para o café. Mas a pressão de comprar por partes de fundos e especuladores vem formando um suporte forte na commodity. Na BM&F o vencimento Março/2010 pode abrir pressionado, seguindo as outras bolsas, buscando o suporte de 176,70, com chances de rompimento.
BOI = O indicador do boi gordo apresentou alta ontem de 0,35%, além da redução no prazo médio de pagamento (indica escalas menores em São Paulo). Esse movimento deve dar fôlego a novas altas no mercado futuro e o vencimento corrente pode buscar a resistência em R$ 75,20 novamente. Desde o início do ano a cotação do boi gordo acumula queda de 2,1%, mas no comparativo com dez/09 está 1,3% mais alto, o que indica uma safra atípica.
SOJA = Mercado recuando no noturno em Chicago acompanhando a movimentação
das demais commodities agrícolas. Soja tende a operar em consolidação nas
próximas sessões na CBOT, com o mercado demonstrando baixo interesse de
venda após as quedas recentes. Preços mais baixos incentivam compras de
fundos de índice e players comerciais. Tempo mais seco na Argentina traz
suporte. Hoje teremos dados de vendas semanais nos EUA. BM&F com
resistência nos 22,40.
MILHO = Mercado tende a manter tendência de queda. Indicador Esalq registrou segundo dia de perdas expressivas. Físico brasileiro com boa pressão de venda e compradores recuando. Nem mesmo o atraso na colheita no sul devido as chuvas limita as perdas: o volume de estoques safra velha é expressivo. Chance de leilão de escoamento apenas em fevereiro alimentam perdas. Queda em Chicago definitivamente travou o mercado na exportação. Suporte na BM&F apenas em 18,40 no março.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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