terça-feira, 3 de novembro de 2009

COMMODITIES

CAFE = Ontém foi feriado no Brasil, mas nos EUA o dia foi de fortíssima alta. O café subiu mais de 5% em NY com compras de especuladores e fundos. Hoje vem fazendo um repique de 1% de queda. Na BM&F abriu se ajustando ao café em NY e está subindo neste momento 2,60%. Está testando a resistência em 168,00 e tem espaço para recuar um pouco.

BOI = Esalq em queda na sexta-feira. Na bolsa o mercado tentou reagir ao romper a casa de 77,50, mas acabou voltando no fechamento. Hoje abriu testando o 77,00 e deixando um gap acima em 77,50 e outro abaixo em 76,80. Os fundamentos ainda não mostram virada do mercado, mas sem dúvida está tão barato que muitos vendedores estão retraídos.

SOJA = Ontem foi um dia de forte alta em Chicago. Na BM&F ainda não abriu. Na sexta-feira a soja tentou perder o suporte em 21,30, mas voltou e se mantem no range 21,30 e 22,00. Boa possibilidade de alta hoje.

MILHO = Físico novamente firme e boa alta ontem em Chicago. Na sexta-feira tentou perder o suporte em 21,60, mas hoje abriu justamente nesse preço deixando novamente o cenário bom.

DOLAR

O Dólar fechou a 1.771 com uma alta de 1,51% e oscilou entre 1.720,5 na mínima com -1,37% e 1.744 na máxima com -0,02% com um volume de 516.460 contratos negociados.

O Dólar Futuro deve trabalhar entre: 1764 e 1813

No gráfico diário segue em seu canal de baixa principal,com resistências em 1.799 e 1,835 e tem suportes em 1.721 e 1.702. O dólar futuro no gráfico de 60 minutos após teste de topo duplo em 1.780, voltou a ceder redefinindo
um canal de baixa com suportes em 1.724 e 1.702, e resistências em 1.752 e 1.662.

INDICE

O Índice fechou em 61.850 com uma baixa de -3,88% e oscilou entre 61.400 na mínima com -4,58% e 65.000 na máxima com 1,01% com um volume de 113.310 contratos negociados.

O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 59760 e 62470

O índice futuro no 60 minutos testou uma resistência em nível de 65.100 mas não teve força para romper caindo e deixando suportes em 60.570 e 59.880. Se voltar a subir pode testar 63.500 ou 65.000. No gráfico diário o futuro testou a antiga LTA como resistência em 65.000 e caiu deixando resistência também em 62.800, se passar destas pode buscar 66.200 ou 68.370, mas seguir em queda pode testar níveis de 60.400 ou 58.800.

EUA: INDICADORES

Indicador: Encomendas à Indústria

Fato: As encomendas a indústria sobem 0,9% em setembro

Expectativa: Analistas estimavam uma alta de 1% nas encomendas

Comentário: O indicador veio levemente abaixo do esperado. No entanto, o dado é positivo, uma vez que ele indica a expansão nos pedidos a indústria, que reflete em um aquecimento na economia.

EUROPA

As principais bolsas europeias operam em baixa nesta terça-feira, pressionadas pela queda das commodities e com os investidores avaliando os últimos resultados corporativos reportados. Vale comentar que a Comissão Europeia elevou sua perspectiva de crescimento para a Zona do Euro
em 2010. Pelas projeções do órgão, a economia local crescerá 0,7% no próximo ano, enquanto esperava por retração de 0,1% na última prévia.

ASIA / JAPAO

A maioria dos mercados da Ásia terminou no negativo nesta terça-feira, apesar dos bons resultados de Wall Street. Fatores locais prejudicaram o otimismo dos investidores. Não houve negociações em Tóquio por ser feriado.
A Bolsa de Hong Kong teve baixa pelo segundo dia seguido, uma vez que os investidores realizaram lucros em ações de bancos chineses. O índice Hang Seng caiu 1,8% e fechou aos 21.240,06 pontos. As Bolsas da China apresentaram a terceira sessão seguida de ganhos, influenciadas por
reportagem que mostra que os empréstimos concedidos pelos quatro grandes bancos do país aumentaram em outubro. O índice Xangai Composto subiu 1,2% e encerrou aos 3.114,23 pontos.

EUA

Os EUA saiu do horário de verão neste domingo (1), atrasando seus relógios em uma hora. O mercado norte-americano de ações passa a operar das 12h30 às 19h (de Brasília). No viva-voz da New York Mercantile Exchange (Nymex), contratos futuros de petróleo e derivados passarão a ser negociados das 12h às 17h30 (de Brasília).