quarta-feira, 4 de novembro de 2009

INDICE

O Índice fechou em 63.110 com uma alta de 2,03% e oscilou entre 60.805 na mínima com -1,68% e 63.800 na máxima com 3,15% com um volume de 92.385 contratos negociados.

O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 62090 e 64940

O índice futuro segundo o gráfico de 60 minutos, voltou a subir, testando a resistência do canal de baixa próxima de 63.300, que se for rompida pode
levar o mercado a buscar nível de 65.800, mas se não romper pode voltar a ceder para testar suportes em 62.100 ou 61.000. Pelo gráfico diário foi reforçado o suporte em nível de 60.900 e mantém a resistência em 65.000 onde o rompimento de um destes pontos pode levar a nova definição de tendência de curto prazo. Para cima resistência em 68.370 e para baixo tem o 60.000 e o 58.800.

COMMODITIES

CAFE = Café segue firme e forte. Fechou ontem testando a resistência em 168,00, mas hoje abriu rompendo essa zona de preços e testa em 169,00 outra resistência mais suave formada por máximas de duas semanas atras.

BOI = Esalq em alta, mostrando total indefinição do mercado. Já é o quarto dia consecutivo que o indicador de físico apresenta oscilações diferentes
intercaladas... um dia de alta e outro de baixa. Na bolsa isso está se refletindo como um possível sinal de virada de tendência e hoje abriu com alta, mas testando o canal de baixa.

SOJA = Soja andando com rumores de possível comprometimento da qualidade do grão nos EUA devido ao clima. No Brasil o estoque está curto e isso tambem serve como suporte. Fechou o pregão tentando romper a resistência em 22,00 e hoje pode abrir confirmando esse rompimento.

MILHO = Milho perdeu o suporte em 21,60 e realizou. O esalq veio com queda depois de diversos dias mostrando alta.

EUA: INDICADORES

EUA: FED ANUNCIA DECISÃO SOBRE POLÍTICA MONETÁRIA ÀS 17H15 - O Federal Reserve encerra nesta quarta-feira seu encontro de política monetária de dois dias, devendo anunciar sua decisão por volta das 17h15 (de Brasília).

EUA: PESQUISA ADP SOBRE VAGAS NO SETOR PRIVADO EM OUTUBO SAI ÀS 11H15 - A
ADP/MA divulga, às 11h15, o número de postos de trabalho criados no setor privado em outubro.

EUA: ISM SERVIÇOS DE OUTUBRO ÀS 13H - O ISM divulga às 13h o índice de atividade do setor não industrial (serviços) de outubro.

BRASIL: BALANÇOS

O Bradesco registrou no terceiro trimestre do ano um lucro líquido de R$ 1,811 bilhão, valor 5,2% inferior ao registrado em igual período de 2008. Em relação ao trimestre anterior, a queda é de 21,2%. Os ativos totais em setembro de 2009 chegaram a R$ 485,686 bilhões, crescimento de
14,9% em relação a igual mês do ano passado. O patrimônio líquido (PL) em setembro de 2009 era de R$ 38,877 bilhões, 13,8% superior ao registrado entre julho e setembro do ano passado. Já o retorno anualizado sobre o PL médio no terceiro trimestre ficou em 21,8%, ante 25,4%. O resultado bruto da intermediação financeira ficou em R$ 4,679 bilhões. A carteira de crédito total do Bradesco (incluindo avais e fianças) somava R$ 215,536 bilhões ao final de setembro, valor 10,2% superior ao registrado em igual mês do ano passado.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou lucro líquido de R$ 1,150 bilhão no terceiro trimestre de 2009, um aumento de 2.775% sobre os R$ 40 milhões de igual período de 2008. O Ebitda foi de R$ 992 milhões, com queda de 53%, e a margem Ebitda passou de 52% para 33%. A receita líquida recuou 26%, para R$ 2,986 bilhões, e o lucro bruto somou R$ 1,177 bilhão, com baixa de 44%. A dívida líquida foi de R$ 5,858 bilhões, com queda de 7%. As informações são de comunicado da empresa.

EUROPA

As bolsas europeias operam em alta, impulsionadas pelos índices futuros em Nova York e na expectativa do anuncio da decisão do FED hoje. As empresas ligadas a commodities estavam em alta, diante dos ganhos no petróleo e dos metais básicos, assim como as montadoras. O setor financeiro também subia, impulsionado pelo anuncio de resultados positivos. Adicionalmente, foi
divulgado o índice PMI, que subiu a 53 em outubro, ante 51,1 de setembro, sinalizando a expansão na Zona do Euro, e animando os mercados.

ASIA

Após um dia negativo ontem, a maioria dos mercados asiáticos terminou em elevação nesta quarta-feira. As previsões de crescimento da economia chinesa feitas pelo Banco Mundial e a alta das commodities, principalmente o ouro, estimularam as compras. Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 1,8% e terminou aos 21.641,77 pontos. O mercado local foi ajudado
pela caça às pechinchas em instituições financeiras e ganhos com ações de mineradoras, graças à alta recorde nos preços do ouro.
Já as Bolsas da China apresentaram o quarto pregão consecutivo de ganhos, com a demanda por ações de pequenos e médios bancos e de metais não ferrosos compensando a fraqueza nos papéis do setor imobiliário. O índice Xangai Composto subiu 0,5% e encerrou aos 3.128,54 pontos.
A Bolsa de Tóquio fechou com leve alta com a alta dos contratos futuros de ouro sustentando ações de mineradoras e anulando o efeito das perdas em ações das empresas ligadas à fabricação de chips. Estes papéis foram afetados por rebaixamento da recomendação atribuída ao setor por uma corretora. O índice Nikkei 225 avançou 41,36 pontos, ou 0,4%, e fechou aos
9.844,31 pontos, após subir nos últimos 30 minutos da sessão para fechar pouco abaixo de sua máxima intraday.

FECHAMENTO - 03/11

A volatilidade seguiu presente nas negociações. A Bovespa fechou com alta significativa, mas operou em território negativo durante boa parte do pregão. A bolsa doméstica descolou dos mercados norte-americanos e europeus, que operavam no campo negativo. Aqui, o mercado foi
impulsionado pelos balanços divulgados. Os dados econômicos apresentados na sessão não serviram como grande market mover, o mercado está no aguardo da reunião do Fomc hoje e para o payroll, na sexta-feira.
No âmbito interno, o setor bancário brasileiro ficou entre os destaques do dia. O setor foi impulsionado pelos bons números divulgados pelo ItauUnibanco. O banco fechou o terceiro trimestre com lucro líquido recorrente de R$ 2,687 bilhões, alta de 0,37% ante igual período do
ano passado.