O Ibovespa está perdendo a LTA terciária e o fundo recente em 64.500, e pode buscar o suporte da LTA primária em níveis de até 61.000. O Volume alto da última sessão e o PULL-BACK na média móvel de 40 são sinais baixistas. Para uma reversão deste cenário seria importante superar o nível de 64.500.
O Índice Futuro diário, caiu forte fazendo um PULLBACK na antiga LTB, deixando suportes em 63.700 e 61.300. Se o mercado voltar a melhorar poderia testar as resistências em 64.500 ou 67.600. No gráfico de 60Min.está em forte tendência de baixa de curto prazo, com suporte em 63.700, que se for superado pode levar ao teste da expansão de
Fibonacci em até 62.550, mas se voltar acima dos 64.500 desfaz a tendência baixista e pode buscar 65.500 ou 66.800.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
MERCADO
Ontem, a Bovespa encerrou o dia com uma queda bastante significativa, pressionada pela desvalorização das bolsas internacionais, e também pela queda no preço das commodities. Hoje, os mercados esperam o dado do payroll americano, referente a vagas de empregos criadas e cortadas no país, que será anunciado às 11h30.
Na Ásia, as principais bolsas fecharam em queda. As preocupações em relação a fragilidade fiscal dos países europeus – Portugal, Grécia e Espanha – e o dia negativo visto ontem em Wall Street, derrubaram as bolsas da região. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou no menor nível dos últimos 4 meses, e em Tóquio, a bolsa também fechou em queda, na mínima dos últimos dois meses.
Os Futuros de NY operam em baixa nessa manha, mantendo o tom negativo de ontem. Na Europa, a aversão ao risco também toma conta. As bolsas da região operam no campo negativo pelo terceiro dia seguido, com as preocupações em relação a saúde fiscal dos países da região.
Na Ásia, as principais bolsas fecharam em queda. As preocupações em relação a fragilidade fiscal dos países europeus – Portugal, Grécia e Espanha – e o dia negativo visto ontem em Wall Street, derrubaram as bolsas da região. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou no menor nível dos últimos 4 meses, e em Tóquio, a bolsa também fechou em queda, na mínima dos últimos dois meses.
Os Futuros de NY operam em baixa nessa manha, mantendo o tom negativo de ontem. Na Europa, a aversão ao risco também toma conta. As bolsas da região operam no campo negativo pelo terceiro dia seguido, com as preocupações em relação a saúde fiscal dos países da região.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
MERCADO
As preocupações com a situação fiscal nos países europeus e também nos Estados Unidos voltaram a pesar hoje sobre os mercados acionários globais. A Bovespa opera com forte queda, depois do anuncio de indicadores negativos nos EUA, e também pelo tom de cautela maior que o esperado na Ata do Copom, que foi divulgada hoje pela manha.
No âmbito internacional, o foco das atenções são as reuniões das autoridades monetárias na Europa. Tanto o Banco Central Europeu, quanto o Banco Central da Inglaterra mantiveram as taxas de juros inalteradas em 1,0% e 0,5%, respectivamente. Além disso, o discurso do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet era aguardado pelos investidores. O comunicado não trouxe novidades, e reafirmou que a economia européia deve manter um ritmo de retomada moderada e desigual entre os países da região. Adicionalmente, o dado semanal, de pedidos de auxilio-desemprego nos Estados Unidos surpreendeu negativamente, trazendo um aumento nos pedidos, enquanto o esperado era queda.
Internamente, os destaques de baixa são as empresas ligadas a commodities, principalmente de petróleo e metais básicos, diante da queda nos preços dos contratos no exterior. Além disso, o setor de consumo reflete o temor com a inflação, sinalizado hoje na ata do Banco Central brasileiro
No âmbito internacional, o foco das atenções são as reuniões das autoridades monetárias na Europa. Tanto o Banco Central Europeu, quanto o Banco Central da Inglaterra mantiveram as taxas de juros inalteradas em 1,0% e 0,5%, respectivamente. Além disso, o discurso do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet era aguardado pelos investidores. O comunicado não trouxe novidades, e reafirmou que a economia européia deve manter um ritmo de retomada moderada e desigual entre os países da região. Adicionalmente, o dado semanal, de pedidos de auxilio-desemprego nos Estados Unidos surpreendeu negativamente, trazendo um aumento nos pedidos, enquanto o esperado era queda.
Internamente, os destaques de baixa são as empresas ligadas a commodities, principalmente de petróleo e metais básicos, diante da queda nos preços dos contratos no exterior. Além disso, o setor de consumo reflete o temor com a inflação, sinalizado hoje na ata do Banco Central brasileiro
EUA: INDICADORES
Pedidios de Auxílio-Desemprego
Fato: Os pedidos de auxílio-desemprego aumentaram 8 mil na semana até 30 de janeiro
Expectativa: Economistas calculam redução de 10 mil pedidos
Comentário: O dado veio pior que o esperado, apresentando um aumento no número de pedidos enquanto o mercado aguardava uma redução. O indicador é negativo para o cenário de emprego americano, mas pode ser volátil, por ser um dado semanal.
Fato: Os pedidos de auxílio-desemprego aumentaram 8 mil na semana até 30 de janeiro
Expectativa: Economistas calculam redução de 10 mil pedidos
Comentário: O dado veio pior que o esperado, apresentando um aumento no número de pedidos enquanto o mercado aguardava uma redução. O indicador é negativo para o cenário de emprego americano, mas pode ser volátil, por ser um dado semanal.
INDICE
O Ibovespa em seu gráfico diário segue respeitando a nova LTA, e deve permanecer acima do suporte em nível de 65.000 para evitar uma reversão. O Mercado chegou a superar o topo anterior em 67.320, mas não conseguiu se
manter acima, indefinindo o movimento de curto prazo. Acima tem resistências em níveis de 69.000 e 71.000 e suporte em 66.500 antes da LTA. O OBV que é um antecipador de tendência, reverteu o sinal para baixo.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo : 66650 e 67750
O Índice Futuro diário, confirmou o rompimento do canal de baixa de curto prazo, formando novos topos e fundos ascendentes, e pode testar níveis de 68.600 ou 69.500, mas se perder o 66.590, pode voltar a testar suportes em até 64.500. Pelo lado dos osciladores , a força do comprador está ascendente com IFR e Estocástico demonstrando isso.
No gráfico de 60 min. está em uma congestão entre 66.590 e 67.610, que se romper acima pode testar os níveis 68.845 ou 70.000, e se voltar a ceder, pode testar suportes em 66.150 e 65.050. O OBV fechou altista mais uma vez.
Nos contratos em abertos os estrangeiros após vários dias reduzindo posição de compra, voltaram a comprar.
manter acima, indefinindo o movimento de curto prazo. Acima tem resistências em níveis de 69.000 e 71.000 e suporte em 66.500 antes da LTA. O OBV que é um antecipador de tendência, reverteu o sinal para baixo.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo : 66650 e 67750
O Índice Futuro diário, confirmou o rompimento do canal de baixa de curto prazo, formando novos topos e fundos ascendentes, e pode testar níveis de 68.600 ou 69.500, mas se perder o 66.590, pode voltar a testar suportes em até 64.500. Pelo lado dos osciladores , a força do comprador está ascendente com IFR e Estocástico demonstrando isso.
No gráfico de 60 min. está em uma congestão entre 66.590 e 67.610, que se romper acima pode testar os níveis 68.845 ou 70.000, e se voltar a ceder, pode testar suportes em 66.150 e 65.050. O OBV fechou altista mais uma vez.
Nos contratos em abertos os estrangeiros após vários dias reduzindo posição de compra, voltaram a comprar.
COMMODITIES
CAFE = O tempo anda nebuloso para o Café que não consegue reagir devido às reagidas do Dólar, impulsionado pelos indicadores da economia americana que têm atendido às expectativas e pelos europeus que vêm decepcionando. Isso fortalece a moeda americana, o que acaba sendo negativo para as cotações do Café na bolsa.
Hoje NY abriu estável e Londres com leve queda. O mercado parece um pouco
assustado depois das sucessivas quedas e o volume vem caindo com a
aproximação dos feriados. A BM&F também deve abrir nervosa. A palavra de
ordem hoje é cautela.
BOI = O mercado do boi gordo segue enxuto, mas com demanda de lado. Fora
de São Paulo as indústrias conseguiram melhorar a programação de
abate, mas os negócios ocorreram sem qualquer redução nos preços.
Dentro do Estado a situação é de oferta mais restrita, com isso os
frigoríficos de mercado interno sustentam preços mais altos. Com o
pagamento dos salários nesta semana e previsão de melhora nas
vendas de carne nos próximos dias, o mercado deve permanecer firme.
Graficamente o contrato corrente fechou em cima de uma LTA e pode
testar a resistência em 76,20.
SOJA = Buscando recuperação no noturno em Chicago depois que o mercado demonstrou força técnica ontem, mantendo-se acima de área de suporte importante no patamar de 9,10 (março). O cenário fundamental do ponto de vista da oferta segue negativo no curto prazo, no entanto o mercado esta esticado e o interesse de venda dos produtores, tanto nos EUA, quanto no Brasil tem sido reduzido nos patamares atuais. Ao mesmo tempo, o mercado espera dados apertados de estoques nos EUA no relatório da próxima semana devido a demanda chinesa. Hoje teremos dados de vendas semanais nos EUA. A recomendação no momento é de compra no patamar de 20,10 BM&F com stop na perda dos 19,90!
MILHO = Mercado tende a manter a fraqueza registrada nas últimas sessões refletindo a movimentação do físico. O contrato março, especificamente tem registrado quedas mais brandas na percepção de que o indicador não deve atingir um patamar inferior aos R$ 18,00 até o vencimento do contrato, ou seja, o mercado antecipou as quedas. No entanto, o contrato maio, e especialmente o setembro tem espaço para novas quedas, considerando o cenário de médio prazo negativo e o plantio da safrinha no período recomendado. Março com suporte no patamar de R$ 17,90/sc,
e setembro nos 19,50. Operações de spread compra março e vende setembro estão interessantes no patamar de -0,80.
Hoje NY abriu estável e Londres com leve queda. O mercado parece um pouco
assustado depois das sucessivas quedas e o volume vem caindo com a
aproximação dos feriados. A BM&F também deve abrir nervosa. A palavra de
ordem hoje é cautela.
BOI = O mercado do boi gordo segue enxuto, mas com demanda de lado. Fora
de São Paulo as indústrias conseguiram melhorar a programação de
abate, mas os negócios ocorreram sem qualquer redução nos preços.
Dentro do Estado a situação é de oferta mais restrita, com isso os
frigoríficos de mercado interno sustentam preços mais altos. Com o
pagamento dos salários nesta semana e previsão de melhora nas
vendas de carne nos próximos dias, o mercado deve permanecer firme.
Graficamente o contrato corrente fechou em cima de uma LTA e pode
testar a resistência em 76,20.
SOJA = Buscando recuperação no noturno em Chicago depois que o mercado demonstrou força técnica ontem, mantendo-se acima de área de suporte importante no patamar de 9,10 (março). O cenário fundamental do ponto de vista da oferta segue negativo no curto prazo, no entanto o mercado esta esticado e o interesse de venda dos produtores, tanto nos EUA, quanto no Brasil tem sido reduzido nos patamares atuais. Ao mesmo tempo, o mercado espera dados apertados de estoques nos EUA no relatório da próxima semana devido a demanda chinesa. Hoje teremos dados de vendas semanais nos EUA. A recomendação no momento é de compra no patamar de 20,10 BM&F com stop na perda dos 19,90!
MILHO = Mercado tende a manter a fraqueza registrada nas últimas sessões refletindo a movimentação do físico. O contrato março, especificamente tem registrado quedas mais brandas na percepção de que o indicador não deve atingir um patamar inferior aos R$ 18,00 até o vencimento do contrato, ou seja, o mercado antecipou as quedas. No entanto, o contrato maio, e especialmente o setembro tem espaço para novas quedas, considerando o cenário de médio prazo negativo e o plantio da safrinha no período recomendado. Março com suporte no patamar de R$ 17,90/sc,
e setembro nos 19,50. Operações de spread compra março e vende setembro estão interessantes no patamar de -0,80.
MERCADO
Ontem, a Bovespa fechou com ligeira queda, depois de passar o dia oscilando de acordo com os mercados internacionais. Hoje, o clima que toma conta dos investidores é a cautela, na expectativa do payroll, que será anunciado amanha. Além disso, as atenções se voltam para os
encontros de política monetária ao redor do mundo, com os mercados atentos às decisões do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco Central Europeu (BCE), referente as políticas monetárias das regiões.
Na Ásia, as bolsas seguiram NY e fecharam em baixa. O teor negativo dos negócios em Wall Street ontem pesou sobre os negócios e adicionou volatilidade aos mercados da região. Na China, a queda foi pressionada pela realização de lucro dos bancos, como desapontamento pelo fato de
que o governo não vai injetar capital em três grandes bancos comerciais.
Os Futuros de NY operam em baixa, diante da relutância em fazer grandes movimentos até o anuncio do indicador mais esperado da semana – o payroll. Na Europa, as bolsas operam em queda, digerindo balanços anunciados e esperando as decisões do BoE e do BCE.
Fiquei de Olho: A partir das 17h (de Brasília), o presidente do Federal Reserve de Kansas City, Thomas Hoenig, vai discursar no Fórum Econômico promovido pela Associação de Bancos de Oklahoma, em Oklahoma City. Hoenig foi voto contrário à manutenção da política no último encontro do Fed, realizado nos dias 26 e 27 de janeiro.
encontros de política monetária ao redor do mundo, com os mercados atentos às decisões do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco Central Europeu (BCE), referente as políticas monetárias das regiões.
Na Ásia, as bolsas seguiram NY e fecharam em baixa. O teor negativo dos negócios em Wall Street ontem pesou sobre os negócios e adicionou volatilidade aos mercados da região. Na China, a queda foi pressionada pela realização de lucro dos bancos, como desapontamento pelo fato de
que o governo não vai injetar capital em três grandes bancos comerciais.
Os Futuros de NY operam em baixa, diante da relutância em fazer grandes movimentos até o anuncio do indicador mais esperado da semana – o payroll. Na Europa, as bolsas operam em queda, digerindo balanços anunciados e esperando as decisões do BoE e do BCE.
Fiquei de Olho: A partir das 17h (de Brasília), o presidente do Federal Reserve de Kansas City, Thomas Hoenig, vai discursar no Fórum Econômico promovido pela Associação de Bancos de Oklahoma, em Oklahoma City. Hoenig foi voto contrário à manutenção da política no último encontro do Fed, realizado nos dias 26 e 27 de janeiro.
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