Aunião de fatores climáticos, queda do dólar e também mercado sobrevendido acabaram por impor expressiva valorização para o café arábica. Em Nova York, o grão encerrou com elevação de 3,71%, negociado a US$/cents 270,95 por libra-peso. Já em Londres, o robusta fechou com leve alta de 0,72%, cotado
a US$ 2471 a tonelada. Após romper o suporte dos 260 centavos de dólar na quarta-feira, os compradores retornaram com força, identificando que o
mercado se encontrava atrativo. Nesta sextafeira, com notícias sobre a possibilidade de geada no Brasil neste final de semana e um dólar mais fraco, houve maior sustentação para a pressão compradora. Com isto, o arábica conseguiu encerrar a semana acima dos 270 centavos de dólar, próximo da MME
de 40 períodos. Entretanto, para vencer este patamar e se colocar acima dos 270 centavos de dólar é necessário que as notícias fundamentais se confirmem. Caso contrário poderá haver correções sobre os ganhos desta sexta-feira.
Cenário interno apresentou forte valorização nos preços do grão seguindo expressivos ganhos de NY. Apesar disto, a volatilidade no mercado externo coloca cautela sobre a ponta compradora. Caso não se confirme a possibilidade de geada, pode ocorrer uma correção nas cotações na próxima semana.
Com isto, o volume de comercializações se mostrou tímido no mercado físico brasileiro neste encerramento de semana. Sul de Minas sem negócios expressivos. Fortes ganhos no mercado internacional animaram a ponta vendedora na região, refletindo na elevação dos preços. Contudo, o volume de negócios permaneceu baixo, diante da ausência de compradores. Indicação para
safra 2011/12 de bebida dura a R$ 500 com 15% de catação. Cerrado Mineiro influenciado pelo cenário externo apresentou significativa valorização,
entretanto, apenas nominal. Oferta pela ponta compradora não encontra compradores dispostos a negociar. Safra 2011/12 negociado a R$ 480 para 30% e R$ 500 para 20% de catação. Na Zona da Mata, o vendedor tenta aproveitar a alta para realizar vendas com preços mais elevados, entretanto, comprador
receoso com futuros movimentos do mercado, acabou ficando de fora. Bebida dura com 15% de catação negociada a partir de R$ 470. No Espírito Santo, mercado apresentou volume reduzido de negócios. Vendedores, ainda em entregas futuras, seguem de fora do mercado. A partir da próxima semana a quantidade de negociações deve apresentar melhoras. Conillon tipo 7 foi negociado a partir de R$ 223.
Na indústria, mercado mais tímido, apesar da forte valorização no mercado físico. Café 600 defeitos, no Sul de Minas Gerais a partir de R$ 300 e R$ 305 para o Cerrado mineiro. Ambos para entrega futura, a partir de junho e
julho.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Boi
Mercado físico do boi gordo encerra a última semana apresentando um volume de
negociações inferior ao registrado em semanas anteriores, as escalas de abate seguem confortáveis, no entanto o avanço findou, reflexo direto desta condição é a alta dos preços no mercado atacadista. Sinal que a
oferta de boi gordo inerente ao período de safra está próxima do seu limite, durante o período de entressafra a expectativa ainda é por reajuste dos preços vigentes nas principais praças do país. Em São Paulo o preço médio pela arroba do boi não apresentou consideráveis alterações e permaneceu na
média de R$ 97/98, livre a prazo, com escala de abate para daqui quatro dias úteisemmédia. Em Minas Gerais o preço médio pela arroba do boi se
manteve no patamar de R$ 91, livre a prazo, as escalas no estado estão posicionadas em média para daqui quatro dias úteis. No estado do Mato Grosso do Sul as cotações segue estabilizadas na casa dos R$ 91, livre a prazo, com
escalas de abate posicionadas em média para daqui quatro dias úteis.
negociações inferior ao registrado em semanas anteriores, as escalas de abate seguem confortáveis, no entanto o avanço findou, reflexo direto desta condição é a alta dos preços no mercado atacadista. Sinal que a
oferta de boi gordo inerente ao período de safra está próxima do seu limite, durante o período de entressafra a expectativa ainda é por reajuste dos preços vigentes nas principais praças do país. Em São Paulo o preço médio pela arroba do boi não apresentou consideráveis alterações e permaneceu na
média de R$ 97/98, livre a prazo, com escala de abate para daqui quatro dias úteisemmédia. Em Minas Gerais o preço médio pela arroba do boi se
manteve no patamar de R$ 91, livre a prazo, as escalas no estado estão posicionadas em média para daqui quatro dias úteis. No estado do Mato Grosso do Sul as cotações segue estabilizadas na casa dos R$ 91, livre a prazo, com
escalas de abate posicionadas em média para daqui quatro dias úteis.
Mercados
Moedas – O waiver concedido à Grécia e a confirmação da fraqueza do mercado de trabalho americano (que leva à perda de valor do USD) fizeram o Euro subir. Entretanto, é importante lembrar que na próxima 5ª, o ECB terá que dar indicações se vai de fato retomar a alta dos juros básicos (houve mudança de expectativa nos últimos dias). Embora os números adicionem incertezas sobre a trajetória de crescimento mundial, a moeda australiana – um grande player de commodities/crescimento – também subiu (menos).
BRL – Depois das fortes altas dos dias anteriores, o BRL se descolou do Euro e do AUD e subiu ligeiramente. Apesar do viés baixista ter ganhado força recentemente, a moeda passou sustentada o dia todo.
Juros – O mercado está propenso a acreditar que o termo suficientemente prolongado será mantido e por isso tende a precificar altas mais adiante nos DIs (a baixa liquidez de 6ª ajudou a consolidar o intento). É importante não esquecer que desde quando ele foi introduzido, o comportamento de algumas variáveis mudou. Como exemplo serve o alerta de Tombini para os analistas sobre as condições econômicas nos US (que na semana passada passou a fazer parte das manchetes de jornais). Se o uso do termo pretendia reduzir incertezas, os fatos estão se encarregando de desconstruir a iniciativa.
Bolsas – Ásia – Com a continuidade das indicações de moderação no crescimento (dados de 5ª nos US e Europa) e a expectativa com o Payroll (confirmação dos números fracos da ADP), as bolsas asiáticas prosseguiram caindo (ações dos setores de Raw Materials e Financials em baixa). As bolsas de Shanghai e Taiwan subiram (esse comportamento tem se tornado comum em véspera de finais de semana prolongados por feriados).
Europa – O investidor europeu ficou dividido entre considerar os efeitos positivos do waiver que o IMF está concedendo à Grécia (liberando a tranche prevista até o início de Julho) e repensar a perspectiva de menor crescimento que o número de emprego americano evidencia. Com isso os mercados, após oscilarem bastante ao longo do dia, fecharam próximos da estabilidade. A bolsa de Frankfurt subiu um pouco mais porque o país é, em última instância, o provedor de maior peso financeiro (e também quem mais se favorece de uma situação de maior estabilidade).
S&P – A confirmação da piora do mercado de trabalho consolidou na 6ª a trajetória de baixa iniciada com o dado da ADP dois dias antes. Como a mudança do emprego ocorre num momento delicado (próximo do término do QE2 - política de afrouxamento monetário - e num processo de disputa política acirrada em torno de questões orçamentárias - que é o que de fato está por trás da briga pela ampliação do endividamento), não se deve descartar a hipótese de essa realização possa continuar nos próximos dias/semanas.
Bovespa – O investidor doméstico continua vendo oportunidades na bolsa paulista (afinal ela vem apresentando desempenho pior há meses), mesmo com a piora do cenário internacional. Em razão disso, o desempenho das ações foi melhor aqui que no exterior.
Commodities – Apesar de terem apresentado bastante vol ao longo do dia, as commodities acabaram seguindo os parâmetros que têm influenciado os diversos segmentos. No caso dos grãos, os problemas com as safras fizeram os preços continuarem subindo na 6ª. Os metais foram influenciados pela alta da bolsa de Shanghai e o petróleo ficou estável.
Ásia – Com várias praças fechadas (as chinesas de Shanghai, HK e Taiwan e a de Seul) e baixa liquidez, as bolsas do Japão (-1,18) e da Austrália recuaram (-0,31) repercutindo a queda das bolsas de NY de 6ª (depois que o Departamento de Trabalho americano confirmou o forte recuo nas contratações e aumento na taxa de desemprego). O Euro e o AUD ficaram praticamente estáveis na sessão asiática.
Commodities – O petróleo recua com a redução de preços da maior exportadora saudita nos contratos de fornecimento de longo prazo. Os metais oscilam em torno da estabilidade com o feriado na China e os grãos caem ligeiramente apesar dos problemas com a safra de alguns produtos (na 5ª o Departamento de Agricultura americano fará a revisão dos dados de safra e suprimento).
Treasuries americanos – Com a confirmação da piora no mercado de trabalho, os juros voltaram a recuar na 6ª (num dia com viés baixista a compra do Fed aprofunda o movimento). Hoje, os mercados prosseguem com ligeira baixa.
Europa – As bolsas européias descontam a piora de NY na tarde de 6ª. Entretanto, a perda é pequena e a liquidez baixa diante do indicador que mostra forte recuo na confiança do investidor. Apesar da alta maior dos preços no atacado (que ajuda o call de alguns membros de que a subida de juros pode voltar na reunião do ECB de julho), o Euro recua com a elevação do spread dos sovereign bonds indicando que o waiver não será suficiente para alterar as desconfianças em relação à Grécia.
S&P futuro – Sem nenhum indicador para ser divulgado, o índice recuava 0,4 às 08:00.
Grécia recebeu um waiver do IMF (não cumpriu as condicionalidades), mas o aporte de recursos para suprir as necessidades de caixa de 2012 e 2013 só vai ser concluído mais adiante (final de Junho/1ª Quinzena de Julho). Como não se acredita que o mercado vá voluntariamente comprar títulos gregos não há alternativa a não ser conceder mais empréstimos. Apesar disso, as negociações prometem ser duras e alguma desavença pode ser observada até que um acordo final seja alcançado.
BRL – Depois das fortes altas dos dias anteriores, o BRL se descolou do Euro e do AUD e subiu ligeiramente. Apesar do viés baixista ter ganhado força recentemente, a moeda passou sustentada o dia todo.
Juros – O mercado está propenso a acreditar que o termo suficientemente prolongado será mantido e por isso tende a precificar altas mais adiante nos DIs (a baixa liquidez de 6ª ajudou a consolidar o intento). É importante não esquecer que desde quando ele foi introduzido, o comportamento de algumas variáveis mudou. Como exemplo serve o alerta de Tombini para os analistas sobre as condições econômicas nos US (que na semana passada passou a fazer parte das manchetes de jornais). Se o uso do termo pretendia reduzir incertezas, os fatos estão se encarregando de desconstruir a iniciativa.
Bolsas – Ásia – Com a continuidade das indicações de moderação no crescimento (dados de 5ª nos US e Europa) e a expectativa com o Payroll (confirmação dos números fracos da ADP), as bolsas asiáticas prosseguiram caindo (ações dos setores de Raw Materials e Financials em baixa). As bolsas de Shanghai e Taiwan subiram (esse comportamento tem se tornado comum em véspera de finais de semana prolongados por feriados).
Europa – O investidor europeu ficou dividido entre considerar os efeitos positivos do waiver que o IMF está concedendo à Grécia (liberando a tranche prevista até o início de Julho) e repensar a perspectiva de menor crescimento que o número de emprego americano evidencia. Com isso os mercados, após oscilarem bastante ao longo do dia, fecharam próximos da estabilidade. A bolsa de Frankfurt subiu um pouco mais porque o país é, em última instância, o provedor de maior peso financeiro (e também quem mais se favorece de uma situação de maior estabilidade).
S&P – A confirmação da piora do mercado de trabalho consolidou na 6ª a trajetória de baixa iniciada com o dado da ADP dois dias antes. Como a mudança do emprego ocorre num momento delicado (próximo do término do QE2 - política de afrouxamento monetário - e num processo de disputa política acirrada em torno de questões orçamentárias - que é o que de fato está por trás da briga pela ampliação do endividamento), não se deve descartar a hipótese de essa realização possa continuar nos próximos dias/semanas.
Bovespa – O investidor doméstico continua vendo oportunidades na bolsa paulista (afinal ela vem apresentando desempenho pior há meses), mesmo com a piora do cenário internacional. Em razão disso, o desempenho das ações foi melhor aqui que no exterior.
Commodities – Apesar de terem apresentado bastante vol ao longo do dia, as commodities acabaram seguindo os parâmetros que têm influenciado os diversos segmentos. No caso dos grãos, os problemas com as safras fizeram os preços continuarem subindo na 6ª. Os metais foram influenciados pela alta da bolsa de Shanghai e o petróleo ficou estável.
Ásia – Com várias praças fechadas (as chinesas de Shanghai, HK e Taiwan e a de Seul) e baixa liquidez, as bolsas do Japão (-1,18) e da Austrália recuaram (-0,31) repercutindo a queda das bolsas de NY de 6ª (depois que o Departamento de Trabalho americano confirmou o forte recuo nas contratações e aumento na taxa de desemprego). O Euro e o AUD ficaram praticamente estáveis na sessão asiática.
Commodities – O petróleo recua com a redução de preços da maior exportadora saudita nos contratos de fornecimento de longo prazo. Os metais oscilam em torno da estabilidade com o feriado na China e os grãos caem ligeiramente apesar dos problemas com a safra de alguns produtos (na 5ª o Departamento de Agricultura americano fará a revisão dos dados de safra e suprimento).
Treasuries americanos – Com a confirmação da piora no mercado de trabalho, os juros voltaram a recuar na 6ª (num dia com viés baixista a compra do Fed aprofunda o movimento). Hoje, os mercados prosseguem com ligeira baixa.
Europa – As bolsas européias descontam a piora de NY na tarde de 6ª. Entretanto, a perda é pequena e a liquidez baixa diante do indicador que mostra forte recuo na confiança do investidor. Apesar da alta maior dos preços no atacado (que ajuda o call de alguns membros de que a subida de juros pode voltar na reunião do ECB de julho), o Euro recua com a elevação do spread dos sovereign bonds indicando que o waiver não será suficiente para alterar as desconfianças em relação à Grécia.
S&P futuro – Sem nenhum indicador para ser divulgado, o índice recuava 0,4 às 08:00.
Grécia recebeu um waiver do IMF (não cumpriu as condicionalidades), mas o aporte de recursos para suprir as necessidades de caixa de 2012 e 2013 só vai ser concluído mais adiante (final de Junho/1ª Quinzena de Julho). Como não se acredita que o mercado vá voluntariamente comprar títulos gregos não há alternativa a não ser conceder mais empréstimos. Apesar disso, as negociações prometem ser duras e alguma desavença pode ser observada até que um acordo final seja alcançado.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Soja
Nesta terça-feira o mercado interno de soja apresentou preços mais fracos para a commodity. Os contratos futuros da Bolsa de Mercadorias de Chicago fecharam o dia em queda, o que com o auxílio do recuo na cotação da moeda norte-americana, reduziu os níveis de preço de compra do mercado interno e retraiu a oferta e a demanda da oleaginosa em praticamente todas as regiões. O
dólar comercial para venda fechou a R$ 1,580, com desvalorização de 0,81%.
No PR, com Chicago e o dólar em baixa, os preços tiveram redução e o mercado de soja disponível praticamente não teve movimentação. Safra nova não teve negócios e a indicação de preço de compra permaneceu a R$ 50,20 para mar/12. Preço de compra no disponível aR$ 47,60 no porto de Paranaguá. Preço de
compra aindaemR$ 43,50 no Oeste e ficou aR$ 43,80 no Norte.
No RS, os preços da soja disponível apresentaram-se de estáveis a menores e nominais para o mercado futuro. Para a safra nova, a indicação do preço de compra ficou em R$ 51,00 no porto e a R$ 478,00 em Passo Fundo para mai/12. Preço de compra do disponível ficou em R$ 48,50 no porto de Rio Grande.
No interior, o nível de compra aR$ 45,50 nas Missões e aR$ 46,00
na região de Passo Fundo. No MT, as cotações para a commodity acompanharam a
desvalorização do dólar e dos contratos futurosemChicago. Safra
nova ficou sem negócios e sem indicação de preço. Preço de compra ficouemR$ 41,00 na região de Rondonópolis. No MS, segue o mercado de negócios escassos em função das novas desvalorizações em Chicago e no dólar. Safra nova ficou
sem negócios e sem indicação de preço. Preço de compra em Dourados ficouemR$ 41,00. Em GO, a terça-feira apresentou ainda mercado devagar e com
preços mais fracos, acompanhando a variação da CBOT. Indicação de preço de compra da safra nova a US$ 24,80 para fev/12 e preço de compra nominal no disponível a R$ 41,00 na região de Rio Verde. Na região de Brasília, preços da região também ficaram com oscilação negativa, com os agentes
afastados dos negócios aguardando melhora nas cotações. Indicação de preço de compra para safra nova em US$ 24,00 para abr/12. Preço de compra no balcão a R$ 39,50 e preço da saca de soja disponívelemR$ 41,00. Em MG, novamente o dia foi de mercado travado, agora em função da queda nas cotações que acompanharam o dólar e Chicago em queda. Safra nova com indicação de preço de compra de US$ 25,50 para abr/12 apenas nominal. Preço de compra a R$
43,50 no balcão eR$ 43,50 no disponívelemUberlândia.. Em SC, a saca de soja teve dia de movimentação retraída e preços a patamares estáveis, sem influência da queda em Chicago. O preço da ponta compradora ficou em R$ 42,50 no balcão eR$ 45,50 no disponível de Campos Novos. Em SP, o dia foi de pouca movimentação e cotações menores para a saca de soja. Indicação de preço de compra da safra nova ficou no patamar de R$ 50,50 para mai/12. Preço de compra a R$ 47,80emSantos. Na BA, seguindo a tendência do resto do mercado brasileiro, os preços foram mais fracos assim como a movimentação de soja
disponível. Safra nova ficou com indicação de preço de compra a US$ 24,20 para mai/12. Preço de compra passou para R$ 40,50 no disponível de Barreiras.
No MA, a terça-feira apresentou mercado igualmente devagar e a preços mais fracos para a commodity. Safra nova com preço de compra de US$ 24,80 para mai/12 nominal. O preço de compra ficou a R$ 38,50 no balcão, e a soja disponível ficou estável ao preço de R$ 41,00 em Balsas.
dólar comercial para venda fechou a R$ 1,580, com desvalorização de 0,81%.
No PR, com Chicago e o dólar em baixa, os preços tiveram redução e o mercado de soja disponível praticamente não teve movimentação. Safra nova não teve negócios e a indicação de preço de compra permaneceu a R$ 50,20 para mar/12. Preço de compra no disponível aR$ 47,60 no porto de Paranaguá. Preço de
compra aindaemR$ 43,50 no Oeste e ficou aR$ 43,80 no Norte.
No RS, os preços da soja disponível apresentaram-se de estáveis a menores e nominais para o mercado futuro. Para a safra nova, a indicação do preço de compra ficou em R$ 51,00 no porto e a R$ 478,00 em Passo Fundo para mai/12. Preço de compra do disponível ficou em R$ 48,50 no porto de Rio Grande.
No interior, o nível de compra aR$ 45,50 nas Missões e aR$ 46,00
na região de Passo Fundo. No MT, as cotações para a commodity acompanharam a
desvalorização do dólar e dos contratos futurosemChicago. Safra
nova ficou sem negócios e sem indicação de preço. Preço de compra ficouemR$ 41,00 na região de Rondonópolis. No MS, segue o mercado de negócios escassos em função das novas desvalorizações em Chicago e no dólar. Safra nova ficou
sem negócios e sem indicação de preço. Preço de compra em Dourados ficouemR$ 41,00. Em GO, a terça-feira apresentou ainda mercado devagar e com
preços mais fracos, acompanhando a variação da CBOT. Indicação de preço de compra da safra nova a US$ 24,80 para fev/12 e preço de compra nominal no disponível a R$ 41,00 na região de Rio Verde. Na região de Brasília, preços da região também ficaram com oscilação negativa, com os agentes
afastados dos negócios aguardando melhora nas cotações. Indicação de preço de compra para safra nova em US$ 24,00 para abr/12. Preço de compra no balcão a R$ 39,50 e preço da saca de soja disponívelemR$ 41,00. Em MG, novamente o dia foi de mercado travado, agora em função da queda nas cotações que acompanharam o dólar e Chicago em queda. Safra nova com indicação de preço de compra de US$ 25,50 para abr/12 apenas nominal. Preço de compra a R$
43,50 no balcão eR$ 43,50 no disponívelemUberlândia.. Em SC, a saca de soja teve dia de movimentação retraída e preços a patamares estáveis, sem influência da queda em Chicago. O preço da ponta compradora ficou em R$ 42,50 no balcão eR$ 45,50 no disponível de Campos Novos. Em SP, o dia foi de pouca movimentação e cotações menores para a saca de soja. Indicação de preço de compra da safra nova ficou no patamar de R$ 50,50 para mai/12. Preço de compra a R$ 47,80emSantos. Na BA, seguindo a tendência do resto do mercado brasileiro, os preços foram mais fracos assim como a movimentação de soja
disponível. Safra nova ficou com indicação de preço de compra a US$ 24,20 para mai/12. Preço de compra passou para R$ 40,50 no disponível de Barreiras.
No MA, a terça-feira apresentou mercado igualmente devagar e a preços mais fracos para a commodity. Safra nova com preço de compra de US$ 24,80 para mai/12 nominal. O preço de compra ficou a R$ 38,50 no balcão, e a soja disponível ficou estável ao preço de R$ 41,00 em Balsas.
Cafe
Neste início de semana não ocorreram negócios para o mercado internacional de
café devido a feriados em Nova York e Londres. O mercado segue com o
comportamento visto nas últimas semanas. Desde o dia 16 de maio, quando o arábica rompeu os 270 centavos de dólar, este vem apresentando um comportamento lateral. Durante este período, o grão alcançou a mínima de US$/cents 258,60 por libra-peso e a máxima de US$/cents 274,95 por librapeso
em dia 20 de maio, mas com fechamento em US$/cents 263,70 por librapeso.
É possível observar através destes dados que o arábica não possui força
alcançar expressivas valorizações, entretanto seus fundamentos impedem que o
mesmo fiquei abaixo do suporte próximo dos 260 centavos de dólar.
Com a ausência de novidades fundamentais e também cautela dos investidores, compradores e vendedores seguem medindo forças, mas sem uma definição de rumo a seguir. Para ultrapassar este comportamento lateral, serão necessárias novas informações sobre os mercados para modificar esta tendência.
Cenário interno esteve bastante calmo neste início de semana. Influenciados por feriados em Nova York e Londres. A desvalorização do dólar frente ao rente
também incentivou os agentes a ficarem de fora do mercado. Os preços do grão
apresentaram indicações nominais em conseqüência da ausência de compradores e
vendedores, todos irão esperar a abertura do cenário internacional nesta terça-feira para verificar o ânimo dos mercados. Sul de Minas apresentou mercado extremamente calmo, principalmente em virtude dão feriado em NY. Com isso, não foram reportados negócios expressivos na região.
Cerrado Mineiro com pouca movimentação diante da falta do principal referencial externo de preços que é a Bolsa de NovaYork. Na Zona da Mata, apesar dos feriados internacionais, ocorreu relativo número de negócios, mas os preços se mantiveram nos níveis negociados na sexta-feira. Bebida
dura se manteve negociada a partir R$ 475, com 15% de catação.
No Espírito Santo, assim como nas demais regiões, mercado com pouca movimentação diante dos feriados em NY e Londres. Preços se mantiveram inalterados. Conillon tipo 7 negociado a partir de R$ 230. CONSUMOINTERNO (INDÚSTRIA) No consumo interno, poucos negócios e preços nominais diante dos feriados internacionais. Nos últimos dias, estoques baixos dos produtores, e torrefadores em busca de grãos no mercado como soluções mais baratas. Este comportamento reflete aumento da demanda na indústria e escassez pela oferta.
café devido a feriados em Nova York e Londres. O mercado segue com o
comportamento visto nas últimas semanas. Desde o dia 16 de maio, quando o arábica rompeu os 270 centavos de dólar, este vem apresentando um comportamento lateral. Durante este período, o grão alcançou a mínima de US$/cents 258,60 por libra-peso e a máxima de US$/cents 274,95 por librapeso
em dia 20 de maio, mas com fechamento em US$/cents 263,70 por librapeso.
É possível observar através destes dados que o arábica não possui força
alcançar expressivas valorizações, entretanto seus fundamentos impedem que o
mesmo fiquei abaixo do suporte próximo dos 260 centavos de dólar.
Com a ausência de novidades fundamentais e também cautela dos investidores, compradores e vendedores seguem medindo forças, mas sem uma definição de rumo a seguir. Para ultrapassar este comportamento lateral, serão necessárias novas informações sobre os mercados para modificar esta tendência.
Cenário interno esteve bastante calmo neste início de semana. Influenciados por feriados em Nova York e Londres. A desvalorização do dólar frente ao rente
também incentivou os agentes a ficarem de fora do mercado. Os preços do grão
apresentaram indicações nominais em conseqüência da ausência de compradores e
vendedores, todos irão esperar a abertura do cenário internacional nesta terça-feira para verificar o ânimo dos mercados. Sul de Minas apresentou mercado extremamente calmo, principalmente em virtude dão feriado em NY. Com isso, não foram reportados negócios expressivos na região.
Cerrado Mineiro com pouca movimentação diante da falta do principal referencial externo de preços que é a Bolsa de NovaYork. Na Zona da Mata, apesar dos feriados internacionais, ocorreu relativo número de negócios, mas os preços se mantiveram nos níveis negociados na sexta-feira. Bebida
dura se manteve negociada a partir R$ 475, com 15% de catação.
No Espírito Santo, assim como nas demais regiões, mercado com pouca movimentação diante dos feriados em NY e Londres. Preços se mantiveram inalterados. Conillon tipo 7 negociado a partir de R$ 230. CONSUMOINTERNO (INDÚSTRIA) No consumo interno, poucos negócios e preços nominais diante dos feriados internacionais. Nos últimos dias, estoques baixos dos produtores, e torrefadores em busca de grãos no mercado como soluções mais baratas. Este comportamento reflete aumento da demanda na indústria e escassez pela oferta.
Boi
Mercado físico do boi gordo apresentou poucas alterações de preços no decorrer do dia, e negócios menos fluídos, a expectativa é que os
preços sigam em baixa até o período de entressafra, que está prestes a se iniciar. A tendência é de reajustes das cotações durante este período, no qual o mercado vai se adaptar a nova realidade de oferta e demanda. As
escalas de abate permanecem posicionadas de maneira confortável e a tendência é que essa condição acabe auferindo uma margem de conforto aos frigoríficos.
No mercado paulista a cotação permaneceu na média de R$ 98, livre a prazo, com escalas de abate posicionadas emmédia para daqui quatro dias úteis.
No Mato Grosso do Sul o preço médio pela arroba do boi se mantém na casa dos R$ 91/92, livre a prazo, com expectativa de pontual queda das cotações ao longo desta semana.
No estado de Goiás a cotação base segue em R$ 91, livre a prazo, com escala de abate posicionada para daqui cinco dias úteisemmédia.
preços sigam em baixa até o período de entressafra, que está prestes a se iniciar. A tendência é de reajustes das cotações durante este período, no qual o mercado vai se adaptar a nova realidade de oferta e demanda. As
escalas de abate permanecem posicionadas de maneira confortável e a tendência é que essa condição acabe auferindo uma margem de conforto aos frigoríficos.
No mercado paulista a cotação permaneceu na média de R$ 98, livre a prazo, com escalas de abate posicionadas emmédia para daqui quatro dias úteis.
No Mato Grosso do Sul o preço médio pela arroba do boi se mantém na casa dos R$ 91/92, livre a prazo, com expectativa de pontual queda das cotações ao longo desta semana.
No estado de Goiás a cotação base segue em R$ 91, livre a prazo, com escala de abate posicionada para daqui cinco dias úteisemmédia.
Mercados
Moedas – A volta do feriado de Londres e NY foi marcada pela notícia de que a Alemanha poderia ter uma posição mais flexível em relação ao socorro para a Grécia. Desde a sessão asiática, o Euro apresentou tendência de alta. Inicialmente arrastou as outras moedas, mas o AUD, por exemplo, acabou preso ao fundamento do país e caiu (hoje o número do PIB pode surpreender negativamente, adiar a perspectiva de alta de juros e tornar menos atraente arbitrar o juro doméstico – difícil com a queda contínua dos juros dos treasuries americanos agora puxada pelo temor de desaquecimento).
BRL – A subida das bolsas e das moedas fora (Alemanha menos dura com a Grécia e indicadores nos US colocando pressão de baixa no USD) ajudou a consolidar ainda mais a tendência de alta do BRL esboçada nos últimos dias. A forma operacional escolhida pelo BC para rolar o swap (que acabou fracassada – não sabe se propositalmente) e a formação de PTAX (viés baixista) também foram fatores relevantes. As compras do BC no spot foram maiores (350 MM), mas não foram suficientes para se contrapor aos 1,65 bi de dólares devolvidos pelo BC para o mercado.
Juros – A produção industrial surpreendeu para baixo (desvio relevante) e chegou a fazer as taxas caírem mais intensamente na BM&F. Ao longo do dia o movimento foi perdendo força e as quedas foram menores (o suficientemente prolongado do BC impõe limitações à queda e indica que prevalece a expectativa de que nada se altere na reunião da próxima semana).
Bolsas – Ásia – As bolsas asiáticas repercutiram com força a possibilidade das exigências serem flexibilizadas em relação à Grécia. A notícia que circulou no final da 2ª fez as bolsas asiáticas fecharem nas highs do dia (na abertura dos negócios ainda houve hesitação em algumas praças). As ações de Raw Materials foram o destaque e evidencia que o equacionamento dos problemas financeiros na Europa leva o investidor a abandonar qualquer temor com crescimento (não só na Ásia como também na Europa e América). Se a decisão é pra valer só daqui a alguns dias se saberá. Ontem foi o último dia de Maio e normalmente o mercado tende a buscar ajustar os preços para apresentarem um balanço mais positivo (no caso do mês menos negativo) em termos de performance.
Europa – Se a Ásia já havia repercutido a nova posição alemã, porque a Europa (a principal envolvida) não faria o mesmo. Os números ruins nos US, que recupera a preocupação com crescimento, atrapalharam por algum tempo o mercado, mas no final a confiança (de que o acerto com a Grécia afasta o risco de desaceleração) prevaleceu entre os investidores.
S&P – Há muito tempo que o volume de negócios do último dia do mês na NYSE não tinha sido tão representativo – quase 60 pct maior ontem que o padrão recente. Curiosamente, os dados de US vieram ruins (ultimamente tem sido assim), mas os investidores preferiram seguir a Ásia e a Europa
Bovespa – A forte atuação dos gringos (à vista e no futuro) fez a bolsa paulista também repercutir a novidade européia. Entretanto, se descontada queda da 2ª (NY e Londres ficaram fechadas) a elevação foi bem menos expressiva.
Commodities – A perda de valor do USD só motivou a alta do petróleo. Os metais ficaram praticamente estáveis e os grãos caíram. O movimento dos dois segmentos foi distinto do observado nas bolsas, onde a expectativa de maior crescimento prevaleceu com a notícia alemã.
Ásia – O dia foi de sobe e desce nas bolsas asiáticas. Fecharam próximo da estabilidade (exceção à Taiwan que subiu 0,8 – otimismo com o desempenho da economia por causa dos vínculos crescentes com a China). O PMI na China já tinha precificado o recuo (indicações antecedentes apontavam para isso). No Japão, apesar da avaliação positiva feita pelo presidente do BoJ (segundo ele as empresas estão restabelecendo a produção antes do previsto), a incerteza política – Naoto Kan pode ter que renunciar em razão da perda de apoio político – desestimulou os investidores. Na Coréia, apesar da inflação mais baixa (ainda acima da meta), as exportações cresceram menos que o esperado e as importações mais. Na Austrália, o mercado temia que a queda do PIB surpreendesse negativamente. Como isso não ocorreu, a moeda australiana sobe recuperando o movimento em relação ao Euro que havia subido ontem.
Commodities – Após a forte alta de ontem (os outros segmentos caíram), o petróleo recua ligeiramente. Os grãos seguem em queda (apesar do sobe e desce, o call do USDA – quadro de suprimentos mais confortável – tem prevalecido). Já os metais recuam ligeiramente (medo com China).
Treasuries americanos – Os dados ruins e a continuidade das compras pelo FED jogaram mais uma vez os juros para baixo ontem. Hoje, o movimento se repete e o Tesouro anunciará pela manhã o volume de papéis que será colocado a semana que vem.
Europa – Após a forte alta de ontem, as bolsas européias repercutem os dados econômicos piores (indicações de atividade industrial mais fraca) e recuam ligeiramente. O assunto Grécia ainda está envolto em dúvidas. Porque criar incentivos para que os detentores de títulos rolem suas posições se EU/IMF vai fornecer recursos que cobrirão as necessidades de 2012 e 2013?
S&P futuro – Acompanha a Europa e recuava 0,1 às 08:30.
- Apesar de duas tentativas, o BC não teve sucesso na rolagem do swap reverso. Ao se partir do princípio de que havia demanda pelo leilão e de que alguns agentes sobraram com o USD na mão o BRL pode vir a sofrer pressão de compra nos próximos dias. Não é razoável se acreditar que não tenha sido intencional (o fracasso) e a questão não se limitará, temporalmente, a esse evento. Daqui a um mês novamente vencem contratos de swap e o mercado tenderá a acreditar que não será rolado e vai atiçar o BC o tempo todo.
- Os Republicanos colocaram em votação ontem a extensão do limite de endividamento americano e por uma ampla maioria ela foi rejeitada. A votação foi organizada pelo partido para demonstrar a Obama que o governo deve se mostrar aberto ao debate sobre cortes de gastos profundos. Segundo o secretário do tesouro, o prazo limite para que seja aprovado e não comprometa a economia, é 31 de Julho.
- Segundo fontes, o desembolso da quinta parcela do FMI ainda não está certo porque as exigências fiscais não foram cumpridas.
Mesmo ressalvado alguns fatos (crescimento maior no mês do que o anteriormente informado e crescimento de alguns setores abaixo do padrão – principalmente fabricação de açúcar), a produção industrial de Abril acabou anulando os ganhos de Fev/Mar que fizeram alguns analistas revisarem para cima a variação da indústria em 2011. Voltou-se ao padrão anterior de baixo crescimento observado na maioria dos meses de 2010 e que tem muito a ver com a queda da competitividade da indústria brasileira no atual patamar da taxa de câmbio (exportações em queda e importações em alta).
BRL – A subida das bolsas e das moedas fora (Alemanha menos dura com a Grécia e indicadores nos US colocando pressão de baixa no USD) ajudou a consolidar ainda mais a tendência de alta do BRL esboçada nos últimos dias. A forma operacional escolhida pelo BC para rolar o swap (que acabou fracassada – não sabe se propositalmente) e a formação de PTAX (viés baixista) também foram fatores relevantes. As compras do BC no spot foram maiores (350 MM), mas não foram suficientes para se contrapor aos 1,65 bi de dólares devolvidos pelo BC para o mercado.
Juros – A produção industrial surpreendeu para baixo (desvio relevante) e chegou a fazer as taxas caírem mais intensamente na BM&F. Ao longo do dia o movimento foi perdendo força e as quedas foram menores (o suficientemente prolongado do BC impõe limitações à queda e indica que prevalece a expectativa de que nada se altere na reunião da próxima semana).
Bolsas – Ásia – As bolsas asiáticas repercutiram com força a possibilidade das exigências serem flexibilizadas em relação à Grécia. A notícia que circulou no final da 2ª fez as bolsas asiáticas fecharem nas highs do dia (na abertura dos negócios ainda houve hesitação em algumas praças). As ações de Raw Materials foram o destaque e evidencia que o equacionamento dos problemas financeiros na Europa leva o investidor a abandonar qualquer temor com crescimento (não só na Ásia como também na Europa e América). Se a decisão é pra valer só daqui a alguns dias se saberá. Ontem foi o último dia de Maio e normalmente o mercado tende a buscar ajustar os preços para apresentarem um balanço mais positivo (no caso do mês menos negativo) em termos de performance.
Europa – Se a Ásia já havia repercutido a nova posição alemã, porque a Europa (a principal envolvida) não faria o mesmo. Os números ruins nos US, que recupera a preocupação com crescimento, atrapalharam por algum tempo o mercado, mas no final a confiança (de que o acerto com a Grécia afasta o risco de desaceleração) prevaleceu entre os investidores.
S&P – Há muito tempo que o volume de negócios do último dia do mês na NYSE não tinha sido tão representativo – quase 60 pct maior ontem que o padrão recente. Curiosamente, os dados de US vieram ruins (ultimamente tem sido assim), mas os investidores preferiram seguir a Ásia e a Europa
Bovespa – A forte atuação dos gringos (à vista e no futuro) fez a bolsa paulista também repercutir a novidade européia. Entretanto, se descontada queda da 2ª (NY e Londres ficaram fechadas) a elevação foi bem menos expressiva.
Commodities – A perda de valor do USD só motivou a alta do petróleo. Os metais ficaram praticamente estáveis e os grãos caíram. O movimento dos dois segmentos foi distinto do observado nas bolsas, onde a expectativa de maior crescimento prevaleceu com a notícia alemã.
Ásia – O dia foi de sobe e desce nas bolsas asiáticas. Fecharam próximo da estabilidade (exceção à Taiwan que subiu 0,8 – otimismo com o desempenho da economia por causa dos vínculos crescentes com a China). O PMI na China já tinha precificado o recuo (indicações antecedentes apontavam para isso). No Japão, apesar da avaliação positiva feita pelo presidente do BoJ (segundo ele as empresas estão restabelecendo a produção antes do previsto), a incerteza política – Naoto Kan pode ter que renunciar em razão da perda de apoio político – desestimulou os investidores. Na Coréia, apesar da inflação mais baixa (ainda acima da meta), as exportações cresceram menos que o esperado e as importações mais. Na Austrália, o mercado temia que a queda do PIB surpreendesse negativamente. Como isso não ocorreu, a moeda australiana sobe recuperando o movimento em relação ao Euro que havia subido ontem.
Commodities – Após a forte alta de ontem (os outros segmentos caíram), o petróleo recua ligeiramente. Os grãos seguem em queda (apesar do sobe e desce, o call do USDA – quadro de suprimentos mais confortável – tem prevalecido). Já os metais recuam ligeiramente (medo com China).
Treasuries americanos – Os dados ruins e a continuidade das compras pelo FED jogaram mais uma vez os juros para baixo ontem. Hoje, o movimento se repete e o Tesouro anunciará pela manhã o volume de papéis que será colocado a semana que vem.
Europa – Após a forte alta de ontem, as bolsas européias repercutem os dados econômicos piores (indicações de atividade industrial mais fraca) e recuam ligeiramente. O assunto Grécia ainda está envolto em dúvidas. Porque criar incentivos para que os detentores de títulos rolem suas posições se EU/IMF vai fornecer recursos que cobrirão as necessidades de 2012 e 2013?
S&P futuro – Acompanha a Europa e recuava 0,1 às 08:30.
- Apesar de duas tentativas, o BC não teve sucesso na rolagem do swap reverso. Ao se partir do princípio de que havia demanda pelo leilão e de que alguns agentes sobraram com o USD na mão o BRL pode vir a sofrer pressão de compra nos próximos dias. Não é razoável se acreditar que não tenha sido intencional (o fracasso) e a questão não se limitará, temporalmente, a esse evento. Daqui a um mês novamente vencem contratos de swap e o mercado tenderá a acreditar que não será rolado e vai atiçar o BC o tempo todo.
- Os Republicanos colocaram em votação ontem a extensão do limite de endividamento americano e por uma ampla maioria ela foi rejeitada. A votação foi organizada pelo partido para demonstrar a Obama que o governo deve se mostrar aberto ao debate sobre cortes de gastos profundos. Segundo o secretário do tesouro, o prazo limite para que seja aprovado e não comprometa a economia, é 31 de Julho.
- Segundo fontes, o desembolso da quinta parcela do FMI ainda não está certo porque as exigências fiscais não foram cumpridas.
Mesmo ressalvado alguns fatos (crescimento maior no mês do que o anteriormente informado e crescimento de alguns setores abaixo do padrão – principalmente fabricação de açúcar), a produção industrial de Abril acabou anulando os ganhos de Fev/Mar que fizeram alguns analistas revisarem para cima a variação da indústria em 2011. Voltou-se ao padrão anterior de baixo crescimento observado na maioria dos meses de 2010 e que tem muito a ver com a queda da competitividade da indústria brasileira no atual patamar da taxa de câmbio (exportações em queda e importações em alta).
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