quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Analise Tecnica

IBOV - Belo movimento de alta no pregão de ontem, com o rompimento da cabeça do pivot de alta que tínhamos comentado no relatório anterior, com um candle de força, fechamento na máxima e com volume.Tem algumas resistências intermediárias em 71.720 e 72.620 pontos, mas a resistência principal está na faixa de 73.000 pontos e precisa ser rompida para uma consolidação de uma tendência de alta mais longa. Para baixo consolidou suporte em 70.430 pontos.
Destaque para a Petrobras que teve uma alta expressiva, com suas opções OTM subindo meros 300% no dia.
Com o rompimento desse pivot de alta no IBOV, a estratégia para o relatório de hoje é buscar ativos que estejam também mudando sua tendência e assim podemos tentar capturar bons movimentos de alta, operando na ponta comprada, que está em linha com a tendência atual do IBOV.

DOW JONES - O DJI, como seu primo tupiniquim, fez um candle de força e só ficou devendo no volume. Como dissemos no relatório de ontem, o ativo rompeu 11.700 sem nem pedir licença e também a faixa de 11.745, porém por uma margem pequena. Temos a próxima resistência em 11.785 pontos, e se romper pode buscar 11.800 pontos. Para baixo consolidou um suporte em 11.675, que se perdido deve testar 11.630. No intradiário, gráfico de 15 minutos, o papel fez uma perna de alta, começando uma correção na parte final do pregão. Se traçarmos as retrações de Fibonacci da última perna de alta vemos que o ativo ainda não corrigiu até a retração de 0.382, mas tem a média móvel de 9 dias exponencial como suporte imediato.

DOL FUTURO - O DOLFUT continua caindo e parece querer buscar a linha de retorno do canal de baixa na faixa de 1.660, para desespero de alguns. O ativo respeitou o suporte em 1.680, e se perdido busca os 1.675. Para cima tem resistência em 1.690, que caso seja rompida tem espaço para buscar os 1.695. Porém, o teste de fogo é na faixa de 1.700. Pouca coisa mudou em relação ao último relatório para esse ativo.

PETR4 - PETR4 chamou a atenção no pregão de ontem, com um forte movimento de alta. A formação no gráfico diário sugere um mastro e bandeira. Para um trader mais agressivo vale uma entrada, apesar do ativo estar um pouco esticado. Portanto, entrada na superação da máxima de ontem em R$ 27,99 após a primeira hora de pregão. Stop em R$ 27,10. Realização parcial em +2.5% do ponto de compra, com posterior ajuste do stop. Um fato que nos incentiva a classificar essa operação como agressive é a curta distância do preço atual para a linha de retorno do canal de alta, além de uma outra resistência em R$ 27,90.

Mercado em Foco - Indusval Multistock

O mercado europeu amanheceu entre altas e baixas, mesmo com a colocação dos bônus da Espanha e da Itália. Nos EUA, às 11:30h, a divulgação do PPI e dos pedidos de auxílio-desemprego. No Brasil, os recursos continuam entrando, até o dia 10/1, a Bovespa acumula R$ 2 bilhões de investimentos. Essas entradas acabaram valorizando ainda mais o Real, que pode acarretar em novas medidas para estancar a queda do dólar (1,68).

BRASIL - Concessionárias de rodovias: estima-se que a receita das quatro empresas do setor atingiu R$ 7 bilhões, aumento de 22% sobre 2009, entretanto, este aumento é sobre uma base muito fraca.
Exportações: nos últimos anos, a exportação de minério de ferro foi o setor que obteve o maior crescimento nos últimos anos, seguido pelo setor de petróleo bruto.
Oi: com base na data de 21/12, a empresa pagará juros sobre capital de R$ 0,1528/ação ordinária e preferencial.
Porto Seguro: a empresa iniciou processo para entrar em serviços de telefonia, através da empresa criada Porto Seguro Telecomunicações em sociedade com a Datora, que já atua no setor. A empresa vai oferecer serviço celular

ASIA - Coréia: o BC local elevou a taxa de juros em 0,25 ponto percentual. A taxa foi para 2,75%.

REINO UNIDO - Produção Industrial: em nov10/out10, a produção subiu 0,4% e de +3,3% em relação nov09.

ZONA DO EURO - Espanha: o país conseguiu colocar € 3 bilhões em bônus, com yield médio de 4,542%.
França – CPI: em dez10/nov10, o índice de preços ao consumidor subiu 0,50% e de 1,8% dez10/dez09.
Itália: o país conseguiu colocar € 6 bilhões em bônus para 2015 e 2026, com yield de 3,67% e 5,06%

Não há solução à vista para a crise da dívida na Europa

A crise da dívida soberana na zona do euro fará novas vítimas. É praticamente certo que Portugal terá de pedir ajuda ao Fundo Monetário Internacional e à União Europeia para evitar que tenha de pagar juros insuportáveis em sua dívida de cerca de US$ 230 bilhões, 85% de seu Produto Interno Bruto, estimado em US$ 250 bilhões. Houve algum ânimo pelo fato de, em um leilão de títulos portugueses de dez anos, ontem, os juros dos papéis mais longos não terem ultrapassado a linha mortal dos 7% e se situarem em 6,7%. Além de a diferença ser muito pequena, os títulos de curto prazo deram um salto de 4% para 5,4%. O volume de emissão, por outro lado, foi pequeno, de € 1,25 bilhão, o que significa que o teste português não foi positivamente decisivo.
Portugal está na mira dos mercados desde o início da crise da dívida soberana. A surpresa desagradável em um panorama crítico foi a Bélgica, cuja dívida pública é a terceira maior da zona do euro, de 96% de um PIB de US$ 380 bilhões, ou US$ 365 bilhões.
Governos sob ameaça do mercado têm poucas chances de resistir se colecionam déficits monumentais como agora. Tornam-se ainda mais vulneráveis sem unidade política interna. Portugal está às vésperas de eleições (23 de janeiro) e a oposição do PSD já encomendou a cabeça do primeiro-ministro socialista, José Sócrates, que carrega consigo o desgaste da recessão e das medidas de austeridade para combatê-la. A Bélgica vive um drama político complicado, capaz de desfechos inusitados. O país tem um dos mais longevos governos interinos do planeta (212 dias) e assistiu ontem, ao vivo e em cores, à intervenção do rei Albert II, que ordenou ao primeiro-ministro Yves Leterme que reduza o déficit público previsto para 2011 de 4,1% para 3,7% do PIB, a fim de evitar que os mercados levem o país à bancarrota. Os títulos belgas de dez anos estão com os maiores prêmios de risco em relação aos da Alemanha e pagavam no início da semana 4,24%.
A zona do euro vive pressões tão fortes que podem cindi-la. Os líderes da união monetária abdicaram de usar a arma da reestruturação das dívidas soberanas e agora só lhes resta estender seu enorme (e, parece, insuficiente) abrigo financeiro aos países que forem tombando pelo caminho. Um dos principais motivos para isso é o de que uma reestruturação colocaria em maus lençóis os bancos do continente, ainda em situação frágil. Os bancos (inclusive os locais) têm exposição de US$ 265 bilhões a Portugal, consideradas as dívidas pública e privada. A conta sobe para US$ 610 bilhões em relação à Bélgica e ultrapassa US$ 1 trilhão em relação à Espanha.
O dinheiro do fundo de estabilização financeira da zona do euro - € 440 bilhões - pode não ser suficiente para aguentar a crise. A Grécia já levou € 110 bilhões e a Irlanda, mais € 80 bilhões. O socorro financeiro foi da ordem de 40% a 45% do PIB dos países resgatados. Se essa proporção se mantiver, Portugal precisaria receber até € 100 bilhões.
Mesmo com todo o dinheiro emprestado, com o auxílio diário que mantém os bancos portugueses pendurados nas linhas do Banco Central Europeu e com a compra maciça de títulos soberanos dos países sob ataque, a catástrofe maior não parece estar afastada, e sim mais próxima. Os títulos da Espanha estão novamente sob pressão e, nesse caso, os números são de outra ordem, trágica. Um resgate da Espanha atingiria a casa dos € 500 bilhões. A crise mudaria de qualidade e os riscos de uma reestruturação forçada ou de retirada de algumas nações da zona do euro cresceriam exponencialmente.
Um alívio para essa performance desesperadora poderia vir de uma recuperação econômica inequívoca dos países da união monetária. Ela dependerá das maiores economias do bloco, Alemanha e França, já que os países sob ataque do mercado estão com planos de austeridade em execução e não prometem crescimento para 2011 - no máximo, uma expansão pífia em 2012. Sob o regime monetário comum, porém, um avanço dos países mais competitivos não resolve os problemas estruturais de perda de competitividade dos países muito endividados, que não podem ajustar-se com maxidesvalorizações. A solução oficial é a de dar poderes à Comissão Europeia de intervir nos orçamentos nacionais, algo que, na essência, mexe com o pacto federativo torto da zona do euro. Na prática, no curto prazo, resta a ajuda financeira ilimitada. Com isso, a questão do déficit, que aflige boa parte da Europa, terá uma solução lenta, difícil e acidentada.

Índices acionários da Ásia avançam, após melhora no cenário de risco europeu

Após o sucesso do leilão de títulos públicos de Portugal na quarta-feira (12), os principais índices acionários da Ásia fecharam a sessão desta quinta-feira em alta.
Nikkei +0,73
Hang Seng +0,47
Shanghai Composite +0,23
Na véspera, o governo português emitiu € 1,249 bilhão em dívida de longo prazo, com uma taxa de juros de 5,396% para os títulos com vencimento de quatro anos e de 6,716% para aqueles com vencimento em 2020, diminuindo as pressões por um pedido de ajuda financeira internacional – ao menos por ora.
Para esta quinta-feira, os investidores deverão avaliar o leilão dos títulos espanhóis e italianos, bem como a reunião do BCE (Banco Central Europeu).
Exportadoras se valorizam
Os pedidos para a indústria japonesa caíram 3% na passagem de outubro para novembro, informou o governo nesta quinta-feira, ao passo que analistas esperavam para um avanço do indicador.
Soma-se a isso o fato de que o iene se valorizou frente a outras moedas, e as ações de empresas com maior exposição ao cenário externo registraram ganhos nesta sessão, com valorização de 2,05% para os papéis da Canon, de 2,03% para os da Nikkon, de 1,00% para os da Toyota e de 0,55% para os da Mitsubishi Corporation.
China em desaceleração
A economia chinesa deverá desacelerar neste ano e crescer 8,7%, segundo relatório divulgado pelo Banco Mundial, ao passo que em 2012 a instituição espera que o PIB (Produto Interno Bruto) da economia chinesa expanda-se em 8,4%.
Com a melhora da percepção de risco no cenário mundial, empresas do setor petrolífero fecharam o pregão com a cotação valorizada. Os papéis da China Petroleum & Chemical Corporation registraram variação positiva de 2,15%, enquanto as da PetroChina subiram 1,42%.

Apetite por ações cresce e bancos ditam alta em Nova York

O índice Dow Jones avançou 0,72%, para 11.755 pontos. Nasdaq subiu 0,75%, para 2.737 pontos e Standard & Poor's 500 ganhou 0,90%, para 1.285 pontos
As bolsas de valores dos Estados Unidos terminaram em alta na quarta-feira (12/1), conduzidas pelas ações de bancos e de empresas ligadas a commodities.
Preocupações com os problemas de dívida na Europa tiveram alívio, enquanto investidores viram mais fluxo de dinheiro para os mercados de ações por especulações de que a economia vai se fortalecer.
Setores que geralmente se beneficiam da alta inflacionária, incluindo os segmentos agrícola e de energia, mostraram força. Os papéis da fabricante de produtos agrícolas Monsanto subiram 3,3%, enquanto os da Exxon Mobil ganharam 1,2%.
Os bancos também tiveram bom desempenho, liderados pela valorização de 2,5% nas ações do JPMorgan Chase, após seu presidente-executivo dizer que o banco pode aumentar seus dividendos caso o Federal Reserve autorize.
Eric Marshall, diretor de pesquisa da Hodges Capital Management, em Dallas, no Texas, afirmou que os recursos que estão deixando o mercado de bônus "estão lentamente retornando às ações".
"Realmente é a primeira vez em três anos em que estamos vendo saídas de capital dos mercados de títulos."
Um saudável leilão de títulos públicos portugueses direcionou investidores a ativos considerados de maior risco. O mercado tem esperanças de que os ministros de Finanças da zona do euro possam elevar o tamanho de um fundo de resgate a países da região.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Exportações agropecuárias atingem US$ 76,4 bi em 2010

O saldo comercial do setor chegou a US$ 63 bilhões, cerca de US$ 8 bilhões a mais que o observado em 2009
O Brasil teve em 2010 o melhor ano para exportações agropecuárias de sua história. Foram US$ 76,4 bilhões exportados no setor, um crescimento de 18% na comparação com 2009.
O montante supera as vendas externas de 2008, até então o melhor ano da história.
As importações, em relação ao ano retrasado, subiram 35,2%, passando a US$ 13,4 bilhões no ano passado, segundo os números divulgados há pouco pelo Ministério da Agricultura.
Dessa forma, o saldo comercial do setor chegou a US$ 63 bilhões, cerca de US$ 8 bilhões a mais que o observado em 2009.
Segundo o ministério, o valor é três vezes maior que o superávit total brasileiro, de US$ 20 bilhões.
Apesar do resultado positivo, a participação do agronegócio nas exportações totais caiu de 42,5% no ano retrasado para 37,9% em 2010.

Mercado em Foco - Indusval Multistock

Na Europa, vários indicadores foram divulgados, entretanto, o mercado europeu está otimista, com a colocação dos títulos de Portugal. Amanhã será a vez da Espanha e Itália. Ontem, o Ibovespa encerrou com alta de 0,42%, com volume financeiro de R$ 6,42 bilhões. Hoje, se tudo correr bem com Portugal, amanhã com a Espanha e a Itália, o Ibovespa continuará com um bom desempenho.

BRASIL - Agrícola: de acordo com o Ministério da Agricultura, a produção agrícola de 2011 deverá atingir o valor bruto de R$ 187 bi, se confirmado, o valor será 8,3% superior aos R$ 172,7 bi de 2010.
Arezzo: a empresa está no processo de IPO podendo levantar o montante de até R$ 565,8 milhões. A faixa de preço sugerido é de R$ 15 a R$ 19/ação. O período de reserva é de 19 a 28 de janeiro, com o preço definido em 31/01.
Balança Comercial: de acordo com o MDIC, a balança comercial brasileira registrou saldo negativo de US$ 486 milhões na primeira semana de janeiro.
Celuloe: os preços de celulose de fibras longa e curta registraram ligeira queda, de 4 de janeiro a 11 de janeiro
Cosan: informou que irá adquirir a totalidade das quotas representativas do capital social da Usina Zanin Açúcar e Álcool por R$ 142 milhões, a serem pagos com recursos disponíveis em caixa. Adicionalmente, a Cosan assumirá dividas financeiras no valor de R$ 236,6 milhões.
Multiplan: anunciou que as vendas nos 13 shoppings centers da empresa somaram R$ 2,4 bi, alta de 20,1% em relação a 2009. Assim, o acumulado anual foi para R$ 7,5 bi, indicando um avanço de 22,4% em relação ao ano anterior.
Papelão Ondulado: as vendas somaram 200.621 toneladas em dezembro, o que representa um aumento de 2,1% em relação à dezembro2009, quando a comercialização atingiu 196.496 toneladas. Em dezembro10/novembro10 houve queda de 7,9%. No acumulado de 2010, as vendas totalizaram 2.543.356 toneladas, avanço de 11,85% em relação ao mesmo período de 2009, quando o total era de 2.273.867 toneladas.
PDG: o VGV pro rata lançado atingiu R$ 2,110 bilhões no 4T10, distribuídos em 54 projetos. Os lançamentos atingiram R$ 7,005 bilhões.na média do guidance, de R$ 6,5 bilhões a R$ 7,5 bilhões.
Serasa: Crédito: a demanda do consumidor por crédito aumentou 16,4% em 2010, sendo a maior expansão já registrada. Em dezembro do ano passado, a procura aumentou 1,5% em relação a novembro e 19,7% em relação a dezembro09.

ASIA - Índia – Produção Industrial: em nov10, a produção subiu 2,7%, sendo o menor nível dos últimos 20 meses.

Japão - C/C: em nov10/nov09, o superávit caiu 15,7% para ¥ 926,2 bilhões. Empréstimos Bancários: excluindo as cooperativas de crédito, os empréstimos diminuíram 2,1% em dez10 em relação dez09. Esta é a 13º mês consecutivo de declínio.

CHINA - Importações - Minérios: aumento de 1,4% nas importações de minério de ferro do país em 2010 em relação a 2009, para 618,63 milhões de toneladas. As importações aumentaram 1,2% em dezembro, para 58,08 milhões de toneladas, de 57,38 milhões de toneladas em novembro, ante recuo de 6,6% em dezembro10/dezembro09.
Importação – Petróleo: as importações recuaram 2% em dezembro10 em relação à dezembro09, para 20,86 milhões de toneladas, equivalendo a 4,93 milhões de barris por dia.
PIB: de acordo com pesquisador do governo, o PIB do país deverá crescer 9,5% este ano, o que representa uma desaceleração ante 2010, que fechou com crescimento de 10%.
Veículos: as vendas de automóveis aumentaram 32,37% em 2010, para 18,06 milhões de unidades. Em dezembro, as vendas cresceram 17,9% em relação e dezembro09, para 1,67 milhões de unidades.

EUA - Estoques - Atacado: recuo de 0,2% em novembro10 em relação a outubro10, para US$ 425,5 bi, mas o volume ainda é 8,4% maior que o mesmo período de 2009.
Indice dos gerentes: o ISM (Instituto para Gestão de Oferta) revisou o Barômetro de Negócios de Chicago de dezembro para 66,8 de 68,6 na estimativa preliminar. Na revisão anual dos índices de atividade, o índice de produção de dezembro ficou em 72,2, de 74,0 na estimativa preliminar. O índice de novas encomendas foi revisado para 68,7, de 73,6; o de emprego foi revisado para 58,4, de 60,2.

OCDE - Desemprego: a taxa de desemprego no conjunto se manteve estável em 8,6% em novembro10, com um total de 45,8 milhões de desempregados. Em boa parte dos países, a taxa de desemprego inalterada, porém na zona do euro o nível de desemprego seguiu em 10,1% pelo 3º mês consecutivo.

REINO UNIDO - Déficit Comercial: em nov10, o país atingiu o maior déficit já registrado, subindo para £ 8,7 bilhões contra o déficit revisado de £ 8,6 bilhões em out10

ZONA DO EURO - Alemanha - PIB: em 2010, o produto interno bruto cresceu 3,6% depois de recuar 4,7% em 2009. Esta taxa foi a maior desde 1992.
França: Produção Industrial: aumento de 2,3% em novembro10 em relação à outubro10, superando as projeções dos economistas que esperavam um crescimento de 1%. Em outubro10/setembro10 houve uma queda de 0,8%. C/C: em nov10, o déficit aumentou para € 4,2 bilhões contra € 2,8 bilhões em out10.
Grécia: Déficit: de janeiro a dezembro de 2010, o déficit orçamentário estatal foi reduzido em 36,5%, acima da meta de corte de 33,2%. Assim, o déficit de 2010 ficou em € 19,60 bi, em relação aos € 30,87 bi de 2009. Os gastos orçamentários diminuíram 9% em comparação com 2009, além da meta de queda de 7,5%.