terça-feira, 1 de setembro de 2009

INDICE

O Índice fechou em 56.820 com uma baixa de -2,37% e oscilou entre 56.600 na mínima com -2,74% e 57.645 na máxima com -0,95% com um volume de 57.890 contratos negociados

O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 55660 e 56970

O Índice tem bons suportes em 56.450 / 56.280, se perder pode realizar para nível de 55.400, senão pode voltar a melhorar e testar 57.700 ou fechar o "GAP" em 58.200.
No gráfico diário também ficou o "GAP" em 58.200 como resistência e suportes em 56.500 e 55.370

COMMODITIES

CAFE = NY com baixa de 0,53%. Aqui abriu perdendo o suporte em 143,00 e está próximo
do outro suporte em 142,00. Fundamentos sem novidade, com mercado na
expectativa do anúncio do governo sobre a compra de 7 milhões de sacas.

BOI = Esalq com baixa de 0,27%. Segue o mesmo cenário de físico, com frigoríficos
grandes pressionando e escalas de abata relativamente tranquilas. O
vencimento outubro, que tentou reagir ontem, acabou abrindo pesado hoje.

SOJA = Soja no 0x0 em Chicago. O fundamento, com estoques baixos, pode ajudar a
soja a subir. Na BM&F ainda não abriu, mas acima de 21,50 pode ser boa
oportunidade de trade na compra.

MILHO = Milho segue em seu movimento lateral.

EUROPA: MERCADOS

DAAX = 1,5% DE QUEDA

FTSE = 1,80% DE QUEDA

CAC = 1,00% DE QUEDA

PETROBRAS: CAPITALIZAÇÃO

Os investidores aguardam esclarecimentos por parte da Petrobras sobre a capitalização da
empresa prevista nas regras do pré-sal. Ontem, em meio a informações que chegavam de Brasília sobre o novo marco regulatório do petróleo, os papéis da estatal despencaram na Bolsa paulista, com os investidores confusos em relação ao aumento de capital contemplado no projeto. Os papéis ON chegaram cair 7% e os PN, 5%. No fechamento, apresentaram retração de 4,48% e
3,59%, respectivamente. Se tradicionalmente ações de companhia abertas já caem quando se fala
em emissão de novos papéis, no caso da estatal se a operação for mesmo da ordem de R$ 100
bilhões, como se fala, a tendência de recuo das cotações em bolsa é iminente.
No mercado, a dúvida é de quanto efetivamente será o aumento de capital da empresa, em que
prazo ele ocorrerá, se a compra das novas ações poderá ser paga integralmente em títulos
públicos ou um misto de moeda e títulos. Essas são algumas questões que os investidores
esperam que sejam explicadas hoje na entrevista coletiva na manhã de hoje que a direção da
companhia concederá hoje no Rio de Janeiro.
De tudo que foi dito até agora sobre o aumento de capital, a única certeza é de que governo fará
de tudo para elevar a sua fatia na empresa. O presidente da Empresa de Pesquisa Energética
(EPE), Maurício Tolmasquim, confirmou esse interesse do governo. A expectativa é de que nem
todos os minoritários acompanharão a operação. Assim, a sobra deste volume, ou seja o que os
acionistas não comprarem, será reofertado aos que fizeram a primeira opção. É nesse momento
que a União pode ampliar sua atual participação de 32,21% no capital total da companhia. O
restante do capital da companhia está dividido entre BNDESPar (7,62%), Previ (3,15%), e outros
acionistas (57,02%).

EUROPA

Bolsas na Europa operam em queda com volume ainda reduzido. Entre os indicadores divulgados
na região, destaque para o aumento do desemprego na Zona do Euro, para 9,5% em julho, de
9,4% em agosto, o nível mais alto desde maio de 1999

ASIA / JAPÃO

Após as perdas da véspera, o índice Nikkei fechou com valorização nesta terça-feira (1),
impulsionado por exportadoras e empresas de tecnologia.

Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em alta, assim como a bolsa de Xangai, sendo
a última influenciada por bancos e seguradoras.
O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, encerrou o pregão em leve alta de 0,36%, chegando a
10.530 pontos e, com isso, o acumulado no ano aponta para alta de 20,38%.
Já o índice Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, apresentou ganhos de 0,75%, enquanto o índice
Shangai Composite, da Bolsa de Xangai, subiu 0,60%.

FECHAMENTO - 31/08

A queda de 6,7% da Bolsa de Xangai nesta segunda-feira, a maior perda em termos porcentuais
desde julho do ano passado, gerou efeito cascata nos demais mercados acionários e nas
commodities.
O Ibovespa encerrou com desvalorização de 2,1%, nos 56.488,98 pontos e volume negociado de
R$5,67 bilhões.