O Índice fechou em 67.500 com uma alta de 1,27% e oscilou entre 65.860 na mínima com -1,18% e 67.500 na máxima com 1,27% com um volume de 58.810 contratos negociados
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 66580 e 68410
O índice futuro, pelo gráfico diário se apresenta em LTA, com suportes em níveis de 66.200 e 64.600 e acima pode buscra tem resistências em 68.460 e
71.400. O índice futuro no gráfico 60 minutos, perdeu o suporte do triângulo e deixou um suporte em 66.370, que se vier a ser perdido, pode levar a testar níveis de 65.800 ou 64.700, mas se voltar a subir, pode buscar o 67.000 ou tentar fechar o "gap" em 68.200.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
MERCADOS
O BC dos Emirados Árabes Unidos anunciou, neste domingo, instrumento
emergencial para dar liquidez aos bancos do país e às agências de instituições estrangeiras, em resposta às dificuldades do DUBAI WORLD... Mas, para especialistas, a medida não será suficiente para tranquilizar os mercados locais, que reabrem hoje no primeiro pregão depois de DUBAI sacudir o mundo ao anunciar a paralisação do pagamento da dívida por seis meses. Seja como for, já na sexta-feira o problema parecia absorvido na Europa e aqui, enquanto NY, no feriado do Thanksgiving, fazia o seu ajuste
sem grandes impactos.
HOJE, na chamada CYBER MONDAY, nos EUA, dia de descontos das vendas online,
os mercados americanos voltam a trabalhar com toda força, e a atenção
concentrada nas vendas da BLACK FRIDAY, o grande teste do consumo, que levou uma multidão às compras entre a sexta-feira e o final de semana. Pesquisas preliminares da ShopperTrak mostram que as vendas cresceram apenas 0,5% em relação ao ano passado. Já a Federação Nacional do Varejo informou que os gastos individuais caíram 8% e que foram concentrados, principalmente, em produtos eletrônicos. Mas para
analistas, considerando a crise financeiro de um ano atrás, o movimento sinaliza um bom começo de temporada.
emergencial para dar liquidez aos bancos do país e às agências de instituições estrangeiras, em resposta às dificuldades do DUBAI WORLD... Mas, para especialistas, a medida não será suficiente para tranquilizar os mercados locais, que reabrem hoje no primeiro pregão depois de DUBAI sacudir o mundo ao anunciar a paralisação do pagamento da dívida por seis meses. Seja como for, já na sexta-feira o problema parecia absorvido na Europa e aqui, enquanto NY, no feriado do Thanksgiving, fazia o seu ajuste
sem grandes impactos.
HOJE, na chamada CYBER MONDAY, nos EUA, dia de descontos das vendas online,
os mercados americanos voltam a trabalhar com toda força, e a atenção
concentrada nas vendas da BLACK FRIDAY, o grande teste do consumo, que levou uma multidão às compras entre a sexta-feira e o final de semana. Pesquisas preliminares da ShopperTrak mostram que as vendas cresceram apenas 0,5% em relação ao ano passado. Já a Federação Nacional do Varejo informou que os gastos individuais caíram 8% e que foram concentrados, principalmente, em produtos eletrônicos. Mas para
analistas, considerando a crise financeiro de um ano atrás, o movimento sinaliza um bom começo de temporada.
MERCADOS
Depois de cair mais de 2% pela manhã de sexta-feira, o Ibovespa inverteu o sinal e passou a operar no campo positivo durante a tarde. A preocupação em relação a possibilidade de moratória por parte do conglomerado estatal Dubai World se dissolveu a medida que os mercados analisaram melhor a situação e definiram que as maiores conseqüências impactariam
principalmente a própria região de Dubai, não possuindo um efeito contagioso que pudesse afetar em grandes proporções as outras economias globais.
Hoje, a redução dos temores sobre o Dubai World continuou impactando positivamente nos mercados e fez com que as bolsas da Ásia se recuperassem e fechassem com resultados expressivos. Nas Bolsas da China, outro fator a dar suporte ao mercado foi a declaração de Pequim de que irá manter a política econômica. As ações de todos os setores fecharam em alta
na Bolsa de Tóquio, ajudada pela esperança de que o governo esteja estudando novos estímulos para compensar o impacto da valorização do iene.
Os principais mercados europeus recuam nesta segunda-feira, acompanhando o desempenho negativo do setor financeiro e de olho no indicador de produção industrial nos Estados Unidos.
principalmente a própria região de Dubai, não possuindo um efeito contagioso que pudesse afetar em grandes proporções as outras economias globais.
Hoje, a redução dos temores sobre o Dubai World continuou impactando positivamente nos mercados e fez com que as bolsas da Ásia se recuperassem e fechassem com resultados expressivos. Nas Bolsas da China, outro fator a dar suporte ao mercado foi a declaração de Pequim de que irá manter a política econômica. As ações de todos os setores fecharam em alta
na Bolsa de Tóquio, ajudada pela esperança de que o governo esteja estudando novos estímulos para compensar o impacto da valorização do iene.
Os principais mercados europeus recuam nesta segunda-feira, acompanhando o desempenho negativo do setor financeiro e de olho no indicador de produção industrial nos Estados Unidos.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
COMMODITIES
CAFE = Sem NY o café aqui na BM&F teve um dia de baixa inflluênciado pelo mau humor das bolsas da Ásia e Europa e alta do dólar. Acabou fechando tentando se manter acima de um suporte intermediário na zona de 168,00. Hoje ainda não abriu, porém a sequência do mau humor das bolsas e dólar em alta devem pressionar a commoditie. Pode vir buscar o suporte em 167,00. Nos EUA o pregão será reduzido o que deve deixar o volume de negócios fraco.
BOI = O mercado futuro do boi gordo fechou essa quinta-feira abaixo do suporte do canal de baixa, após 3 pregões seguidos de queda. Com o aumento da oferta de animais no mercado físico e marasmo nas vendas de carne, a indústria segue pressionando por novos recuos na matéria-prima (boi gordo). Entretanto, com o indicador de lado ontem e redução de 1 dia no prazo médio de pagamento, existe a possibilidade de realização de lucro dos vendidos hoje.
SOJA = Segue abaixo da resistência em 23,20 e, com o mau humor vindo de Dubai, a commoditie tende a seguir o dia em baixa.
MILHO = Milho segue pesado no físico, com muita oferta. Na bolsa ontem fez apenas um repique de alta, não podendo ser considerado uma reversão de tendência.
BOI = O mercado futuro do boi gordo fechou essa quinta-feira abaixo do suporte do canal de baixa, após 3 pregões seguidos de queda. Com o aumento da oferta de animais no mercado físico e marasmo nas vendas de carne, a indústria segue pressionando por novos recuos na matéria-prima (boi gordo). Entretanto, com o indicador de lado ontem e redução de 1 dia no prazo médio de pagamento, existe a possibilidade de realização de lucro dos vendidos hoje.
SOJA = Segue abaixo da resistência em 23,20 e, com o mau humor vindo de Dubai, a commoditie tende a seguir o dia em baixa.
MILHO = Milho segue pesado no físico, com muita oferta. Na bolsa ontem fez apenas um repique de alta, não podendo ser considerado uma reversão de tendência.
DOLAR
O Dólar fechou a 1.747,5 com uma alta de 1,45% e oscilou entre 1.731 na mínima com 0,49% e 1.748,5 na máxima com 1,5% com um volume de 98.950 contratos negociados.
O Dólar Futuro deve trabalhar entre: 1728 e 1766
O dólar no gráfico diário segue em seu canal de baixa primário com
resistência em 1,793, mas no meio do caminho tem resistência em
1,755 e se voltar a ceder pode testar os suportes em 1,717 ou
1,705. No gráfico 60 minutos, ameaçou romper a resistência do canal de
baixa com suportes em 1,742, 1,717 e 1,705 e para cima tem
resistências em 1755 na LTB, que se for rompido pode levar a teste
de nível de 1,795.
O Dólar Futuro deve trabalhar entre: 1728 e 1766
O dólar no gráfico diário segue em seu canal de baixa primário com
resistência em 1,793, mas no meio do caminho tem resistência em
1,755 e se voltar a ceder pode testar os suportes em 1,717 ou
1,705. No gráfico 60 minutos, ameaçou romper a resistência do canal de
baixa com suportes em 1,742, 1,717 e 1,705 e para cima tem
resistências em 1755 na LTB, que se for rompido pode levar a teste
de nível de 1,795.
INDICE
O Índice fechou em 66.650 com uma baixa de -2,31% e oscilou entre 66.370 na mínima com -2,72% e 67.490 na máxima com -1,08% com um volume de 36.520 contratos negociados.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 65710 e 67580
O Índice Futuro, pelo gráfico diário, se apresenta em LTA, com suportes em níveis de 66.200 e 64.600 e acima pode buscar tem resistências em 68.460 e
71.400. O Índice Futuro no gráfico 60 minutos, perdeu o suporte do triângulo e deixou um suporte em 66.370, que se vier a ser perdido, pode levar a testar níveis de 65.800 ou 64.700, mas se voltar a subir, pode buscar o 67.000 ou tentar fechar o "gap" em 68.200.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 65710 e 67580
O Índice Futuro, pelo gráfico diário, se apresenta em LTA, com suportes em níveis de 66.200 e 64.600 e acima pode buscar tem resistências em 68.460 e
71.400. O Índice Futuro no gráfico 60 minutos, perdeu o suporte do triângulo e deixou um suporte em 66.370, que se vier a ser perdido, pode levar a testar níveis de 65.800 ou 64.700, mas se voltar a subir, pode buscar o 67.000 ou tentar fechar o "gap" em 68.200.
DUBAI:PASSA DE SÍMBOLO DE EXCESSOS A AMEAÇA AO MERCADO
Se é verdadeiro o ditado de que quanto maior o gigante, maior o tombo, os mercados têm razão para se preocupar com a crise financeira em Dubai, o
mais conhecido, e até pouco tempo atrás o mais dinâmico, dos integrantes dos Emirados Árabes Unidos. Ainda não se sabe a extensão do problema comunicado na quarta-feira pela firma Dubai World. Por ora, o que há de oficial é que um bônus de US$ 3,5 bilhões que vence em dezembro terá atraso em sua quitação. Não está certo, porém, se o restante do débito de US$ 60 bilhões será honrado nas datas ou se também será reestruturado. Caso se confirme um default, será o maior desde o da Argentina, em 2001. Mas o potencial de estrago de um eventual default gigante em Dubai pode ser tão ou mais ameaçador do que o argentino. No caso do país sul-americano, uma crise econômica por anos a fio antecedeu a moratória, dando tempo a muitos investidores mais arrojados para se desfazerem dos
papéis ou pelo menos reduzirem posições. No caso agora de Dubai, os acontecimentos parecem ter sido precipitados, embora desde o agravamento da crise global no final de 2008 se soubesse das dificuldades do emirado.
Analistas com nervos mais controlados minimizam os riscos do efeito Dubai. Uma das razões de tranquilidade seria o fato de Dubai estar localizado em uma das regiões mais ricas do mundo. Apesar da opulência dos edifícios de Dubai, o mais sólido entre os Emirados Árabes Unidos, é Abu Dhabi, capital do país, que detém o maior fundo soberano do planeta, com patrimônio estimado antes da crise em mais de US$ 800 bilhões. Além do apoio de Abu Dhabi, Dubai também pode ser socorrido - acreditam os mais esperançosos do mercado - por outros vizinhos ricos em petróleo, como Arábia Saudita, Kuwait, Qatar e Bahrein. Dinheiro não há de faltar. Ainda não se sabe, contudo, até que ponto os problemas enfrentados pela Dubai World, maior firma de Dubai e protagonista do atual problema com passivos, é um fato isolado no emirado. Há outras empresas que conduziram projetos faraônicos não apenas em Dubai, mas em todos os grandes exportadores de petróleo do Oriente Médio. Ainda que o problema não se revele tão catastrófico quanto pensam os mais pessimistas, acredita-se que este espasmo da crise trará um saldo: o de forçar uma revisão do modelo de crescimento de Dubai, que vinha se tornando o maior centro de serviços, finanças, comércio e entretenimento da região do Golfo Pérsico. Com seus hotéis de seis estrelas, shoppings luxuosos e campos de golfe no meio do deserto, o emirado tornou-se recentemente uma espécie de "Disneylândia dos milionários". O problema não estava exatamente no modelo de crescimento de Dubai, que pode até ser considerado moderno e adequado a um emirado com reservas de petróleo bem menores do que seus vizinhos. O problema parecia ser a forma como o modelo era tocado, com projetos faraônicos que pareciam não ter limites e que exigiam financiamentos bilionários. De todos os projetos megalomaníacos de Dubai, o principal símbolo era o Burj Dubai Tower, o mais alto edifício do mundo, que deverá chegar a 800 metros de altura quando concluído. Trata-se de duas vezes mais do que o americano Empire State, que por décadas foi o mais alto do mundo. E mesmo antes da inauguração, o Burj já é ameaçado por um novo projeto de um prédio com mil metros, um quilômetro, de altura. Todos este projetos transformaram Dubai, com dois milhões de habitantes, do porte de Curitiba, no maior polo de construção civil do planeta. Sozinho, Dubai ocupava, segundo algumas estimativas, 30% de todos os guindastes do mundo. Desde o começo desta década, o modelo de Dubai foi impulsionado pelos juros internacionais
baixos e pelos petrodólares que irrigaram as economias do Oriente Médio. A febre imobiliária de Dubai não deixa de ser uma versão da bolha americana, mais concentrada em grandes projetos e anabolizada pelos dólares do petróleo. Foi o símbolo da prosperidade, mas também dos excessos, de uma era de abundância, e agora ameaça trazer de volta alguns dos momentos mais graves de uma crise que parecia superada ou, no mínimo, bastante atenuada.
mais conhecido, e até pouco tempo atrás o mais dinâmico, dos integrantes dos Emirados Árabes Unidos. Ainda não se sabe a extensão do problema comunicado na quarta-feira pela firma Dubai World. Por ora, o que há de oficial é que um bônus de US$ 3,5 bilhões que vence em dezembro terá atraso em sua quitação. Não está certo, porém, se o restante do débito de US$ 60 bilhões será honrado nas datas ou se também será reestruturado. Caso se confirme um default, será o maior desde o da Argentina, em 2001. Mas o potencial de estrago de um eventual default gigante em Dubai pode ser tão ou mais ameaçador do que o argentino. No caso do país sul-americano, uma crise econômica por anos a fio antecedeu a moratória, dando tempo a muitos investidores mais arrojados para se desfazerem dos
papéis ou pelo menos reduzirem posições. No caso agora de Dubai, os acontecimentos parecem ter sido precipitados, embora desde o agravamento da crise global no final de 2008 se soubesse das dificuldades do emirado.
Analistas com nervos mais controlados minimizam os riscos do efeito Dubai. Uma das razões de tranquilidade seria o fato de Dubai estar localizado em uma das regiões mais ricas do mundo. Apesar da opulência dos edifícios de Dubai, o mais sólido entre os Emirados Árabes Unidos, é Abu Dhabi, capital do país, que detém o maior fundo soberano do planeta, com patrimônio estimado antes da crise em mais de US$ 800 bilhões. Além do apoio de Abu Dhabi, Dubai também pode ser socorrido - acreditam os mais esperançosos do mercado - por outros vizinhos ricos em petróleo, como Arábia Saudita, Kuwait, Qatar e Bahrein. Dinheiro não há de faltar. Ainda não se sabe, contudo, até que ponto os problemas enfrentados pela Dubai World, maior firma de Dubai e protagonista do atual problema com passivos, é um fato isolado no emirado. Há outras empresas que conduziram projetos faraônicos não apenas em Dubai, mas em todos os grandes exportadores de petróleo do Oriente Médio. Ainda que o problema não se revele tão catastrófico quanto pensam os mais pessimistas, acredita-se que este espasmo da crise trará um saldo: o de forçar uma revisão do modelo de crescimento de Dubai, que vinha se tornando o maior centro de serviços, finanças, comércio e entretenimento da região do Golfo Pérsico. Com seus hotéis de seis estrelas, shoppings luxuosos e campos de golfe no meio do deserto, o emirado tornou-se recentemente uma espécie de "Disneylândia dos milionários". O problema não estava exatamente no modelo de crescimento de Dubai, que pode até ser considerado moderno e adequado a um emirado com reservas de petróleo bem menores do que seus vizinhos. O problema parecia ser a forma como o modelo era tocado, com projetos faraônicos que pareciam não ter limites e que exigiam financiamentos bilionários. De todos os projetos megalomaníacos de Dubai, o principal símbolo era o Burj Dubai Tower, o mais alto edifício do mundo, que deverá chegar a 800 metros de altura quando concluído. Trata-se de duas vezes mais do que o americano Empire State, que por décadas foi o mais alto do mundo. E mesmo antes da inauguração, o Burj já é ameaçado por um novo projeto de um prédio com mil metros, um quilômetro, de altura. Todos este projetos transformaram Dubai, com dois milhões de habitantes, do porte de Curitiba, no maior polo de construção civil do planeta. Sozinho, Dubai ocupava, segundo algumas estimativas, 30% de todos os guindastes do mundo. Desde o começo desta década, o modelo de Dubai foi impulsionado pelos juros internacionais
baixos e pelos petrodólares que irrigaram as economias do Oriente Médio. A febre imobiliária de Dubai não deixa de ser uma versão da bolha americana, mais concentrada em grandes projetos e anabolizada pelos dólares do petróleo. Foi o símbolo da prosperidade, mas também dos excessos, de uma era de abundância, e agora ameaça trazer de volta alguns dos momentos mais graves de uma crise que parecia superada ou, no mínimo, bastante atenuada.
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