Interrompendo três sessões seguidas de ganhos, o Ibovespa, ontem, devolveu parte dos lucros da semana. O mercado americano não abriu, devido às comemorações do Dia de Ação de Graças, e quem ditou o rumo dos negócios foi Dubai.
Hoje, na Ásia, o temor de um calote por parte do Dubai World, principal conglomerado dos Emirados Árabes, contaminou as bolsas da região. Com o medo do “tsunami” financeiro os mercados fecharam a sessão com forte queda. A bolsa de Hong Kong teve a maior queda do ano, e as bolsas da China também sofreram fortes desvalorizações. O índice Nikkei 225 da Bolsa de Tóquio caiu para uma nova mínima de quatro meses no fechamento desta sexta-feira, com a continuação da alta do iene e o temor com os desdobramentos dos problemas financeiros em Dubai.
Os futuros de NY operam com forte queda nessa manhã, assim como as principais bolsas europeias, que recuam nesta sexta-feira pela segunda sessão consecutiva. Os mercados nos Estados Unidos e na Europa também estão repercutindo os impactos de um possível calote por parte do fundo de investimento Dubai World e acompanhando o ritmo de desvalorização das
commodities. Os papeis do setor bancário operam na ponta negativa em Londres, com destaque para o JPMorgan, que é um dos maiores credores do Dubai World.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
COMMODITIES
CAFE = Hoje é feriado americano, então o dia tende a ser mais fraco de negócios na BMF. Ainda não abriu, mas o fechamento de ontem foi abaixo da resistência em 170,50 e o dólar está mais forte. Então provavelmente o café abrirá negativo. Em Lodres o café trabalha com queda de 0,60% seguindo a queda das bolsas da europa.
BOI = A maior oferta de animais no mercado físico do boi gordo resultou em quedas nas cotações de frigoríficos exportadores e de mercado interno. Com isso, o indicador recuou 0,84% para R$ 73,11 à vista e o prazo médio de pagamento subiu para 40 dias. Com programações de abate mais longas, a carne também perdeu sustentação e recuou. Estamos já olhando o vencimento dezembro, onde está trabalhando até abaixo do canal de baixa.
SOJA = Segue abaixo da resistência em 23,20. Hoje é feriado americano e o dia tende a ser parado.
MILHO = Milho segue pesado, com físico bem ofertado. Na bolsa o vencimento janeiro ensaia um repique de recuperação, mas um repique de alta tende a ser apenas um respiro para novas baixas.
BOI = A maior oferta de animais no mercado físico do boi gordo resultou em quedas nas cotações de frigoríficos exportadores e de mercado interno. Com isso, o indicador recuou 0,84% para R$ 73,11 à vista e o prazo médio de pagamento subiu para 40 dias. Com programações de abate mais longas, a carne também perdeu sustentação e recuou. Estamos já olhando o vencimento dezembro, onde está trabalhando até abaixo do canal de baixa.
SOJA = Segue abaixo da resistência em 23,20. Hoje é feriado americano e o dia tende a ser parado.
MILHO = Milho segue pesado, com físico bem ofertado. Na bolsa o vencimento janeiro ensaia um repique de recuperação, mas um repique de alta tende a ser apenas um respiro para novas baixas.
DOLAR
O Dólar fechou a 1.722,5 com uma baixa de -0,54% e oscilou entre 1.721 na mínima com -0,63% e 1.738 na máxima com 0,34% com um volume de 251.655 contratos negociados.
O Dólar Futuro deve trabalhar entre: 1703 e 1742
O dólar no gráfico diário segue em seu canal de baixa primário com resistência em 1,796. No meio do caminho tem resistência em 1,750,e se continuar a ceder pode testar os suportes em 1,717 ou 1,705 e
depois em 1,630. No gráfico 60 minutos, está em canal de baixa com
suportes em 1,717 e 1,705 e para cima tem resistências em 1,738 e 1,752 na LTB, que se for rompido pode levar a teste de 1,789.
O Dólar Futuro deve trabalhar entre: 1703 e 1742
O dólar no gráfico diário segue em seu canal de baixa primário com resistência em 1,796. No meio do caminho tem resistência em 1,750,e se continuar a ceder pode testar os suportes em 1,717 ou 1,705 e
depois em 1,630. No gráfico 60 minutos, está em canal de baixa com
suportes em 1,717 e 1,705 e para cima tem resistências em 1,738 e 1,752 na LTB, que se for rompido pode levar a teste de 1,789.
INDICE
O Índice fechou em 68.230 com uma alta de 1,19% e oscilou entre 67.510 na mínima com 0,12% e 68.430 na máxima com 1,49% com um volume de 58.935 contratos negociados.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 67270 e 69180
O índice futuro, pelo gráfico diário, se apresenta em LTA, com suportes em 66.260 e 64.560 e tem resistências em 68.460 e 71.400. O índice futuro no gráfico 60 minutos, superou um triângulo simétrico e está testando a resistência em 68.460, que se romper pode levar o mercado a testar
níveis de até 70.000. Para baixo tem suportes em 67.800 e 66.800.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 67270 e 69180
O índice futuro, pelo gráfico diário, se apresenta em LTA, com suportes em 66.260 e 64.560 e tem resistências em 68.460 e 71.400. O índice futuro no gráfico 60 minutos, superou um triângulo simétrico e está testando a resistência em 68.460, que se romper pode levar o mercado a testar
níveis de até 70.000. Para baixo tem suportes em 67.800 e 66.800.
MERCADOS
Ontem, a bolsa paulista operou na expectativa do anúncio que foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele anunciou que a redução do IPI para os materiais de construção foi prorrogada por mais seis meses. Adicionalmente, foi confirmada a redução do IPI para o setor de móveis,
sendo que no caso de móveis de plástico e aço, a cobrança será nula. No âmbito internacional, o mercado americano operou em alta, porém, continuou sem fôlego, em meio a uma agenda lotada. O Dow Jones subiu 0,29%, encerrando aos 10.464 pontos; Nasdaq ganhou 0,32% fechando nos
2.176 pontos; e S&P500 avançou 0,45%, nos 1.111 pontos.
Hoje, nos EUA, todos os mercados financeiros estarão fechados devido ao feriado do Dia de Ação de Graças. Amanhã, o mercado de ações vai operar por meio período, abrindo às 12h30 e fechando às 16h (de Brasília). Assim, o mercado deverá reduzir liquidez e focar na agenda interna que trás uma série de dados importantes: entre eles IPCA, dados sobre o mercado de trabalho e talvez novas medidas cambiais, já que durante a sessão teremos a reunião da CMN. Os mercados asiáticos devolveram os lucros da sessão de ontem, acompanhando o desempenho desfavorável de bancos e companhias ligadas à exportação. Na China, as preocupações ainda são em relação a possibilidade de apertos na política monetária e elevação do capital nos bancos. Na bolsa de Tóquio, o índice Nikkei 225 fechou no nível mais baixo em mais de quatro meses, uma vez que a forte queda do dólar diante do iene prejudicou as ações das grandes exportadoras. As principais bolsas europeias operam em queda hoje pela manhã. Os bancos e mineradoras
lideravam as perdas, com investidores preferindo a realização de lucros.
sendo que no caso de móveis de plástico e aço, a cobrança será nula. No âmbito internacional, o mercado americano operou em alta, porém, continuou sem fôlego, em meio a uma agenda lotada. O Dow Jones subiu 0,29%, encerrando aos 10.464 pontos; Nasdaq ganhou 0,32% fechando nos
2.176 pontos; e S&P500 avançou 0,45%, nos 1.111 pontos.
Hoje, nos EUA, todos os mercados financeiros estarão fechados devido ao feriado do Dia de Ação de Graças. Amanhã, o mercado de ações vai operar por meio período, abrindo às 12h30 e fechando às 16h (de Brasília). Assim, o mercado deverá reduzir liquidez e focar na agenda interna que trás uma série de dados importantes: entre eles IPCA, dados sobre o mercado de trabalho e talvez novas medidas cambiais, já que durante a sessão teremos a reunião da CMN. Os mercados asiáticos devolveram os lucros da sessão de ontem, acompanhando o desempenho desfavorável de bancos e companhias ligadas à exportação. Na China, as preocupações ainda são em relação a possibilidade de apertos na política monetária e elevação do capital nos bancos. Na bolsa de Tóquio, o índice Nikkei 225 fechou no nível mais baixo em mais de quatro meses, uma vez que a forte queda do dólar diante do iene prejudicou as ações das grandes exportadoras. As principais bolsas europeias operam em queda hoje pela manhã. Os bancos e mineradoras
lideravam as perdas, com investidores preferindo a realização de lucros.
BRASIL: INDICADORES
Indicador: Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15)
Fato: A inflação medida pelo IPCA-15 ficou em 0,44% em novembro
Expectativa: Analistas estimavam intervalo de 0,30% a 0,38%, com mediana de 0,34%
Comentário: O IPCA veio acima do esperado, mostrando o aumento na inflação brasileira, impulsionado principalmente pelo preço dos alimentos in natura. Até novembro, o IPCA-15 acumula alta de 3,79% no ano e de 4,09% nos últimos 12 meses.
Indicador: Taxa de Desemprego - IBGE
Fato: A taxa de desemprego das seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 7,5% em outubro
Expectativa: Analistas estimavam que a taxa ficasse no intervalo de 7,40% a 8,20%, com mediana de 7,60%
Comentário: O resultado foi positivo com a taxa de desemprego vindo levemente abaixo do piso das estimativas.
Fato: A inflação medida pelo IPCA-15 ficou em 0,44% em novembro
Expectativa: Analistas estimavam intervalo de 0,30% a 0,38%, com mediana de 0,34%
Comentário: O IPCA veio acima do esperado, mostrando o aumento na inflação brasileira, impulsionado principalmente pelo preço dos alimentos in natura. Até novembro, o IPCA-15 acumula alta de 3,79% no ano e de 4,09% nos últimos 12 meses.
Indicador: Taxa de Desemprego - IBGE
Fato: A taxa de desemprego das seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 7,5% em outubro
Expectativa: Analistas estimavam que a taxa ficasse no intervalo de 7,40% a 8,20%, com mediana de 7,60%
Comentário: O resultado foi positivo com a taxa de desemprego vindo levemente abaixo do piso das estimativas.
EUROPA CAI COM REALIZAÇÃO E RECEIO SOBRE DUBAI WORLD
Londres, 26 - As bolsas europeias operam em forte queda em dia de fraco volume por causa do feriado nos EUA, com os investidores optando por embolsar lucros devido às preocupações com a situação da economia global e problemas no Dubai World. O sentimento de aversão ao risco contribui para que o dólar recupere parte dos ganhos, após ter atingido o menor nível em 15 meses frente a uma cesta de moedas, enquanto o ouro spot recuava depois de ter renovado o recorde de alta mais cedo. Ontem, o Dubai World, conglomerado que atua nos setores de imóveis a portos, com passivos de quase US$ 60 bilhões, pediu uma "paralisação" de seis meses no
pagamento da dívida do grupo, o maior de Dubai. A Moody's Investors Service e a Standard & Poor's rebaixaram fortemente a dívida de várias instituições ligadas ao governo de Dubai. No caso da Moody's, as instituições rebaixadas perderam o status de grau de investimento.
As comemorações de Ação de Graças nos EUA reduzem as atividades nos mercados, afirmou Daniel Roy, chefe de estratégia com derivativos do Newedge Group, mas os problemas no Dubai World lembraram os investidores de que a crise de crédito ainda não acabou. Segundo ele, esse é o primeiro problema realmente ruim no cenário rosado de afrouxamento quantitativo dos últimos meses, embora ainda não haja motivo para alarmes falsos.
"Continuamos acreditando que provavelmente teremos que ficar acostumados em lidar com risco soberano em 2010 e que ficar vendido em risco soberano é uma boa maneira de fazer hedge contra posições de risco compradas", acrescentou Jim Reid, estrategista do Deutsche Bank. Às 8h16 (de Brasília), a Bolsa de Londres perdia 1,75%, e Frankfurt recuava 1,94%. Mais cedo, às 7h10 (de Brasília), a Bolsa de Paris caía 2,0%. Embora todos os setores estejam no vermelho, bancos e mineradoras eram destaque de queda. Esses dois segmentos lideraram os ganhos na Europa este ano, com as mineradoras subindo 85% no ano até agora e os bancos, 50%. O fechamento positivo em Wall Street ontem também não foi suficiente para garantir alta na Ásia hoje. Na Bolsa de Tóquio, pesou nas ações de exportadoras o declínio do dólar para o menor nível em 14 anos ante o iene. O ministro das Finanças do Japão, Hirohisa Fujii, disse mais cedo a repórteres que é o "momento de acompanhar os mercados de câmbio cuidadosamente", em um sinal de que o Japão pode reforçar o monitoramento dos mercados cambiais. Mas operadores acreditam que o comentário não sinaliza uma intervenção imediata. No pregão europeu, porém, o dólar conseguia recuperar terreno depois de o índice da moeda contra uma cesta de divisas ter atingido o menor nível em 15 meses, de 74,17. Segundo analistas, o fato de as moedas terem rompido diversos níveis técnicos significativos favoreceu alguns ajustes, mas os motivos para a fraqueza do dólar, tais como os juros baixos nos EUA por um período prolongado, continuam intactos.
Às 8h16 (de Brasília), o euro caía 0,13%, a US$ 1,5092, enquanto a libra perdia 0,74%, a US$ 1,6547; e o dólar subia 0,38%, a 86,72 ienes.
O ouro tentou manter a trajetória de alta exibida nas últimas sessões e chegou a renovar a máxima histórica no mercado à vista, com a notícia de que o Sri Lanka recorreu ao Fundo Monetário Internacional para comprar o metal precioso. Embora a compra tenha sido pequena, apenas 10 toneladas, marca outro voto de confiança no ouro e ocorre no momento em que os investidores buscam segurança contra riscos de bolhas inflacionárias em outros ativos. Participantes do mercado também citam forte demanda especulativa no ouro, que dá fôlego para que o metal siga subindo. Mas a valorização do dólar no pregão europeu abriu espaço para correção no ouro.
Às 8h16 (de Brasília), o ouro spot caía 0,88%, a US$ 1.183,22 a onça troy.
pagamento da dívida do grupo, o maior de Dubai. A Moody's Investors Service e a Standard & Poor's rebaixaram fortemente a dívida de várias instituições ligadas ao governo de Dubai. No caso da Moody's, as instituições rebaixadas perderam o status de grau de investimento.
As comemorações de Ação de Graças nos EUA reduzem as atividades nos mercados, afirmou Daniel Roy, chefe de estratégia com derivativos do Newedge Group, mas os problemas no Dubai World lembraram os investidores de que a crise de crédito ainda não acabou. Segundo ele, esse é o primeiro problema realmente ruim no cenário rosado de afrouxamento quantitativo dos últimos meses, embora ainda não haja motivo para alarmes falsos.
"Continuamos acreditando que provavelmente teremos que ficar acostumados em lidar com risco soberano em 2010 e que ficar vendido em risco soberano é uma boa maneira de fazer hedge contra posições de risco compradas", acrescentou Jim Reid, estrategista do Deutsche Bank. Às 8h16 (de Brasília), a Bolsa de Londres perdia 1,75%, e Frankfurt recuava 1,94%. Mais cedo, às 7h10 (de Brasília), a Bolsa de Paris caía 2,0%. Embora todos os setores estejam no vermelho, bancos e mineradoras eram destaque de queda. Esses dois segmentos lideraram os ganhos na Europa este ano, com as mineradoras subindo 85% no ano até agora e os bancos, 50%. O fechamento positivo em Wall Street ontem também não foi suficiente para garantir alta na Ásia hoje. Na Bolsa de Tóquio, pesou nas ações de exportadoras o declínio do dólar para o menor nível em 14 anos ante o iene. O ministro das Finanças do Japão, Hirohisa Fujii, disse mais cedo a repórteres que é o "momento de acompanhar os mercados de câmbio cuidadosamente", em um sinal de que o Japão pode reforçar o monitoramento dos mercados cambiais. Mas operadores acreditam que o comentário não sinaliza uma intervenção imediata. No pregão europeu, porém, o dólar conseguia recuperar terreno depois de o índice da moeda contra uma cesta de divisas ter atingido o menor nível em 15 meses, de 74,17. Segundo analistas, o fato de as moedas terem rompido diversos níveis técnicos significativos favoreceu alguns ajustes, mas os motivos para a fraqueza do dólar, tais como os juros baixos nos EUA por um período prolongado, continuam intactos.
Às 8h16 (de Brasília), o euro caía 0,13%, a US$ 1,5092, enquanto a libra perdia 0,74%, a US$ 1,6547; e o dólar subia 0,38%, a 86,72 ienes.
O ouro tentou manter a trajetória de alta exibida nas últimas sessões e chegou a renovar a máxima histórica no mercado à vista, com a notícia de que o Sri Lanka recorreu ao Fundo Monetário Internacional para comprar o metal precioso. Embora a compra tenha sido pequena, apenas 10 toneladas, marca outro voto de confiança no ouro e ocorre no momento em que os investidores buscam segurança contra riscos de bolhas inflacionárias em outros ativos. Participantes do mercado também citam forte demanda especulativa no ouro, que dá fôlego para que o metal siga subindo. Mas a valorização do dólar no pregão europeu abriu espaço para correção no ouro.
Às 8h16 (de Brasília), o ouro spot caía 0,88%, a US$ 1.183,22 a onça troy.
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