A Bovespa perdeu o fôlego durante a tarde e paralisa a recuperação observada nos últimos dois dias, sinalizando pouca força para retomar os níveis do início do ano. A divulgação de indicadores econômicos divergentes nos Estados Unidos deixou os índices acionários aqui e em Nova York com movimentos laterais, oscilando entre leves altas e leves baixas, em meio à conhecida cautela antes da divulgação do payroll, na sexta-feira.
Hoje, a agenda internacional trouxe o índice ISM de atividade do setor de serviços americano, que subiu em janeiro para 50,5 de 49,8 em dezembro, mas ficou abaixo das expectativas dos economistas de 51. Já a pesquisa ADP de emprego referente a janeiro, veio melhor que o esperado, mostrando um corte de 22 mil postos de trabalho no setor privado dos Estados Unidos.
No âmbito corporativo interno, a OGX é destaque de alta depois de anunciar que estima um volume total de óleo recuperável entre 500 milhões e 900 milhões de barris no poço OGX-3, localizado em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos. Outro destaque positivo na Bovespa é a Cielo (ex-VisaNet), que irá divulgar ainda hoje, depois do fechamento do pregão, os resultados financeiros referentes ao quarto trimestre do ano passado e ao exercício de 2009.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
EUA: INDICADORES
Estoques de Petróleo
Fato: Estoque de petróleo sobe a 2,317 MI
Expectativa: Analistas estimavam que os estoques ficassem estáveis
Comentário: O resultado surpeendeu os analistas, que esperavam estoques estáveis. A alta nos estoques pode pressionar o preço dos contratos da commoditie.
Fato: Estoque de petróleo sobe a 2,317 MI
Expectativa: Analistas estimavam que os estoques ficassem estáveis
Comentário: O resultado surpeendeu os analistas, que esperavam estoques estáveis. A alta nos estoques pode pressionar o preço dos contratos da commoditie.
EUA: INDICADORES
Índice de Atividade do Setor de Serviços - EUA
Fato: O ISM subiu em janeiro para 50,5
Expectativa: Analistas estimavam alta para 51
Comentário: O indicador veio pior que o esperado, mas mostrou melhora em relação ao mês de dezembro. Vale lembrar que o índice acima de 50 indica expansão.
Fato: O ISM subiu em janeiro para 50,5
Expectativa: Analistas estimavam alta para 51
Comentário: O indicador veio pior que o esperado, mas mostrou melhora em relação ao mês de dezembro. Vale lembrar que o índice acima de 50 indica expansão.
EUA: INDICADORES
Pesquisa ADP
Fato: O setor privado cortou 22 mil vagas no mês de janeiro
Expectativa: Analistas estimavam corte de 30 mil vagas
Comentário: O dado veio melhor que o esperado, e é positivo para o cenário de emprego americano. Também serve como uma prévia favorável para o payroll, que será anunciado na sexta-feira.
Fato: O setor privado cortou 22 mil vagas no mês de janeiro
Expectativa: Analistas estimavam corte de 30 mil vagas
Comentário: O dado veio melhor que o esperado, e é positivo para o cenário de emprego americano. Também serve como uma prévia favorável para o payroll, que será anunciado na sexta-feira.
COMMODITIES
CAFE = E finalmente o Dólar cedeu. Com isso o Café conseguiu reagir de forma intensa ao redor do mundo ontem. Hoje o Índice Dólar continua operando negativo, caindo 0,23% no monento. O Petróleo abriu bem forte, já sobe quase 1%. Prato cheio para a recuperação nos preços do Café. NY sobe 0,48% e Londres 0,15%. A BM&F deve abrir acompanhando o movimento dos mercado externos e dependendo da movimentação do Dólar, sem notícias relevantes no físico. O Contrato Março/2010 trabalha próximo à resistência de 165,00 e suporte em 163,70, com médias recém cruzadas para a compra.
BOI = O mercado do boi gordo segue com tendência incerta no curto prazo. A oferta de gado para abate é confortável, mas fatores climáticos e a resistência dos pecuaristas em vender reduzem a disponibilidade imediata de bois. A demanda apresentou significativa melhora, sobretudo com a volta às aulas. Como fevereiro é um mês curto e o feriado do carnaval implica em menor número de dias de abate, há espaço para pressão. No longo prazo o mercado está mais otimista. Graficamente o pregão fechou próximo ao suporte, patamar interessante para compra
SOJA = Mercado em alta na sessão noturna em Chicago, mais uma vez acompanhando a movimentação dos demais mercados. Nesta noite o destaque ficou por conta da desvalorização do U$ perante ao euro/yen, mantendo a cobertura de vendas. Do ponto de vista fundamental não há alterações no quadro, e as condições de desenvolvimento na Argentina, e de colheita no Brasil atuariam como fatores negativos ao mercado. Por outro lado, a percepção de que a demanda chinesa não deve recuar (diferentemente do esperado para outras commodities), e a queda do U$ frente ao real, reduzindo o interesse de venda do produtor brasileiro, são fatores que trazem sustentação ao mercado. Na BM&F o mercado esta um tanto travado, e no momento, com resistência nos 20,50 e suporte nos 20,10.
MILHO = Mercado de milho segue negativo no físico, com quedas recorrentes no indicador Esalq: oferta ampla e compradores ausentes. Na BM&F o mercado esboça uma reação diariamente na cobertura de posições vendidas, mas não encontra sustentação. A expectativa é de que os vencimentos mais curtos, embora lentamente, mantenham a trajetória de queda. Na BM&F, as médias sinalizaram um cruzamento falso para a compra e hoje deve confirmar uma operação de venda no patamar de 18,20-18,10 no contrato março. Suporte nos 18,05 e resistência nos 18,40.
BOI = O mercado do boi gordo segue com tendência incerta no curto prazo. A oferta de gado para abate é confortável, mas fatores climáticos e a resistência dos pecuaristas em vender reduzem a disponibilidade imediata de bois. A demanda apresentou significativa melhora, sobretudo com a volta às aulas. Como fevereiro é um mês curto e o feriado do carnaval implica em menor número de dias de abate, há espaço para pressão. No longo prazo o mercado está mais otimista. Graficamente o pregão fechou próximo ao suporte, patamar interessante para compra
SOJA = Mercado em alta na sessão noturna em Chicago, mais uma vez acompanhando a movimentação dos demais mercados. Nesta noite o destaque ficou por conta da desvalorização do U$ perante ao euro/yen, mantendo a cobertura de vendas. Do ponto de vista fundamental não há alterações no quadro, e as condições de desenvolvimento na Argentina, e de colheita no Brasil atuariam como fatores negativos ao mercado. Por outro lado, a percepção de que a demanda chinesa não deve recuar (diferentemente do esperado para outras commodities), e a queda do U$ frente ao real, reduzindo o interesse de venda do produtor brasileiro, são fatores que trazem sustentação ao mercado. Na BM&F o mercado esta um tanto travado, e no momento, com resistência nos 20,50 e suporte nos 20,10.
MILHO = Mercado de milho segue negativo no físico, com quedas recorrentes no indicador Esalq: oferta ampla e compradores ausentes. Na BM&F o mercado esboça uma reação diariamente na cobertura de posições vendidas, mas não encontra sustentação. A expectativa é de que os vencimentos mais curtos, embora lentamente, mantenham a trajetória de queda. Na BM&F, as médias sinalizaram um cruzamento falso para a compra e hoje deve confirmar uma operação de venda no patamar de 18,20-18,10 no contrato março. Suporte nos 18,05 e resistência nos 18,40.
DOLAR
O Dólar futuro diário, que superou a resistência da LTB primária, pode levar a teste de novas resistências em níveis de 1907 ou 1998, mas no curto prazo, como voltou abaixo do 1870, poderia testar suportes em 1825 ou 1809 em um PULL-BACK na antiga LTB. No Gráfico de 60 min. formou LTB
com resistência em 1842, que se for superada pode levar a níveis de 1857 ou 1877, senão pode testar os suportes em 1833 ou 1805.
Segunda sessão consecutiva de queda para o dólar. Novamente a moeda norte-americana registrou perdas generalizadas perante as principais moedas globais. Dados positivos ligados ao setor imobiliário norte-americano associado a resultados do setor de consumo mantiveram a euforia nos mercados financeiros. Ao mesmo tempo, sinais de recuperação nas economias européias contribuiram para a depreciação do U$ frente ao Euro.
Internamente, o IPC-Fipe registrou forte alta em janeiro: 1,34%,ante alta de 0,70% prevista pelo mercado (Boletim Focus).
O BC realizou leilão de compra de dólares no mercado à vista com
uma taxa de corte em R$ 1,844.
Pela primeira vez desde junho/09 o saldo de negociação direta
mensal na bovespa foi negativa em R$ 2,099 bi. em janeiro, maior
"saque" mensal desde outubro de 2008.
Nesta manhã mercados acionários sinalizando nova alta, e dólar
em queda frente ao euro/yen. Real tende a manter tragetória de
valorização.
com resistência em 1842, que se for superada pode levar a níveis de 1857 ou 1877, senão pode testar os suportes em 1833 ou 1805.
Segunda sessão consecutiva de queda para o dólar. Novamente a moeda norte-americana registrou perdas generalizadas perante as principais moedas globais. Dados positivos ligados ao setor imobiliário norte-americano associado a resultados do setor de consumo mantiveram a euforia nos mercados financeiros. Ao mesmo tempo, sinais de recuperação nas economias européias contribuiram para a depreciação do U$ frente ao Euro.
Internamente, o IPC-Fipe registrou forte alta em janeiro: 1,34%,ante alta de 0,70% prevista pelo mercado (Boletim Focus).
O BC realizou leilão de compra de dólares no mercado à vista com
uma taxa de corte em R$ 1,844.
Pela primeira vez desde junho/09 o saldo de negociação direta
mensal na bovespa foi negativa em R$ 2,099 bi. em janeiro, maior
"saque" mensal desde outubro de 2008.
Nesta manhã mercados acionários sinalizando nova alta, e dólar
em queda frente ao euro/yen. Real tende a manter tragetória de
valorização.
INDICE
O Ibovespa em seu gráfico semanal pode estar definindo uma nova LTA, e para confirmar, precisa respeitar o suporte em nível de 65.300. O Mercado já superou o topo anterior em 66.575 reforçando um padrão altista que pode levar a teste de resistências em níveis de 69.000 ou 71.000. O OBV que é um antecipador de tendência, virou para cima, sugerindo sequência do movimento altista.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo : 66500 e 68050
O Índice Futuro diário superou a resistência em 66.925, confirmando o rompimento do canal de baixa de curto prazo, e pode testar níveis de 68.600 ou 69.500, mas se perder o 66.590, pode voltar a testar
suportes em até 64.500. No gráfico de 60 min. rompeu os 66.925, e pode
testar os níveis de 67810 ou 68.845, e se voltar a ceder, pode testar suportes em 66.150 e 65.050. O OBV fechou altista mais uma vez.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo : 66500 e 68050
O Índice Futuro diário superou a resistência em 66.925, confirmando o rompimento do canal de baixa de curto prazo, e pode testar níveis de 68.600 ou 69.500, mas se perder o 66.590, pode voltar a testar
suportes em até 64.500. No gráfico de 60 min. rompeu os 66.925, e pode
testar os níveis de 67810 ou 68.845, e se voltar a ceder, pode testar suportes em 66.150 e 65.050. O OBV fechou altista mais uma vez.
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