Indicador: Pesquisa ADP
Fato: A pesquisa sobre emprego no setor privado dos EUA apresentou corte de 169 mil vagas de emprego.
Expectativa: Analistas estimavam o corte de 150 mil postos de trabalho
Comentário: O indicador veio pior que o esperado. O dado tem impacto negativo, uma vez que é observado pelo mercado como antecedente do payroll.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
MERCADOS
O mercado acordou hoje com apetite para riscos. Dados positivos anunciados nos Estados Unidos, na China e na Europa, além da menor preocupação com os problemas da dívida em Dubai, foram as justificativas para iniciarmos dezembro com o pé direito. A Bovespa atingiu a máxima do ano durante a manhã, ao recuperar os 68 mil pontos. A agenda movimentada de indicadores no cenário internacional ditou o rumo positivo dos negócios. Primeiro, o PMI da China subiu para 55,77 em novembro, de 55,4 em outubro. Foi o oitavo mês consecutivo em que o PMI ficou acima de 50,0, o que indica expansão na economia. O PMI europeu também subiu e atingiu o maior nível em 20 meses.
A maior expectativa, contudo, era para com o índice de atividade industrial dos EUA em novembro, que apontou queda de 55,7 em outubro para 53,6 em novembro, ficando abaixo das estimativas, mas ainda assim acima do nível crítico de 50. O dado decepcionou, mas foi compensado pelo índice de vendas pendentes de imóveis residenciais, que atingiu o maior nível dos últimos três anos e a e a nona alta mensal consecutiva.
Internamente, fazendo jus à melhora do apetite ao risco, as ações atreladas ao comportamento das commodities são destaques, ajudando a renovar o ânimo dos investidores, diante da possibilidade que o preços de referência do minério de ferro para 2010 aumente 20% em relação aos deste ano.
A maior expectativa, contudo, era para com o índice de atividade industrial dos EUA em novembro, que apontou queda de 55,7 em outubro para 53,6 em novembro, ficando abaixo das estimativas, mas ainda assim acima do nível crítico de 50. O dado decepcionou, mas foi compensado pelo índice de vendas pendentes de imóveis residenciais, que atingiu o maior nível dos últimos três anos e a e a nona alta mensal consecutiva.
Internamente, fazendo jus à melhora do apetite ao risco, as ações atreladas ao comportamento das commodities são destaques, ajudando a renovar o ânimo dos investidores, diante da possibilidade que o preços de referência do minério de ferro para 2010 aumente 20% em relação aos deste ano.
EUA: INDICADORES
Flash: Indicadores (EUA)
Indicador: ISM INDUSTRIAL
Fato: O índice de atividade industrial caiu de 55,7 em outubro para 53,6 em novembro.
Expectativa: Economistas calculavam que o índice ficasse em 55,0.
Comentário: O indicador veio pior que o esperado. Vale destacar que uma medida acima dos 50 pontos indica expansão e abaixo, contração da atividade.
Indicador: VENDAS PENDENTES DE IMÓVEIS RESIDENCIAIS
Fato: As vendas pendentes de imóveis residenciais cresceram 3,7% em outubro.
Expectativa: Economistas calculavam queda de 1,0%.
Comentário: O indicador veio melhor que o esperado por analistas de mercado. O dado é positivo, uma vez em que sinaliza a retomada no setor imobiliário americano.
Indicador: GASTOS COM CONSTRUÇÃO
Fato: Os gastos com construção ficam inalterados em outubro.
Expectativa: Economistas estimavam queda de 0,5%.
Comentário: O indicador veio melhor que o esperado pelo mercado. O dado é positivo.
Indicador: ISM INDUSTRIAL
Fato: O índice de atividade industrial caiu de 55,7 em outubro para 53,6 em novembro.
Expectativa: Economistas calculavam que o índice ficasse em 55,0.
Comentário: O indicador veio pior que o esperado. Vale destacar que uma medida acima dos 50 pontos indica expansão e abaixo, contração da atividade.
Indicador: VENDAS PENDENTES DE IMÓVEIS RESIDENCIAIS
Fato: As vendas pendentes de imóveis residenciais cresceram 3,7% em outubro.
Expectativa: Economistas calculavam queda de 1,0%.
Comentário: O indicador veio melhor que o esperado por analistas de mercado. O dado é positivo, uma vez em que sinaliza a retomada no setor imobiliário americano.
Indicador: GASTOS COM CONSTRUÇÃO
Fato: Os gastos com construção ficam inalterados em outubro.
Expectativa: Economistas estimavam queda de 0,5%.
Comentário: O indicador veio melhor que o esperado pelo mercado. O dado é positivo.
DOLAR
O Dólar fechou a 1.766 com uma alta de 1,31% e oscilou entre 1.742 na mínima com -0,05% e 1.769 na máxima com 1,49% com um volume de 362.090 contratos negociados.
O Dólar Futuro deve trabalhar entre: 1745 e 1787
O dólar no gráfico diário segue em seu canal de baixa primário com resistência em 1,793, mas no meio do caminho tem resistência em 1,755 ,e se
voltar a ceder pode testar os suportes em 1,717 ou 1,705.
No gráfico 60 minutos, rompeu de novo a resistência do canal de baixa em 1,762 e pode buscar as resistências em 1,773 ou 1,80, mas se voltar a ceder, pode testar os suportes em 1,749, 1,733 e 1,721.
O Dólar Futuro deve trabalhar entre: 1745 e 1787
O dólar no gráfico diário segue em seu canal de baixa primário com resistência em 1,793, mas no meio do caminho tem resistência em 1,755 ,e se
voltar a ceder pode testar os suportes em 1,717 ou 1,705.
No gráfico 60 minutos, rompeu de novo a resistência do canal de baixa em 1,762 e pode buscar as resistências em 1,773 ou 1,80, mas se voltar a ceder, pode testar os suportes em 1,749, 1,733 e 1,721.
INDICE
O Índice fechou em 67.630 com uma alta de 0,19% e oscilou entre 66.865 na mínima com -0,94% e 67.835 na máxima com 0,49% com um volume de 85.945 contratos negociados.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 66720 e 68530
O Índice futuro, pelo gráfico diário se apresenta em LTA, com suportes em níveis de 65.800 e 64.250 e acima tem resistências em 68.460 e 71.800.
O índice futuro no gráfico 60 minutos, mantém seus suportes em 66.800 e em 65.800, que se vierem a ser perdidos, podem levar a testar níveis 64.700, mas se voltar a subir, pode, se romper o 67.800, tentar fechar
o "gap " em 68.200 ou buscar o topo em 68.430.
O Índice Futuro deve trabalhar no intervalo: 66720 e 68530
O Índice futuro, pelo gráfico diário se apresenta em LTA, com suportes em níveis de 65.800 e 64.250 e acima tem resistências em 68.460 e 71.800.
O índice futuro no gráfico 60 minutos, mantém seus suportes em 66.800 e em 65.800, que se vierem a ser perdidos, podem levar a testar níveis 64.700, mas se voltar a subir, pode, se romper o 67.800, tentar fechar
o "gap " em 68.200 ou buscar o topo em 68.430.
COMMODITIES
CAFE = Começa o mês de dezembro e o café segue obom humor de ontem. Com
bolsas na europa em boa alta, petróleo andando e dólar pesado, o dia tende a
ser bem positivo para a commoditie. No Brasil ainda não abriu, mas tende a
abrir no meio do caminho entre a resistência em 173,50 e o suporte em
171,50.
BOI = O mercado futuro do boi gordo fechou com forte queda no pregão de ontem em dia de bom volume de negócios. Com o vencimento do contrato de nov/09, o mês de dez/09 passa a concentrar 65% do total de contratos abertos. Historicamente, início de safra é marcado pelo aumento na oferta e pressão de baixa nas cotações. Este ano, por conta das chuvas ao longo de todo o ano, a oferta de gado de pasto chegou mais cedo e tem facilitado o preenchimento dos abates pelos frigoríficos.
SOJA = Mercado de soja firme no noturno refletindo a movimentação positiva dos mercados externos. Petróleo e ouro registram ganhos superiores a 1% neste momento e o dólar opera em queda generalizada frente as moedas globais. O interesse especulativo neste início de mês associada a persistente queda do dólar tende a manter o fluxo monetário para este mercado.
MILHO = O que se oberva no mercado do milho é uma completa morosidade nos
negócios, já que, as quedas recentes reduziram o interesse de venda em
algumas regiões, porém o comprador temporariamente abastecido e
conhecendo a realidade de oferta do mercado, permanece pressionando os
preços
bolsas na europa em boa alta, petróleo andando e dólar pesado, o dia tende a
ser bem positivo para a commoditie. No Brasil ainda não abriu, mas tende a
abrir no meio do caminho entre a resistência em 173,50 e o suporte em
171,50.
BOI = O mercado futuro do boi gordo fechou com forte queda no pregão de ontem em dia de bom volume de negócios. Com o vencimento do contrato de nov/09, o mês de dez/09 passa a concentrar 65% do total de contratos abertos. Historicamente, início de safra é marcado pelo aumento na oferta e pressão de baixa nas cotações. Este ano, por conta das chuvas ao longo de todo o ano, a oferta de gado de pasto chegou mais cedo e tem facilitado o preenchimento dos abates pelos frigoríficos.
SOJA = Mercado de soja firme no noturno refletindo a movimentação positiva dos mercados externos. Petróleo e ouro registram ganhos superiores a 1% neste momento e o dólar opera em queda generalizada frente as moedas globais. O interesse especulativo neste início de mês associada a persistente queda do dólar tende a manter o fluxo monetário para este mercado.
MILHO = O que se oberva no mercado do milho é uma completa morosidade nos
negócios, já que, as quedas recentes reduziram o interesse de venda em
algumas regiões, porém o comprador temporariamente abastecido e
conhecendo a realidade de oferta do mercado, permanece pressionando os
preços
MERCADOS
Ontem, o clima que ditou as oscilações do mercado ainda estava relacionado a crise da dívida de Dubai. Apesar da bolsa brasileira ter operado com ligeira alta durante o dia, o mercado inverteu o sinal e fechou com uma leve queda. Nos Estados Unidos, os investidores ficaram decepcionados
com o resultado das vendas na Black Friday, e operaram no campo negativo durante quase todo dia, mas o sinal inverteu próximo ao horário de fechamento, e as bolsas encerraram no campo positivo, com a notícia de que o DUBAI WORLD negocia com os credores a reestruturação de US$ 26 bilhões de sua dívida. Dow Jones ganhou 0,34% e fechou nos 10.345 pontos, subiu
0,29% encerrando nos 2.145 pontos e S&P 500 avançou 0,77%, nos 1.096 pontos. Hoje, os principais mercados na Ásia seguem em ritmo de alta. A redução das preocupações com a crise da dívida do Dubai World e, os bons números da economia chinesa, que indicaram a expansão da atividade industrial em novembro, alavancam os negócios. A Bolsa de Tóquio
também fechou em alta.
Na Europa o dia é de ganhos, e os futuros de Nova York também apresentam valorização. O impulso nos mercados foi dado pelo Banco Central Japonês, que depois do fechamento do mercado local, anunciou a introdução de novas medidas de empréstimos no país. O governo japonês decidiu criar um novo pacote de estímulo para combater os efeitos da deflação e as recentes flutuações nos mercados cambiais, deixando a taxa básica de juros em 0,1%, nível em que ela tem sido mantida desde dezembro de 2008, mas concordando em injetar mais dinheiro no sistema financeiro. O BOJ emprestará até 10 trilhões de ienes (US$ 114,984 bilhões) em recursos com prazo de três meses. Adicionalmente, os mercados também são beneficiados pelos bons
números da China, que sinalizam a recuperação do país.
com o resultado das vendas na Black Friday, e operaram no campo negativo durante quase todo dia, mas o sinal inverteu próximo ao horário de fechamento, e as bolsas encerraram no campo positivo, com a notícia de que o DUBAI WORLD negocia com os credores a reestruturação de US$ 26 bilhões de sua dívida. Dow Jones ganhou 0,34% e fechou nos 10.345 pontos, subiu
0,29% encerrando nos 2.145 pontos e S&P 500 avançou 0,77%, nos 1.096 pontos. Hoje, os principais mercados na Ásia seguem em ritmo de alta. A redução das preocupações com a crise da dívida do Dubai World e, os bons números da economia chinesa, que indicaram a expansão da atividade industrial em novembro, alavancam os negócios. A Bolsa de Tóquio
também fechou em alta.
Na Europa o dia é de ganhos, e os futuros de Nova York também apresentam valorização. O impulso nos mercados foi dado pelo Banco Central Japonês, que depois do fechamento do mercado local, anunciou a introdução de novas medidas de empréstimos no país. O governo japonês decidiu criar um novo pacote de estímulo para combater os efeitos da deflação e as recentes flutuações nos mercados cambiais, deixando a taxa básica de juros em 0,1%, nível em que ela tem sido mantida desde dezembro de 2008, mas concordando em injetar mais dinheiro no sistema financeiro. O BOJ emprestará até 10 trilhões de ienes (US$ 114,984 bilhões) em recursos com prazo de três meses. Adicionalmente, os mercados também são beneficiados pelos bons
números da China, que sinalizam a recuperação do país.
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