O mercado internacional continua subindo com alguns dados positivos no Reino Unido e na Alemanha (ler abaixo). O futuro do S&P e o petróleo futuro estão em leve alta. Para hoje, nos EUA, novos indicadores da indústria, entretanto, o mercado ficará atento à ATA do Fomc, às 17hs. No Brasil, o novo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, toma posse com a missão, dada pela nova presidente, da “busca incansável e intransigente” do controle da inflação. Talvez essa missão seja transformada em aumento da taxa básica de juros. No governo do estado, o novo governador, Geraldo Alckmin, está discutindo os novos nomes para as Secretarias. As empresas que podem ser beneficiadas são Sabesp e Cesp. Ainda, a Comissão Européia aprovou a criação da joint venture da Cosan e a Shell.
BRASIL - Cobre: em 2010, o preço do cobre subiu 33%. Neste início de 2011, o preço continua subindo atingindo a casa US$ 445,75, com especulações de que o fornecimento global possa ficar abaixo da demanda, com a possibilidade da retomada da economia global
Cosan: a empresa informou que a Comissão européia aprovou a criação da joint venture entre a Shell e a brasileira Cosa voltada à produção, distribuição e venda de açúcar e etanol no Brasil e no mundo.
Fleury - fato relevante: um dos controladores, a Integritas Participações S.A., comunicou redução de participação societária na Fleury S.A. de 5,4% transferindo para os sócios de Core Participações Ltda na proporção de suas participações. Esta transferência decorre de reduções de capital ocorridas em Core e Integritas, para conversão de parcela da participação indireta de todos os sócios de Core na Companhia em participação direta. Essa operação não implica alteração do controle acionário de Fleury S.A., que continua sob exercício de Integritas. Unicamente para esta operação, a Bradseg Participações Ltda. detém direito de preferência para aquisição de parte das ações entregues (6.213.876 ações), na hipótese de qualquer dos sócios de Core pretender aliená-las, não obstante as demais regras de direito de preferência previstas no Acordo de Acionistas arquivado na sede da Companhia. Abaixo estrutura societária em julho10 e após alterações
Minha Casa Minha Vida: segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o programa MCMV vai ampliar de 500 para 4 mil, o número de unidades por projeto. No governo do presidente Luiz Inácio da Silva a meta foi cumprida com 1 milhão de contratos. A meta do novo governo da presidente Dilma Rousseff será de 2 milhões de contratos até 2014. Ainda nes mês, o programa poderá ter novas regras, ajustando os preços dos imóveis e a faixa salarial de acesso dos mutuários, já que o salário mínimo passa de R$ 510 para R$ 540.
Portx: em 28/12/10, o BNDES liberou a 1ª parcela do financiamento do Programa de Sustentação do Investimento (BNDES-PSI, no valor de R$ 407,7 milhões, para aquisição de dois viradores de vagões utilizados para descarregar minério de ferro a ser embarcado no Superporto Sudeste.
Salário Mínimo: o governo anunciou o novo piso previdenciário de R$ 540. O índice de reajuste acima do piso ficou determinado em 6,41%. Segundo dados do Ministério da Previdência, o reajuste representará adicional de R$ 7,987 bilhões nos benefícios do INSS.
Vendas de Veículos: em 2010, as vendas de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões bateram o 4º recorde seguido, com o emplacamento de 3,52 milhões de unidades. Este volume representou crescimento de 11,9% em relação ao ano anterior, ficando acima das previsões da ANFAVEA estimada em 9,8%.
REINO UNIDO - Crédito ao Consumidor: em nov10, o crédito ao consumidor ficou mais fraco ao esperado, com £121 milhões contra £ 298 milhões em out10.
PMI: em dez10, o setor de manufatura expandiu com o crescimento das exportações. O índice de gerentes de compras industrial subiu para 58,3 para 57,5 em nov10. Este índice ficou acima das previsões de mercado, de 57,2.
ZONA DO EURO - Alemanha – Nº de Desempregados: em dez10, a quantidade aumentou 3 mil no mês ficando abaixo das previsões de 13 mil.
França - Confiança do Consumidor: em dez10, o índice caiu para -36 contra -33 em nov10.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Boi abaixo dos picos
A Scot Consultoriainformou que a arroba do boi gordo encerrou 2010 cotada a R$ 103 (a prazo, livre de impostos) na praça de Barretos, no interior paulista, uma das mais importantes do país. O valor registrado é 35,1% superior ao apurado pela empresa no início do ano. Na comparação com os picos de meados de novembro, porém, houve retração de 10,4%.
Mandioca mais cara
O Cepea/Esalq informou que, por causa da menor oferta, o preço da mandioca destinada à indústria de fécula alcançou, em média, R$ 251,01 por tonelada em 2010, 50% mais que em 2009 e maior resultado desde 2004. Os problemas com a oferta, provocados por adversidades climáticas, concentraram-se no segundo semestre.
Simpatia que dá lucro
Comer uma romã e guardar sete de suas sementes na carteira de fato pode dar lucro, como promete a simpatia de virada de ano. Os produtores da fruta viram o movimento mensal crescer 400% no entreposto paulistano da Ceagesp em dezembro, para mais de 70 toneladas, e os preços subirem 45,3% em relação à média dos demais 11 meses do ano, para R$ 12 o quilo.
Fôlego ao Fundecitrus
A Cutrale, maior exportadora de suco de laranja do país, informou que destinou R$ 4 milhões ao Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), mantido com contribuições de indústrias e produtores da fruta, para pesquisas relacionadas ao combate das doenças que afetam a citricultura brasileira, principalmente o greening.
Liberação de recursos
O Ministério da Agricultura informou que de julho a novembro de 2010 foram contratados R$ 10,1 bilhões por agricultores para investimentos em armazenagem a partir dos recursos disponíveis para comercialização na safra 2010/11. Ao longo do ano passado também foram aplicados R$ 1,45 bilhão na execução da Política de Preços Mínimos (PGPM).
Cadastro de orgânicos
Com o fim do prazo para cadastro dos produtores orgânicos, o Ministério da Agricultura contabilizou até 31 de dezembro a regularização de 1,5 mil agricultores. Segundo o governo, outros 3,5 mil estão em processo final de cadastramento. A expectativa de Roberto Mattar, chefe da Divisão de Controle de Qualidade Orgânica, é que o número cresça ainda mais com adoção do cadastro oficial.
Mandioca mais cara
O Cepea/Esalq informou que, por causa da menor oferta, o preço da mandioca destinada à indústria de fécula alcançou, em média, R$ 251,01 por tonelada em 2010, 50% mais que em 2009 e maior resultado desde 2004. Os problemas com a oferta, provocados por adversidades climáticas, concentraram-se no segundo semestre.
Simpatia que dá lucro
Comer uma romã e guardar sete de suas sementes na carteira de fato pode dar lucro, como promete a simpatia de virada de ano. Os produtores da fruta viram o movimento mensal crescer 400% no entreposto paulistano da Ceagesp em dezembro, para mais de 70 toneladas, e os preços subirem 45,3% em relação à média dos demais 11 meses do ano, para R$ 12 o quilo.
Fôlego ao Fundecitrus
A Cutrale, maior exportadora de suco de laranja do país, informou que destinou R$ 4 milhões ao Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), mantido com contribuições de indústrias e produtores da fruta, para pesquisas relacionadas ao combate das doenças que afetam a citricultura brasileira, principalmente o greening.
Liberação de recursos
O Ministério da Agricultura informou que de julho a novembro de 2010 foram contratados R$ 10,1 bilhões por agricultores para investimentos em armazenagem a partir dos recursos disponíveis para comercialização na safra 2010/11. Ao longo do ano passado também foram aplicados R$ 1,45 bilhão na execução da Política de Preços Mínimos (PGPM).
Cadastro de orgânicos
Com o fim do prazo para cadastro dos produtores orgânicos, o Ministério da Agricultura contabilizou até 31 de dezembro a regularização de 1,5 mil agricultores. Segundo o governo, outros 3,5 mil estão em processo final de cadastramento. A expectativa de Roberto Mattar, chefe da Divisão de Controle de Qualidade Orgânica, é que o número cresça ainda mais com adoção do cadastro oficial.
CONJUNTURA MACRO JANEIRO 2011
Dilma Rousseff assumiu a Presidência. O BC elevou os depósitos compulsórios e os requerimentos de capital. Ao apontar maior risco de inflação, o BC também sinalizou que a Selic pode começar a subir em janeiro. A demanda segue robusta. No entanto, a expansão da indústria segue modesta, em parte por causa das importações. Os números fiscais pioraram, impondo maior controle de gastos em 2011; o aumento modesto do salário mínimo foi um primeiro passo nessa direção. A educação está melhor.
FHC, depois Lula, agora Dilma. Pela primeira vez desde o final da Primeira República em 1930, o Brasil vive uma sequência ininterrupta de três presidentes eleitos pelo voto direto. A estabilidade política coincidiu com uma economia mais estável, com mais crescimento e melhor distribuição de renda. Dilma reiterou, no seu discurso de posse, o compromisso com a estabilidade. O novo ministério não causou surpresa. Alguns ministros de Lula permaneceram em seus postos, incluindo Guido Mantega. Por medida provisória, Lula passou o salário mínimo de R$ 510 para R$ 540, como esperado.
Ao todo, R$ 61 bilhões serão recolhidos ao BC sob a forma de compulsórios após as medidas macroprudenciais do início de dezembro. O BC também subiu a exigência de capital para empréstimos pessoais e outras formas de crédito. Nossos exercícios econométricos sugerem que, juntos, os novos compulsórios e as regras de capital equivalem a uma alta de cerca de 1pp na Selic.
Henrique Meirelles foi o presidente mais longevo do Banco Central: oito anos. Ele foi substituído por Alexandre Tombini, diretor da Casa desde 2006. O último Copom sob o comando de Meirelles reconheceu um aumento no risco de inflação, mas deixou a Selic inalterada em 10,75%. Nossa projeção aponta para um IPCA de 5,9% em 2010, seguido de pequeno recuo para 5,6% em 2011. No Relatório de Inflação, o BC sinalizou que os juros devem subir em janeiro. Por causa das novas regras prudenciais, reduzimos nossa estimativa de alta em 2011 de 200 para 150 pontos-base.
A demanda continua promissora. Um índice de vendas no varejo calculado pela Serasa-Experian na semana anterior ao Natal mostrou alta de 15,5% na comparação com um ano antes, o melhor resultado em seis anos. O tráfego de passageiros nos aeroportos aumentou 22% no ano até outubro. A taxa de desemprego com ajuste sazonal caiu para 6% em novembro, o menor nível da série. Já o PIB cresceu a uma modesta taxa não-anualizada de 0,5% no terceiro trimestre, o que era esperado após dois trimestres fortes. Os dados até agora mostram que o desempenho em novembro foi ligeiramente mais fraco, e que o mês de dezembro foi um pouco melhor. Esperamos crescimento trimestral do PIB de 1,4% no quarto trimestre.
A produção industrial avançou 0,4% em outubro, o segundo ganho consecutivo após uma breve retração na metade do ano. No entanto, o aumento da produção segue atrás do da demanda, em parte devido ao aumento das importações. Essa situação deve ser temporária. O forte crescimento da demanda, tanto no consumo quanto no investimento, deve embalar o setor manufatureiro em 2011.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou um conjunto de regras para tornar o financiamento de longo prazo mais atraente para o setor privado, reduzindo a dependência dos financiamentos do BNDES. Entre outras medidas, o pacote cria incentivos fiscais para debêntures vinculadas a projetos de infraestrutura, facilita a emissão e negociação de títulos e permite aos bancos usar créditos securitizados para atender exigências mínimas de empréstimo imobiliário.
O resultado primário fiscal de novembro foi fraco: R$ 4,2 bilhões. O gasto público se desacelerou, mas continua forte, com alta real ao redor de 9% neste ano. A arrecadação se enfraqueceu um pouco. Esperamos um superávit primário equivalente a 2,7% do PIB este ano (cerca de 1,7% após a dedução de receitas extraordinárias, sobretudo a venda das reservas do pré-sal para a Petrobras). Chegar à meta de 3,1% do PIB em 2011 exigiria enorme esforço. Esperamos 2,5% ou pouco menos.
Um resultado surpreendentemente forte levou o superávit comercial em 2010 para US$ 20,3 bilhões. As exportações cresceram 31,4% este ano, enquanto as importações dispararam 41,6%. O déficit em conta corrente provavelmente ficou em 2,5% do PIB. Os fluxos de capital seguem robustos, e o investimento estrangeiro direto chegou a US$ 38 bilhões nos 12 meses até novembro. Foi um ano movimentado nos mercados de câmbio, e as incertezas sobre as principais moedas permanecem. Mas o real terminou o ano em 1,66 por dólar, uma valorização de 4,3% no ano. As reservas internacionais agora estão em US$ 288 bilhões.
A atividade de fusões e aquisições se manteve forte durante o ano. Em dezembro, a Hypermarcas comprou a farmacêutica Mantecorp por US$ 1,5 bilhão. As aberturas de capital aumentaram cerca de 10% em 2010, um ano marcado pela operação multibilionária da Petrobras. Pelo menos 10 operações, com valor total de aproximadamente US$ 3 bilhões, devem vir a mercado no primeiro trimestre de 2011. O Índice Bovespa avançou 2,4% em dezembro e 1,0% em 2010. Os contratos de proteção contra inadimplência (conhecidos pela sigla CDS) pelo governo brasileiro encerraram o ano em 111 pontos-base.
O Brasil faz parte da pesquisa PISA de avanço escolar, da OCDE, desde 2000, mas a de 2010 foi a primeira a mostrar progresso de verdade. O Brasil colhe os frutos do esforço iniciado na década de 1990. É preciso muito mais: o Brasil ocupa a posição de número 53 num grupo de 65 países.
O Comitê de Política Monetária se reúne pela primeira vez sob o comando de Tombini nos dias 18 e 19 de janeiro. A perspectiva fiscal do ano é menos desanimadora após a fixação do salário mínimo em R$ 540, mas o quadro só ficará mais claro após o primeiro decreto de contingenciamento, provavelmente em fevereiro.
FHC, depois Lula, agora Dilma. Pela primeira vez desde o final da Primeira República em 1930, o Brasil vive uma sequência ininterrupta de três presidentes eleitos pelo voto direto. A estabilidade política coincidiu com uma economia mais estável, com mais crescimento e melhor distribuição de renda. Dilma reiterou, no seu discurso de posse, o compromisso com a estabilidade. O novo ministério não causou surpresa. Alguns ministros de Lula permaneceram em seus postos, incluindo Guido Mantega. Por medida provisória, Lula passou o salário mínimo de R$ 510 para R$ 540, como esperado.
Ao todo, R$ 61 bilhões serão recolhidos ao BC sob a forma de compulsórios após as medidas macroprudenciais do início de dezembro. O BC também subiu a exigência de capital para empréstimos pessoais e outras formas de crédito. Nossos exercícios econométricos sugerem que, juntos, os novos compulsórios e as regras de capital equivalem a uma alta de cerca de 1pp na Selic.
Henrique Meirelles foi o presidente mais longevo do Banco Central: oito anos. Ele foi substituído por Alexandre Tombini, diretor da Casa desde 2006. O último Copom sob o comando de Meirelles reconheceu um aumento no risco de inflação, mas deixou a Selic inalterada em 10,75%. Nossa projeção aponta para um IPCA de 5,9% em 2010, seguido de pequeno recuo para 5,6% em 2011. No Relatório de Inflação, o BC sinalizou que os juros devem subir em janeiro. Por causa das novas regras prudenciais, reduzimos nossa estimativa de alta em 2011 de 200 para 150 pontos-base.
A demanda continua promissora. Um índice de vendas no varejo calculado pela Serasa-Experian na semana anterior ao Natal mostrou alta de 15,5% na comparação com um ano antes, o melhor resultado em seis anos. O tráfego de passageiros nos aeroportos aumentou 22% no ano até outubro. A taxa de desemprego com ajuste sazonal caiu para 6% em novembro, o menor nível da série. Já o PIB cresceu a uma modesta taxa não-anualizada de 0,5% no terceiro trimestre, o que era esperado após dois trimestres fortes. Os dados até agora mostram que o desempenho em novembro foi ligeiramente mais fraco, e que o mês de dezembro foi um pouco melhor. Esperamos crescimento trimestral do PIB de 1,4% no quarto trimestre.
A produção industrial avançou 0,4% em outubro, o segundo ganho consecutivo após uma breve retração na metade do ano. No entanto, o aumento da produção segue atrás do da demanda, em parte devido ao aumento das importações. Essa situação deve ser temporária. O forte crescimento da demanda, tanto no consumo quanto no investimento, deve embalar o setor manufatureiro em 2011.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou um conjunto de regras para tornar o financiamento de longo prazo mais atraente para o setor privado, reduzindo a dependência dos financiamentos do BNDES. Entre outras medidas, o pacote cria incentivos fiscais para debêntures vinculadas a projetos de infraestrutura, facilita a emissão e negociação de títulos e permite aos bancos usar créditos securitizados para atender exigências mínimas de empréstimo imobiliário.
O resultado primário fiscal de novembro foi fraco: R$ 4,2 bilhões. O gasto público se desacelerou, mas continua forte, com alta real ao redor de 9% neste ano. A arrecadação se enfraqueceu um pouco. Esperamos um superávit primário equivalente a 2,7% do PIB este ano (cerca de 1,7% após a dedução de receitas extraordinárias, sobretudo a venda das reservas do pré-sal para a Petrobras). Chegar à meta de 3,1% do PIB em 2011 exigiria enorme esforço. Esperamos 2,5% ou pouco menos.
Um resultado surpreendentemente forte levou o superávit comercial em 2010 para US$ 20,3 bilhões. As exportações cresceram 31,4% este ano, enquanto as importações dispararam 41,6%. O déficit em conta corrente provavelmente ficou em 2,5% do PIB. Os fluxos de capital seguem robustos, e o investimento estrangeiro direto chegou a US$ 38 bilhões nos 12 meses até novembro. Foi um ano movimentado nos mercados de câmbio, e as incertezas sobre as principais moedas permanecem. Mas o real terminou o ano em 1,66 por dólar, uma valorização de 4,3% no ano. As reservas internacionais agora estão em US$ 288 bilhões.
A atividade de fusões e aquisições se manteve forte durante o ano. Em dezembro, a Hypermarcas comprou a farmacêutica Mantecorp por US$ 1,5 bilhão. As aberturas de capital aumentaram cerca de 10% em 2010, um ano marcado pela operação multibilionária da Petrobras. Pelo menos 10 operações, com valor total de aproximadamente US$ 3 bilhões, devem vir a mercado no primeiro trimestre de 2011. O Índice Bovespa avançou 2,4% em dezembro e 1,0% em 2010. Os contratos de proteção contra inadimplência (conhecidos pela sigla CDS) pelo governo brasileiro encerraram o ano em 111 pontos-base.
O Brasil faz parte da pesquisa PISA de avanço escolar, da OCDE, desde 2000, mas a de 2010 foi a primeira a mostrar progresso de verdade. O Brasil colhe os frutos do esforço iniciado na década de 1990. É preciso muito mais: o Brasil ocupa a posição de número 53 num grupo de 65 países.
O Comitê de Política Monetária se reúne pela primeira vez sob o comando de Tombini nos dias 18 e 19 de janeiro. A perspectiva fiscal do ano é menos desanimadora após a fixação do salário mínimo em R$ 540, mas o quadro só ficará mais claro após o primeiro decreto de contingenciamento, provavelmente em fevereiro.
Cenário Macro - 1
Indicadores da atividade industrial e do setor de serviços de Dezembro confirmam a aceleração do crescimento no último trimestre de 2010, ao redor do mundo. Na China, Índia, Coréia do Sul e Zona do Euro, diversos índices PMI Manufacturing e PMI Non-manufacturing registraram elevação. A principal exceção foi o PMI Manufacturing na China, que caiu no último mês do ano, mas tem perspectivas de voltar a subir em breve. Nos EUA, o ISM manufacturing também subiu e o comportamento das encomendas e dos estoques sugere que a alta pode ter continuidade.
Na China, o PMI Manufacturing de Dezembro ficou abaixo do esperado e abaixo do valor registrado em Novembro. Porém, a média móvel de três meses do índice permaneceu estável, em nível elevado. A diferença entre os sub-índices de encomendas e estoques também caiu, basicamente em função do recuo das encomendas. Dessa forma, a média móvel de três meses dessa diferença recuou, mas permanece em nível elevado, significativamente acima de zero (gráfico ao lado). Ou seja, as encomendas continuam a crescer mais rapidamente do que os estoques. Isso sugere que a atividade manufatureira continuará a crescer nos próximos meses e que, portanto, o recuo do PMI em Dezembro tende a ser passageiro. É provável que o contínuo aperto da política monetária acabe provocando a desaceleração do consumo doméstico e, consequentemente, da atividade industrial. No entanto, o aperto tende a ser implantado gradualmente e, além disso, parte expressiva da atividade industrial está ligada ao setor exportador, que segue em rápida expansão. Assim, parece provável que a indústria na China siga crescendo em ritmo forte nos próximos meses.
Nos EUA, o ISM Manufacturing subiu em linha com o esperado e atingiu 57. A princípio, a manutenção do ISM Manufacturing em patamar elevado surpreende, dado que a diferença entre encomendas e estoques caiu para zero e ficou próxima a esse patamar por vários meses. Seria natural, portanto, que o próprio ISM perdesse força, até que as encomendas voltassem a crescer e/ou os estoques caíssem. No entanto, isso não ocorreu e, em Dezembro, a diferença entre encomendas e estoques voltou a subir. O sub-índice de encomendas subiu quatro pontos e o sub-índice de estoques caiu cinco pontos e, dessa forma, a média móvel de três meses subiu de zero para quase cinco pontos (gráfico ao lado). A correlação ilustrada no gráfico continua a sugerir que o ISM Manufacturing acabará perdendo força, mas os dados de Dezembro enfraqueceram esse cenário.
Na China, o PMI Manufacturing de Dezembro ficou abaixo do esperado e abaixo do valor registrado em Novembro. Porém, a média móvel de três meses do índice permaneceu estável, em nível elevado. A diferença entre os sub-índices de encomendas e estoques também caiu, basicamente em função do recuo das encomendas. Dessa forma, a média móvel de três meses dessa diferença recuou, mas permanece em nível elevado, significativamente acima de zero (gráfico ao lado). Ou seja, as encomendas continuam a crescer mais rapidamente do que os estoques. Isso sugere que a atividade manufatureira continuará a crescer nos próximos meses e que, portanto, o recuo do PMI em Dezembro tende a ser passageiro. É provável que o contínuo aperto da política monetária acabe provocando a desaceleração do consumo doméstico e, consequentemente, da atividade industrial. No entanto, o aperto tende a ser implantado gradualmente e, além disso, parte expressiva da atividade industrial está ligada ao setor exportador, que segue em rápida expansão. Assim, parece provável que a indústria na China siga crescendo em ritmo forte nos próximos meses.
Nos EUA, o ISM Manufacturing subiu em linha com o esperado e atingiu 57. A princípio, a manutenção do ISM Manufacturing em patamar elevado surpreende, dado que a diferença entre encomendas e estoques caiu para zero e ficou próxima a esse patamar por vários meses. Seria natural, portanto, que o próprio ISM perdesse força, até que as encomendas voltassem a crescer e/ou os estoques caíssem. No entanto, isso não ocorreu e, em Dezembro, a diferença entre encomendas e estoques voltou a subir. O sub-índice de encomendas subiu quatro pontos e o sub-índice de estoques caiu cinco pontos e, dessa forma, a média móvel de três meses subiu de zero para quase cinco pontos (gráfico ao lado). A correlação ilustrada no gráfico continua a sugerir que o ISM Manufacturing acabará perdendo força, mas os dados de Dezembro enfraqueceram esse cenário.
Dólar começa o ano no menor preço desde 2008
Começando pelo fato: o dólar abriu o ano sob firme pressão vendedora no mercado brasileiro. No mercado à vista, a moeda caiu 0,90% e fechou a R$ 1,651 na venda. Tal cotação é a menor desde 1º de setembro de 2008, quando a moeda encerrou a R$ 1,646.
Firme venda, também, no mercado futuro, onde o dólar para fevereiro cedeu 0,83%, a R$ 1,658 antes do ajuste final de posições na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).
Agora vamos às versões do fato. A história contada nas mesas de operação desde o começo dos negócios é que um grande fundo passou o dia zerando uma posição comprada em moeda americana via contratos futuros e opções. Ou seja, esse agente estava desmanchando uma aposta de valorização do dólar. Vale lembrar que operação semelhante foi observada na quinta-feira da semana passada.
Até aí, sem grandes novidades. O que intrigou os participantes foi a forma como tal movimentação aconteceu. Esse fundo se expôs de forma curiosa, pois foi exatamente o mesmo agente que tinha montado uma robusta posição comprada entre novembro e dezembro.
Primeira pergunta: o que levou esse agente a desmontar a sua estratégia tão cedo?
Fundo zera posição comprada e derruba dólar para R$ 1,651
Segunda pergunta: por qual motivo tal agente, conhecido pela descrição nas operações e bom relacionamento com o governo, parece ter feito questão de mostrar que estava zerando posições?
Segundo um gestor, pareceu uma "zeragem portuguesa", ou seja, o agente chama o resto do mercado para bater ainda mais no preço, sabendo que seus possíveis prejuízos crescem na proporção em que a cotação do dólar cai.
Essas duas questões levantam uma terceira. Esse fundo tomou mesmo um "stop" de posição (o preço atingiu o limite de perda que obriga a reversão da aposta) ou ele viu alguma coisa que ninguém mais viu e está se antecipando?
Por ora, todas são perguntas sem resposta.
Também não foi descartada a existência de alguma operação envolvendo opções com barreira, instrumento utilizado por agentes que operam real/dólar no mercado externo. De forma simplificada, se o dólar atingir tal preço, uma das partes é obrigada a comprar/vender uma determinada quantidade de moeda.
Depois desse ajuste de baixa, um repique de alta não está descartado no pregão de hoje. No entanto, para quem gosta de gráficos, a análise técnica sugere que o viés para o preço da moeda americana segue de baixa, mirando R$ 1,60.
Fica a dúvida, também, sobre qual será a atitude do governo com dólar na linha de R$ 1,65. No último trimestre do ano passado, dólar entre R$ 1,65 a R$ 1,70 levou o governo a fazer ameaças e intervenções de fato no mercado via Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). E levou o Banco Central a comprar dólares duas vezes ao dia no mercado à vista. Ontem mesmo, foram feitas duas atuações, algo que não ocorria desde 8 de dezembro.
Vale a pena também prestar atenção aos dados da BM&F sobre a posição dos agentes referentes ao pregão de ontem.
Cabe lembrar que os estrangeiros fecharam 2010 com posição vendida de US$ 1,85 bilhão em dólar futuro e os bancos também estavam vendidos, mas em US$ 2,12 bilhões.
Colocando na conta os contratos de cupom cambial (DDI - juro em dólar), o estoque vendido do não residente sobe a US$ 8,56 bilhões. Já os bancos aparecem comprados em US$ 5,35 bilhões.
No mercado de juros futuros, os agentes continuam "comprando" o ajuste fiscal prometido pelo novo governo. Por isso, da perda de prêmio dos contratos mais longos (janeiro de 2012 em diante).
Já os vencimentos de prazo mais curto seguem mostrando que a Selic deve subir no primeiro encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), agendado para os dias 18 e 19 de janeiro.
Ontem, Alexandre Tombini tomou posse como presidente do Banco Central. Em seu discurso reafirmou o compromisso com o regime de metas de inflação, "política ideal" para frear a alta dos preços.
Também disse que recebeu uma missão da presidente Dilma Rousseff: a busca "incansável e intransigente" do poder de compra da moeda
Tombini também voltou a um tema de campanha, a redução da meta de inflação, hoje fixada em 4,5%. "Devemos discutir, no futuro, a convergência da meta de inflação a níveis mais baixos, semelhante aos países emergentes. Esse é um processo que devemos ter a ambição de perseguir, no futuro", disse o presidente.
Ainda no capítulo inflação, cabe lembrar que na sexta-feira é apresentado o IPCA de 2010, que deve ficar mais próximo do teto do que o centro da meta.
Firme venda, também, no mercado futuro, onde o dólar para fevereiro cedeu 0,83%, a R$ 1,658 antes do ajuste final de posições na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).
Agora vamos às versões do fato. A história contada nas mesas de operação desde o começo dos negócios é que um grande fundo passou o dia zerando uma posição comprada em moeda americana via contratos futuros e opções. Ou seja, esse agente estava desmanchando uma aposta de valorização do dólar. Vale lembrar que operação semelhante foi observada na quinta-feira da semana passada.
Até aí, sem grandes novidades. O que intrigou os participantes foi a forma como tal movimentação aconteceu. Esse fundo se expôs de forma curiosa, pois foi exatamente o mesmo agente que tinha montado uma robusta posição comprada entre novembro e dezembro.
Primeira pergunta: o que levou esse agente a desmontar a sua estratégia tão cedo?
Fundo zera posição comprada e derruba dólar para R$ 1,651
Segunda pergunta: por qual motivo tal agente, conhecido pela descrição nas operações e bom relacionamento com o governo, parece ter feito questão de mostrar que estava zerando posições?
Segundo um gestor, pareceu uma "zeragem portuguesa", ou seja, o agente chama o resto do mercado para bater ainda mais no preço, sabendo que seus possíveis prejuízos crescem na proporção em que a cotação do dólar cai.
Essas duas questões levantam uma terceira. Esse fundo tomou mesmo um "stop" de posição (o preço atingiu o limite de perda que obriga a reversão da aposta) ou ele viu alguma coisa que ninguém mais viu e está se antecipando?
Por ora, todas são perguntas sem resposta.
Também não foi descartada a existência de alguma operação envolvendo opções com barreira, instrumento utilizado por agentes que operam real/dólar no mercado externo. De forma simplificada, se o dólar atingir tal preço, uma das partes é obrigada a comprar/vender uma determinada quantidade de moeda.
Depois desse ajuste de baixa, um repique de alta não está descartado no pregão de hoje. No entanto, para quem gosta de gráficos, a análise técnica sugere que o viés para o preço da moeda americana segue de baixa, mirando R$ 1,60.
Fica a dúvida, também, sobre qual será a atitude do governo com dólar na linha de R$ 1,65. No último trimestre do ano passado, dólar entre R$ 1,65 a R$ 1,70 levou o governo a fazer ameaças e intervenções de fato no mercado via Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). E levou o Banco Central a comprar dólares duas vezes ao dia no mercado à vista. Ontem mesmo, foram feitas duas atuações, algo que não ocorria desde 8 de dezembro.
Vale a pena também prestar atenção aos dados da BM&F sobre a posição dos agentes referentes ao pregão de ontem.
Cabe lembrar que os estrangeiros fecharam 2010 com posição vendida de US$ 1,85 bilhão em dólar futuro e os bancos também estavam vendidos, mas em US$ 2,12 bilhões.
Colocando na conta os contratos de cupom cambial (DDI - juro em dólar), o estoque vendido do não residente sobe a US$ 8,56 bilhões. Já os bancos aparecem comprados em US$ 5,35 bilhões.
No mercado de juros futuros, os agentes continuam "comprando" o ajuste fiscal prometido pelo novo governo. Por isso, da perda de prêmio dos contratos mais longos (janeiro de 2012 em diante).
Já os vencimentos de prazo mais curto seguem mostrando que a Selic deve subir no primeiro encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), agendado para os dias 18 e 19 de janeiro.
Ontem, Alexandre Tombini tomou posse como presidente do Banco Central. Em seu discurso reafirmou o compromisso com o regime de metas de inflação, "política ideal" para frear a alta dos preços.
Também disse que recebeu uma missão da presidente Dilma Rousseff: a busca "incansável e intransigente" do poder de compra da moeda
Tombini também voltou a um tema de campanha, a redução da meta de inflação, hoje fixada em 4,5%. "Devemos discutir, no futuro, a convergência da meta de inflação a níveis mais baixos, semelhante aos países emergentes. Esse é um processo que devemos ter a ambição de perseguir, no futuro", disse o presidente.
Ainda no capítulo inflação, cabe lembrar que na sexta-feira é apresentado o IPCA de 2010, que deve ficar mais próximo do teto do que o centro da meta.
Índice Nikkei tem ajuste positivo e atinge máxima desde maio de 2010
O índice Nikkei atingiu a pontuação máxima desde 14 de maio de 2010 nesta terça-feira (4), impulsionado por um cenário econômico externo mais favorável e um ajuste ao desempenho positivo nos mercados acionários na véspera.
Também o índice Shanghai Composite indicou alta, com destaque para as ações de imobiliárias, sendo este o primeiro pregão em 2011, já que na sessão anterior – quando os mercados globais apontaram para valorização – as bolsas do Japão e da China estavam fechadas.
Nikkei +1,65
Hang Seng +0,99
Shanghai Composite +1,59
Na sessão anterior, indicadores econômicos dos EUA revelaram um cenário misto, com expansão maior que o estimado nos gastos com a construção civil, ao passo que o nível de atividade industrial veio abaixo do esperado – apesar de indicar a 17ª alta consecutiva na passagem mensal.
Assim, os investidores japoneses também receberam positivamente o fato de que o iene continuou o movimento de desvalorização frente ao dólar, favorecendo as exportações. Deste modo, diversas ações de empresas japonesas ligadas ao cenário externo se valorizaram.
Os papéis da Nikon dispararam 6,07%, enquanto os da Nissan registraram forte alta de 4,27%, ao passo que os da Mitsubishi Motors avançaram 2,54% e os da Kyocera Corporation subiram 2,65%.
Na China, a publicação semanal Century Weekly informou que o governo pode adiar a implantação de novos impostos sobre imóveis, levando as ações do setor a operarem em forte alta.
As ações da Poly Real Estate dispararam 9,92%, ao passo que as da Gemdale Corporation e da Beijing Capital Developmente avançaram 10,03%. O otimismo com o setor imobiliário também foi observado em Hong Kong, uma vez que as ações da China Overseas Land subiram 3,69%, acompanhadas pela valorização de 3,87% para as da Guangzhou R&F Properties e de 5,87% para as da Evergrande Real Estate.
Também o índice Shanghai Composite indicou alta, com destaque para as ações de imobiliárias, sendo este o primeiro pregão em 2011, já que na sessão anterior – quando os mercados globais apontaram para valorização – as bolsas do Japão e da China estavam fechadas.
Nikkei +1,65
Hang Seng +0,99
Shanghai Composite +1,59
Na sessão anterior, indicadores econômicos dos EUA revelaram um cenário misto, com expansão maior que o estimado nos gastos com a construção civil, ao passo que o nível de atividade industrial veio abaixo do esperado – apesar de indicar a 17ª alta consecutiva na passagem mensal.
Assim, os investidores japoneses também receberam positivamente o fato de que o iene continuou o movimento de desvalorização frente ao dólar, favorecendo as exportações. Deste modo, diversas ações de empresas japonesas ligadas ao cenário externo se valorizaram.
Os papéis da Nikon dispararam 6,07%, enquanto os da Nissan registraram forte alta de 4,27%, ao passo que os da Mitsubishi Motors avançaram 2,54% e os da Kyocera Corporation subiram 2,65%.
Na China, a publicação semanal Century Weekly informou que o governo pode adiar a implantação de novos impostos sobre imóveis, levando as ações do setor a operarem em forte alta.
As ações da Poly Real Estate dispararam 9,92%, ao passo que as da Gemdale Corporation e da Beijing Capital Developmente avançaram 10,03%. O otimismo com o setor imobiliário também foi observado em Hong Kong, uma vez que as ações da China Overseas Land subiram 3,69%, acompanhadas pela valorização de 3,87% para as da Guangzhou R&F Properties e de 5,87% para as da Evergrande Real Estate.
Bolsas da Ásia seguem em elevação; Xangai ganha 1,6%
Os principais mercados asiáticos seguiram em alta nesta terça-feira. Os investidores ficaram animados com a divulgação de bons números das economias dos Estados Unidos e da China.
Este foi o caso da Bolsa de Hong Kong, que atingiu a maior pontuação em sete semanas, alavancada ainda pelos mercados chineses. O Hang Seng subiu 232,43 pontos, ou 1%, e terminou aos 23.668,48 pontos, o melhor resultado desde 16 de novembro.
Na primeira sessão do ano, as Bolsas da China apresentaram forte elevação com a presença de investidores em busca de ofertas de ocasião no setor imobiliário e os ganhos nas mineradoras de carvão. O Xangai Composto subiu 1,6% e terminou aos 2.852,65 pontos. O Shenzhen Composto também subiu 1,6% e encerrou aos 1.311,33 pontos.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé encerrou em baixa, com realização de lucros nos setores financeiro, de turismo e em companhias aéreas. O índice Taiwan Weighted recuou 0,31%, aos 8.997,19 pontos.
Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul fechou em alta pela quinta sessão consecutiva, sustentada pelos ganhos nos setores de construção naval e transporte. O índice Kospi subiu 0,7% e encerrou aos 2.085,13 pontos.
Na Austrália, o primeiro pregão do ano na Bolsa de Sydney terminou praticamente estável, com as ações das seguradoras pressionadas pelas preocupações dos investidores acerca do impacto das enchentes que devastaram grandes áreas do Estado de Queensland. O índice S&P/ASX 200 recuou apenas 0,06%, aos 4.742,5 pontos.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, fechou praticamente estável, com os investidores ficando de lado. O índice PSE avançou apenas 0,08%, aos 4.218,73 pontos.
Este foi o caso da Bolsa de Hong Kong, que atingiu a maior pontuação em sete semanas, alavancada ainda pelos mercados chineses. O Hang Seng subiu 232,43 pontos, ou 1%, e terminou aos 23.668,48 pontos, o melhor resultado desde 16 de novembro.
Na primeira sessão do ano, as Bolsas da China apresentaram forte elevação com a presença de investidores em busca de ofertas de ocasião no setor imobiliário e os ganhos nas mineradoras de carvão. O Xangai Composto subiu 1,6% e terminou aos 2.852,65 pontos. O Shenzhen Composto também subiu 1,6% e encerrou aos 1.311,33 pontos.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé encerrou em baixa, com realização de lucros nos setores financeiro, de turismo e em companhias aéreas. O índice Taiwan Weighted recuou 0,31%, aos 8.997,19 pontos.
Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul fechou em alta pela quinta sessão consecutiva, sustentada pelos ganhos nos setores de construção naval e transporte. O índice Kospi subiu 0,7% e encerrou aos 2.085,13 pontos.
Na Austrália, o primeiro pregão do ano na Bolsa de Sydney terminou praticamente estável, com as ações das seguradoras pressionadas pelas preocupações dos investidores acerca do impacto das enchentes que devastaram grandes áreas do Estado de Queensland. O índice S&P/ASX 200 recuou apenas 0,06%, aos 4.742,5 pontos.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, fechou praticamente estável, com os investidores ficando de lado. O índice PSE avançou apenas 0,08%, aos 4.218,73 pontos.
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