As bolsas de valores da Europa fecharam em baixa nesta quarta-feira (2), com o aprofundamento dos conflitos na Líbia e tensões crescentes em outros países do mundo árabe fazendo o petróleo alcançar máximas recordes e incentivando o nervosismo entre os investidores de ações.
Temores de que a alta do petróleo possa prejudicar o crescimento econômico fizeram o índice das principais ações europeias, o FTSEurofirst 300, cair 0,58%, aos 1.155 pontos. O fluxo de capital migrou para ativos de menor risco, como o ouro e o franco suíço.
A divulgação de dados positivos sobre a geração de emprego nos Estados Unidos ajudou a limitar o declínio após Wall Street abrir em alta, mas preocupações geopolíticas com o Oriente Médio e o norte da África continuavam no foco dos europeus.
"Os investidores da Europa ainda estão um pouco céticos sobre o mercado, considerando a alta do petróleo, e não estão, portanto, seguindo os EUA", disse Daron Anyangwe, operador de ações do IG Index. "Você não verá muitos compradores com pressa em meio à persistência das preocupações políticas."
Contudo, o mercado pode avançar na quinta-feira se as bolsas norte-americanas fecharem no azul, acrescentou Anyangwe.
O setor automobilístico teve um dos piores desempenhos, perdendo 1,8%. BMW e Daimler caíram mais de 2,7% por receios sobre as vendas na Ásia e a demanda em geral em meio aos preços elevados de petróleo.
Mercados
Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 0,35%, a 5.914 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,58%, para 7.181 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,81%, para 4.034 pontos.
Em Milão, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,05%, para 22.238 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 retrocedeu 1,1%, para 10.643 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 encerrou em queda de 0,18%, para 7.974 pontos.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Mercados
Moedas – A volta da instabilidade no mercado de petróleo mudou o rumo dos mercados e a aversão ao risco provocou a subida do USD (até o Iene subiu).
BRL – O BC teve uma atuação mais discreta ontem (um leilão a termo e um a vista) porque a liquidez do mercado foi menor (o interbancário negociou apenas 1,4 bi) e o USD fechou praticamente estável (mundo afora ele subiu).
Juros – Na expectativa do número a ser divulgado hoje para a Selic, o DI futuro oscilou em torno da estabilidade e acabou fechando em ligeira baixa. O BC tem sido breve em seus comunicados, mas o mercado espera que desta vez seja diferente (para segurar as expectativas que mostram contínua deterioração). A maioria prevê que a autoridade continue no mesmo padrão de alta (0,50).
Bolsas – Ásia – A menor instabilidade observada no preço do petróleo, nas sessões londrina e americana do dia anterior, que fez as bolsas européias e americanas subirem, também provocou alta na Ásia. O recuo (esperado) nos PMIs da China levou o mercado a considerar a hipótese de um menor aperto monetário fortalecendo a onda positiva. No Japão, a alta do Iene e a aprovação do Orçamento para o exercício fiscal que se inicia no próximo mês fizeram o Nikkei apresentar o melhor desempenho da região. A bolsa de Sidney foi o contraponto e apresentou queda (um menor crescimento na China pode significar perda de valor para os metais e prejudicar o país).
Europa – A estabilidade no preço do petróleo não durou e as bolsas que estavam subindo na parte da manhã voltaram a cair na Europa. Pela primeira vez Bernanke mencionou que a recente alta no preço das commodities pode afetar os US, embora tenha ressaltado que os efeitos tendem a ser passageiros. Com isso, acabou anulando o efeito dos dados melhores e à medida que o preço do óleo subia as bolsas caíam.
S&P – A alta do petróleo se aprofundou na sessão americana e as bolsas fecharam na low do dia. Além do petróleo pesaram a notícia de que o Goldman Sachs pode perder causas jurídicas no valor de mais de 3 bilhões de dólares e afirmações de Bernanke que denotaram alguma preocupação com o efeito da alta de commodities sobre o desempenho da economia americana.
Bovespa – Assim como em NY fechou na low do dia.
Commodities – A situação se mostra mais frágil do que ela aparenta e os mercados são dominados pela volatilidade. Ontem sem que uma informação nova indicasse qualquer mudança, o preço do petróleo voltou a disparar assustando investidores e traders. Os mercados que apontavam na direção da normalização voltaram a ser afetados e os preços dos metais e dos grãos recuaram (pelo medo de que a recuperação – ainda incipiente – possa ser abortada).
Ásia – Como a Europa e os US não puderam partilhar do otimismo da Ásia por causa da forte alta do petróleo, as bolsas asiáticas devolveram os ganhos do dia anterior e caíram. Entretanto, a queda não foi tão pronunciada. Só no Japão ela foi mais forte porque a bolsa de Tóquio é a mais correlacionada com o Ocidente. Não houve informação nova relevante, até o petróleo ficou estável na sessão asiática.
Commodities – Depois da forte alta de ontem, o petróleo está estável. Os metais caem e os agrícolas continuam na vol de sempre (o que caiu ontem sobe hoje e vice versa).
Treasuries americanos – No dia anterior, a melhora dos mercados não havia feito os juros subirem, mas ontem enquanto os mercados subiam as taxas subiram. Com a piora no preço do petróleo (alta) e queda das bolsas, a alta se dissipou e os juros dos treasuries fecharam em baixa. Hoje, sobem na sessão européia, mas só quando NY abrir é que a tendência será definida (como ontem).
Europa – As bolsas européias descontam a piora das bolsas de NY depois que estavam fechadas e os investidores estão de olho no comportamento do mercado do petróleo para definirem suas estratégias. Na abertura dos negócios, o Brent chegou a cair para 114,50. Rapidamente subiu (116,36) e gravita em torno da estabilidade.
S&P futuro – Oscila com o preço do petróleo. Caía 0,2 às 08:00.
Nas duas semanas anteriores, o superávit semanal ficou em torno de 550 milhões na média. O item petróleo (incluído derivados) que historicamente apresenta déficit teve desempenho positivo. Isso fez uma grande diferença no resultado. Na semana passada, tudo voltou ao normal e o petróleo devolveu todo o ganho que tinha. Com isso, o saldo da balança de Fevereiro continuou (como nos meses recentes) sendo determinado pela exportação de minério de ferro que cresce substantivamente (efeito preço). No ano passado, as exportações de minério somaram 1.313 MM e este ano alcançaram 2.850 MM
BRL – O BC teve uma atuação mais discreta ontem (um leilão a termo e um a vista) porque a liquidez do mercado foi menor (o interbancário negociou apenas 1,4 bi) e o USD fechou praticamente estável (mundo afora ele subiu).
Juros – Na expectativa do número a ser divulgado hoje para a Selic, o DI futuro oscilou em torno da estabilidade e acabou fechando em ligeira baixa. O BC tem sido breve em seus comunicados, mas o mercado espera que desta vez seja diferente (para segurar as expectativas que mostram contínua deterioração). A maioria prevê que a autoridade continue no mesmo padrão de alta (0,50).
Bolsas – Ásia – A menor instabilidade observada no preço do petróleo, nas sessões londrina e americana do dia anterior, que fez as bolsas européias e americanas subirem, também provocou alta na Ásia. O recuo (esperado) nos PMIs da China levou o mercado a considerar a hipótese de um menor aperto monetário fortalecendo a onda positiva. No Japão, a alta do Iene e a aprovação do Orçamento para o exercício fiscal que se inicia no próximo mês fizeram o Nikkei apresentar o melhor desempenho da região. A bolsa de Sidney foi o contraponto e apresentou queda (um menor crescimento na China pode significar perda de valor para os metais e prejudicar o país).
Europa – A estabilidade no preço do petróleo não durou e as bolsas que estavam subindo na parte da manhã voltaram a cair na Europa. Pela primeira vez Bernanke mencionou que a recente alta no preço das commodities pode afetar os US, embora tenha ressaltado que os efeitos tendem a ser passageiros. Com isso, acabou anulando o efeito dos dados melhores e à medida que o preço do óleo subia as bolsas caíam.
S&P – A alta do petróleo se aprofundou na sessão americana e as bolsas fecharam na low do dia. Além do petróleo pesaram a notícia de que o Goldman Sachs pode perder causas jurídicas no valor de mais de 3 bilhões de dólares e afirmações de Bernanke que denotaram alguma preocupação com o efeito da alta de commodities sobre o desempenho da economia americana.
Bovespa – Assim como em NY fechou na low do dia.
Commodities – A situação se mostra mais frágil do que ela aparenta e os mercados são dominados pela volatilidade. Ontem sem que uma informação nova indicasse qualquer mudança, o preço do petróleo voltou a disparar assustando investidores e traders. Os mercados que apontavam na direção da normalização voltaram a ser afetados e os preços dos metais e dos grãos recuaram (pelo medo de que a recuperação – ainda incipiente – possa ser abortada).
Ásia – Como a Europa e os US não puderam partilhar do otimismo da Ásia por causa da forte alta do petróleo, as bolsas asiáticas devolveram os ganhos do dia anterior e caíram. Entretanto, a queda não foi tão pronunciada. Só no Japão ela foi mais forte porque a bolsa de Tóquio é a mais correlacionada com o Ocidente. Não houve informação nova relevante, até o petróleo ficou estável na sessão asiática.
Commodities – Depois da forte alta de ontem, o petróleo está estável. Os metais caem e os agrícolas continuam na vol de sempre (o que caiu ontem sobe hoje e vice versa).
Treasuries americanos – No dia anterior, a melhora dos mercados não havia feito os juros subirem, mas ontem enquanto os mercados subiam as taxas subiram. Com a piora no preço do petróleo (alta) e queda das bolsas, a alta se dissipou e os juros dos treasuries fecharam em baixa. Hoje, sobem na sessão européia, mas só quando NY abrir é que a tendência será definida (como ontem).
Europa – As bolsas européias descontam a piora das bolsas de NY depois que estavam fechadas e os investidores estão de olho no comportamento do mercado do petróleo para definirem suas estratégias. Na abertura dos negócios, o Brent chegou a cair para 114,50. Rapidamente subiu (116,36) e gravita em torno da estabilidade.
S&P futuro – Oscila com o preço do petróleo. Caía 0,2 às 08:00.
Nas duas semanas anteriores, o superávit semanal ficou em torno de 550 milhões na média. O item petróleo (incluído derivados) que historicamente apresenta déficit teve desempenho positivo. Isso fez uma grande diferença no resultado. Na semana passada, tudo voltou ao normal e o petróleo devolveu todo o ganho que tinha. Com isso, o saldo da balança de Fevereiro continuou (como nos meses recentes) sendo determinado pela exportação de minério de ferro que cresce substantivamente (efeito preço). No ano passado, as exportações de minério somaram 1.313 MM e este ano alcançaram 2.850 MM
Ásia: bolsas caem diante da alta do petróleo
As bolsas asiáticas fecharam em queda, diante da preocupação de que a turbulência política no norte da África e no Oriente Médio e a consequente elevação dos preços do petróleo afetem o crescimento econômico mundial.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,49% e fechou aos 23.048,66 pontos.
A queda generalizada das bolsas asiáticas provocou realizações de lucros nos mercados da China. O índice Xangai Composto baixou 0,2% e terminou aos 2.913,81 pontos. O índice Shenzhen Composto recuou 0,5% e encerrou aos 1.292,99 pontos.
O yuan teve leve baixa diante do dólar, em meio à cautela que prevaleceu antes da sessão anual de dois dias do Congresso Nacional do Povo, que começa no sábado. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5727 yuans, acima dos 6,5703 yuans do fechamento de terça-feira. O banco central fixou a paridade central em 6,5736 yuans por dólar, pouco acima dos 6,5706 de terça-feira e em grande medida refletindo as tendências dos mercados externos, disseram os operadores.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, encerrou em baixa, finalizando um período de três dias em alta, com os investidores realizando lucros em pesos pesados do setor de tecnologia e em empresas financeiras. O índice Taiwan Weighted retrocedeu 1,23% e fechou aos 8.619,90 pontos.
A Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, fechou em baixa, com investidores estrangeiros vendendo ações pela 6ª sessão consecutiva em meio à tensão que permanece na Líbia. Papéis de empresas aéreas e de construção permaneceram aquém do mercado amplo. O índice Kospi teve queda de 0,57% e encerrou aos 1.928,24 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney fechou na maior baixa em quatro semanas. O índice S&P/ASX 200 teve baixa de 0,48% e fechou aos 4.803,21 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila Também fechou em baixa, arrastada pelos resultados do mercado regional. O índice PSE caiu 0,28% e fechou aos 3.773,71 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou em baixa em meio aos resultados negativos nas demais bolsas asiáticas, uma vez que as contínuas agitações no Oriente Médio elevaram os preços dos petróleo e aumentaram as preocupações sobre a inflação e o enfraquecimento do crescimento econômico na Ásia. O índice Straits Times caiu 1,3% e terminou aos 3.027,51 pontos. Também pesaram no sentimento as perdas em Wall Street e nos mercados europeus.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, cedeu 0,8% e fechou aos 3.486,19 pontos, com realizações de lucros em muitas blue chips após recentes ganhos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, perdeu 0,7% e fechou aos 987,59 pontos, seguindo as baixas nas bolsas regionais. Preocupações com as pressões inflacionárias influíram no resultado, uma vez que as prolongadas tensões no Oriente Médio e no norte da África conduziram os preços do petróleo a alta.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,2% e fechou aos 1.499,28 pontos, em amplo movimento de vendas, com o sentimento afetado pela alta dos preços do petróleo e contínuas preocupações com os distúrbios no Oriente Médio
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,49% e fechou aos 23.048,66 pontos.
A queda generalizada das bolsas asiáticas provocou realizações de lucros nos mercados da China. O índice Xangai Composto baixou 0,2% e terminou aos 2.913,81 pontos. O índice Shenzhen Composto recuou 0,5% e encerrou aos 1.292,99 pontos.
O yuan teve leve baixa diante do dólar, em meio à cautela que prevaleceu antes da sessão anual de dois dias do Congresso Nacional do Povo, que começa no sábado. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5727 yuans, acima dos 6,5703 yuans do fechamento de terça-feira. O banco central fixou a paridade central em 6,5736 yuans por dólar, pouco acima dos 6,5706 de terça-feira e em grande medida refletindo as tendências dos mercados externos, disseram os operadores.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, encerrou em baixa, finalizando um período de três dias em alta, com os investidores realizando lucros em pesos pesados do setor de tecnologia e em empresas financeiras. O índice Taiwan Weighted retrocedeu 1,23% e fechou aos 8.619,90 pontos.
A Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, fechou em baixa, com investidores estrangeiros vendendo ações pela 6ª sessão consecutiva em meio à tensão que permanece na Líbia. Papéis de empresas aéreas e de construção permaneceram aquém do mercado amplo. O índice Kospi teve queda de 0,57% e encerrou aos 1.928,24 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney fechou na maior baixa em quatro semanas. O índice S&P/ASX 200 teve baixa de 0,48% e fechou aos 4.803,21 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila Também fechou em baixa, arrastada pelos resultados do mercado regional. O índice PSE caiu 0,28% e fechou aos 3.773,71 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou em baixa em meio aos resultados negativos nas demais bolsas asiáticas, uma vez que as contínuas agitações no Oriente Médio elevaram os preços dos petróleo e aumentaram as preocupações sobre a inflação e o enfraquecimento do crescimento econômico na Ásia. O índice Straits Times caiu 1,3% e terminou aos 3.027,51 pontos. Também pesaram no sentimento as perdas em Wall Street e nos mercados europeus.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, cedeu 0,8% e fechou aos 3.486,19 pontos, com realizações de lucros em muitas blue chips após recentes ganhos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, perdeu 0,7% e fechou aos 987,59 pontos, seguindo as baixas nas bolsas regionais. Preocupações com as pressões inflacionárias influíram no resultado, uma vez que as prolongadas tensões no Oriente Médio e no norte da África conduziram os preços do petróleo a alta.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,2% e fechou aos 1.499,28 pontos, em amplo movimento de vendas, com o sentimento afetado pela alta dos preços do petróleo e contínuas preocupações com os distúrbios no Oriente Médio
Tóquio cai 2,4%, maior baixa desde 31 de agosto
A Bolsa de Tóquio sofreu sua maior baixa desde 31 de agosto do ano passado, com a continuação dos levantes no norte da África e a disparada dos contratos futuros de petróleo despertando dúvidas sobre as perspectivas de crescimento econômico global. O índice Nikkei 225 caiu 261,65 pontos, ou 2,4%, e fechou aos 10.492,38 pontos, sua mínima intraday. O índice apagou a maior parte da valorização de 2,9% acumulada nas três sessões anteriores.
As ações caíram fortemente desde a abertura do pregão, depois de os contratos futuros de petróleo dispararem outra vez na Nymex nesta terça-feira, levando as bolsas da Europa e dos EUA a mergulharem. "Todo mundo está nervoso com o petróleo e a situação no norte da África", disse Yutaka Shiraki, estrategista da Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities
As ações caíram fortemente desde a abertura do pregão, depois de os contratos futuros de petróleo dispararem outra vez na Nymex nesta terça-feira, levando as bolsas da Europa e dos EUA a mergulharem. "Todo mundo está nervoso com o petróleo e a situação no norte da África", disse Yutaka Shiraki, estrategista da Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities
terça-feira, 1 de março de 2011
Analise Tecnica
INDÍCE FUTURO- A alta da abertura chegou a romper a principal
correção curta em 68.230, mas na sequencia passou por forte
realização intraday, que voltou a subir ao se aproximar da principal
retração em 67.250. Se romper os 68.230 deve ganhar força e
chegar a 69.120 e 69.800, este onde pode passar por ajuste. Se
perder 67.790(stop) deve vir a 67.250, 66.970 e 66.360.
IBOVESPA- O nível de oscilação segue muito elevado, mas como
a queda da tarde respeitou a principal retração em 66.572 pode
passar por uma alta mais forte e chegar ao objetivo não tocado de
67.757 e acima dele acelera para 68.900, onde deve ajustar
parcialmente. A perda de 66.952(stop) apontará nova queda, que
chegará a 66.388 e 65.623.
DOW JONES - Ao testar a terceira correção em 12.235 o Dow de
fato passou por um ajuste técnico, que sequer chegou na primeira
retração em 12.137, o que foi um sinal positivo. Se romper os 12.235
vai a 12.304(principal) e 12.391, sendo que acima do pico acelera
para o ainda não tocado 12.545. A perda de 12.137 aponta queda
e potencial teste de 12.078 e 12.036(principal).
PETROBRÁS PN - Mais uma vez o papel respeitou o suporte formado
em R$28,15, o que foi positivo, mas ainda terá que romper
R$28,84 para que engrene de novo em alta e possivelmente chegará
a R$29,26 e R$29,90, este novo ponto de realização. Sto agora
somente se perder R$28,15 o que o levará a R$ R$27,89 e R$27,52
(principal), este um bom ponto de compras.
VALE PNA- A alta da última hora tende a ganhar força se confirmar
o rompimento da primeira correção em R$49,60, chegando inicialmente
a R$50,11 (principal) e R$50,38, sendo que acima deste vai a
R$50,73, onde deve realizar. Uma nova queda se complica abaixo de
R$49,01 e deverá chegar a R$48,17,acelerando abaixo deste fundo
para R$47,11.
correção curta em 68.230, mas na sequencia passou por forte
realização intraday, que voltou a subir ao se aproximar da principal
retração em 67.250. Se romper os 68.230 deve ganhar força e
chegar a 69.120 e 69.800, este onde pode passar por ajuste. Se
perder 67.790(stop) deve vir a 67.250, 66.970 e 66.360.
IBOVESPA- O nível de oscilação segue muito elevado, mas como
a queda da tarde respeitou a principal retração em 66.572 pode
passar por uma alta mais forte e chegar ao objetivo não tocado de
67.757 e acima dele acelera para 68.900, onde deve ajustar
parcialmente. A perda de 66.952(stop) apontará nova queda, que
chegará a 66.388 e 65.623.
DOW JONES - Ao testar a terceira correção em 12.235 o Dow de
fato passou por um ajuste técnico, que sequer chegou na primeira
retração em 12.137, o que foi um sinal positivo. Se romper os 12.235
vai a 12.304(principal) e 12.391, sendo que acima do pico acelera
para o ainda não tocado 12.545. A perda de 12.137 aponta queda
e potencial teste de 12.078 e 12.036(principal).
PETROBRÁS PN - Mais uma vez o papel respeitou o suporte formado
em R$28,15, o que foi positivo, mas ainda terá que romper
R$28,84 para que engrene de novo em alta e possivelmente chegará
a R$29,26 e R$29,90, este novo ponto de realização. Sto agora
somente se perder R$28,15 o que o levará a R$ R$27,89 e R$27,52
(principal), este um bom ponto de compras.
VALE PNA- A alta da última hora tende a ganhar força se confirmar
o rompimento da primeira correção em R$49,60, chegando inicialmente
a R$50,11 (principal) e R$50,38, sendo que acima deste vai a
R$50,73, onde deve realizar. Uma nova queda se complica abaixo de
R$49,01 e deverá chegar a R$48,17,acelerando abaixo deste fundo
para R$47,11.
Mercados
Moedas – O mercado acredita que o ECB vá aumentar os juros antes do Fed e isso tem favorecido a alta do Euro. Ontem, o primeiro ministro de Luxemburgo disse que em duas semanas é possível que seja anunciada a nova regra de socorro aos países europeus com problemas e que ela afastará o risco da região (mais um ponto favorável à moeda européia). Depois da alta de 6ª, o AUD ficou praticamente estável à espera da reunião do RBA (manteve os juros).
BRL – A atuação do BC para tentar conter a alta do BRL começou logo que o horário comercial dos bancos se iniciou e em ½ hora anunciou quatro leilões em sequência (os dois primeiros a termo; logo depois um de swap - 1,5 bi - e por último o leilão à vista – à tarde anunciou um outro). A forte interferência alterou o rumo do mercado e fizeram a moeda perder valor no final do dia (na contramão do mercado internacional). No mês de Março, os bancos deverão usar mais de 3 bi do fluxo de spot para equalizar a posição vendida (para os 10 bi anunciados pelo BC em Janeiro). Se o BC continuar colocando os mesmos 6,3 bi que colocou de swap, o mercado necessitará de 9,3 bi para cumprir com os dois compromissos.
Juros – O detalhamento dos cortes fiscais provocou a queda dos juros e o mercado devolveu o prêmio de alta maior que ocorreu na 5ª da semana passada. Em consequência a ponta longa apresentou tendência de inclinação positivamente maior.
Bolsas – Ásia – Apesar do receio com a crise do Oriente Médio, as altas da Europa e NY na 6ª prevaleceram e os mercados asiáticos após abrirem em queda se recuperaram e fecharam na high do dia (casos do Nikkei, Shanghai e HK). A exceção foi a bolsa de Seul que fechou próximo da low (queda de 1,2) por causa de ameaças do vizinho do Norte (como era feriado hoje os investidores preferiram não correr riscos).
Europa – Com exceção do FTSE que caiu por causa do balanço de um grande banco, as bolsas européias subiram repercutindo a diminuição da incerteza com o preço do petróleo depois que a Arábia Saudita aumentou o bombeamento do óleo.
S&P – Com a ajuda de dados econômicos positivos, as bolsas americanas também repercutiram as boas novas do mercado de óleo.
Bovespa – Mesmo com a queda das ações do setor de empreendimentos imobiliários (por causa do corte no programa Minha Casa Minha Vida), a bolsa paulista acompanhou o movimento externo e subiu.
Commodities – O mercado já não vê com tanto problema a crise líbia (Arábia Saudita pode suprir qualquer parada brusca no fornecimento e já começou a produzir mais) e o petróleo caiu puxando os metais para cima e também os agrícolas (a exceção foi a soja que caiu). A fala tranquilizadora de Wen Jiabao também ajudou a fortalecer a alta das commodities (ele disse que o país perseguirá um crescimento entre 7 e 7,5 e acham que neste patamar não estariam agredindo a natureza).
Ásia – A menor instabilidade no mercado de óleo, a alta das bolsas na Europa e nos US ontem e as indicações de moderação no crescimento industrial chinês (que pode diminuir a pressão por mais aperto monetário) fez as bolsas asiáticas subirem, com destaque para o Nikkei (as empresas japonesas são muito interdependentes do que ocorre no Ocidente). A tendência de queda do Iene na sessão asiática também ajudou o movimento. A pior performance ficou com a bolsa australiana, apesar do RBA ter mantido os juros estáveis e levado o AUD a perder valor (menor crescimento na China não é um bom indicador para a Austrália).
Commodities – Os diversos voltam para o modo de alta e as commodities sobem (inclusive o petróleo que tanto causou confusão nos últimos dias). Entretanto, os ganhos são modestos para os metais (por causa da perspectiva de menor crescimento na China) e os agrícolas apresentam a mesma vol.
Treasuries americanos – A melhora dos mercados com a diminuição das incertezas com o petróleo não provocou alta nos juros ontem por causa das compras do Fed (ração diária do QE2). Hoje, o mercado responde ao movimento dos demais mercados e sobe.
Europa – A alta na Ásia já seria um reforço para a continuidade dos ganhos das bolsas européias. Com dados positivos de emprego na Zona do Euro, alta de preços de imóveis e perspectiva melhor da indústria em UK, os mercados sobem (mesmo com o petróleo subindo). O que atrapalha um pouco o desempenho do FTSE é a revisão para baixo do crescimento da Inglaterra.
S&P futuro – No vácuo da Ásia e da Europa subia 0,4 às 08:15.
- O BC vendeu US$ 6,3 bi de swaps no mês de Fevereiro e o estoque dessas operações soma mais de US$ 9,8 bi (um valor que começa a fazer frente aos 11/12 bi vendidos por gringos no futuro).
- Amanhã o IBGE divulga a Produção Industrial do mês de Janeiro, a projeção da BGC Liquidez é de estabilidade em relação ao mês de dezembro (0,0%). Embora a produção de veículos automotores tenha contribuído para o resultado insatisfatório da indústria no mês, em razão das medidas de restrição ao crédito implantadas pelo BC, fica cada vez mais evidente que o momento ruim atravessado pela indústria não tem origem em eventos pontuais e já tem impactos em setores diversos da estrutura industrial brasileira. O constante aprofundamento do déficit comercial dos produtos industrializados e o iminente aperto monetário não prospectam alterações nesse cenário.
BRL – A atuação do BC para tentar conter a alta do BRL começou logo que o horário comercial dos bancos se iniciou e em ½ hora anunciou quatro leilões em sequência (os dois primeiros a termo; logo depois um de swap - 1,5 bi - e por último o leilão à vista – à tarde anunciou um outro). A forte interferência alterou o rumo do mercado e fizeram a moeda perder valor no final do dia (na contramão do mercado internacional). No mês de Março, os bancos deverão usar mais de 3 bi do fluxo de spot para equalizar a posição vendida (para os 10 bi anunciados pelo BC em Janeiro). Se o BC continuar colocando os mesmos 6,3 bi que colocou de swap, o mercado necessitará de 9,3 bi para cumprir com os dois compromissos.
Juros – O detalhamento dos cortes fiscais provocou a queda dos juros e o mercado devolveu o prêmio de alta maior que ocorreu na 5ª da semana passada. Em consequência a ponta longa apresentou tendência de inclinação positivamente maior.
Bolsas – Ásia – Apesar do receio com a crise do Oriente Médio, as altas da Europa e NY na 6ª prevaleceram e os mercados asiáticos após abrirem em queda se recuperaram e fecharam na high do dia (casos do Nikkei, Shanghai e HK). A exceção foi a bolsa de Seul que fechou próximo da low (queda de 1,2) por causa de ameaças do vizinho do Norte (como era feriado hoje os investidores preferiram não correr riscos).
Europa – Com exceção do FTSE que caiu por causa do balanço de um grande banco, as bolsas européias subiram repercutindo a diminuição da incerteza com o preço do petróleo depois que a Arábia Saudita aumentou o bombeamento do óleo.
S&P – Com a ajuda de dados econômicos positivos, as bolsas americanas também repercutiram as boas novas do mercado de óleo.
Bovespa – Mesmo com a queda das ações do setor de empreendimentos imobiliários (por causa do corte no programa Minha Casa Minha Vida), a bolsa paulista acompanhou o movimento externo e subiu.
Commodities – O mercado já não vê com tanto problema a crise líbia (Arábia Saudita pode suprir qualquer parada brusca no fornecimento e já começou a produzir mais) e o petróleo caiu puxando os metais para cima e também os agrícolas (a exceção foi a soja que caiu). A fala tranquilizadora de Wen Jiabao também ajudou a fortalecer a alta das commodities (ele disse que o país perseguirá um crescimento entre 7 e 7,5 e acham que neste patamar não estariam agredindo a natureza).
Ásia – A menor instabilidade no mercado de óleo, a alta das bolsas na Europa e nos US ontem e as indicações de moderação no crescimento industrial chinês (que pode diminuir a pressão por mais aperto monetário) fez as bolsas asiáticas subirem, com destaque para o Nikkei (as empresas japonesas são muito interdependentes do que ocorre no Ocidente). A tendência de queda do Iene na sessão asiática também ajudou o movimento. A pior performance ficou com a bolsa australiana, apesar do RBA ter mantido os juros estáveis e levado o AUD a perder valor (menor crescimento na China não é um bom indicador para a Austrália).
Commodities – Os diversos voltam para o modo de alta e as commodities sobem (inclusive o petróleo que tanto causou confusão nos últimos dias). Entretanto, os ganhos são modestos para os metais (por causa da perspectiva de menor crescimento na China) e os agrícolas apresentam a mesma vol.
Treasuries americanos – A melhora dos mercados com a diminuição das incertezas com o petróleo não provocou alta nos juros ontem por causa das compras do Fed (ração diária do QE2). Hoje, o mercado responde ao movimento dos demais mercados e sobe.
Europa – A alta na Ásia já seria um reforço para a continuidade dos ganhos das bolsas européias. Com dados positivos de emprego na Zona do Euro, alta de preços de imóveis e perspectiva melhor da indústria em UK, os mercados sobem (mesmo com o petróleo subindo). O que atrapalha um pouco o desempenho do FTSE é a revisão para baixo do crescimento da Inglaterra.
S&P futuro – No vácuo da Ásia e da Europa subia 0,4 às 08:15.
- O BC vendeu US$ 6,3 bi de swaps no mês de Fevereiro e o estoque dessas operações soma mais de US$ 9,8 bi (um valor que começa a fazer frente aos 11/12 bi vendidos por gringos no futuro).
- Amanhã o IBGE divulga a Produção Industrial do mês de Janeiro, a projeção da BGC Liquidez é de estabilidade em relação ao mês de dezembro (0,0%). Embora a produção de veículos automotores tenha contribuído para o resultado insatisfatório da indústria no mês, em razão das medidas de restrição ao crédito implantadas pelo BC, fica cada vez mais evidente que o momento ruim atravessado pela indústria não tem origem em eventos pontuais e já tem impactos em setores diversos da estrutura industrial brasileira. O constante aprofundamento do déficit comercial dos produtos industrializados e o iminente aperto monetário não prospectam alterações nesse cenário.
Bolsas da Ásia fecham em alta com atividade industrial da China
A maior parte das bolsas asiáticas fechou em alta, estimuladas pelos dois indicadores da atividade industrial da China divulgados nesta terça-feira. Os Índices de Gerentes de Compra (PMIs, na sigla em inglês) divulgados pela Federação de Logística e Compra da China (CFLP, na sigla em inglês) e pelo HSBC mostraram que a atividade continuou a se expandir do país em fevereiro, embora num ritmo menor, o que diminuiu o temor de um aperto monetário. A Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, não teve operações por causa de um feriado.
A Bolsa de Tóquio fechou em alta, na medida em que o iene mais fraco e as renovadas esperanças em relação aos dados econômicos dos EUA sustentaram as ações das principais exportadoras, enquanto as ações da agência de publicidade Dentsu tiveram forte alta com o anúncio de uma aliança da empresa com o Facebook. O índice Nikkei 225 avançou 129,94 pontos, ou 1,2%, e fechou aos 10.754,03 pontos.
A Bolsa de Hong Kong fechou em alta pelo terceiro dia seguido, acompanhando a tendência dos mercados chineses. O índice Hang Seng avançou 0,25% e fechou aos 23.396,42 pontos.
Na China, a diminuição do temor de novo aperto monetário fez o Xangai Composto ter alta de 0,5%, fechando aos 2.918,92 pontos; enquanto o Shenzhen Composto avançou 0,2%, terminando aos 1.298,87 pontos.
O yuan subiu ligeiramente diante do dólar após o banco central fixar a paridade próxima à mínima histórica. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5703 yuans, de 6,5716 yuans de segunda-feira e com alta acumulada de 3,9% desde junho, quando a China abandonou efetivamente a âncora cambial. A paridade central foi fixada em 6,5703 yuans, contra 6,5752 yuans na segunda-feira e bem perto da mínima histórica de 6,5705 yuans, fixada em 21 de fevereiro.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé fechou em alta, estendendo os 0,68% registrados na sexta-feira. O índice Taiwan Weighted avançou 1,49% e fechou aos 8.727,56 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney encerrou o dia em leve baixa, apesar dos resultados positivos do mercado norte-americano. As quedas das ações de companhias financeiras e de energia neutralizaram os ganhos das mineradoras e de empresas de bens de consumo. O índice S&P/ASX 200 teve baixa de 0,11% e fechou aos 4.826,40 pontos.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, também encerrou o dia em alta. O índice PSE subiu 0,46% e fechou aos 3.784.23 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve alta, uma vez que os preços estáveis do petróleo e positivos sinais de levantamentos sobre o crescimento do setor manufatureiro na China amenizaram o sentimento negativo originado das agitações no Oriente Médio e temores sobre mais medidas de aperto da política monetária. O índice Straits Times ganhou 1,9% e fechou aos 3.067,60 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, avançou 1,2% e fechou aos 3.512,61 pontos, ajudado por expectativas de que o banco central vai manter inalterada a taxa de juros em 6,75% na sua reunião de política monetária sexta-feira depois de divulgada benigna inflação de fevereiro.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, valorizou 0,7% e fechou aos 994,48 pontos, em sintonia com os ganhos nas demais bolsas regionais. Papeis de bancos se sobressaíram, uma vez que estavam atrasados em relação ao recente rali do mercado.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,7% e fechou aos 1.502,24 pontos
A Bolsa de Tóquio fechou em alta, na medida em que o iene mais fraco e as renovadas esperanças em relação aos dados econômicos dos EUA sustentaram as ações das principais exportadoras, enquanto as ações da agência de publicidade Dentsu tiveram forte alta com o anúncio de uma aliança da empresa com o Facebook. O índice Nikkei 225 avançou 129,94 pontos, ou 1,2%, e fechou aos 10.754,03 pontos.
A Bolsa de Hong Kong fechou em alta pelo terceiro dia seguido, acompanhando a tendência dos mercados chineses. O índice Hang Seng avançou 0,25% e fechou aos 23.396,42 pontos.
Na China, a diminuição do temor de novo aperto monetário fez o Xangai Composto ter alta de 0,5%, fechando aos 2.918,92 pontos; enquanto o Shenzhen Composto avançou 0,2%, terminando aos 1.298,87 pontos.
O yuan subiu ligeiramente diante do dólar após o banco central fixar a paridade próxima à mínima histórica. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5703 yuans, de 6,5716 yuans de segunda-feira e com alta acumulada de 3,9% desde junho, quando a China abandonou efetivamente a âncora cambial. A paridade central foi fixada em 6,5703 yuans, contra 6,5752 yuans na segunda-feira e bem perto da mínima histórica de 6,5705 yuans, fixada em 21 de fevereiro.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé fechou em alta, estendendo os 0,68% registrados na sexta-feira. O índice Taiwan Weighted avançou 1,49% e fechou aos 8.727,56 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney encerrou o dia em leve baixa, apesar dos resultados positivos do mercado norte-americano. As quedas das ações de companhias financeiras e de energia neutralizaram os ganhos das mineradoras e de empresas de bens de consumo. O índice S&P/ASX 200 teve baixa de 0,11% e fechou aos 4.826,40 pontos.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, também encerrou o dia em alta. O índice PSE subiu 0,46% e fechou aos 3.784.23 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve alta, uma vez que os preços estáveis do petróleo e positivos sinais de levantamentos sobre o crescimento do setor manufatureiro na China amenizaram o sentimento negativo originado das agitações no Oriente Médio e temores sobre mais medidas de aperto da política monetária. O índice Straits Times ganhou 1,9% e fechou aos 3.067,60 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, avançou 1,2% e fechou aos 3.512,61 pontos, ajudado por expectativas de que o banco central vai manter inalterada a taxa de juros em 6,75% na sua reunião de política monetária sexta-feira depois de divulgada benigna inflação de fevereiro.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, valorizou 0,7% e fechou aos 994,48 pontos, em sintonia com os ganhos nas demais bolsas regionais. Papeis de bancos se sobressaíram, uma vez que estavam atrasados em relação ao recente rali do mercado.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,7% e fechou aos 1.502,24 pontos
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