Moedas – A fala de um membro do ECB sugerindo que a autoridade reagirá se a alta de preços das commodities tiver efeitos secundários (aumento de salários, por exemplo) fez o Euro subir. Entretanto, a alta do juro chinês (e seus efeitos sobre o preço de commodities) freou o movimento em outras moedas por algum momento, mas ao longo do dia o mercado resolveu relevar os efeitos da medida.
BRL – O BC interferiu menos no mercado ontem (só houve os leilões de spot) e a moeda brasileira voltou a subir. O BRL também foi ajudado pelo desprezo a alta dos juros chineses demonstrado pelos diversos mercados (até de commodities). Um freio mais firme por lá pode prejudicar o desempenho econômico do mundo.
Juros – O dado de inflação não trouxe informação nova que pudesse ratificar a previsão de alta ainda maior do IPCA (a contínua subida do número desde Outubro do ano passado tem motivado a elevação dos juros). Com isso, as taxas dos DIs voltaram a recuar na BM&F. Outro contraponto à tendência de alta foi anúncio de que o corte de gastos deve ser anunciado na 6ª (isso deve esfriar as apostas até lá porque o mercado vai esperar para ver o que o governo tem para mostrar).
Bolsas – Ásia – Os mercados que apresentaram comportamento mais cauteloso no mercado asiático (medo de China) estavam corretos, pois o PBoC anunciou aumentos dos juros. O Nikkei e a bolsa de Sidney preferiram olhar o comportamento das bolsas da Europa e em NY do dia anterior e subiram. Hoje saberemos qual aposta foi a mais acertada.
Europa – As bolsas européias atropelaram a alta do juro chinês, a proposta de nova taxação dos bancos ingleses pelo governo de UK e a produção industrial menor na Alemanha (também tinham que descontar a piora de NY na 2ª depois que a Europa já tinha fechado) e subiram.
S&P – Na ausência de notícias e com baixa liquidez as bolsas de NY foram no embalo dos diversos mercados, também subindo e relevando a novidade chinesa. As boas vendas do McDonald’s no mês de Janeiro levaram as ações do setor de Consumo a puxarem a alta.
Bovespa – Após um início titubeante por causa da alta dos juros na China, a bolsa paulista se descolou do movimento externo e subiu (após o movimento aqui, lá fora também se firmou relevando a medida chinesa). Justamente, as ações dos setores que mais caíram nessas últimas semanas se recuperaram: bancos, empreendimentos imobiliários e consumo. São setores que podem ser afetados pela elevação esperada nos juros e por isso, o recuo das taxas dos DIs futuros foi fundamental para consolidar a alta destas ações.
Commodities – A elevação dos juros na China, embora tenha afetado alguns itens, não alterou a trajetória de alta das commodities (se o mercado não tiver medo da China do que terá?). Logo após a decisão parecia que o mercado reagiria negativamente ao aumento, mas ao longo do dia o temor foi se desfazendo e o petróleo e o cobre passaram a subir. Nos agrícolas, o destaque ficou por conta da alta do trigo e, na ponta inversa, o recuo do açúcar foi mais exagerado ainda.
Ásia – O mercado asiático reagiu com mais cautela (que a Europa e NY) a alta dos juros na China. Respeitando as prováveis conseqüências negativas da medida, as bolsas asiáticas recuaram como um todo, apesar de algumas praças ainda terem iniciado os negócios em alta. Caso do Japão que chegou a subir 0,6.
Commodities – Mesmo com as ações caindo na Ásia, as commodities continuam apresentando tendência de alta nos negócios da sessão européia dos futuros. A exceção é o cobre que, respeitando a decisão chinesa, recua ligeiramente.
Treasuries americanos – A alta de preço dos diversos ativos ontem, mesmo com a temida subida de juros na China se confirmando, foi um sinal importante para reforçar a trajetória de elevação dos juros americanos que se vem observando há meses. A menor demanda pelo papel de três anos (indicando alguma dúvida em relação às decisões futuras do Fed) ajudou a consolidar a visão mais pessimista. Hoje, tem leilão de 10 anos, mas as taxas recuam um pouco depois das fortes altas de ontem.
Europa – A queda das bolsas na Ásia inibe hoje o desejo demonstrado ontem pelo mercado europeu de relevar a decisão chinesa. Na parte da manhã, o FTSE apresentava tendência de baixa e o Dax gravitava em torno do zero a zero.
S&P futuro – Às 08:10, recuava 0,3 nos negócios da sessão européia do índice. Como ontem, nenhum indicador econômico será divulgado.
OBS: - A China voltou a elevar os juros (em 0,25 pct) às vésperas da retomada das atividades pós comemoração da passagem de ano. A reação do mercado, inicialmente, foi de pessimismo, mas a trajetória foi se alterando ao longo do dia. Se os mercados continuarem relevando a decisão e o mundo continuar no modo de alta em que se encontra, o PBoC terá que carregar na dose de restrições ainda mais.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Bolsas da Ásia têm leve alta, mas Hong Kong cai 1,5%
A maioria dos mercados asiáticos fechou em ligeira elevação nesta segunda-feira. A procura por barganhas e a valorização em Wall Street animaram os investidores. Não houve negociações na China e em Taiwan por ser feriado.
A Bolsa de Tóquio fechou em alta depois que uma desvalorização do iene e uma queda na taxa de desemprego dos EUA, divulgada na sexta-feira, revigoraram as esperanças de recuperação da economia global, sustentando ações de empresas exportadoras, como Toyota e Nikon. O índice Nikkei 225 ganhou 48,52, ou 0,5%, e fechou aos 10.592,04 pontos.
A exceção foi a Bolsa de Hong Kong, que apresentou forte baixa, após duas sessões e meia de interrupção dos negócios por causa do feriado do Ano Novo Lunar. O índice Hang Seng caiu 355,37 pontos, ou 1,49%, e terminou aos 23.553,39 pontos.
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul teve alta de 0,5% e fechou aos 2.107,83 pontos, mas bem distante de sua máxima intraday por causa das realizações de lucros com ações dos setores de energia e construção naval.
Na Austrália, os ganhos com ações de bancos compensaram a realização de lucros com papéis da Myer, maior operadora de lojas de departamento do país, e as pequenas baixas nas ações das empresas de commodities. O índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney encerrou com avanço de 0,1%, fechando aos 4.868,5 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou em leve alta, impulsionada por caçadores de barganhas em busca de blue chips no final da sessão. Os ganhos do mercado regional e de Wall Street ajudaram a elevar a confiança dos investidores. O índice PSE avançou 0,20% e fechou aos 3.880,03 pontos.
Reiteradas preocupações sobre a agitação no Egito, combinadas com inquietações de que algumas economias regionais podem enfrentar mais medidas de aperto fizeram a Bolsa de Cingapura fechar em baixa. O índice Straits Times recuou 0,6% e fechou aos 3.192,18 pontos depois de ter atingido 3.232,99 na manhã, com o mercado reabriu após duas sessões e meia de parada por causa do feriado do Ano Novo Lunar.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, cedeu 0,2% e fechou aos 3.487,70 pontos em fraco volume uma vez que os investidores realizaram lucros em papeis de commodities depois de recentes ganhos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, teve alta de 0,1% e fechou aos 985,.63 pontos, recuperando-se na parte da tarde após pairar na maior parte do dia na esteira dos confrontos fatais na fronteira Tailândia-Camboja.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve alta de 0,2% e fechou aos 1.535,60 pontos, uma vez que os investidores retornaram após os feriados do Ano Novo Lunar. Ações do setor de agricultura lideraram o avanço, com a previsão de forte alta do óleo de palma cru
A Bolsa de Tóquio fechou em alta depois que uma desvalorização do iene e uma queda na taxa de desemprego dos EUA, divulgada na sexta-feira, revigoraram as esperanças de recuperação da economia global, sustentando ações de empresas exportadoras, como Toyota e Nikon. O índice Nikkei 225 ganhou 48,52, ou 0,5%, e fechou aos 10.592,04 pontos.
A exceção foi a Bolsa de Hong Kong, que apresentou forte baixa, após duas sessões e meia de interrupção dos negócios por causa do feriado do Ano Novo Lunar. O índice Hang Seng caiu 355,37 pontos, ou 1,49%, e terminou aos 23.553,39 pontos.
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul teve alta de 0,5% e fechou aos 2.107,83 pontos, mas bem distante de sua máxima intraday por causa das realizações de lucros com ações dos setores de energia e construção naval.
Na Austrália, os ganhos com ações de bancos compensaram a realização de lucros com papéis da Myer, maior operadora de lojas de departamento do país, e as pequenas baixas nas ações das empresas de commodities. O índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney encerrou com avanço de 0,1%, fechando aos 4.868,5 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou em leve alta, impulsionada por caçadores de barganhas em busca de blue chips no final da sessão. Os ganhos do mercado regional e de Wall Street ajudaram a elevar a confiança dos investidores. O índice PSE avançou 0,20% e fechou aos 3.880,03 pontos.
Reiteradas preocupações sobre a agitação no Egito, combinadas com inquietações de que algumas economias regionais podem enfrentar mais medidas de aperto fizeram a Bolsa de Cingapura fechar em baixa. O índice Straits Times recuou 0,6% e fechou aos 3.192,18 pontos depois de ter atingido 3.232,99 na manhã, com o mercado reabriu após duas sessões e meia de parada por causa do feriado do Ano Novo Lunar.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, cedeu 0,2% e fechou aos 3.487,70 pontos em fraco volume uma vez que os investidores realizaram lucros em papeis de commodities depois de recentes ganhos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, teve alta de 0,1% e fechou aos 985,.63 pontos, recuperando-se na parte da tarde após pairar na maior parte do dia na esteira dos confrontos fatais na fronteira Tailândia-Camboja.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve alta de 0,2% e fechou aos 1.535,60 pontos, uma vez que os investidores retornaram após os feriados do Ano Novo Lunar. Ações do setor de agricultura lideraram o avanço, com a previsão de forte alta do óleo de palma cru
Venezuela prevê petróleo a US$ 200 se Suez fechar
O ministro do Petróleo da Venezuela, Rafael Ramirez, disse que o preço do petróleo poderá saltar para US$ 200 por barril se houver uma escalada na crise política no Egito que leve ao fechamento do canal de Suez. Para Ramirez, o fechamento do canal justificaria a convocação de uma reunião de emergência da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep); a próxima reunião regular do cartel de países exportadores está marcada para junho.
Ramirez ressalvou que as condições do mercado continuam "normais" e que não houve nenhuma redução na oferta de petróleo até o momento.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro de petróleo de março caiu 1,67% hoje e fechou o pregão a US$ 89,03 por barril. Na plataforma eletrônica ICE, o petróleo Brent foi negociado hoje em torno de US$ 100 o barril.
Ramirez ressalvou que as condições do mercado continuam "normais" e que não houve nenhuma redução na oferta de petróleo até o momento.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro de petróleo de março caiu 1,67% hoje e fechou o pregão a US$ 89,03 por barril. Na plataforma eletrônica ICE, o petróleo Brent foi negociado hoje em torno de US$ 100 o barril.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Juros
Mais negociado até o momento, com giro de R$ 9,860 bilhões, o contrato com
vencimento em janeiro de 2013, operava em alta e passava de 12,84% para 12,88%. Com o segundo maior volume, está o DI para janeiro de 2012, com volume de R$ 5,603 bilhões, e com alta, passando de 12,37% para 12,40%
vencimento em janeiro de 2013, operava em alta e passava de 12,84% para 12,88%. Com o segundo maior volume, está o DI para janeiro de 2012, com volume de R$ 5,603 bilhões, e com alta, passando de 12,37% para 12,40%
Cambio
Após a realização de um leilão de câmbio pelo Banco Central (BC), com
taxa de corte de R$ 1,6698 e liquidação para o dia 7 deste mês, o dólar
comercial operava em alta de 0,29%, a R$ 1,673, enquanto o dólar futuro, com vencimento em março, ganhava 0,23%, a R$ 1.682,50.
O Banco Central realizou mais uma operação de swap cambial reverso onde
foram vendidos 14.280 dos 20 mil contratos ofertados, o que corresponde a um financeiro de aproximadamente US$ 706,7 milhões.
Foram vendidos 4.080 dos 6 mil contratos ofertados com vencimento em
01/04/2011. A cotação máxima ficou em 99,7183, com taxa nominal de 1,8895% e linear de 1,919%. O volume financeiro foi de US$ 203.425.332.
Do lote de 7 mil contratos ofertados com vencimento em 01/07/2011, foram
vendidos 4.700. A cotação máxima ficou em 99,2457, com taxa nominal de
1,9018% e linear de 1,900%. O volume financeiro atingiu US$ 233.227.395.
O BC também vendeu 5.500 dos 7 mil contratos ofertados com vencimento em
02/01/2012. A cotação máxima ficou em 98,1968, com taxa nominal de 2,0258% e linear de 2,009%. O volume financeiro chegou a US$ 270.041.200.
taxa de corte de R$ 1,6698 e liquidação para o dia 7 deste mês, o dólar
comercial operava em alta de 0,29%, a R$ 1,673, enquanto o dólar futuro, com vencimento em março, ganhava 0,23%, a R$ 1.682,50.
O Banco Central realizou mais uma operação de swap cambial reverso onde
foram vendidos 14.280 dos 20 mil contratos ofertados, o que corresponde a um financeiro de aproximadamente US$ 706,7 milhões.
Foram vendidos 4.080 dos 6 mil contratos ofertados com vencimento em
01/04/2011. A cotação máxima ficou em 99,7183, com taxa nominal de 1,8895% e linear de 1,919%. O volume financeiro foi de US$ 203.425.332.
Do lote de 7 mil contratos ofertados com vencimento em 01/07/2011, foram
vendidos 4.700. A cotação máxima ficou em 99,2457, com taxa nominal de
1,9018% e linear de 1,900%. O volume financeiro atingiu US$ 233.227.395.
O BC também vendeu 5.500 dos 7 mil contratos ofertados com vencimento em
02/01/2012. A cotação máxima ficou em 98,1968, com taxa nominal de 2,0258% e linear de 2,009%. O volume financeiro chegou a US$ 270.041.200.
Mercados internacionais
Nos Estados Unidos, os índices operam em campo positivo Há pouco, o Dow
Jones tinha leva alta de 0,04%, a 12.066,80 pontos, o S&P 500 subia 0,05%, a 1.307,78 pontos, enquanto o Nasdaq Composto tinha alta de 0,23%, a 2.760,36 pontos.
Na Europa, os índices também operavam em alta, com exceção do Ibex-35, de
Madri, que recuava 0,19%, a 10.839,00 pontos. Por outro lado, o DAX-30,
de Frankfurt, registrava alta de 0,16%, a 7.205,61 pontos, o SMI-20, de
Zurique tinha valorização de 0,39%, a 6.570,54 pontos, e o FTSE-100, de
Londres, subia 0,39%, a 6.007,26 pontos. Já o CAC-40, de Paris, valorizava
0,24%, a 4.046,44 ponto.
No mercado de petróleo os contratos caminhavam entre os campos positivo e
negativo. O WTI com vencimento em março, negociado em Nova York, operava, há pouco, com alta de 0,01% a US$ 90,55. Em Londres, o Brent para o mesmo mês registrava desvalorização de 0,25%, a US$ 101,50.
Jones tinha leva alta de 0,04%, a 12.066,80 pontos, o S&P 500 subia 0,05%, a 1.307,78 pontos, enquanto o Nasdaq Composto tinha alta de 0,23%, a 2.760,36 pontos.
Na Europa, os índices também operavam em alta, com exceção do Ibex-35, de
Madri, que recuava 0,19%, a 10.839,00 pontos. Por outro lado, o DAX-30,
de Frankfurt, registrava alta de 0,16%, a 7.205,61 pontos, o SMI-20, de
Zurique tinha valorização de 0,39%, a 6.570,54 pontos, e o FTSE-100, de
Londres, subia 0,39%, a 6.007,26 pontos. Já o CAC-40, de Paris, valorizava
0,24%, a 4.046,44 ponto.
No mercado de petróleo os contratos caminhavam entre os campos positivo e
negativo. O WTI com vencimento em março, negociado em Nova York, operava, há pouco, com alta de 0,01% a US$ 90,55. Em Londres, o Brent para o mesmo mês registrava desvalorização de 0,25%, a US$ 101,50.
PERSPECTIVA:Medo de tributo ao capital estrangeiro e EUA derrubam Ibovespa
Depois de abrir em queda o Ibovespa, principal índice da BM&FBOVESPA, acelerou as perdas e há pouco caía 1,71% a 65.625 pontos, enquanto o futuro, com vencimento em fevereiro, recuava 1,72% a 65.685 pontos. O volume de negócios chegava, há pouco, a R$ 2,6 bilhões.
Há um impacto do mercado externo nesse cenário, mas o principal motivo da queda do índice está no temor de medidas macroeconômicas por parte do Banco Central que limitem o investimento estrangeiro no País.
O economista-chefe da Sul América, Newton Rosa, acredita que o indicador
para a taxa de desemprego, divulgado nos Estados Unidos, teve um papel na queda do Ibovespa, embora os índices americanos comecem a subir. "Era o driver da semana e como veio frustrante acabou afetando o resultado de hoje", diz.
Em janeiro, segundo a Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, a taxa
de desemprego do País teve queda de 9%. Além disso, foram criados 36 mil
postos de trabalho na economia norte-americana (sem contar os empregos na área rural), depois da abertura de 121 mil vagas em dezembro (dado revisado).
Analistas projetavam a criação de 148 mil vagas após os dados
inicialmente reportados para dezembro terem mostrado a abertura de 103 mil
postos de trabalho. A estimativa para a taxa de desemprego era de que subisse para 9,5% em janeiro.
Alem do impacto do indicador norte-americano,o índice da bolsa brasileiro está caindo muito mais do que os índices norte-americanos, o que leva a crer que há um fator interno também pressionando o Ibovespa.
"Há aqui o medo de o governo tributar o dinheiro do estrangeiro na Bolsa.
Enquanto o governo não se manifestar quanto a isso, ainda teremos esse
cenário".
Outro aspecto que continua pressionando as perdas do Ibovespa é a
expectativa de que o governo continue aumentando o juros para conter o consumo.
Isso está afetando principalmente o setor de consumo e construção que tinham, há pouco, desvalorização em quase todos os papéis.
No setor de consumo, a maior perda vinha das ações ordinárias da Marfrig
(MRFG3) que desvalorizavam 3,12% a R$ 13,35 e no setor de construção das
ordinárias da MRV (MRVE3) que tinha perdas de 5,05% a R$ 13,72 e também eram a maior queda do Ibovespa.
No cenário de notícias corporativas, o grupo Fleury adquiriu 100% das
cotas da empresa Diagnoson Ultrasonografia e Densitometria Óssea S/S Ltda por um total de R$ 53,2 milhões. Além disso, o grupo assumirá uma dívida de R$ 2,9 milhões referentes a investimentos colocados em operação após o período de levantamento do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) normalizado.
Os sócios permanecerão na operação e poderão receber valor adicional de
até R$ 8,0 milhões condicionado ao alcance de metas de receita líquida e
margem operacional no período entre 2011 a 2013. Consequentemente, o valor
adicional poderá alcançar até 0,7 vezes o Ebitda previsto.
Ainda, em audioconfêrencia com analistas, Washington Cristiano Kato, diretor econômico-financeiro e de Relações com Investidores da Santos Brasil informou hoje que a empresa bateu recorde na operação de contêneires nos terminais portuários. Durante o ano passado, a companhia movimentou 938.924 contêineres em todos os terminais, um aumento de 30,2%em comparação ao ano de 2009.
O aumento nas importações foi o principal propulsor do movimento. "No
quarto trimestre, as importações representaram 53% das operações de longo
curso nos nossos terminais. Elas foram o driver do crescimento em 2010",
explicou.
No setor de energia, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão declarou
nesta manhã que uma falha no sistema de proteção da subestação de São Luiz
Gonzaga (PE) foi a provável causa do apagão que atingiu sete estados do
Nordeste na madrugada desta sexta-feira. De acordo com o ministro, não é
possível determinar, porém, se esta é realmente a causa do desligamento de
energia que atingiu a região.
Segundo o ministro a falha no sistema ocorreu por volta de 00h08, quando
ocorreu o desligamento da subestação de São Luiz Gonzaga. Com a tentativa de religamento manual da subestação o sistema entendeu o ato como uma
anormalidade e desligou automaticamente uma série de subestações, o que
provocou o apagão. "Na tentativa de religar o sistema da subestação de São
Luiz Gonzaga o sistema todo se autodesligou", explicou Lobão.
Antes do apagão, informou o ministro, a região recebia uma carga de
aproximadamente 8.800 megawatts, no pico do apagão a transmissão caiu para
cerca de 800 MW.
Há um impacto do mercado externo nesse cenário, mas o principal motivo da queda do índice está no temor de medidas macroeconômicas por parte do Banco Central que limitem o investimento estrangeiro no País.
O economista-chefe da Sul América, Newton Rosa, acredita que o indicador
para a taxa de desemprego, divulgado nos Estados Unidos, teve um papel na queda do Ibovespa, embora os índices americanos comecem a subir. "Era o driver da semana e como veio frustrante acabou afetando o resultado de hoje", diz.
Em janeiro, segundo a Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, a taxa
de desemprego do País teve queda de 9%. Além disso, foram criados 36 mil
postos de trabalho na economia norte-americana (sem contar os empregos na área rural), depois da abertura de 121 mil vagas em dezembro (dado revisado).
Analistas projetavam a criação de 148 mil vagas após os dados
inicialmente reportados para dezembro terem mostrado a abertura de 103 mil
postos de trabalho. A estimativa para a taxa de desemprego era de que subisse para 9,5% em janeiro.
Alem do impacto do indicador norte-americano,o índice da bolsa brasileiro está caindo muito mais do que os índices norte-americanos, o que leva a crer que há um fator interno também pressionando o Ibovespa.
"Há aqui o medo de o governo tributar o dinheiro do estrangeiro na Bolsa.
Enquanto o governo não se manifestar quanto a isso, ainda teremos esse
cenário".
Outro aspecto que continua pressionando as perdas do Ibovespa é a
expectativa de que o governo continue aumentando o juros para conter o consumo.
Isso está afetando principalmente o setor de consumo e construção que tinham, há pouco, desvalorização em quase todos os papéis.
No setor de consumo, a maior perda vinha das ações ordinárias da Marfrig
(MRFG3) que desvalorizavam 3,12% a R$ 13,35 e no setor de construção das
ordinárias da MRV (MRVE3) que tinha perdas de 5,05% a R$ 13,72 e também eram a maior queda do Ibovespa.
No cenário de notícias corporativas, o grupo Fleury adquiriu 100% das
cotas da empresa Diagnoson Ultrasonografia e Densitometria Óssea S/S Ltda por um total de R$ 53,2 milhões. Além disso, o grupo assumirá uma dívida de R$ 2,9 milhões referentes a investimentos colocados em operação após o período de levantamento do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) normalizado.
Os sócios permanecerão na operação e poderão receber valor adicional de
até R$ 8,0 milhões condicionado ao alcance de metas de receita líquida e
margem operacional no período entre 2011 a 2013. Consequentemente, o valor
adicional poderá alcançar até 0,7 vezes o Ebitda previsto.
Ainda, em audioconfêrencia com analistas, Washington Cristiano Kato, diretor econômico-financeiro e de Relações com Investidores da Santos Brasil informou hoje que a empresa bateu recorde na operação de contêneires nos terminais portuários. Durante o ano passado, a companhia movimentou 938.924 contêineres em todos os terminais, um aumento de 30,2%em comparação ao ano de 2009.
O aumento nas importações foi o principal propulsor do movimento. "No
quarto trimestre, as importações representaram 53% das operações de longo
curso nos nossos terminais. Elas foram o driver do crescimento em 2010",
explicou.
No setor de energia, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão declarou
nesta manhã que uma falha no sistema de proteção da subestação de São Luiz
Gonzaga (PE) foi a provável causa do apagão que atingiu sete estados do
Nordeste na madrugada desta sexta-feira. De acordo com o ministro, não é
possível determinar, porém, se esta é realmente a causa do desligamento de
energia que atingiu a região.
Segundo o ministro a falha no sistema ocorreu por volta de 00h08, quando
ocorreu o desligamento da subestação de São Luiz Gonzaga. Com a tentativa de religamento manual da subestação o sistema entendeu o ato como uma
anormalidade e desligou automaticamente uma série de subestações, o que
provocou o apagão. "Na tentativa de religar o sistema da subestação de São
Luiz Gonzaga o sistema todo se autodesligou", explicou Lobão.
Antes do apagão, informou o ministro, a região recebia uma carga de
aproximadamente 8.800 megawatts, no pico do apagão a transmissão caiu para
cerca de 800 MW.
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