As bolsas de valores da Europa fecharam em alta nesta quarta-feira, ajudadas pela valorização do setor de tecnologia após fortes resultados da norte-americana Dell, enquanto as companhias de mineração seguiram o avanço dos metais.
O pregão foi volátil, em meio a preocupações sobre a crise de dívida em países da zona do euro ainda presentes na cabeça de muitos investidores.
O índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 subiu 0,35 por cento, aos 1.130 pontos. O volume de negócios representou apenas 78 por cento da média diária de 90 dias.
Depois de abrir em alta e reduzir os ganhos, o mercado avançou, acompanhando Wall Street com os resultados trimestrais da fabricante de computadores Dell ajudando a melhorar a confiança no setor europeu de tecnologia.
O índice STOXX Europe 600 de tecnologia subiu 0,7 por cento, com a fabricante de chips ARM em alta de 3,7 por cento.
"O mercado está subindo por Wall Street, mas os volumes estão baixos", disse Richard Batty, estrategista global de investimentos da Standard Life Investments, que administra 157 bilhões de libras em ativos.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em alta de 1,07 por cento, a 5.923 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,65 por cento, para 7.303 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,92 por cento, para 3.978 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,16 por cento, para 21.444 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 avançou 0,36 por cento, para 10.343 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 encerrou em queda de 0,44 por cento, para 7.696 pontos.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Mercados
Moedas – A afirmação do RBA de que a alta do AUD ajuda no combate a inflação e que mais subida de juros é desejável deram sustentação à moeda australiana. Entretanto, a volatilidade das commodities trouxe muita oscilação intraday. Já no caso do Euro, o mercado acabou desprezando a fala de Juncker (Presidente da Comissão Européia) que disse: alguma reestruturação da dívida Grega pode ter que vir a ser considerada. Os dados americanos piores deveriam ter implicado na perda de valor do USD e foi o que se viu ao final do dia.
BRL – Apresentou grande vol no dia, acompanhando os demais mercados. Fechou com valorização maior que o AUD e o Euro (movimento que não se observava à vários dias) apesar dos gringos não terem aumentado a venda no futuro. O movimento do interbancário foi melhor (2,2 bi), sendo possível que o fluxo tenha sido positivo no dia (a atuação do BC se limitou a 25 MM).
Juros – Apesar das taxas curtas terem fechado estável, o mercado continuou fazendo apostas baixistas para o juro longo. As commodities agrícolas subiram, mas o petróleo e os metais voltaram a cair. Há que se ressaltar que o fundamento dos grãos continua de baixa segundo o último relatório do USDA que estima um quadro de suprimento adequado.
Bolsas – Ásia – Abriram com tendência de reproduzir a queda de NY na 2ª (o warning da HP sobre um trimestre difícil que afetava o futuro do S&P no after respingava sobre as ações de Tecnologia). Entretanto, os mercados se recuperaram ao longo do dia. No caso do Japão, a alta do Iene ajudou as exportadoras. Em algumas outras praças, a subida das ações de Basic Materials respaldou o ganho dos índices.
Europa – Tinha que descontar a piora de NY na tarde do dia anterior. Para complicar, os dados do dia levaram as bolsas americanas para o terreno negativo pela manhã. Com isso, a Europa fechou na low do dia. A maior perda de Frankfurt deveu-se ao indicador de confiança do investidor que recuou forte. As ações de Tecnologia lideraram as quedas. Ao contrário do que se observou na Ásia, as ações de Raw Materials recuaram por causa da queda mais acentuada dos metais e petróleo depois que a sessão americana se iniciou.
S&P – O movimento em NY foi o oposto do observado no dia anterior. Pela manhã ajudou a consolidar a baixa mundialmente. À tarde, se recuperou das fortes perdas. A rápida queda do petróleo que afetava as ações de Energy amainou, assim como, as ações de IT se recuperaram. Ainda assim, as bolsas fecharam em ligeira baixa.
Bovespa – Uma forte briga entre players locais (compradores) e gringos (vendedores) provocou muita volatilidade intraday. Mas o apetite dos brasileiros foi maior e a bolsa paulista se descolou das baixas de fora. Não há como desprezar o fato das ações terem caído muito mais, por aqui, nas últimas semanas. Mesmo com o petróleo caindo, as ações da Petrobrás voltaram a se destacar (o resultado melhor do 1º trimestre ainda mexe positivamente com o sentimento do investidor). O destaque dos Raw Materials não se restringiu ao petróleo (Mineração e Siderurgia também subiram). As ações de Real Estate que tinham caído na 2ª se recuperaram ontem.
Commodities – Novamente, os fundamentos prevaleceram e petróleo e metais recuaram. Entretanto, há que se acentuar que o dia foi de muita oscilação. Nos agrícolas, observa-se que o mercado deixou de lado a tendência de baixa depois dos problemas climáticos americanos. Ainda não se sabe a real extensão dos prejuízos e o mercado deveria aguardar o novo relatório do USDA para um posicionamento mais seguro (o último divulgado na semana passada triggou fortes baixas nos grãos).
Ásia – Capitaneadas por Tóquio, as bolsas asiáticas subiram. A queda do Iene que ajuda as exportadoras e perspectiva positiva para Fukushima (anúncio de plano que possa controlar a situação na usina) animaram os investidores. Mesmo com a alta no preço de imóveis na China, que pode triggar mais medidas de contenção, as bolsas de Shanghai e HK subiram. A Austrália destoou por causa de dados de salários menores e queda na confiança do consumidor. O AUD caiu por conta dos mesmos fatores (menor possibilidade dos juros subirem). O corte no rating de quatro bancos australianos reforçou o movimento.
Commodities – Acompanham a melhora dos outros mercados (bolsas e moedas) e os diversos segmentos apresentam alta.
Treasuries americanos – As taxas subiam na sessão européia dos futuros até os dados americanos serem divulgados e frustrarem o mercado. Com a piora dos diversos mercados acabou fechando em baixa mais uma vez ontem. Hoje, o movimento de queda prossegue.
Europa – Ontem, as bolsas européias não descontaram a melhora que NY tinha tido na 2ª. Hoje, reforçadas pelo movimento de alta da Ásia e recuperação das bolsas americanas ontem à tarde, já abriram guepadas, apesar de dados de emprego piores em UK.
S&P futuro – Sobe ligeiramente na sessão européia.
BRL – Apresentou grande vol no dia, acompanhando os demais mercados. Fechou com valorização maior que o AUD e o Euro (movimento que não se observava à vários dias) apesar dos gringos não terem aumentado a venda no futuro. O movimento do interbancário foi melhor (2,2 bi), sendo possível que o fluxo tenha sido positivo no dia (a atuação do BC se limitou a 25 MM).
Juros – Apesar das taxas curtas terem fechado estável, o mercado continuou fazendo apostas baixistas para o juro longo. As commodities agrícolas subiram, mas o petróleo e os metais voltaram a cair. Há que se ressaltar que o fundamento dos grãos continua de baixa segundo o último relatório do USDA que estima um quadro de suprimento adequado.
Bolsas – Ásia – Abriram com tendência de reproduzir a queda de NY na 2ª (o warning da HP sobre um trimestre difícil que afetava o futuro do S&P no after respingava sobre as ações de Tecnologia). Entretanto, os mercados se recuperaram ao longo do dia. No caso do Japão, a alta do Iene ajudou as exportadoras. Em algumas outras praças, a subida das ações de Basic Materials respaldou o ganho dos índices.
Europa – Tinha que descontar a piora de NY na tarde do dia anterior. Para complicar, os dados do dia levaram as bolsas americanas para o terreno negativo pela manhã. Com isso, a Europa fechou na low do dia. A maior perda de Frankfurt deveu-se ao indicador de confiança do investidor que recuou forte. As ações de Tecnologia lideraram as quedas. Ao contrário do que se observou na Ásia, as ações de Raw Materials recuaram por causa da queda mais acentuada dos metais e petróleo depois que a sessão americana se iniciou.
S&P – O movimento em NY foi o oposto do observado no dia anterior. Pela manhã ajudou a consolidar a baixa mundialmente. À tarde, se recuperou das fortes perdas. A rápida queda do petróleo que afetava as ações de Energy amainou, assim como, as ações de IT se recuperaram. Ainda assim, as bolsas fecharam em ligeira baixa.
Bovespa – Uma forte briga entre players locais (compradores) e gringos (vendedores) provocou muita volatilidade intraday. Mas o apetite dos brasileiros foi maior e a bolsa paulista se descolou das baixas de fora. Não há como desprezar o fato das ações terem caído muito mais, por aqui, nas últimas semanas. Mesmo com o petróleo caindo, as ações da Petrobrás voltaram a se destacar (o resultado melhor do 1º trimestre ainda mexe positivamente com o sentimento do investidor). O destaque dos Raw Materials não se restringiu ao petróleo (Mineração e Siderurgia também subiram). As ações de Real Estate que tinham caído na 2ª se recuperaram ontem.
Commodities – Novamente, os fundamentos prevaleceram e petróleo e metais recuaram. Entretanto, há que se acentuar que o dia foi de muita oscilação. Nos agrícolas, observa-se que o mercado deixou de lado a tendência de baixa depois dos problemas climáticos americanos. Ainda não se sabe a real extensão dos prejuízos e o mercado deveria aguardar o novo relatório do USDA para um posicionamento mais seguro (o último divulgado na semana passada triggou fortes baixas nos grãos).
Ásia – Capitaneadas por Tóquio, as bolsas asiáticas subiram. A queda do Iene que ajuda as exportadoras e perspectiva positiva para Fukushima (anúncio de plano que possa controlar a situação na usina) animaram os investidores. Mesmo com a alta no preço de imóveis na China, que pode triggar mais medidas de contenção, as bolsas de Shanghai e HK subiram. A Austrália destoou por causa de dados de salários menores e queda na confiança do consumidor. O AUD caiu por conta dos mesmos fatores (menor possibilidade dos juros subirem). O corte no rating de quatro bancos australianos reforçou o movimento.
Commodities – Acompanham a melhora dos outros mercados (bolsas e moedas) e os diversos segmentos apresentam alta.
Treasuries americanos – As taxas subiam na sessão européia dos futuros até os dados americanos serem divulgados e frustrarem o mercado. Com a piora dos diversos mercados acabou fechando em baixa mais uma vez ontem. Hoje, o movimento de queda prossegue.
Europa – Ontem, as bolsas européias não descontaram a melhora que NY tinha tido na 2ª. Hoje, reforçadas pelo movimento de alta da Ásia e recuperação das bolsas americanas ontem à tarde, já abriram guepadas, apesar de dados de emprego piores em UK.
S&P futuro – Sobe ligeiramente na sessão européia.
Bolsas asiáticas fecham em alta; Hong Kong ganha 0,5%
Os mercados da Ásia se recuperaram nesta quarta-feira. A maioria das bolsas da região, que teve baixa nas últimas semanas, acabou alavancada pela presença de investidores em busca de ofertas de ocasião. E também reagiu a fatores locais.
Este foi o exemplo na Bolsa de Hong Kong, estimulada pela entrada dos caçadores de barganhas, após apresentar queda em 12 das últimas 14 sessões. O índice Hang Seng subiu 110,06 pontos, ou 0,5%, e terminou aos 23.011,14.
Nas Bolsas da China, houve também ganhos moderados. A alta foi liderada pelos setores imobiliário, bancário e de geradoras de energia, à medida que os preços dos imóveis continuam a subir e os investidores sentiram segurança nas empresas altamente capitalizadas. O índice Xangai Composto subiu 0,7% e fechou aos 2.872,77 pontos. O índice Shenzhen Composto ganhou 0,5% e terminou aos 1.202,70 pontos.
O yuan se valorizou ligeiramente em relação ao dólar, após o Banco Central chinês reduzir a taxa de paridade central dólar-yuan (de 6,5108 yuans para 6,5074 yuans) por conta do enfraquecimento da moeda norte-americana nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5047 yuans, de 6,5060 yuans do fechamento de terça-feira.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, encerrou o dia em alta, ensaiando uma leve recuperação depois de uma sequência de três sessões com perdas. O Índice Taiwan Weighted avançou 0,68% e fechou aos 8.944,84 pontos.
A recuperação das bolsas asiáticas levou a Bolsa de Sydney, na Austrália, a fechar em alta firme. O índice S&P/ASX 200 avançou 0,2% e terminou aos 4.693,7 pontos.
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, teve alta de 1,6% e fechou aos 2.135,78 pontos, encerrando uma sequência de quatro pregões de baixa.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou positiva, com os investidores acumulando ações após os declínios em três das quatro últimas sessões. O Índice PSE subiu 0,98% e encerrou aos 4.303,31 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em leve alta, em meio a fortes fechamentos nos mercados asiáticos, uma vez que o apetite pelo risco aumentou após negociações variáveis nas últimas sessões. O índice Straits Times ganhou 0,2% e fechou aos 3.141,21 pontos, com destaques para papeis de bancos e de produtores de palma.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, avançou 1,1% e fechou aos 3.840,20 pontos, com procura por barganhas após recentes quedas. Investidores domésticos responderam por 70% das negociações, enquanto os estrangeiros estiveram vendidos, principalmente por causa de preocupações com as dívidas da zona do euro.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, recuou 0,8% e fechou aos 1.075,91 pontos, com pesos pesados liderando as perdas, com os investidores estrangeiros mantendo-se vendedores líquidos há duas sessões.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,3% e fechou aos 1.541,27 pontos, liderado por papeis do setor agrícola após fortes resultados no primeiro trimestre. Expectativas de bons números do PIB também animaram os investidores
Este foi o exemplo na Bolsa de Hong Kong, estimulada pela entrada dos caçadores de barganhas, após apresentar queda em 12 das últimas 14 sessões. O índice Hang Seng subiu 110,06 pontos, ou 0,5%, e terminou aos 23.011,14.
Nas Bolsas da China, houve também ganhos moderados. A alta foi liderada pelos setores imobiliário, bancário e de geradoras de energia, à medida que os preços dos imóveis continuam a subir e os investidores sentiram segurança nas empresas altamente capitalizadas. O índice Xangai Composto subiu 0,7% e fechou aos 2.872,77 pontos. O índice Shenzhen Composto ganhou 0,5% e terminou aos 1.202,70 pontos.
O yuan se valorizou ligeiramente em relação ao dólar, após o Banco Central chinês reduzir a taxa de paridade central dólar-yuan (de 6,5108 yuans para 6,5074 yuans) por conta do enfraquecimento da moeda norte-americana nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5047 yuans, de 6,5060 yuans do fechamento de terça-feira.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, encerrou o dia em alta, ensaiando uma leve recuperação depois de uma sequência de três sessões com perdas. O Índice Taiwan Weighted avançou 0,68% e fechou aos 8.944,84 pontos.
A recuperação das bolsas asiáticas levou a Bolsa de Sydney, na Austrália, a fechar em alta firme. O índice S&P/ASX 200 avançou 0,2% e terminou aos 4.693,7 pontos.
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, teve alta de 1,6% e fechou aos 2.135,78 pontos, encerrando uma sequência de quatro pregões de baixa.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou positiva, com os investidores acumulando ações após os declínios em três das quatro últimas sessões. O Índice PSE subiu 0,98% e encerrou aos 4.303,31 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em leve alta, em meio a fortes fechamentos nos mercados asiáticos, uma vez que o apetite pelo risco aumentou após negociações variáveis nas últimas sessões. O índice Straits Times ganhou 0,2% e fechou aos 3.141,21 pontos, com destaques para papeis de bancos e de produtores de palma.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, avançou 1,1% e fechou aos 3.840,20 pontos, com procura por barganhas após recentes quedas. Investidores domésticos responderam por 70% das negociações, enquanto os estrangeiros estiveram vendidos, principalmente por causa de preocupações com as dívidas da zona do euro.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, recuou 0,8% e fechou aos 1.075,91 pontos, com pesos pesados liderando as perdas, com os investidores estrangeiros mantendo-se vendedores líquidos há duas sessões.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,3% e fechou aos 1.541,27 pontos, liderado por papeis do setor agrícola após fortes resultados no primeiro trimestre. Expectativas de bons números do PIB também animaram os investidores
terça-feira, 17 de maio de 2011
Analise Tecnica
INDÍCE FUTURO- Depois de formar um fundo parcial em 63.200, o
índice oscilou muito, mas chegou a perdere ste ponto na última hora,
o que se confirmado o levará a 62.620 e 62.040, sempre na busca
pelo objetivo maior em 61.400, que seria excelente ponto de entradas.
Se romper 63.610 apontará nova alta, que ganhará força acima de
64.100(principal) e 64.360, chegando a 64.580 (principal) e 64.950.
IBOVESPA- Depois de formar um fundo parcial em 62.675 registrou
uma reação técnica, mas no fechamento já brigava de novo neste
suporte e o mais provável é que continue caindo até 60.960, agora
com suportes fracos em 62.115 e 61.545. Se romper 63.115 pode
tentar um novo pull-back, que só ganha força se vencer 63.582
(principal) e 63.830.
DOW JONES - No fechamento o Dow brigava em torno do fundo do
atual processo secundário de baixa, em 12.537, com boa chance de
perdê-lo e chegar até 12.392 e 12.260(principal) este onde deve
novamente passar por uma boa reação. Se romper 12.608 deve ir
a 12.677(principal) e 12.718, níveis onde deve novamente realizar.
Resistência 12.781.
PETROBRÁS PN -Ao testar o relevante fundo dos R$23,35, logo na
abertura, o papel reagiu com força e só arrefeceu ao se aproximar
da principal correção curta em R$24,37. A realização da tarde possivelmente
vai montar um pivô de alta entre R$23,81 e R$23,54
(principal), mas compras tem que ter stop em R$23,50. Uma nova
alta vai inicialmente a R$24,37 e R$24,65.
OGX ON - Um pouco acima da principal retração curta, em R$14,71,
o papel caiu forte, mas na última hora respeitou a principal retração
em R$13,56, o que deixou o quadro indefinido. Se romper R$14,09
pode tentar nova alta, que ganha força acima de R$14,55 e R$14,80.
Já se perder R$13,56 deve vir efetivamente nos R$12,95 e abaixo
deste bom suporte acelera forte a tendência de baixa.
GERDAU PN - O papel vai acelerando a tendência de baixa e agora
deve chegar a R$16,15, sendo que se perder este ponto vem no
objetivo mais importante de R$15,25, que seria um bom nível para se
arriscar compras com stop em R$15,10. Se romper R$16,67 deve
passar por uma correção, que chegaria a R$17,03 e R$17,42, este
um bom ponto de vendas.
VALE PNA- A abertura com bom gap de baixa formou um fundo
parcial em R$41,73, mas se perder este ponto deve seguir na sua
busca pelos R$39,70, que é nosso objetivo esperado para as
próximas semanas e bom ponto para uma compra de giro. Se romper
R$42,32 deve ir a R$42,82 e R$43,06, este um bom ponto de vendas
novamente.
índice oscilou muito, mas chegou a perdere ste ponto na última hora,
o que se confirmado o levará a 62.620 e 62.040, sempre na busca
pelo objetivo maior em 61.400, que seria excelente ponto de entradas.
Se romper 63.610 apontará nova alta, que ganhará força acima de
64.100(principal) e 64.360, chegando a 64.580 (principal) e 64.950.
IBOVESPA- Depois de formar um fundo parcial em 62.675 registrou
uma reação técnica, mas no fechamento já brigava de novo neste
suporte e o mais provável é que continue caindo até 60.960, agora
com suportes fracos em 62.115 e 61.545. Se romper 63.115 pode
tentar um novo pull-back, que só ganha força se vencer 63.582
(principal) e 63.830.
DOW JONES - No fechamento o Dow brigava em torno do fundo do
atual processo secundário de baixa, em 12.537, com boa chance de
perdê-lo e chegar até 12.392 e 12.260(principal) este onde deve
novamente passar por uma boa reação. Se romper 12.608 deve ir
a 12.677(principal) e 12.718, níveis onde deve novamente realizar.
Resistência 12.781.
PETROBRÁS PN -Ao testar o relevante fundo dos R$23,35, logo na
abertura, o papel reagiu com força e só arrefeceu ao se aproximar
da principal correção curta em R$24,37. A realização da tarde possivelmente
vai montar um pivô de alta entre R$23,81 e R$23,54
(principal), mas compras tem que ter stop em R$23,50. Uma nova
alta vai inicialmente a R$24,37 e R$24,65.
OGX ON - Um pouco acima da principal retração curta, em R$14,71,
o papel caiu forte, mas na última hora respeitou a principal retração
em R$13,56, o que deixou o quadro indefinido. Se romper R$14,09
pode tentar nova alta, que ganha força acima de R$14,55 e R$14,80.
Já se perder R$13,56 deve vir efetivamente nos R$12,95 e abaixo
deste bom suporte acelera forte a tendência de baixa.
GERDAU PN - O papel vai acelerando a tendência de baixa e agora
deve chegar a R$16,15, sendo que se perder este ponto vem no
objetivo mais importante de R$15,25, que seria um bom nível para se
arriscar compras com stop em R$15,10. Se romper R$16,67 deve
passar por uma correção, que chegaria a R$17,03 e R$17,42, este
um bom ponto de vendas.
VALE PNA- A abertura com bom gap de baixa formou um fundo
parcial em R$41,73, mas se perder este ponto deve seguir na sua
busca pelos R$39,70, que é nosso objetivo esperado para as
próximas semanas e bom ponto para uma compra de giro. Se romper
R$42,32 deve ir a R$42,82 e R$43,06, este um bom ponto de vendas
novamente.
Commodities pressionam e bolsas da Ásia fecham estáveis
A maioria das bolsas de valores asiáticas fecharam quase estáveis nesta terça-feira, com sinais de uma desaceleração na retomada econômica dos Estados Unidos somados à queda do petróleo e à alta do dólar.
Em Tóquio, o índice Nikkei encerrou com leve alta de 0,09 por cento e o índice mais amplo Topix recuou 0,08 por cento.
O mercado do Japão perdeu mais de 3 por cento nos últimos três pregões, seguindo a queda dos ativos mais arriscado, com investidores avaliando o esperado fim do programa de estímulos do Federal Reserve, em junho.
"Todos os olhos estão nas commodities", disse Takashi Ohba, estrategista da Okasan Securities. "Normalmente, a queda das commodities seria considerada positiva para a economia, mas nesses dias o mercado se tornou um barômetro de exposição a risco -- as commodities estão em baixa, então todos estão em um humor de aversão a risco."
O índice de Seul caiu 0,08 por cento, superando a pressão de venda de investidores estrangeiros e os declínios em ações de tecnológicas como a Samsung Electronics.
O setor de tecnologia tinha a maior perda do índice da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, que operava perto da estabilidade. As ações da Samsung caíram mais de 1 por cento.
Alguns mercados da Ásia, como o de Cingapura, estavam fechados por feriado.
Em Hong Kong, o mercado perdeu 0,26 por cento e a bolsa de Taiwan retrocedeu 0,31 por cento. Os índices de Xangai e Sydney fecharam em alta de 0,13 e 0,73 por cento, respectivamente.
Em Tóquio, o índice Nikkei encerrou com leve alta de 0,09 por cento e o índice mais amplo Topix recuou 0,08 por cento.
O mercado do Japão perdeu mais de 3 por cento nos últimos três pregões, seguindo a queda dos ativos mais arriscado, com investidores avaliando o esperado fim do programa de estímulos do Federal Reserve, em junho.
"Todos os olhos estão nas commodities", disse Takashi Ohba, estrategista da Okasan Securities. "Normalmente, a queda das commodities seria considerada positiva para a economia, mas nesses dias o mercado se tornou um barômetro de exposição a risco -- as commodities estão em baixa, então todos estão em um humor de aversão a risco."
O índice de Seul caiu 0,08 por cento, superando a pressão de venda de investidores estrangeiros e os declínios em ações de tecnológicas como a Samsung Electronics.
O setor de tecnologia tinha a maior perda do índice da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, que operava perto da estabilidade. As ações da Samsung caíram mais de 1 por cento.
Alguns mercados da Ásia, como o de Cingapura, estavam fechados por feriado.
Em Hong Kong, o mercado perdeu 0,26 por cento e a bolsa de Taiwan retrocedeu 0,31 por cento. Os índices de Xangai e Sydney fecharam em alta de 0,13 e 0,73 por cento, respectivamente.
Mercados
Moedas – A dificuldade do governo americano em convencer o Congresso a aprovar a ampliação do limite de endividamento federal pode levar à paralisia do Estado e criar problemas para a economia. Como nos últimos dias, tanto Obama quanto Geithner e Bernanke elevaram o tom de alerta sobre o assunto e hoje venceu o primeiro prazo mencionado pelo secretário do Tesouro, o USD apresentou tendência de queda (agravada pela perspectiva de recuo da atividade industrial na região de NY). O AUD apresentou resistência maior por causa da pretensão do governo australiano (reforçada ontem) de cortar gastos e reduzir os juros. Já o Euro subiu mais porque os Ministros de Finanças concordaram com a ajuda a Portugal e espera-se que os problemas que Strauss-Kahn enfrenta com a justiça americana não atrapalharão a ampliação/extensão da ajuda à Grécia.
BRL – Oscilou de acordo com o movimento de fora e fechou com ligeira baixa. Qualquer possibilidade de descolamento (valorizar mais que fora) só se o fluxo financeiro voltar a ficar positivo. Ontem, o movimento do interbancário (1,6 bi) e a compra do BC (apenas 60 MM) indicam que isso não aconteceu.
Juros – A maior instabilidade dos mercados fora e a queda na projeção de inflação futura fizeram os juros recuarem na BM&F (num dia de fraca liquidez mais uma vez).
Bolsas – Ásia – Descontaram a alta indevida de 6ª, porque a Europa que havia motivado a subida de algumas bolsas na hora final do mercado (PIB alemão surpreendeu para cima) fechou em baixa. Além disso, os juros de curto prazo subiram na China com o compulsório, desmontando o view positivo da 6ª.
Europa – As bolsas americanas que nos últimos dias vinham sinalizando o movimento correto para as bolsas européias, ontem atrapalharam. A Europa que caía forte (no embalo da Ásia, Strauss-Khan e repercutindo as notícias da política americana) se recuperou e fechou com perdas pequenas quando NY chegou a apresentar variação positiva. Entretanto à tarde as bolsas americanas devolveram tudo e fecharam no vermelho.
S&P – As incertezas derivadas da falta de aprovação de medida no Congresso e a forte queda do Empire Manufacturing prevaleceram e as bolsas de NY fecharam em queda. Curiosamente, a maior baixa foi no setor de tecnologia e no after a HP informou que enfrenta dificuldades de manter os lucros no trimestre corrente (o S&P recuava mais 5 pontos).
Bovespa – O balanço da Petrobrás até que chegou a animar a bolsa paulista ontem, mas o efeito durou enquanto NY ajudou. Como NY caiu, aqui acompanhou e alta das ações da petroleira foi compensada pelas baixas nas ações de Bancos e Real Estate.
Commodities – Os fundamentos acabaram prevalecendo e petróleo e metais recuaram. No caso dos agrícolas, os problemas climáticos nos US deram suporte para altas no trigo e milho.
Ásia – As bolsas asiáticas abriram apáticas, reproduzindo as baixas de NY, mas se recuperaram no final. O setor de Basic Materials que, nos últimos dias tem sido destaque de baixa, hoje subiu. O call da HP de um trimestre corrente difícil que chegou a fazer o S&P futuro cair 7 pontos no after de ontem, não triggou baixas mais acentuadas na Ásia (o setor de IT tem peso relevante nas bolsas da região e a bolsa com maior contribuição – Taiwan – foi a que mais caiu ). As moedas começaram a esboçar ganho na sessão asiática (no caso do Iene houve desvalorização; o que é visto como positivo pelo governo e empresas). A alta do AUD foi ajudada por comentários do RBA: disse que a alta de juros pode ser necessária para conter a inflação (fazendo contraponto aos estudos de cortes de gastos que poderia levar os juros para baixo).
Commodities – Sem uma justificativa cabível, os diversos segmentos apresentam alta. A mais expressiva é no cobre (+0,9). Petróleo e grãos sobem mais timidamente.
Treasuries americanos – A combinação da compra de títulos pelo Fed com a possibilidade do Tesouro suspender a venda de títulos até que o Congresso aprove a ampliação do limite de endividamento deu sustentação a mais uma queda dos juros ontem. Embora nada tenha se alterado significativamente, hoje as taxas se recuperam das baixas dos últimos dias (no geral as taxas têm subindo nos dias de melhora de mercado).
Europa – As bolsas européias tentam acompanhar a melhora observada na Ásia. A bolsa de Frankfurt cai por causa de dado indicando piora na expectativa de investidores com a economia. Em UK, a maior inflação de Abril não causou apreensão (o call do BoE é de que a inflação é passageira e as quedas recentes das commodities reforça o view). O acordo da EU/IMF com Portugal reforça o movimento.
S&P futuro – O call da HP sobre um trimestre difícil chegou a fazer o índice cair ontem no after. Entretanto, tanto a Ásia quanto a Europa não repercutiram o fato e às 08:15 o S&P futuro apontava para ligeira alta.
- A inflação voltou a subir em UK no mês de Abril (4,5 YoY), mas curiosamente os mercados não reagem de maneira negativ. Indicação de que o call do BoE – que a inflação irá cair no futuro – tem credibilidade. A recente queda no preço das commodities justifica tal comportamento
BRL – Oscilou de acordo com o movimento de fora e fechou com ligeira baixa. Qualquer possibilidade de descolamento (valorizar mais que fora) só se o fluxo financeiro voltar a ficar positivo. Ontem, o movimento do interbancário (1,6 bi) e a compra do BC (apenas 60 MM) indicam que isso não aconteceu.
Juros – A maior instabilidade dos mercados fora e a queda na projeção de inflação futura fizeram os juros recuarem na BM&F (num dia de fraca liquidez mais uma vez).
Bolsas – Ásia – Descontaram a alta indevida de 6ª, porque a Europa que havia motivado a subida de algumas bolsas na hora final do mercado (PIB alemão surpreendeu para cima) fechou em baixa. Além disso, os juros de curto prazo subiram na China com o compulsório, desmontando o view positivo da 6ª.
Europa – As bolsas americanas que nos últimos dias vinham sinalizando o movimento correto para as bolsas européias, ontem atrapalharam. A Europa que caía forte (no embalo da Ásia, Strauss-Khan e repercutindo as notícias da política americana) se recuperou e fechou com perdas pequenas quando NY chegou a apresentar variação positiva. Entretanto à tarde as bolsas americanas devolveram tudo e fecharam no vermelho.
S&P – As incertezas derivadas da falta de aprovação de medida no Congresso e a forte queda do Empire Manufacturing prevaleceram e as bolsas de NY fecharam em queda. Curiosamente, a maior baixa foi no setor de tecnologia e no after a HP informou que enfrenta dificuldades de manter os lucros no trimestre corrente (o S&P recuava mais 5 pontos).
Bovespa – O balanço da Petrobrás até que chegou a animar a bolsa paulista ontem, mas o efeito durou enquanto NY ajudou. Como NY caiu, aqui acompanhou e alta das ações da petroleira foi compensada pelas baixas nas ações de Bancos e Real Estate.
Commodities – Os fundamentos acabaram prevalecendo e petróleo e metais recuaram. No caso dos agrícolas, os problemas climáticos nos US deram suporte para altas no trigo e milho.
Ásia – As bolsas asiáticas abriram apáticas, reproduzindo as baixas de NY, mas se recuperaram no final. O setor de Basic Materials que, nos últimos dias tem sido destaque de baixa, hoje subiu. O call da HP de um trimestre corrente difícil que chegou a fazer o S&P futuro cair 7 pontos no after de ontem, não triggou baixas mais acentuadas na Ásia (o setor de IT tem peso relevante nas bolsas da região e a bolsa com maior contribuição – Taiwan – foi a que mais caiu ). As moedas começaram a esboçar ganho na sessão asiática (no caso do Iene houve desvalorização; o que é visto como positivo pelo governo e empresas). A alta do AUD foi ajudada por comentários do RBA: disse que a alta de juros pode ser necessária para conter a inflação (fazendo contraponto aos estudos de cortes de gastos que poderia levar os juros para baixo).
Commodities – Sem uma justificativa cabível, os diversos segmentos apresentam alta. A mais expressiva é no cobre (+0,9). Petróleo e grãos sobem mais timidamente.
Treasuries americanos – A combinação da compra de títulos pelo Fed com a possibilidade do Tesouro suspender a venda de títulos até que o Congresso aprove a ampliação do limite de endividamento deu sustentação a mais uma queda dos juros ontem. Embora nada tenha se alterado significativamente, hoje as taxas se recuperam das baixas dos últimos dias (no geral as taxas têm subindo nos dias de melhora de mercado).
Europa – As bolsas européias tentam acompanhar a melhora observada na Ásia. A bolsa de Frankfurt cai por causa de dado indicando piora na expectativa de investidores com a economia. Em UK, a maior inflação de Abril não causou apreensão (o call do BoE é de que a inflação é passageira e as quedas recentes das commodities reforça o view). O acordo da EU/IMF com Portugal reforça o movimento.
S&P futuro – O call da HP sobre um trimestre difícil chegou a fazer o índice cair ontem no after. Entretanto, tanto a Ásia quanto a Europa não repercutiram o fato e às 08:15 o S&P futuro apontava para ligeira alta.
- A inflação voltou a subir em UK no mês de Abril (4,5 YoY), mas curiosamente os mercados não reagem de maneira negativ. Indicação de que o call do BoE – que a inflação irá cair no futuro – tem credibilidade. A recente queda no preço das commodities justifica tal comportamento
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Bolsas na Europa mantém sequência e fecham em baixa
As bolsas europeias mantiveram a sequência de queda e fecharam em baixa nesta segunda-feira por conta de temores de que a dívida externa de alguns países europeus não possa ser paga a tempo e potencializados pela prisão, neste final de semana, do chefe do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, em New York.
Segundo agências internacionais, os investidores estavam preocupados que a prisão de Strauss-Kahn atrase a solução para as dívidas que assolam a zona do euro e os países periféricos, principalmente a Grécia. A prisão do executivo, apontam estes veículos, aconteceu em um período difícil para os mercados, pois há alguns eventos programados que requerem alto nível de envolvimento do Fundo Monetário Internacional.
De acordo com Joshua Raymond, estrategista ouvido pelo Wall Street Journal, o momento é de cautela, pois os operadores estão esperando para saber como a situação grega irá evoluir, principalmente no contexto de uma reestruturação da dívida e das cláusulas obrigatórias de austeirdae que possam acompanhá-las.
Ao final dos negócios, a Espanha, o índice Ibex 35, da bolsa de Madri, caiu 0,36%, aos 21.685 pontos; em Paris, o índice CAC-40 cedeu 0,72%, aos 3.989 pontos; na bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB caiu 0,36%, aos 21.685 pontos; em Frankfurt, o índice DAX perdeu 0,21%, aos 7.387 pontos, e em Londres, o índice DAX perdeu 0,21%, aos 7.387 pontos.
No continente, a inflação anualizada nos países da zona do euro subiu um décimo em abril, passando de 2,7% para 2,8%. No conjunto da União Europeia, este percentual foi de 3,2%, também um décimo acima do número de março (3,1%).
De acordo com o escritório estatístico comunitário (Eurostat), os componentes com maior elevação no período foram os transportes (5,9%), habitação (5,0%) e álcool e tabaco (3,4%), já as menores taxas foram registradas por comunicações (-0,9%), recreação e cultura (0,9%) e eletrodomésticos (1,0%).
Segundo agências internacionais, os investidores estavam preocupados que a prisão de Strauss-Kahn atrase a solução para as dívidas que assolam a zona do euro e os países periféricos, principalmente a Grécia. A prisão do executivo, apontam estes veículos, aconteceu em um período difícil para os mercados, pois há alguns eventos programados que requerem alto nível de envolvimento do Fundo Monetário Internacional.
De acordo com Joshua Raymond, estrategista ouvido pelo Wall Street Journal, o momento é de cautela, pois os operadores estão esperando para saber como a situação grega irá evoluir, principalmente no contexto de uma reestruturação da dívida e das cláusulas obrigatórias de austeirdae que possam acompanhá-las.
Ao final dos negócios, a Espanha, o índice Ibex 35, da bolsa de Madri, caiu 0,36%, aos 21.685 pontos; em Paris, o índice CAC-40 cedeu 0,72%, aos 3.989 pontos; na bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB caiu 0,36%, aos 21.685 pontos; em Frankfurt, o índice DAX perdeu 0,21%, aos 7.387 pontos, e em Londres, o índice DAX perdeu 0,21%, aos 7.387 pontos.
No continente, a inflação anualizada nos países da zona do euro subiu um décimo em abril, passando de 2,7% para 2,8%. No conjunto da União Europeia, este percentual foi de 3,2%, também um décimo acima do número de março (3,1%).
De acordo com o escritório estatístico comunitário (Eurostat), os componentes com maior elevação no período foram os transportes (5,9%), habitação (5,0%) e álcool e tabaco (3,4%), já as menores taxas foram registradas por comunicações (-0,9%), recreação e cultura (0,9%) e eletrodomésticos (1,0%).
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