IBOV - Confirmando a sinalização negativa da sessão passada, o Ibovespa fechou abaixo do último fundo em 65 mil pontos e oficializou sua tendência de baixa no curtíssimo prazo, testando a banda inferior de Bollinger. Com suporte intermediário em 64.260 pontos e principal nos 64 mil
pontos, o índice está em uma região muito importante neste momento.
Perdendo os 64 mil pontos em fechamento, o tem como objetivo primário os 62 mil pontos, mínima verificada em julho do ano passado. No entanto, o teste da banda inferior de Bollinger e os níveis sobrevendidos dos gráficos intradiários elevam a probabilidade de um repique positivo neste pregão, criando oportunidades de day trade na compra e stopando posições de
venda abertas na sessão passada. Apesar da possibilidade, o viés de baixa é predominante e posições maiores na compra para aproveitar a queda recente são muito arriscadas neste momento.
DJI - Depois de uma alta de aproximadamente 3% desde o rompimento dos 12.400 pontos, o Dow Jones fechou mais uma sessão estável, respeitando a mínima de 12.750 pontos, patamar que deve ser acompanhado de perto pelo trader neste pregão, principalmente após os dois candles de reversão deixados no gráfico diário na faixa de 12.860 pontos.
Mantendo-se acima do suporte imediato de 12.800/750 pontos e superando a faixa de 12.875 pontos, o Dow Jones encontrará resistência somente na faixa de 13 mil pontos, topo marcado em maio de 2008. Perdendo os 12.750 pontos, o índice iniciará um processo de realização “saudável” no intraday, de olho no suporte intermediário de 12.600 pontos e posteriormente em 12.400 pontos.
S&P500 - Com dois candles de indefinição, o S&P 500 confirmou a sinalização negativa de segundafeira e voltou negociar dentro das Bandas de Bollinger, mas sem alterar sua tendência de alta principal.
Perdendo a mínima do último candle (1.349 pontos), o índice volta mirar a faixa de 1.340 pontos e 1.335 pontos, principal suporte do índice e topo anterior. Não confirmando a sinalização negativa, ou seja, superando a máxima de 1.370 pontos, o índice segue para 1.390 pontos e 1.400 pontos, máxima verificada em maio de 2008.
DOL FUT - Conforme dito nos últimos relatórios, o DOLFUT mantém seu processo de recuperação no curtíssimo prazo e na terça-feira fechou acima da média móvel de 21 dias, aproximando-se da importante faixa de resistência em 1.600.
Caso ultrapasse a região entre 1.605 e 1.611 em fechamento, o DOLFUT fica lateralizado no curto prazo, anulando sua tendência de baixa nesta periodicidade. Do lado dos suportes, a perda da média móvel de 21 dias leva o ativo para 1.579, com as Bandas de Bollinger cada vez mais estreitas.
PETR4 - O panorama segue o mesmo em PETR4. Depois de ter iniciado o pregão ensaiando uma alta, o ativo logo sentiu a pressão da média móvel de 9 períodos e acabou recuando ao longo do dia, fechando a sessão próximo da mínima em R$ 25,45 O candle formado no gráfico diário tem baixo volume e viés negativo, indicando que é mais provável que o papel venha novamente testar o suporte em R$ 25,17 do que a resistência intermediária em R$ 25,83.
Sem nenhuma indicação mais clara de repique e com o suporte principal já próximo dos preços, o melhor a fazer é controlar a ânsia de operar por mais alguns dias até que o cenário se torne mais favorável.
VALE5 - No relatório anterior, chamamos a atenção do leitor para a possibilidade do fundo em R$ 45,21 ser perdido, o que acabou se confirmando no pregão dessa terça-feira. Com a onda de realizações e correção que tomou conta do mercado, VALE5 registrou perdas de 1,5%, encerrando o pregão próximo à mínima do dia.
Com esse fechamento o ativo teve um pivot de baixa acionado e também sua tendência de baixa oficializada, já que agora os fundos e topos estão descendentes, a média de 21 períodos está virada para baixo e os preços estão abaixo dela.
Dentro desse cenário negativo, o candle formado no gráfico diário sugere mais um dia de baixa em que o papel deve vir buscar o suporte principal em R$ 44,11 antes de um possível repique. Dessa forma, aos que estão de fora, nesse momento devem permanecer apenas observando. Aos que entraram na ponta vendedora, vale a pena deixar o stop bem justo para garantir os lucros diante de uma possível correção das quedas. E por último aos que pensam em comprar, devem esperar um sinal gráfico que indique essa possibilidade antes de operar.
BVMF3 - Como não poderia ser diferente, BVMF3 também teve um dia negativo. Apesar de ter deixado no gráfico diário um candle de dúvida, em que os valores de abertura e fechamento estão relativamente próximos, o mesmo tem um viés negativo, com uma sombra superior maior que a inferior, sugerindo que os preços, a exemplo do que ocorreu em VALE5, podem perder a LTA do triângulo simétrico.
Pressionado pelas médias de 9 e 21 períodos, a expectativa agora é a de que o ativo busque o suporte intermediário em R$ 11,25, o qual deve ser respeitado para que o pivot de baixa não seja acionado, engatando uma tendência de baixa que empurraria a cotação rumo ao suporte principal em R$ 10,90 e posteriormente R$ 10,70.
De qualquer maneira, antes de operar na ponta vendedora, é importante certificar-se que esse movimento irá se confirmar ao longo do pregão, de preferência com força e volume. Do contrário, vale a pena aguardar mais um pouco para evitar rompimentos falsos.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Bolsas asiáticas fecham em baixa; Xangai cede 2,3%
Os mercados da Ásia fecharam novamente no campo negativo nesta quarta-feira. A realização de lucros, a baixa em Wall Street e temores sobre a economia chinesa contribuíram para os resultados do dia. Não houve negociações no Japão por ser feriado.
Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, que apresentou queda pelo sexto pregão seguido, no embalo do declínio nos mercados da China. O índice Hang Seng caiu 318,01 pontos, ou 1,4%, e terminou aos 23.315,24.
As Bolsas da China encerraram em forte queda, por conta do ressurgimento de temores sobre a política econômica, após o Banco Central informar que irá continuar a usar instrumentos de aperto monetário para controlar a inflação, se for necessário. O índice Xangai Composto recuou 2,3%e fechou aos 2.886,02 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 2,2% e terminou aos 1.187,28 pontos.
O yuan subiu ante o dólar à tarde por causa da demanda pela moeda local, uma vez que exportadores repatriaram seus lucros, e pela desvalorização da divisa norte-americana ante outras principais moedas. Os EUA também elevaram suas críticas à política monetária da China antes do próximo diálogo econômico entre os dois países na semana que vem, exigindo alta mais rápida do yuan, o que dealers disseram que pode pressionar Pequim a deixar o câmbio alto esta semana mais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,4933 yuans, de 6,4968 yuans ontem. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,5013 yuans, de 6,4968 yuans ontem.
Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou estável, com as ações de companhias aéreas subindo diante da expectativa de que um programa de visitas individuais de turistas chineses será aberto em junho. Mas a valorização recente do dólar taiwanês prejudicou os exportadores de tecnologia. O Índice Taiwan Weighted avançou apenas 0,01%, e fechou aos 8.947,35 pontos.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul recuou 9% e encerrou aos 2.180,64 pontos, com a continuação da realização de lucros que se seguiu à máxima histórica alcançada na última segunda-feira.
O índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney, na Austrália, permaneceu sob pressão e chegou a uma mínima de cinco semanas, com queda de 0,9%, terminando aos 4.740,1 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila encerrou o dia em baixa, com a contínua realização de lucros na ausência de notícias importantes. O Índice PSE caiu 0,49% e fechou aos 4.298,21 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve forte baixa, uma vez que os mercados regionais foram afetados por temores de que a inflação continue a afligir as economias asiáticas, e mais medidas de aperto são esperados depois de o banco central da Índia ter elevado agressivamente as taxas de juros ontem. O índice Straits Times caiu 1,3% e fechou aos 3.113,76 pontos, menor fechamento desde 31 de março.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, teve alta de 0,03% e fechou aos 3.814,93 pontos, apoiado por procuras por barganhas no período da tarde, por investidores estrangeiros, em papeis relacionados a commodities e de bancos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,3% e fechou aos 1.073,97 pontos, após uma sessão volátil, com o índice sendo puxado para baixo com rumores de que o primeiro-ministro deve adiar a dissolução do parlamento por conta das eleições gerais. Ele tem dito repetidamente que isso deve ser feito no fim desta semana. Mas compras nas horas finais da sessão de papeis de bancos, que desvalorizaram-se em recentes sessões, ajudaram a impulsionar o índice.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,2% e fechou aos 1.528,43 pontos, uma vez que os fracos resultados nos mercados regionais afetaram o sentimento. Segundo um trader local, houve realizações de lucros, mas, no fim do dia, na falta de sinalizadores no mercado local, os investidores passaram a aguardar pistas nos resultados das corporações, que começam a ser divulgados na semana que vem
Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, que apresentou queda pelo sexto pregão seguido, no embalo do declínio nos mercados da China. O índice Hang Seng caiu 318,01 pontos, ou 1,4%, e terminou aos 23.315,24.
As Bolsas da China encerraram em forte queda, por conta do ressurgimento de temores sobre a política econômica, após o Banco Central informar que irá continuar a usar instrumentos de aperto monetário para controlar a inflação, se for necessário. O índice Xangai Composto recuou 2,3%e fechou aos 2.886,02 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 2,2% e terminou aos 1.187,28 pontos.
O yuan subiu ante o dólar à tarde por causa da demanda pela moeda local, uma vez que exportadores repatriaram seus lucros, e pela desvalorização da divisa norte-americana ante outras principais moedas. Os EUA também elevaram suas críticas à política monetária da China antes do próximo diálogo econômico entre os dois países na semana que vem, exigindo alta mais rápida do yuan, o que dealers disseram que pode pressionar Pequim a deixar o câmbio alto esta semana mais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,4933 yuans, de 6,4968 yuans ontem. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,5013 yuans, de 6,4968 yuans ontem.
Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou estável, com as ações de companhias aéreas subindo diante da expectativa de que um programa de visitas individuais de turistas chineses será aberto em junho. Mas a valorização recente do dólar taiwanês prejudicou os exportadores de tecnologia. O Índice Taiwan Weighted avançou apenas 0,01%, e fechou aos 8.947,35 pontos.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul recuou 9% e encerrou aos 2.180,64 pontos, com a continuação da realização de lucros que se seguiu à máxima histórica alcançada na última segunda-feira.
O índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney, na Austrália, permaneceu sob pressão e chegou a uma mínima de cinco semanas, com queda de 0,9%, terminando aos 4.740,1 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila encerrou o dia em baixa, com a contínua realização de lucros na ausência de notícias importantes. O Índice PSE caiu 0,49% e fechou aos 4.298,21 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve forte baixa, uma vez que os mercados regionais foram afetados por temores de que a inflação continue a afligir as economias asiáticas, e mais medidas de aperto são esperados depois de o banco central da Índia ter elevado agressivamente as taxas de juros ontem. O índice Straits Times caiu 1,3% e fechou aos 3.113,76 pontos, menor fechamento desde 31 de março.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, teve alta de 0,03% e fechou aos 3.814,93 pontos, apoiado por procuras por barganhas no período da tarde, por investidores estrangeiros, em papeis relacionados a commodities e de bancos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,3% e fechou aos 1.073,97 pontos, após uma sessão volátil, com o índice sendo puxado para baixo com rumores de que o primeiro-ministro deve adiar a dissolução do parlamento por conta das eleições gerais. Ele tem dito repetidamente que isso deve ser feito no fim desta semana. Mas compras nas horas finais da sessão de papeis de bancos, que desvalorizaram-se em recentes sessões, ajudaram a impulsionar o índice.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,2% e fechou aos 1.528,43 pontos, uma vez que os fracos resultados nos mercados regionais afetaram o sentimento. Segundo um trader local, houve realizações de lucros, mas, no fim do dia, na falta de sinalizadores no mercado local, os investidores passaram a aguardar pistas nos resultados das corporações, que começam a ser divulgados na semana que vem
terça-feira, 3 de maio de 2011
Analise Tecnica
IBOV - Anulando a sinalização positiva deixada na sexta-feira, o Ibovespa iniciou a semana em baixa de 1,01%, fechando a segunda-feira abaixo de sua LTA de curto prazo, gerando grande expectativa para a abertura deste pregão em função da perspectiva negativa.
Ultrapassando o suporte principal em 65.170 pontos, o índice altera sua tendência de curtíssimo prazo para baixa, rumo aos 64 mil pontos, fundo que sustenta a tendência lateral de curto prazo. Do outro lado, caso volte negociar acima da LTA e deixe para trás a resistência intermediária dos 66.255 pontos, o Ibovespa ganha força para testar os 67.400 pontos, topo formado em 26 de abril.
DJI - Depois de quatro altas consecutivas, o Dow Jones fechou a segunda-feira estável, marcando mínima em 12.785 pontos, patamar que deve ser acompanhado de perto pelo trader neste pregão, principalmente após o candle de reversão deixado no gráfico diário.
Mantendo-se acima do suporte imediato de 12.800/750 pontos e superando a faixa de 12.875 pontos, o Dow Jones encontrará resistência somente na faixa de 13 mil pontos, topo marcado em maio de 2008. Perdendo os 12.750 pontos, o índice iniciará um processo de realização “saudável” no intraday, de olho no suporte intermediário de 12.600 pontos e posteriormente em 12.450 pontos.
S&P 500 - Assim como o Dow Jones, o S&P 500 deixou um candle de indefinição após quatro pregões consecutivos de alta, voltando negociar dentro das Bandas de Bollinger. O candlestick gera uma expectativa negativa para este pregão.
Caso ultrapasse o suporte dos 1.355 pontos, o índice volta mirar a faixa de 1.340 pontos, principal suporte do índice e topo anterior. Não confirmando a sinalização negativa, ou seja, superando a máxima de 1.370 pontos, o índice segue para 1.390 pontos e 1.400 pontos, máxima verificada em maio de 2008.
DOL FUT - Após firmar mínima na última semana, o DOLFUT iniciou um processo de recuperação no curtíssimo prazo e na segunda-feira fechou acima da média móvel de 9 dias, superando, assim, sua resistência intermediária imediata, consolidando um canal de congestão entre 1.611 e 1.561.
Deste modo, cresce a expectativa pela superação da faixa de 1.600, com o ativo voltando a negociar próximo da média móvel de 21 dias (1.595). Caso ultrapasse a região entre 1.606 e 1.611 em fechamento, o DOLFUT fica lateralizado no curto prazo, anulado sua tendência de baixa. Do lado dos suportes, a perda de 1.561 (fundo) decreta tendência de baixa total, rumo
aos 1.550.
PETR4 - Nada de muito significativo aconteceu no pregão dessa segunda-feira para PETR4. O ativo segue tímido, sem grandes movimentações, volume ou força para sequer superar a resistência imediata imposta pela média de 9 períodos.
Ainda em tendência de baixa, sem nenhuma indicação de reversão, o papiro permanece no mesmo patamar de preços, com suporte imediato em R$ 25,17. A situação somente começa a querer mudar de figura caso o papel supere a concentração de topos anteriores em R$ 26,30.
Do mais, vale apenas continuar observando, sem sugestões de operar-lo no curtíssimo prazo
VALE5 - Como mencionado na análise anterior, a baixa volatilidade, o estreitamento das BB e a aproximação dos preços ao vértice do triângulo simétrico, davam indícios de um movimento mais forte e direcional em breve.
Assim, pressionada pelas médias de 9 e 21 períodos, VALE5 acabou perdendo a LTA que segurava os preços em R$ 45,64 no primeiro pregão de maio, rompendo o triângulo para baixo. O ativo testou o fundo anterior em R$ 45,21 que se perdido, aciona um pivot de baixa que empurra os preços para a faixa dos R$ 44,11.
Com o IFR rompido, Bandas Bollinger se abrindo, candle com viés negativo e volume, uma operação na venda, com objetivo no próximo suporte, pode ser executada na perda da mínima do último candle. Como sugestão utilize um stop curto, mediante possibilidade de haver repiques.
BVMF3 - Depois de iniciar o pregão sinalizando um possível rompimento do triângulo simétrico formado no gráfico diário, BVMF3 recuou e acabou encerrando o dia, próximo da mínima e de fundos anteriores em R$ 11,75.
Com o IFR rompido para baixo e a perda do suporte oferecido pelas médias de 9 e 21 períodos, o ativo não se mostra atrativo para nenhuma operação com objetivos no curtíssimo prazo, até que haja uma definição mais clara da direção que o papel irá assumir.
Com suporte e resistência principais em R$ 11,45 e R$ 12,00 respectivamente, esses pontos tornam-se importantes, pois a superação de qualquer um deles, poderá acionar um pivot de baixa ou de alta, definindo uma tendência que pode ser operada com mais tranqüilidade. Até que isso se concretize, ou apareça alguma nova sinalização, nada a ser feito no ativo.
Ultrapassando o suporte principal em 65.170 pontos, o índice altera sua tendência de curtíssimo prazo para baixa, rumo aos 64 mil pontos, fundo que sustenta a tendência lateral de curto prazo. Do outro lado, caso volte negociar acima da LTA e deixe para trás a resistência intermediária dos 66.255 pontos, o Ibovespa ganha força para testar os 67.400 pontos, topo formado em 26 de abril.
DJI - Depois de quatro altas consecutivas, o Dow Jones fechou a segunda-feira estável, marcando mínima em 12.785 pontos, patamar que deve ser acompanhado de perto pelo trader neste pregão, principalmente após o candle de reversão deixado no gráfico diário.
Mantendo-se acima do suporte imediato de 12.800/750 pontos e superando a faixa de 12.875 pontos, o Dow Jones encontrará resistência somente na faixa de 13 mil pontos, topo marcado em maio de 2008. Perdendo os 12.750 pontos, o índice iniciará um processo de realização “saudável” no intraday, de olho no suporte intermediário de 12.600 pontos e posteriormente em 12.450 pontos.
S&P 500 - Assim como o Dow Jones, o S&P 500 deixou um candle de indefinição após quatro pregões consecutivos de alta, voltando negociar dentro das Bandas de Bollinger. O candlestick gera uma expectativa negativa para este pregão.
Caso ultrapasse o suporte dos 1.355 pontos, o índice volta mirar a faixa de 1.340 pontos, principal suporte do índice e topo anterior. Não confirmando a sinalização negativa, ou seja, superando a máxima de 1.370 pontos, o índice segue para 1.390 pontos e 1.400 pontos, máxima verificada em maio de 2008.
DOL FUT - Após firmar mínima na última semana, o DOLFUT iniciou um processo de recuperação no curtíssimo prazo e na segunda-feira fechou acima da média móvel de 9 dias, superando, assim, sua resistência intermediária imediata, consolidando um canal de congestão entre 1.611 e 1.561.
Deste modo, cresce a expectativa pela superação da faixa de 1.600, com o ativo voltando a negociar próximo da média móvel de 21 dias (1.595). Caso ultrapasse a região entre 1.606 e 1.611 em fechamento, o DOLFUT fica lateralizado no curto prazo, anulado sua tendência de baixa. Do lado dos suportes, a perda de 1.561 (fundo) decreta tendência de baixa total, rumo
aos 1.550.
PETR4 - Nada de muito significativo aconteceu no pregão dessa segunda-feira para PETR4. O ativo segue tímido, sem grandes movimentações, volume ou força para sequer superar a resistência imediata imposta pela média de 9 períodos.
Ainda em tendência de baixa, sem nenhuma indicação de reversão, o papiro permanece no mesmo patamar de preços, com suporte imediato em R$ 25,17. A situação somente começa a querer mudar de figura caso o papel supere a concentração de topos anteriores em R$ 26,30.
Do mais, vale apenas continuar observando, sem sugestões de operar-lo no curtíssimo prazo
VALE5 - Como mencionado na análise anterior, a baixa volatilidade, o estreitamento das BB e a aproximação dos preços ao vértice do triângulo simétrico, davam indícios de um movimento mais forte e direcional em breve.
Assim, pressionada pelas médias de 9 e 21 períodos, VALE5 acabou perdendo a LTA que segurava os preços em R$ 45,64 no primeiro pregão de maio, rompendo o triângulo para baixo. O ativo testou o fundo anterior em R$ 45,21 que se perdido, aciona um pivot de baixa que empurra os preços para a faixa dos R$ 44,11.
Com o IFR rompido, Bandas Bollinger se abrindo, candle com viés negativo e volume, uma operação na venda, com objetivo no próximo suporte, pode ser executada na perda da mínima do último candle. Como sugestão utilize um stop curto, mediante possibilidade de haver repiques.
BVMF3 - Depois de iniciar o pregão sinalizando um possível rompimento do triângulo simétrico formado no gráfico diário, BVMF3 recuou e acabou encerrando o dia, próximo da mínima e de fundos anteriores em R$ 11,75.
Com o IFR rompido para baixo e a perda do suporte oferecido pelas médias de 9 e 21 períodos, o ativo não se mostra atrativo para nenhuma operação com objetivos no curtíssimo prazo, até que haja uma definição mais clara da direção que o papel irá assumir.
Com suporte e resistência principais em R$ 11,45 e R$ 12,00 respectivamente, esses pontos tornam-se importantes, pois a superação de qualquer um deles, poderá acionar um pivot de baixa ou de alta, definindo uma tendência que pode ser operada com mais tranqüilidade. Até que isso se concretize, ou apareça alguma nova sinalização, nada a ser feito no ativo.
Mercados
Moedas – A moeda européia chegou a romper o 1,49, mas fechou o dia próximo do fechamento de 6ª. Com a proximidade da reunião do ECB é natural que as apostas diminuam e o mercado caia um pouco por causa da realização de ganhos recentes. Já o AUD em nenhum momento do dia apresentou alta. A perspectiva de manutenção dos juros (confirmada) pelo RBA inibiu as operações de carry trade (há preocupação com a alta recente da moeda e perspectiva de crescimento menor na China).
BRL – Após gravitar em torno da estabilidade na parte da manhã, o dólar apresentou tendência de queda e fechou na low do dia. O volume de negócios foi menor do que a média recente e as evidências são de que há certa resistência do mercado em romper o nível de 1,57. A atuação do BC foi maior ontem (estimativa de 330 MM) e pode ter contribuído para acentuar o movimento de alta (num dia em que o interbancário teve volume fraco). Os gringos continuaram reduzindo suas posições, mas continuam com 16 bi vendidos.
Juros – Mesmo com a inflação mais elevada (IPC-S e Focus), os juros continuaram em queda na 2ª (mais os longos que os curtos). Entretanto, é necessário acrescentar que o volume de negócios foi muito fraco (500 mil contratos transacionados – por volta de 30 pct da média de Abril).
Bolsas – Ásia – Por causa das comemorações do Dia do Trabalho, as bolsas da China e Taiwan não puderam repercutir o PMI chinês mais fraco e a notícia da morte de Bin Laden. No Japão, a aprovação do pacote de estímulo pós-terremoto animou os investidores (depois de ficar fechada na 6ª e reabrir ontem, a bolsa só retomará os negócios na 6ª) e em Seul, o crescimento das exportações, a inflação menor e medidas do governo para dar sustentação ao mercado imobiliário, fizeram o Kospi subir 1,7. A bolsa de Sidney ficou estável apesar da perspectiva do RBA manter os juros inalterados (queda no preço dos metais e alta do AUD são os fatores de risco).
Europa – A animação com a notícia da morte de Bin Laden se perdeu ao longo do dia. A falta de liquidez dos mercados por causa do feriado em Londres acabou prevalecendo e as bolsas européias terminaram o dia praticamente estáveis.
S&P – Com volume menor de negócios por causa do feriado em Londres, as bolsas de NY não conseguiram sustentar o otimismo com a morte do líder da Al Qaeda e fecharam em baixa.
Bovespa – A bolsa paulista voltou a recuar mais que as bolsas americanas. As quedas foram generalizadas, mas a baixa das ações de siderurgia e mineração foi o destaque do dia. No final de semana saiu o indicador industrial que acusou menor otimismo entre os empresários chineses (grande comprador de minério de ferro e produtor de siderúrgicos).
Commodities – Os diversos segmentos apresentaram queda depois das altas de 6ª (os metais voltaram a cair em NY – a LME não funcionou).
Ásia – As bolsas asiáticas devolveram a alta do dia anterior por causa do evento Bin Laden (que acabou não causando o efeito desejado). As preocupações econômicas (alta das moedas e da inflação) voltaram a afetar o ânimo dos investidores. Curiosamente na China (uma das fontes de incerteza), as bolsas fecharam em alta (a queda de HK ocorreu na sessão européia do índice). A bolsa japonesa não funcionou e mesmo a manutenção dos juros na Austrália (e queda do AUD) não foi suficiente para mudar o rumo de queda da bolsa de Sidney. As ações de Basic Materials, Oil & Gas, Industrials e de Consumo se destacaram na baixa.
Commodities – Continuam com tendência de baixa (principalmente os metais).
Treasuries americanos – As compras do Fed continuaram determinando as taxas dos treasuries, num dia de menor liquidez por causa do feriado em Londres (no início o mercado até que ficou animado com a morte de Bin Laden, mas o efeito não durou). O recuo, entretanto, foi tímido. Hoje, prosseguem caindo
Europa – Apesar do efeito Bin Laden já ter esvaziado no final dos pregões de ontem, as quedas das bolsas asiáticas hoje, ajudam a derrubar as bolsas européias. O mercado vai deixando de lado os eventos corporativos e se prende às dúvidas econômicas.
S&P futuro – Recua na sessão européia, num dia de agenda fraca (poucos balanços e dado econômico irrelevante). Queda de 0,6 às 08:15.
- A forte queda nas importações de petróleo (o dado da semana anterior era um número muito fora do tradicional) e a alta das exportações de soja (início de um processo de elevação do volume embarcado que deve durar uns dois meses) fez a balança comercial da semana apresentar o maior saldo semanal do ano.
- O BC australiano manteve a taxa de juros básica em 4,75 (como esperado).
Amanhã o IBGE divulgará a produção industrial do mês de Março para a qual projetamos queda de 0,9 pct, disseminada entre os grupos que compõem o índice. Após forte crescimento do mês anterior, mais uma vez o número deve ser impactado pelo efeito calendário (carnaval), que assim como ocorreu no mês de fevereiro, tem potencial para provocar ruído na produção industrial, em razão das mudanças na estratégia de produção por parte dos empresários. Dessa forma, o resultado deve ser avaliado com cautela, já que o número por si só revela pouco sobre o real comportamento da indústria, sendo mais prudente uma avaliação posterior a esse período turbulento da produção. De toda forma, vale mencionar que segundo nossas projeções, a produção deverá encerrar o trimestre com crescimento de apenas 1,0 pct.
BRL – Após gravitar em torno da estabilidade na parte da manhã, o dólar apresentou tendência de queda e fechou na low do dia. O volume de negócios foi menor do que a média recente e as evidências são de que há certa resistência do mercado em romper o nível de 1,57. A atuação do BC foi maior ontem (estimativa de 330 MM) e pode ter contribuído para acentuar o movimento de alta (num dia em que o interbancário teve volume fraco). Os gringos continuaram reduzindo suas posições, mas continuam com 16 bi vendidos.
Juros – Mesmo com a inflação mais elevada (IPC-S e Focus), os juros continuaram em queda na 2ª (mais os longos que os curtos). Entretanto, é necessário acrescentar que o volume de negócios foi muito fraco (500 mil contratos transacionados – por volta de 30 pct da média de Abril).
Bolsas – Ásia – Por causa das comemorações do Dia do Trabalho, as bolsas da China e Taiwan não puderam repercutir o PMI chinês mais fraco e a notícia da morte de Bin Laden. No Japão, a aprovação do pacote de estímulo pós-terremoto animou os investidores (depois de ficar fechada na 6ª e reabrir ontem, a bolsa só retomará os negócios na 6ª) e em Seul, o crescimento das exportações, a inflação menor e medidas do governo para dar sustentação ao mercado imobiliário, fizeram o Kospi subir 1,7. A bolsa de Sidney ficou estável apesar da perspectiva do RBA manter os juros inalterados (queda no preço dos metais e alta do AUD são os fatores de risco).
Europa – A animação com a notícia da morte de Bin Laden se perdeu ao longo do dia. A falta de liquidez dos mercados por causa do feriado em Londres acabou prevalecendo e as bolsas européias terminaram o dia praticamente estáveis.
S&P – Com volume menor de negócios por causa do feriado em Londres, as bolsas de NY não conseguiram sustentar o otimismo com a morte do líder da Al Qaeda e fecharam em baixa.
Bovespa – A bolsa paulista voltou a recuar mais que as bolsas americanas. As quedas foram generalizadas, mas a baixa das ações de siderurgia e mineração foi o destaque do dia. No final de semana saiu o indicador industrial que acusou menor otimismo entre os empresários chineses (grande comprador de minério de ferro e produtor de siderúrgicos).
Commodities – Os diversos segmentos apresentaram queda depois das altas de 6ª (os metais voltaram a cair em NY – a LME não funcionou).
Ásia – As bolsas asiáticas devolveram a alta do dia anterior por causa do evento Bin Laden (que acabou não causando o efeito desejado). As preocupações econômicas (alta das moedas e da inflação) voltaram a afetar o ânimo dos investidores. Curiosamente na China (uma das fontes de incerteza), as bolsas fecharam em alta (a queda de HK ocorreu na sessão européia do índice). A bolsa japonesa não funcionou e mesmo a manutenção dos juros na Austrália (e queda do AUD) não foi suficiente para mudar o rumo de queda da bolsa de Sidney. As ações de Basic Materials, Oil & Gas, Industrials e de Consumo se destacaram na baixa.
Commodities – Continuam com tendência de baixa (principalmente os metais).
Treasuries americanos – As compras do Fed continuaram determinando as taxas dos treasuries, num dia de menor liquidez por causa do feriado em Londres (no início o mercado até que ficou animado com a morte de Bin Laden, mas o efeito não durou). O recuo, entretanto, foi tímido. Hoje, prosseguem caindo
Europa – Apesar do efeito Bin Laden já ter esvaziado no final dos pregões de ontem, as quedas das bolsas asiáticas hoje, ajudam a derrubar as bolsas européias. O mercado vai deixando de lado os eventos corporativos e se prende às dúvidas econômicas.
S&P futuro – Recua na sessão européia, num dia de agenda fraca (poucos balanços e dado econômico irrelevante). Queda de 0,6 às 08:15.
- A forte queda nas importações de petróleo (o dado da semana anterior era um número muito fora do tradicional) e a alta das exportações de soja (início de um processo de elevação do volume embarcado que deve durar uns dois meses) fez a balança comercial da semana apresentar o maior saldo semanal do ano.
- O BC australiano manteve a taxa de juros básica em 4,75 (como esperado).
Amanhã o IBGE divulgará a produção industrial do mês de Março para a qual projetamos queda de 0,9 pct, disseminada entre os grupos que compõem o índice. Após forte crescimento do mês anterior, mais uma vez o número deve ser impactado pelo efeito calendário (carnaval), que assim como ocorreu no mês de fevereiro, tem potencial para provocar ruído na produção industrial, em razão das mudanças na estratégia de produção por parte dos empresários. Dessa forma, o resultado deve ser avaliado com cautela, já que o número por si só revela pouco sobre o real comportamento da indústria, sendo mais prudente uma avaliação posterior a esse período turbulento da produção. De toda forma, vale mencionar que segundo nossas projeções, a produção deverá encerrar o trimestre com crescimento de apenas 1,0 pct.
Bolss Asiaticas apresetnam quedas
A maioria dos mercados da Ásia fechou no campo negativo nesta terça-feira. Após o feriado de ontem nas principais bolsas da região, os investidores retornaram com cautela e seguiram a orientação baixista de Wall Street. Não houve negociações no Japão por ser feriado.
A Bolsa de Hong Kong apresentou queda pelo quinto pregão seguido. As ações de imobiliárias lideraram o declínio, com expectativas de forte baixa nas vendas de imóveis em abril. O índice Hang Seng caiu 87,56 pontos, ou 0,37%, e terminou aos 23.633,25 - nas últimas cinco sessões, o índice acumulou baixa de 2,1%.
Já as Bolsas da China encerraram em alta pela segunda sessão consecutiva, com a redução dos temores sobre medidas adicionais de aperto monetário, após os números mostrarem redução do crescimento do setor manufatureiro em abril. O índice Xangai Composto subiu 0,7% e fechou aos 2.932,19 pontos. O índice Shenzhen Composto ganhou 1,1% e terminou aos 1.214,12 pontos.
O yuan se desvalorizou em relação ao dólar, após o Banco Central chinês elevar a taxa de paridade central dólar-yuan (de 6,4990 yuans para 6,5002 yuans) por conta dos ganhos da moeda norte-americana nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,4968 yuans, de 6,4910 yuans sexta-feira.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé encerrou o dia em baixa, diante das preocupações dos investidores com as perspectivas incertas do setor de tecnologia no 2º trimestre - e com a interrupção da cadeia de suprimentos após o terremoto do Japão. A valorização do dólar taiwanês também pesou no resultado. O índice PSE teve queda de 0,69% e fechou aos 8.946,08 pontos.
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, teve baixa de 1,3% e fechou aos 2.208,73 pontos, com a realização de lucros que se seguiu à máxima histórica alcançada na segunda-feira.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney acompanhou a tendência dos mercados de Nova York e retomou seu declínio. O índice S&P/ASX 200 recuou 0,8% e fechou aos 4.784,6 pontos.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas também fechou em baixa, com investidores realizando lucros. O Índice PSE retrocedeu 0,17% e terminou aos 4.319,37 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou em baixa, uma vez que investidores cautelosos realizaram lucros à espera das eleições gerais da cidade-Estado nesta semana e por conta de preocupações sobre a divulgação das dívidas soberanas da Europa. O índice Straits Times perdeu 0,8% e fechou aos 3.153,57 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,9% e fechou aos 3.813,87 pontos, afetado pela desvalorização da rupia e as quedas em diversos mercados asiáticos, que levaram os investidores a realizarem lucros.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, teve baixa de 2,1% e fechou aos 1.070,43 pontos. Investidores estrangeiros venderam ações depois que a inflação de abril ficou acima das expectativas (4,04%, ante previsão de 3,2%). Os participantes também focam as atenções ao plano do governo de dissolver o parlamento, o que necessita de endosso real para se efetivar, depois que o escritório da Casa Real ter anunciado segunda-feira que o rei Bhumibol Adulyadej foi submetido a um procedimento médico.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, cedeu 0,2% e fechou aos 1.531,47 pontos, uma vez que a maioria dos mercados regionais caiu em meio a renovadas preocupações sobre as dívidas da Europa
A Bolsa de Hong Kong apresentou queda pelo quinto pregão seguido. As ações de imobiliárias lideraram o declínio, com expectativas de forte baixa nas vendas de imóveis em abril. O índice Hang Seng caiu 87,56 pontos, ou 0,37%, e terminou aos 23.633,25 - nas últimas cinco sessões, o índice acumulou baixa de 2,1%.
Já as Bolsas da China encerraram em alta pela segunda sessão consecutiva, com a redução dos temores sobre medidas adicionais de aperto monetário, após os números mostrarem redução do crescimento do setor manufatureiro em abril. O índice Xangai Composto subiu 0,7% e fechou aos 2.932,19 pontos. O índice Shenzhen Composto ganhou 1,1% e terminou aos 1.214,12 pontos.
O yuan se desvalorizou em relação ao dólar, após o Banco Central chinês elevar a taxa de paridade central dólar-yuan (de 6,4990 yuans para 6,5002 yuans) por conta dos ganhos da moeda norte-americana nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,4968 yuans, de 6,4910 yuans sexta-feira.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé encerrou o dia em baixa, diante das preocupações dos investidores com as perspectivas incertas do setor de tecnologia no 2º trimestre - e com a interrupção da cadeia de suprimentos após o terremoto do Japão. A valorização do dólar taiwanês também pesou no resultado. O índice PSE teve queda de 0,69% e fechou aos 8.946,08 pontos.
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, teve baixa de 1,3% e fechou aos 2.208,73 pontos, com a realização de lucros que se seguiu à máxima histórica alcançada na segunda-feira.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney acompanhou a tendência dos mercados de Nova York e retomou seu declínio. O índice S&P/ASX 200 recuou 0,8% e fechou aos 4.784,6 pontos.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas também fechou em baixa, com investidores realizando lucros. O Índice PSE retrocedeu 0,17% e terminou aos 4.319,37 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou em baixa, uma vez que investidores cautelosos realizaram lucros à espera das eleições gerais da cidade-Estado nesta semana e por conta de preocupações sobre a divulgação das dívidas soberanas da Europa. O índice Straits Times perdeu 0,8% e fechou aos 3.153,57 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,9% e fechou aos 3.813,87 pontos, afetado pela desvalorização da rupia e as quedas em diversos mercados asiáticos, que levaram os investidores a realizarem lucros.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, teve baixa de 2,1% e fechou aos 1.070,43 pontos. Investidores estrangeiros venderam ações depois que a inflação de abril ficou acima das expectativas (4,04%, ante previsão de 3,2%). Os participantes também focam as atenções ao plano do governo de dissolver o parlamento, o que necessita de endosso real para se efetivar, depois que o escritório da Casa Real ter anunciado segunda-feira que o rei Bhumibol Adulyadej foi submetido a um procedimento médico.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, cedeu 0,2% e fechou aos 1.531,47 pontos, uma vez que a maioria dos mercados regionais caiu em meio a renovadas preocupações sobre as dívidas da Europa
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Analise Tecnica
IBOV - Reagindo ao teste da LTA de curto prazo que liga os fundos de 65.170 pontos e 64.000 pontos, o Ibovespa encerrou a última sexta-feira em alta de 0,70%, aos 66.132 pontos, novamente acima da faixa de suporte de 66 mil pontos. Apesar da sinalização positiva, se mantém a expectativa de indefinição no curto prazo e curtíssimo prazo.
Caso feche abaixo do suporte principal em 65.170 pontos, o índice altera sua tendência de curtíssimo prazo para baixa, rumo aos 64 mil pontos, fundo que sustenta a tendência lateral de curto prazo. Do outro lado, fechando acima dos 67.400 pontos, o Ibovespa reverte o momentum baixista no curtíssimo prazo, rumo à principal resistência em 68.200 pontos.
DJI - Sem alterar sua tendência de alta, o Dow Jones fechou pelo quarto dia consecutivo acima da banda superior de Bollinger, desta vez com uma alta mais modesta (0,37%), mas com um volume bem acima da média, chamando a atenção. A pressão compradora foi verificada nos últimos minutos de pregão acima dos 12.800 pontos, região que deve ser acompanhada de perto pelo trader nesta sessão.
Mantendo-se acima do suporte imediato de 12.800 pontos e superando a faixa de 12.835 pontos, o Dow Jones encontrará resistência somente na faixa de 13 mil pontos, topo marcado em maio de 2008. Perdendo os 12.800 pontos, o índice iniciará um processo de realização
“saudável” no intraday, de olho no suporte intermediário de 12.700 pontos e posteriormente em 12.615 pontos.
S&P 500 - Seguindo sua tendência de alta engatada após o rompimento dos 1.340 pontos, o S&P 500 segue de olho agora nas resistências de 1.370 pontos, 1.390 pontos e 1.400 pontos, máxima verificada em maio de 2008.
Entretanto, caso feche abaixo do suporte dos 1.350/340 pontos, o índice anula a sinalização positiva e volta mirar a faixa de 1.325 pontos, por onde passa a média móvel de 21 dias. Abaixo, suporte principal em 1.300 pontos.
DOL FUT - Após firmar nova mínima em 1.556 na última semana, o DOLFUT iniciou um processo de recuperação no curtíssimo prazo e neste momento sua tendência terciária é indefinida, com um canal de congestão entre 1.606 e 1.556 e as Bandas de Bollinger começando a se estreitarem, denunciando a tendência lateral.
Deste modo, cresce a expectativa pelo teste da faixa de 1.600, com o ativo voltando a negociar próximo da média móvel de 21 dias. Caso ultrapasse os 1.606 em fechamento, o DOLFUT fica lateralizado no curto prazo. Do lado dos suportes, a perda de 1.556 (fundo) decreta tendência de baixa total, rumo aos 1.550.
PETR4 - Como analisado no último relatório, PETR4 respeitou o suporte em R$ 25,17 tendo ensaiado no pregão dessa sexta-feira, o início de um repique, após formação de um candle de reversão no gráfico diário.
No entanto, com as médias de 9, 21 e 50 apontando para baixo e o pequeno volume nas subidas, o ativo encontra-se longe de sair da atual tendência de baixa. Dessa forma, operações contra a tendência e com a volatilidade apresentada, devem ser analisadas com mais cuidados e critérios.
Assim, apesar do ativo parecer barato, já que foi testar a mínima dos últimos 5 meses, a perda de R$ 25,17 deve acelerar as perdas, buscando o próximo suporte em R$ 24,68. Por esse motivo, é importante de colocar stop, caso resolvam operar o ativo na compra.
VALE5 - Apesar do bom humor do mercado um dia depois de intensas realizações, VALE5 acabou encerrando o pregão dessa sexta-feira com outro candle de dúvida, cujo preço de fechamento foi igual ao da abertura.
Sem forças para superar a média de 9 ou 21 períodos que se encontram praticamente horizontais, o ativo segue sem tendência definida, apresentando topos descendentes e fundos ascendentes, configuração essa que resultou na formação de um triângulo simétrico, o qual já foi tocado por 5 vezes.
Com a volatilidade baixa, o estreitamento das Bandas Bollinger e a aproximação dos preços do vértice do triângulo apontado no gráfico diário, a expectativa é a de que uma movimentação mais forte aproxima-se. O rompimento acima descrito, pode ser operado para qualquer um dos sentidos, desde que haja indicações claras da tendência a ser seguida. Portanto olhos atentos e paciência.
BVMF3 - BVMF3 também continua com a situação indefinida. Após uma sequência de candles terem testado a resistência em R$ 12,00, agora há uma sequência testando um fundo intermediário em R$ 11,75 que até então vem sendo respeitado.
A sugestão da equipe técnica é apenas monitorar o ativo até que uma sinalização mais clara forneça pontos mais consistentes para entrada no ativo, seja na ponta compradora ou vendedora. Com as Bandas Bollinger estreitando-se e a volatilidade diminuindo, espera-se que o papel tenha uma movimentação mais direcional em breve. Com os preços caminhando rumo ao vértice do triângulo, uma definição gráfica pode indicar para qual direção o ativo deve seguir. Até o momento vale apenas ficar de olho.
ITUB4 - Mesmo respeitando o canal de alta formado, ITUB4 ainda se encontra com a tendência indefinida já que os topos são descendentes e os fundos ascendentes. O movimento lateral das médias de 9 e 21 períodos confirma a indecisão dos preços sobre o rumo a ser seguido.
Do lado positivo conta o fato de o ativo ter respeitado o suporte anterior em R$ 35,84 e sua LTA. Por outro lado, os preços seguem operando abaixo das médias mencionadas. Nesse cenário de incertezas, o melhor a fazer é esperar para posicionar-se apenas no rompimento de R$ 38,30 ou na perda de R$ 35,84. Nos dois casos haveria definição de uma tendência de alta ou de baixa respectivamente, facilitando operações a favor da tendência. Até que isso
ocorra, recomendamos somente observar o ativo.
Caso feche abaixo do suporte principal em 65.170 pontos, o índice altera sua tendência de curtíssimo prazo para baixa, rumo aos 64 mil pontos, fundo que sustenta a tendência lateral de curto prazo. Do outro lado, fechando acima dos 67.400 pontos, o Ibovespa reverte o momentum baixista no curtíssimo prazo, rumo à principal resistência em 68.200 pontos.
DJI - Sem alterar sua tendência de alta, o Dow Jones fechou pelo quarto dia consecutivo acima da banda superior de Bollinger, desta vez com uma alta mais modesta (0,37%), mas com um volume bem acima da média, chamando a atenção. A pressão compradora foi verificada nos últimos minutos de pregão acima dos 12.800 pontos, região que deve ser acompanhada de perto pelo trader nesta sessão.
Mantendo-se acima do suporte imediato de 12.800 pontos e superando a faixa de 12.835 pontos, o Dow Jones encontrará resistência somente na faixa de 13 mil pontos, topo marcado em maio de 2008. Perdendo os 12.800 pontos, o índice iniciará um processo de realização
“saudável” no intraday, de olho no suporte intermediário de 12.700 pontos e posteriormente em 12.615 pontos.
S&P 500 - Seguindo sua tendência de alta engatada após o rompimento dos 1.340 pontos, o S&P 500 segue de olho agora nas resistências de 1.370 pontos, 1.390 pontos e 1.400 pontos, máxima verificada em maio de 2008.
Entretanto, caso feche abaixo do suporte dos 1.350/340 pontos, o índice anula a sinalização positiva e volta mirar a faixa de 1.325 pontos, por onde passa a média móvel de 21 dias. Abaixo, suporte principal em 1.300 pontos.
DOL FUT - Após firmar nova mínima em 1.556 na última semana, o DOLFUT iniciou um processo de recuperação no curtíssimo prazo e neste momento sua tendência terciária é indefinida, com um canal de congestão entre 1.606 e 1.556 e as Bandas de Bollinger começando a se estreitarem, denunciando a tendência lateral.
Deste modo, cresce a expectativa pelo teste da faixa de 1.600, com o ativo voltando a negociar próximo da média móvel de 21 dias. Caso ultrapasse os 1.606 em fechamento, o DOLFUT fica lateralizado no curto prazo. Do lado dos suportes, a perda de 1.556 (fundo) decreta tendência de baixa total, rumo aos 1.550.
PETR4 - Como analisado no último relatório, PETR4 respeitou o suporte em R$ 25,17 tendo ensaiado no pregão dessa sexta-feira, o início de um repique, após formação de um candle de reversão no gráfico diário.
No entanto, com as médias de 9, 21 e 50 apontando para baixo e o pequeno volume nas subidas, o ativo encontra-se longe de sair da atual tendência de baixa. Dessa forma, operações contra a tendência e com a volatilidade apresentada, devem ser analisadas com mais cuidados e critérios.
Assim, apesar do ativo parecer barato, já que foi testar a mínima dos últimos 5 meses, a perda de R$ 25,17 deve acelerar as perdas, buscando o próximo suporte em R$ 24,68. Por esse motivo, é importante de colocar stop, caso resolvam operar o ativo na compra.
VALE5 - Apesar do bom humor do mercado um dia depois de intensas realizações, VALE5 acabou encerrando o pregão dessa sexta-feira com outro candle de dúvida, cujo preço de fechamento foi igual ao da abertura.
Sem forças para superar a média de 9 ou 21 períodos que se encontram praticamente horizontais, o ativo segue sem tendência definida, apresentando topos descendentes e fundos ascendentes, configuração essa que resultou na formação de um triângulo simétrico, o qual já foi tocado por 5 vezes.
Com a volatilidade baixa, o estreitamento das Bandas Bollinger e a aproximação dos preços do vértice do triângulo apontado no gráfico diário, a expectativa é a de que uma movimentação mais forte aproxima-se. O rompimento acima descrito, pode ser operado para qualquer um dos sentidos, desde que haja indicações claras da tendência a ser seguida. Portanto olhos atentos e paciência.
BVMF3 - BVMF3 também continua com a situação indefinida. Após uma sequência de candles terem testado a resistência em R$ 12,00, agora há uma sequência testando um fundo intermediário em R$ 11,75 que até então vem sendo respeitado.
A sugestão da equipe técnica é apenas monitorar o ativo até que uma sinalização mais clara forneça pontos mais consistentes para entrada no ativo, seja na ponta compradora ou vendedora. Com as Bandas Bollinger estreitando-se e a volatilidade diminuindo, espera-se que o papel tenha uma movimentação mais direcional em breve. Com os preços caminhando rumo ao vértice do triângulo, uma definição gráfica pode indicar para qual direção o ativo deve seguir. Até o momento vale apenas ficar de olho.
ITUB4 - Mesmo respeitando o canal de alta formado, ITUB4 ainda se encontra com a tendência indefinida já que os topos são descendentes e os fundos ascendentes. O movimento lateral das médias de 9 e 21 períodos confirma a indecisão dos preços sobre o rumo a ser seguido.
Do lado positivo conta o fato de o ativo ter respeitado o suporte anterior em R$ 35,84 e sua LTA. Por outro lado, os preços seguem operando abaixo das médias mencionadas. Nesse cenário de incertezas, o melhor a fazer é esperar para posicionar-se apenas no rompimento de R$ 38,30 ou na perda de R$ 35,84. Nos dois casos haveria definição de uma tendência de alta ou de baixa respectivamente, facilitando operações a favor da tendência. Até que isso
ocorra, recomendamos somente observar o ativo.
Mercados
Moedas – A alta da inflação em abril aprofundou a certeza de que o ECB continuará subindo os juros na próxima reunião da 5ª feira. Com isso, o Euro ficou em alta o dia todo (a queda nos spreads dos sovereign bonds dos países problemáticos também ajudou), mas no fechamento da sessão americana passou a cair. A moeda australiana acompanhou o movimento da moeda européia, pois as situações são parecidas (alta de juros), mas não inverteu a tendência no final dos negócios como o Euro.
BRL – O BC preferiu anunciar a rolagem do swap durante o pregão e acabou travando os negócios pela manhã. A estratégia, entretanto, não impediu que a moeda brasileira subisse acompanhando a alta do Euro (no fim do dia virou) e do AUD. A baixa liquidez do pronto persistiu (estima-se que o BC tenha comprado 110 MM) e os gringos voltaram a vende 1,1 bilhão no futuro.
Juros – Depois das altas da 5ª por causa da leitura da ATA (ciclo de alta dos juros pode ser prolongado), os Dis acabaram devolvendo uma parte desse prêmio. Apesar do documento, o que vai definir mesmo o que o BC irá fazer será a trajetória da inflação, do crédito e da atividade. Esta semana dois dados muito relevantes serão divulgados e devem mexer com os preços (PIM na 4ª e IPCA na 6ª).
Bolsas – Ásia – Com a bolsa japonesa fechada as baixas prevaleceram nos mercados asiáticos. Curiosamente na China, a principal fonte de preocupação na Ásia, a bolsa de Shanghai subiu (há que se considerar que ela caiu por cinco dias consecutivos e as outras não). Em Sidney, os investidores estão pessimistas com os efeitos da valorização do AUD nos lucros das empresas. Em Seul, o fraco resultado da Samsung prejudicou as ações em geral.
Europa – Com a bolsa de Londres fechada, a liquidez dos mercados foi bem menor, mas mesmo assim houve alta nas demais praças porque os índices divulgados demonstraram que a confiança aumentos em diversos setores da economia. Nem a subida da inflação que ajuda a ratificar a possibilidade de alta dos juros na 5ª feira e puxou o Euro trouxe preocupação para os investidores.
S&P – O feriado em Londres não alterou o movimento de NY como na 2ª passada. A alta das bolsas foi limitada pelo processo que órgão europeu está movendo contra bancos americanos (as ações de Financials caíram) e pelo mau desempenho das ações de tecnologia (o balanço da Microsoft não agradou). A ações de Oil & Gas se destacaram (a alta do petróleo reforça o call de compra já que os balanços divulgados recentemente surpreenderam positivamente).
Bovespa – Depois de baixas fortes na 4ª e na 5ª (movimento descolado das bolsas de fora), a bolsa paulista subiu. Entretanto o dia continuou marcado por instabilidade, evidenciando que ainda há muita insegurança sobre a trajetória futura.
Commodities – Os metais seguiram caindo em NY (a LME não abriu). Já os grãos, praticamente anularam as baixas do dia anterior e o petróleo voltou a subir (foi divulgado que houve queda na produção da Opec, maior produtor do mundo – a Arábia Saudita já tinha anunciado recuo na produção).
Ásia – Com o feriado de comemoração do Dia do Trabalho, os mercados na China e em Taiwan ficaram fechados hoje (só amanhã irão repercutir o PMI menor da China). O Japão que teve feriado na 6ª e também ficará fechado nos próximos três dias, subiu – a aprovação do pacote de estímulo motivou os investidores (o mercado voltou do almoço com a notícia da morte de Bin Laden e ampliou a alta). Já na Austrália, o SPX200 apenas se recuperou de perdas com a notícia e fechou estável – a preocupação dos investidores australianos é com a alta do AUD e com a queda no preço dos metais. Na Coréia, dados melhores de exportação e inflação (menor que a esperada) e medidas do governo para auxiliar o setor imobiliário fizeram o Kospi subir forte (mesmo com o Won atingindo a maior cotação desde 2008). A alta da moeda coreana foi exceção na sessão asiática. O Euro e o AUD perderam valor. A perspectiva de manutenção dos juros pelo RBA na reunião de amanhã ajuda a enfraquecer a moeda australiana
Commodities – Apresentam tendência de baixa na sessão européia. Os metais voltam a recuar nos US (é feriado em Londres) e o petróleo recua forte com a notícia da morte de Bin Laden. Os grãos apresentam comportamento misto (soja e milho recuam e trigo sobe).
Treasuries americanos – Num dia de menor liquidez por causa do feriado em Londres, as compras do Fed pesaram no mercado e os juros voltaram a cair na 6ª. Hoje, sobem ligeiramente.
Europa – O mercado de Londres continua fechado. Na Alemanha, as indicações melhores para a indústria faz o Dax subir. As bolsas européias também repercutem a noticia da morte de Bin Laden.
S&P futuro – Subia 0,45 às 08:10.
- O PMI na China ficou abaixo do esperado (estimava-se alta do indicador e ele caiu de 53,4 para 52,9).
BRL – O BC preferiu anunciar a rolagem do swap durante o pregão e acabou travando os negócios pela manhã. A estratégia, entretanto, não impediu que a moeda brasileira subisse acompanhando a alta do Euro (no fim do dia virou) e do AUD. A baixa liquidez do pronto persistiu (estima-se que o BC tenha comprado 110 MM) e os gringos voltaram a vende 1,1 bilhão no futuro.
Juros – Depois das altas da 5ª por causa da leitura da ATA (ciclo de alta dos juros pode ser prolongado), os Dis acabaram devolvendo uma parte desse prêmio. Apesar do documento, o que vai definir mesmo o que o BC irá fazer será a trajetória da inflação, do crédito e da atividade. Esta semana dois dados muito relevantes serão divulgados e devem mexer com os preços (PIM na 4ª e IPCA na 6ª).
Bolsas – Ásia – Com a bolsa japonesa fechada as baixas prevaleceram nos mercados asiáticos. Curiosamente na China, a principal fonte de preocupação na Ásia, a bolsa de Shanghai subiu (há que se considerar que ela caiu por cinco dias consecutivos e as outras não). Em Sidney, os investidores estão pessimistas com os efeitos da valorização do AUD nos lucros das empresas. Em Seul, o fraco resultado da Samsung prejudicou as ações em geral.
Europa – Com a bolsa de Londres fechada, a liquidez dos mercados foi bem menor, mas mesmo assim houve alta nas demais praças porque os índices divulgados demonstraram que a confiança aumentos em diversos setores da economia. Nem a subida da inflação que ajuda a ratificar a possibilidade de alta dos juros na 5ª feira e puxou o Euro trouxe preocupação para os investidores.
S&P – O feriado em Londres não alterou o movimento de NY como na 2ª passada. A alta das bolsas foi limitada pelo processo que órgão europeu está movendo contra bancos americanos (as ações de Financials caíram) e pelo mau desempenho das ações de tecnologia (o balanço da Microsoft não agradou). A ações de Oil & Gas se destacaram (a alta do petróleo reforça o call de compra já que os balanços divulgados recentemente surpreenderam positivamente).
Bovespa – Depois de baixas fortes na 4ª e na 5ª (movimento descolado das bolsas de fora), a bolsa paulista subiu. Entretanto o dia continuou marcado por instabilidade, evidenciando que ainda há muita insegurança sobre a trajetória futura.
Commodities – Os metais seguiram caindo em NY (a LME não abriu). Já os grãos, praticamente anularam as baixas do dia anterior e o petróleo voltou a subir (foi divulgado que houve queda na produção da Opec, maior produtor do mundo – a Arábia Saudita já tinha anunciado recuo na produção).
Ásia – Com o feriado de comemoração do Dia do Trabalho, os mercados na China e em Taiwan ficaram fechados hoje (só amanhã irão repercutir o PMI menor da China). O Japão que teve feriado na 6ª e também ficará fechado nos próximos três dias, subiu – a aprovação do pacote de estímulo motivou os investidores (o mercado voltou do almoço com a notícia da morte de Bin Laden e ampliou a alta). Já na Austrália, o SPX200 apenas se recuperou de perdas com a notícia e fechou estável – a preocupação dos investidores australianos é com a alta do AUD e com a queda no preço dos metais. Na Coréia, dados melhores de exportação e inflação (menor que a esperada) e medidas do governo para auxiliar o setor imobiliário fizeram o Kospi subir forte (mesmo com o Won atingindo a maior cotação desde 2008). A alta da moeda coreana foi exceção na sessão asiática. O Euro e o AUD perderam valor. A perspectiva de manutenção dos juros pelo RBA na reunião de amanhã ajuda a enfraquecer a moeda australiana
Commodities – Apresentam tendência de baixa na sessão européia. Os metais voltam a recuar nos US (é feriado em Londres) e o petróleo recua forte com a notícia da morte de Bin Laden. Os grãos apresentam comportamento misto (soja e milho recuam e trigo sobe).
Treasuries americanos – Num dia de menor liquidez por causa do feriado em Londres, as compras do Fed pesaram no mercado e os juros voltaram a cair na 6ª. Hoje, sobem ligeiramente.
Europa – O mercado de Londres continua fechado. Na Alemanha, as indicações melhores para a indústria faz o Dax subir. As bolsas européias também repercutem a noticia da morte de Bin Laden.
S&P futuro – Subia 0,45 às 08:10.
- O PMI na China ficou abaixo do esperado (estimava-se alta do indicador e ele caiu de 53,4 para 52,9).
Assinar:
Postagens (Atom)