Moedas – Nos últimos dias, o AUD seguiu a oscilação do Euro. Entretanto na 6ª, o movimento do Euro decorreu da forte alta no spread dos sovereign bonds dos chamados países problemáticos. Como a razão foi específica e não de ordem geral, a moeda australiana se descolou do movimento (o driver é a China e as commodities).
BRL – Apesar do nosso driver também serem as commodities, a moeda brasileira (depois de altos e baixos) colou no Euro e também caiu. O volume do mercado interbancário (3,6 bi) e a pequena compra do BC (200 MM) sugerem que o fluxo foi positivo e sobrou USD no mercado, mas isso não afetou a cotação da moeda para baixo.
Juros – O dia foi de oscilação. A divulgação do IPCA-15, a fala de membros do Copom e a piora dos mercados fora provocaram um vai-e-vem na taxas. No final, a alta acabou prevalecendo, mas o comportamento do dia demonstra que a trajetória futura permanece incerta.
Bolsas – Ásia – Repetiram o movimento de 5ª: abriram em alta tentando compensar a subida das bolsas ocidentais no dia anterior, mas acabaram cedendo no final às incertezas (dúvidas sobre recuperação do Japão, desaquecimento na China e alta de juros em alguns países).
Europa – As bolsas européias tentaram descontar a melhora de NY na tarde do dia anterior. Entretanto como o Euro, elas acabaram caindo por conta da alta nos juros dos papéis dos países periféricos que acentuam o risco de uma piora econômica na região.
S&P – A instabilidade na Europa arrastou as bolsas americanas para o vermelho num dia sem indicadores econômicos.
Bovespa – Como já tinha caído nos dias anteriores, acabou fechando em ligeira alta. A recuperação no preço do petróleo e dos metais incentivou os investidores a recomprarem as ações de Petrobrás e Vale que tinham caído muito na semana (repuseram também as ações de Real Estate).
Commodities – O dia foi de oscilação com a piora na Europa. Os mercados que abriram em alta chegaram a cair forte com a virada dos mercados (ações e moedas que subiam inverteram o rumo). No final, as altas prevaleceram.
Ásia – Os mercados asiáticos tinham que descontar a baixa das bolsas ocidentais na 6ª. Entretanto, o outlook negativo para a Itália dado pelo S&P na 6ª e as eleições na Espanha que expõem um quadro social e econômico difícil acentuaram a perspectiva de baixa e as ações recuaram forte. A queda nos preço das commodities, seguida da desvalorização das moedas em relação ao USD, complementou o quadro da piora.
Commodities – A alta do USD decorrente de uma perspectiva econômica pior com o agravamento da crise na Europa faz as quedas se generalizarem entre os diversos segmentos.
Treasuries americanos – Prosseguiram em queda na 6ª com as compras maiores do Fed e recuo das bolsas. Hoje, a perspectiva econômica mundial parece pior e a alta do USD aprofunda as baixa das taxas.
Europa – Depois que os mercados fecharam na 6ª, a S&P colocou o rating da Itália em outlook negativo. Isso já seria péssimo para os títulos dos chamados países periféricos. Para piorar as coisas a derrota do governo espanhol nas eleições de ontem e a onda de protestos no país acaba expondo os riscos sociais e políticos da estratégia de controle da crise econômica. A deterioração de expectativas no setor industrial e de serviços na Europa (e também na Alemanha – o carro chefe) agravam ainda mais a situação e as bolsas caem forte (ratificando as preocupações asiáticas). O Euro vai junto e arrasta as outras moedas.
S&P futuro – No embalo da Europa e da Ásia recuava 0,9 pct às 08:00.
- A S&P colocou em outlook negativo o rating da Itália (na 6ª depois que os mercados americanos fecharam.
- O partido governista perdeu as eleições na Espanha, em meio a protestos que já duram mais de uma semana.
Na 6ª, o spread de títulos de países europeus considerados problemáticos subiu forte (movimento igual a de um mês atrás) e evidencia que o mercado vê com muita apreensão o debate entre as autoridades européias sobre a questão grega. O que foi mostrado para eles é que não se deve brincar com o risco de contágio e quando se fala nisso o primeiro da fila é a Espanha (já que Portugal acabou de entrar no programa de ajuda). Não adianta vir com promessas como fez a Ministra das Finanças francesa Christiane Lagarde que disse que não haverá reestruturação da dívida grega. Para que isso não ocorra será fundamental darem o dinheiro que o país precisa para fechar as contas de 2012 e 2013 que o mercado calcula ser de 60 milhões de Euros. Hoje, os spreads sobem ainda mais e a crise ameaça se aprofundar.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Bolsas asiáticas têm forte queda; Xangai perde 2,9%
Os mercados da Ásia fecharam em baixa acentuada nesta segunda-feira, influenciados principalmente pelos números preocupantes da economia chinesa.
Na Bolsa de Hong Kong, a espetacular estreia da varejista Milan Station não foi suficiente para alavancar os negócios. Os investidores mostraram temores com dados da atividade manufatureira na China, que indicam redução do crescimento econômico. O índice Hang Seng caiu 488,37 pontos, ou 2,11%, e terminou aos 22.711,02 pontos.
Na China, as bolsas também caíram em virtude das preocupações com as pressões inflacionárias. O índice Xangai Composto caiu 2,9% e terminou aos 2.774,57 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 3,6% e encerrou aos 1.149,39 pontos.
O yuan se desvalorizou em relação ao dólar, após o Banco Central chinês elevar a taxa de paridade central dólar-yuan (de 6,4983 yuans para 6,4998 yuans), depois de a moeda norte-americana apresentar ganhos nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5050 yuans, de 6,4923 yuans do fechamento de sexta-feira.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé fechou em baixa devido à realização de lucros após a explosão da fábrica da Foxconn em Chengdu, na noite de sexta-feira. O Índice Taiwan Weighted caiu 1,01% e terminou aos 8.747,51 pontos.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve queda de 2,6% e fechou aos 2.055,71 pontos, com realização de lucros por parte dos investidores estrangeiros e baixa nas ações das montadoras.
A Bolsa de Sydney, na Austrália, sofreu sua maior queda em dois meses e meio, com o índice S&P/ASX 200 em baixa de 1,9%, terminando aos 4.643,0 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila estendeu seu recuo para seis das últimas oito sessões, influenciada pelo declínio do mercado norte-americano na sexta-feira. O índice PSE recuou 0,51% e fechou aos 4.263,19 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve baixa por causa de renovadas preocupações sobre a crise da dívida grega e temores de que um possível recuo na economia chinesa afete o sentimento do mercado. Perdas nos mercados europeus também pesaram na bolsa local à tarde. O índice Straits Times cedeu 1,8% e fechou aos 3.110,48 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, perdeu 2,4% e fechou aos 3.778,45 pontos, liderado por vendas de blue chips em meio a preocupações sobre a situação das dívidas europeias.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, caiu 1,8% e fechou aos 1.053,97 pontos, em linha com os demais mercados regionais. Principais perdas concentraram-se em pesos pesados dos setores de energia e bancário.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,8% e fechou aos 1.528,98 pontos, com realizações de lucros em meio a amplas preocupações sobre a crescente crise da dívida europeia
Na Bolsa de Hong Kong, a espetacular estreia da varejista Milan Station não foi suficiente para alavancar os negócios. Os investidores mostraram temores com dados da atividade manufatureira na China, que indicam redução do crescimento econômico. O índice Hang Seng caiu 488,37 pontos, ou 2,11%, e terminou aos 22.711,02 pontos.
Na China, as bolsas também caíram em virtude das preocupações com as pressões inflacionárias. O índice Xangai Composto caiu 2,9% e terminou aos 2.774,57 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 3,6% e encerrou aos 1.149,39 pontos.
O yuan se desvalorizou em relação ao dólar, após o Banco Central chinês elevar a taxa de paridade central dólar-yuan (de 6,4983 yuans para 6,4998 yuans), depois de a moeda norte-americana apresentar ganhos nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5050 yuans, de 6,4923 yuans do fechamento de sexta-feira.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé fechou em baixa devido à realização de lucros após a explosão da fábrica da Foxconn em Chengdu, na noite de sexta-feira. O Índice Taiwan Weighted caiu 1,01% e terminou aos 8.747,51 pontos.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve queda de 2,6% e fechou aos 2.055,71 pontos, com realização de lucros por parte dos investidores estrangeiros e baixa nas ações das montadoras.
A Bolsa de Sydney, na Austrália, sofreu sua maior queda em dois meses e meio, com o índice S&P/ASX 200 em baixa de 1,9%, terminando aos 4.643,0 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila estendeu seu recuo para seis das últimas oito sessões, influenciada pelo declínio do mercado norte-americano na sexta-feira. O índice PSE recuou 0,51% e fechou aos 4.263,19 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve baixa por causa de renovadas preocupações sobre a crise da dívida grega e temores de que um possível recuo na economia chinesa afete o sentimento do mercado. Perdas nos mercados europeus também pesaram na bolsa local à tarde. O índice Straits Times cedeu 1,8% e fechou aos 3.110,48 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, perdeu 2,4% e fechou aos 3.778,45 pontos, liderado por vendas de blue chips em meio a preocupações sobre a situação das dívidas europeias.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, caiu 1,8% e fechou aos 1.053,97 pontos, em linha com os demais mercados regionais. Principais perdas concentraram-se em pesos pesados dos setores de energia e bancário.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,8% e fechou aos 1.528,98 pontos, com realizações de lucros em meio a amplas preocupações sobre a crescente crise da dívida europeia
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Bolsas europeias recuam com preocupação sobre dívida soberana
O principal índice das ações europeias fechou em baixa nesta sexta-feira, com os investidores reduzindo a exposição a risco antes do final de semana após o rebaixamento da Grécia pela agência Fitch.
A confiança dos investidores também foi fragilizada pelas eleições na Espanha e pela incerteza sobre o combate aos problemas da dívida grega, disseram operadores.
De acordo com dados preliminares, o índice FTSEurofirst 300 caiu 0,2 por cento, para 1.136 pontos. O índice STOXX Europe 600 do setor bancário caiu 0,8 por cento.
"Perto do final de semana, as pessoas decidiram embolsar algum lucro. Ainda há incertezas sobre a reestruturação na Grécia", disse Markus Huber, operador da ETX Capital.
A Fitch colocou a Grécia ainda mais fundo dentro do grau especulativo e alertou que pode reduzir a nota do país ainda mais se não for elaborado um plano com credibilidade para resolver a crise da dívida do país.
As perdas, no entanto, foram amortecidas pela alta de 2,7 por cento da BP após a petrolífera conseguir que a Mitsui aceitasse pagar 1,1 bilhão de dólares referentes a uma parte dos prejuízos causados pelo vazamento no Golfo do México, no ano passado.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em queda de 0,13 por cento, a 5.948 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 1,24 por cento, para 7.266 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 recuou 0,92 por cento, para 3.990 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib encerrou em baixa de 1,5 por cento, a 21.236 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou perda de 1,45 por cento, para 10.226 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 teve desvalorização de 0,56 por cento, para 7.688 pontos.
A confiança dos investidores também foi fragilizada pelas eleições na Espanha e pela incerteza sobre o combate aos problemas da dívida grega, disseram operadores.
De acordo com dados preliminares, o índice FTSEurofirst 300 caiu 0,2 por cento, para 1.136 pontos. O índice STOXX Europe 600 do setor bancário caiu 0,8 por cento.
"Perto do final de semana, as pessoas decidiram embolsar algum lucro. Ainda há incertezas sobre a reestruturação na Grécia", disse Markus Huber, operador da ETX Capital.
A Fitch colocou a Grécia ainda mais fundo dentro do grau especulativo e alertou que pode reduzir a nota do país ainda mais se não for elaborado um plano com credibilidade para resolver a crise da dívida do país.
As perdas, no entanto, foram amortecidas pela alta de 2,7 por cento da BP após a petrolífera conseguir que a Mitsui aceitasse pagar 1,1 bilhão de dólares referentes a uma parte dos prejuízos causados pelo vazamento no Golfo do México, no ano passado.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em queda de 0,13 por cento, a 5.948 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 1,24 por cento, para 7.266 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 recuou 0,92 por cento, para 3.990 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib encerrou em baixa de 1,5 por cento, a 21.236 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou perda de 1,45 por cento, para 10.226 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 teve desvalorização de 0,56 por cento, para 7.688 pontos.
Mercados
Moedas – Os dados piores dos US acabaram provocando a queda do USD na sessão americana exclusiva (depois que a Europa estava fechada). A queda nas commodities não afetou o AUD e a visão mais hawkish de alguns membros do ECB (possibilidade de alta de juros) favoreceu o Euro.
BRL – Foi na contramão dos mercados de fora e caiu mesmo com os gringos vendendo USD no futuro (500 MM).
Juros – A fala de Tombini e Carlos Hamilton pela manhã (basicamente reforçando que os juros subirão o que for necessário porque ainda há trabalho a fazer para que a inflação convirja para a meta) e o leilão de papéis pré-fixados acabaram provocando a elevação das taxas dos DIS futuros. Há que se registrar que a liquidez não foi das melhores e a participação de alguns players foi mais destacada ontem.
Bolsas – Ásia – A repercussão da alta das bolsas ocidentais no dia anterior se restringiu a poucas praças (Sidney – por causa da forte subida no preço das commodities – e HK). Eventos específicos prejudicaram o Nikkei (queda do PIB maior que o esperado com o terremoto), Shanghai (medo de medidas restritivas com a continuidade da elevação no preço de imóveis), Kospi e Taiex (crescimento mais forte que pode triggar alta de juros).
Europa – Os mercados europeus repercutiram a subida de NY no pregão do dia anterior (depois que estavam fechadas) e os dados melhores de vendas em UK. Entretanto a alta no spread dos sovereign bonds da Grécia (refletindo a indecisão sobre a ampliação/extensão da ajuda) e Espanha (colocou menos papéis que o desejado no leilão) fizeram a alta diminuir próximo do fechamento.
S&P – Mesmo com dados econômicos ruins, as bolsas de NY subiram arrastadas pelas altas na Europa. O volume de negócios na NYSE continuou fraco.
Bovespa – Outro dia de forte descolamento de fora (na Europa e nos US subiram e aqui caiu). A queda decorreu da movimentação de players locais e as ações de Real Estate e Petróleo se sobressaíram na baixa.
Commodities – Os mercados que tinham deixado os fundamentos de lado na 4ª, ontem voltaram a se guiar por eles. No petróleo, o cenário é de sobra de produção (membros da OPEC reclamam de falta de demanda). Nos metais, a demanda chinesa tem enfraquecido e há temor de que possa se reduzir mais e nos grãos, o último boletim do USDA retratou um quadro de suprimentos mais tranquilo
Ásia – Repetiu o que havia ocorrido ontem. Abriram em alta, tentando acompanhar o movimento europeu e de NY, mas (por apatia e falta de notícias) acabaram cedendo (HK e Seul subiram). As principais quedas ocorreram nas bolsas de Sidney (queda das commodities ontem) e Taiwan (possibilidade de alta de juros). Nada relevante aconteceu com as moedas na sessão asiática.
Commodities – Mais do mesmo: depois de queda mais forte num dia apresenta perspectiva de alta no outro, ou vice-versa. Hoje, os diversos segmentos se recuperam das baixas de ontem.
Treasuries americanos – Apesar do Fed ter comprado pouco papel novamente ontem, os juros fecharam em baixa por conta dos indicadores econômicos piores nos US. Hoje, a queda prossegue com o aumento da incerteza na Europa.
Europa – Novamente o mercado americano melhorou na tarde do dia anterior e condiciona o comportamento das ações nos negócios pela manhã na Europa. Entretanto, a forte alta no spread dos sovereign bonds gregos pode fazer o investidor se retrair e afetar o dia. Em razão do movimento com os títulos públicos, o Euro cai e leva junto o AUD na sessão européia.
S&P futuro – A incerteza na Europa provocava queda de 0,3 às 08:10.
- O Tesouro americano anunciou que irá vender 99 bi de títulos de 2, 5, e 7 anos nos leilões da próxima semana. Se era para valer o que foi dito na 2ª feira (que o teto de endividamento tinha sido alcançado) como é possível explicar essa nova emissão?
Os investidores estão ficando preocupados com a falta de sintonia entre os políticos europeus que consideram possível a renegociação da dívida grega e os membros do ECB que rechaçam a hipótese. Deveriam levar em consideração que qualquer hipótese de contágio seria devastador para a Europa. Apenas contemplar o problema leva ao que está acontecendo hoje: forte subida nos juros de papéis de vários países.
BRL – Foi na contramão dos mercados de fora e caiu mesmo com os gringos vendendo USD no futuro (500 MM).
Juros – A fala de Tombini e Carlos Hamilton pela manhã (basicamente reforçando que os juros subirão o que for necessário porque ainda há trabalho a fazer para que a inflação convirja para a meta) e o leilão de papéis pré-fixados acabaram provocando a elevação das taxas dos DIS futuros. Há que se registrar que a liquidez não foi das melhores e a participação de alguns players foi mais destacada ontem.
Bolsas – Ásia – A repercussão da alta das bolsas ocidentais no dia anterior se restringiu a poucas praças (Sidney – por causa da forte subida no preço das commodities – e HK). Eventos específicos prejudicaram o Nikkei (queda do PIB maior que o esperado com o terremoto), Shanghai (medo de medidas restritivas com a continuidade da elevação no preço de imóveis), Kospi e Taiex (crescimento mais forte que pode triggar alta de juros).
Europa – Os mercados europeus repercutiram a subida de NY no pregão do dia anterior (depois que estavam fechadas) e os dados melhores de vendas em UK. Entretanto a alta no spread dos sovereign bonds da Grécia (refletindo a indecisão sobre a ampliação/extensão da ajuda) e Espanha (colocou menos papéis que o desejado no leilão) fizeram a alta diminuir próximo do fechamento.
S&P – Mesmo com dados econômicos ruins, as bolsas de NY subiram arrastadas pelas altas na Europa. O volume de negócios na NYSE continuou fraco.
Bovespa – Outro dia de forte descolamento de fora (na Europa e nos US subiram e aqui caiu). A queda decorreu da movimentação de players locais e as ações de Real Estate e Petróleo se sobressaíram na baixa.
Commodities – Os mercados que tinham deixado os fundamentos de lado na 4ª, ontem voltaram a se guiar por eles. No petróleo, o cenário é de sobra de produção (membros da OPEC reclamam de falta de demanda). Nos metais, a demanda chinesa tem enfraquecido e há temor de que possa se reduzir mais e nos grãos, o último boletim do USDA retratou um quadro de suprimentos mais tranquilo
Ásia – Repetiu o que havia ocorrido ontem. Abriram em alta, tentando acompanhar o movimento europeu e de NY, mas (por apatia e falta de notícias) acabaram cedendo (HK e Seul subiram). As principais quedas ocorreram nas bolsas de Sidney (queda das commodities ontem) e Taiwan (possibilidade de alta de juros). Nada relevante aconteceu com as moedas na sessão asiática.
Commodities – Mais do mesmo: depois de queda mais forte num dia apresenta perspectiva de alta no outro, ou vice-versa. Hoje, os diversos segmentos se recuperam das baixas de ontem.
Treasuries americanos – Apesar do Fed ter comprado pouco papel novamente ontem, os juros fecharam em baixa por conta dos indicadores econômicos piores nos US. Hoje, a queda prossegue com o aumento da incerteza na Europa.
Europa – Novamente o mercado americano melhorou na tarde do dia anterior e condiciona o comportamento das ações nos negócios pela manhã na Europa. Entretanto, a forte alta no spread dos sovereign bonds gregos pode fazer o investidor se retrair e afetar o dia. Em razão do movimento com os títulos públicos, o Euro cai e leva junto o AUD na sessão européia.
S&P futuro – A incerteza na Europa provocava queda de 0,3 às 08:10.
- O Tesouro americano anunciou que irá vender 99 bi de títulos de 2, 5, e 7 anos nos leilões da próxima semana. Se era para valer o que foi dito na 2ª feira (que o teto de endividamento tinha sido alcançado) como é possível explicar essa nova emissão?
Os investidores estão ficando preocupados com a falta de sintonia entre os políticos europeus que consideram possível a renegociação da dívida grega e os membros do ECB que rechaçam a hipótese. Deveriam levar em consideração que qualquer hipótese de contágio seria devastador para a Europa. Apenas contemplar o problema leva ao que está acontecendo hoje: forte subida nos juros de papéis de vários países.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Bolsas europeias avançam, puxadas pelo setor de energia
As bolsas de valores europeias subiram nesta quinta-feira, mas fecharam abaixo das máximas do dia após dados econômicos divergentes nos Esados Unidos.
Alguns estrategistas dizem que as ações podem ficar presas dentro de uma faixa até que o cenário macroeconômico melhore.
O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,64 por cento, para 1.138 pontos.
O número de norte-americanos que apresentaram pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, mas outros dados sobre o setor imobiliário e sobre a atividade industrial regional sugeriram que a economia continua com um ritmo moderado de crescimento.
"Estamos um pouco presos a uma faixa. Uma parte dessa incerteza macroeconômica precisa ficar menos visível para rompermos essa faixa para cima", disse Bill Dinning, diretor de estratégia de investimentos da Aegon Asset Management, em Edimburgo. Ele administra 48,8 bilhões de libras em ativos.
O índice do setor de energia subiu 1,1 por cento, acompanhando a alta dos preços do petróleo na quarta-feira após a queda dos estoques nos Estados Unidos. A BP subiu 1,9 por cento, ajudada por uma recomendação de "compra" do Bank of America Merrill Lynch.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em alta de 0,55 por cento, a 5.955 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX avançou 0,75 por cento, para 7.358 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 1,25 por cento, para 4.027 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib encerrou em alta de 0,54 por cento, a 21.559 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou ganho de 0,32 por cento, aos 10.376 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 teve valorização de 0,46 por cento, a 7.732 pontos.
Alguns estrategistas dizem que as ações podem ficar presas dentro de uma faixa até que o cenário macroeconômico melhore.
O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,64 por cento, para 1.138 pontos.
O número de norte-americanos que apresentaram pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, mas outros dados sobre o setor imobiliário e sobre a atividade industrial regional sugeriram que a economia continua com um ritmo moderado de crescimento.
"Estamos um pouco presos a uma faixa. Uma parte dessa incerteza macroeconômica precisa ficar menos visível para rompermos essa faixa para cima", disse Bill Dinning, diretor de estratégia de investimentos da Aegon Asset Management, em Edimburgo. Ele administra 48,8 bilhões de libras em ativos.
O índice do setor de energia subiu 1,1 por cento, acompanhando a alta dos preços do petróleo na quarta-feira após a queda dos estoques nos Estados Unidos. A BP subiu 1,9 por cento, ajudada por uma recomendação de "compra" do Bank of America Merrill Lynch.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em alta de 0,55 por cento, a 5.955 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX avançou 0,75 por cento, para 7.358 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 1,25 por cento, para 4.027 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib encerrou em alta de 0,54 por cento, a 21.559 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou ganho de 0,32 por cento, aos 10.376 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 teve valorização de 0,46 por cento, a 7.732 pontos.
Mercados
Moedas – Na 3ª, o AUD subiu com afirmações feitas por membro do RBA sobre a possibilidade de alta dos juros e os benefícios da valorização da moeda. Ontem, os dados de salários e confiança do consumidor colocaram dúvidas sobre a trajetória futura e a moeda australiana passou o dia todo em queda. No fechamento apresentou estabilidade em razão do movimento observado nas commodities e bolsas. Já o Euro fez o caminho inverso: subia durante o dia e zerou a alta no fechamento. Pelo que se viu nos mercados de commodities e ações, era de se esperar outro comportamento das duas moedas.
BRL – A informação da volta das entradas financeiras deu o tom do mercado ontem. Antes da divulgação do dado pelo BC o mercado apresentava ligeira alta que foi ampliada a partir de então, mesmo com o Euro devolvendo o ganho que tinha ao longo do dia. O volume do interbancário foi bem melhor (2,8 bi) do que nos últimos dias e chamou o BC para uma compra mais forte (470 MM). Já os gringos, venderam apenas 250 MM, liquidamente, na BM&F.
Juros – As commodities subiram forte, mas os DIs fecharam praticamente na estabilidade. Hoje tem leilão e pode exercer pressão sobre o mercado de juros futuros (o Tesouro tem colocado volumes maiores recentemente).
Bolsas – Ásia – As bolsas asiáticas deram prosseguimento a alta observada no pregão anterior e já abriram guepadas capitaneadas por Tóquio que repercutiam a subida do Iene (bom para as exportadoras) e o anúncio de um plano para resolver o problema com a usina de Fukushima. Influenciadas pelo comportamento do investidor japonês, as bolsas chinesas relevaram a alta no preço de imóveis que pode fazer com que o PBoC aperte mais a política monetária. A bolsa da Austrália esvaziou a alta em razão de dados de salários e confiança do consumidor que sugerem uma economia mais fraca (fato evidenciado pela perda de valor do AUD).
Europa – As bolsas européias descontaram a recuperação das bolsas americanas (por dois dias NY se recuperou à tarde com a Europa fechada) e a alta da Ásia, mesmo com dados ruins de emprego em UK e incertezas na Zona do Euro que fizeram o spread dos títulos gregos e portugueses voltarem a subir (os comentários pós-reunião de ministro de finanças sugerem a hipótese de renegociação da dívida grega) .
S&P – Acompanhou a tendência de alta das bolsas asiáticas e européias e fechou na high. O movimento foi reforçado pela significativa elevação de preços das commodities que fez as ações de Energy, Basic Materials e Industrials se destacarem. A divulgação de balanços das varejistas também beneficiou o setor de Consumo.
Bovespa – Os gringos continuaram como destaque de venda na bolsa, mas o que fez o mercado cair e se descolar de fora foi o viés de venda de alguns players (domésticos) no mercado futuro. O índice da bolsa paulista que na 3ª havia subido 1,3 pct mais que o S&P, ontem, compensou a diferença caindo 1,9 pct mais.que o índice americano. Os destaques de baixa foram as ações de Real Estate e Financials.
Commodities – Os fundamentos que guiaram os mercados nas duas últimas semanas foram deixados de lado pelo mercado e as commodities subiram forte. No petróleo, nada de se prender ao excesso de oferta que a Arábia Saudita vê hoje. Nos metais, para que se preocupar com a demanda chinesa mais fraca. Nos grãos, para que serviria a avaliação do quadro de suprimentos (mais confortável) feito pelo USDA. Tudo isso sem falar que um dos principais motivos de alta dos mercados – o QE2 – terminará em pouco mais de um mês.
Ásia – O mercado de ações bem que tentou reproduzir as altas da Europa e de NY ontem, mas a maioria das praças terminou o dia no vermelho (Sidnei, por causa da forte alta das commodities, e HK subiram). No Japão, o PIB mais fraco que o esperado (terremoto) atrapalhou. Em Shanghai, os investidores se mostraram temerosos que o dado divulgado ontem – alta no preço dos imóveis – possa levar o governo a apertar as regras. Nas praças de Seul e Taiwan pesou o medo de alta de juros (o crescimento está forte demais). As moedas ficaram praticamente estáveis na sessão asiática.
Commodities – Depois da forte alta de ontem, os diversos segmentos dão uma pausa nos negócios da sessão européia. O trigo destoa e prossegue em alta (risco de safra nos US e na Europa).
Treasuries americanos – As compras do Fed foram menores ontem e por isso não foi páreo para a onda de alta que tomou conta dos mercados e fez diversos ativos se valorizarem. Com isso os juros subiram, embora ainda timidamente. Hoje, a tendência de alta permanece
Europa – A continuidade da alta das ações em NY e dados de vendas melhores em UK faz as bolsas européias subirem apesar da subida no spread dos sovereign bonds dos chamados países problemáticos (a Espanha vendeu menos títulos do que pretendia no leilão de papéis de 10 e 30 anos).
S&P futuro – Acompanha a alta da Europa e subia 0,3 às 08:10.
- O Diretor-Gerente do FMI renunciou ao cargo. Os nomes mencionados para sucedê-lo são: Christine Lagarde (Ministra de Finanças da França) e Trichet.
O fluxo cambial da semana passada trouxe uma informação nova e relevante. A volta de forte saldo financeiro que fez o superávit semanal alcançar os 5,2 bi. Desde a primeira quinzena de Março isto não ocorria (momento em que começou a circular rumor de medidas – confirmadas no final daquele mês – e que levaram a antecipação das operações). Não dá para dizer se representa um movimento isolado, mas se vier a se consolidar ao longo tempo pode fazer com que o fluxo volte a ficar bastante positivo. É que o fluxo comercial tem melhorado nos últimos meses e devem continuar assim pelos próximos (a fase de ajuste pós-crise de 2008 já terminou no comercial e o saldo deve ficar parecido com o físico; de fato maior porque o financiamento de importações com mais de 360 dias transita pelo financeiro).
BRL – A informação da volta das entradas financeiras deu o tom do mercado ontem. Antes da divulgação do dado pelo BC o mercado apresentava ligeira alta que foi ampliada a partir de então, mesmo com o Euro devolvendo o ganho que tinha ao longo do dia. O volume do interbancário foi bem melhor (2,8 bi) do que nos últimos dias e chamou o BC para uma compra mais forte (470 MM). Já os gringos, venderam apenas 250 MM, liquidamente, na BM&F.
Juros – As commodities subiram forte, mas os DIs fecharam praticamente na estabilidade. Hoje tem leilão e pode exercer pressão sobre o mercado de juros futuros (o Tesouro tem colocado volumes maiores recentemente).
Bolsas – Ásia – As bolsas asiáticas deram prosseguimento a alta observada no pregão anterior e já abriram guepadas capitaneadas por Tóquio que repercutiam a subida do Iene (bom para as exportadoras) e o anúncio de um plano para resolver o problema com a usina de Fukushima. Influenciadas pelo comportamento do investidor japonês, as bolsas chinesas relevaram a alta no preço de imóveis que pode fazer com que o PBoC aperte mais a política monetária. A bolsa da Austrália esvaziou a alta em razão de dados de salários e confiança do consumidor que sugerem uma economia mais fraca (fato evidenciado pela perda de valor do AUD).
Europa – As bolsas européias descontaram a recuperação das bolsas americanas (por dois dias NY se recuperou à tarde com a Europa fechada) e a alta da Ásia, mesmo com dados ruins de emprego em UK e incertezas na Zona do Euro que fizeram o spread dos títulos gregos e portugueses voltarem a subir (os comentários pós-reunião de ministro de finanças sugerem a hipótese de renegociação da dívida grega) .
S&P – Acompanhou a tendência de alta das bolsas asiáticas e européias e fechou na high. O movimento foi reforçado pela significativa elevação de preços das commodities que fez as ações de Energy, Basic Materials e Industrials se destacarem. A divulgação de balanços das varejistas também beneficiou o setor de Consumo.
Bovespa – Os gringos continuaram como destaque de venda na bolsa, mas o que fez o mercado cair e se descolar de fora foi o viés de venda de alguns players (domésticos) no mercado futuro. O índice da bolsa paulista que na 3ª havia subido 1,3 pct mais que o S&P, ontem, compensou a diferença caindo 1,9 pct mais.que o índice americano. Os destaques de baixa foram as ações de Real Estate e Financials.
Commodities – Os fundamentos que guiaram os mercados nas duas últimas semanas foram deixados de lado pelo mercado e as commodities subiram forte. No petróleo, nada de se prender ao excesso de oferta que a Arábia Saudita vê hoje. Nos metais, para que se preocupar com a demanda chinesa mais fraca. Nos grãos, para que serviria a avaliação do quadro de suprimentos (mais confortável) feito pelo USDA. Tudo isso sem falar que um dos principais motivos de alta dos mercados – o QE2 – terminará em pouco mais de um mês.
Ásia – O mercado de ações bem que tentou reproduzir as altas da Europa e de NY ontem, mas a maioria das praças terminou o dia no vermelho (Sidnei, por causa da forte alta das commodities, e HK subiram). No Japão, o PIB mais fraco que o esperado (terremoto) atrapalhou. Em Shanghai, os investidores se mostraram temerosos que o dado divulgado ontem – alta no preço dos imóveis – possa levar o governo a apertar as regras. Nas praças de Seul e Taiwan pesou o medo de alta de juros (o crescimento está forte demais). As moedas ficaram praticamente estáveis na sessão asiática.
Commodities – Depois da forte alta de ontem, os diversos segmentos dão uma pausa nos negócios da sessão européia. O trigo destoa e prossegue em alta (risco de safra nos US e na Europa).
Treasuries americanos – As compras do Fed foram menores ontem e por isso não foi páreo para a onda de alta que tomou conta dos mercados e fez diversos ativos se valorizarem. Com isso os juros subiram, embora ainda timidamente. Hoje, a tendência de alta permanece
Europa – A continuidade da alta das ações em NY e dados de vendas melhores em UK faz as bolsas européias subirem apesar da subida no spread dos sovereign bonds dos chamados países problemáticos (a Espanha vendeu menos títulos do que pretendia no leilão de papéis de 10 e 30 anos).
S&P futuro – Acompanha a alta da Europa e subia 0,3 às 08:10.
- O Diretor-Gerente do FMI renunciou ao cargo. Os nomes mencionados para sucedê-lo são: Christine Lagarde (Ministra de Finanças da França) e Trichet.
O fluxo cambial da semana passada trouxe uma informação nova e relevante. A volta de forte saldo financeiro que fez o superávit semanal alcançar os 5,2 bi. Desde a primeira quinzena de Março isto não ocorria (momento em que começou a circular rumor de medidas – confirmadas no final daquele mês – e que levaram a antecipação das operações). Não dá para dizer se representa um movimento isolado, mas se vier a se consolidar ao longo tempo pode fazer com que o fluxo volte a ficar bastante positivo. É que o fluxo comercial tem melhorado nos últimos meses e devem continuar assim pelos próximos (a fase de ajuste pós-crise de 2008 já terminou no comercial e o saldo deve ficar parecido com o físico; de fato maior porque o financiamento de importações com mais de 360 dias transita pelo financeiro).
Bolsas da Ásia fecham sem sinal definido
Os mercados da Ásia fecharam sem tendência definida, influenciados por fatores locais. A Bolsa de Hong Kong fechou em elevação pelo segundo pregão seguido, no embalo da alta em Wall Street e liderada pela China Unicon, por conta das fortes vendas antecipadas de seu novo smartphone. O índice Hang Seng subiu 152,24 pontos, ou 0,7%, e terminou aos 23.163,38 pontos.
Já as Bolsas da China encerraram em queda, com o mercado alimentado por preocupações de que a economia chinesa pode estar reduzindo seu crescimento, enquanto a inflação segue em elevação. O índice Xangai Composto caiu 0,5% e fechou aos 2.859,57 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 0,4% e terminou aos 1.197,31 pontos.
O yuan teve pouca variação em relação ao dólar, com a demanda por parte dos importadores ofuscando a venda da moeda norte-americana. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5039 yuans, de 6,5047 yuans do fechamento de quarta-feira. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,5048 yuans, de 6,5074 yuans ontem.
Em Taiwan, o Índice Taiwan Weighted da Bolsa de Taipé encerrou o dia em baixa de 0,68%, terminando aos 8.892,88 pontos, após subir 0,90% durante a sessão.
Na Coreia do Sul, os investidores estenderam pelo sexto pregão consecutivo a onda de venda de ações e o índice Kospi da Bolsa de Seul caiu 1,9%, fechando aos 2.095,51 pontos.
Na Austrália, o setor de matérias-primas liderou uma recuperação da Bolsa de Sydney depois da alta dos preços das commodities. O índice S&P/ASX 200 avançou 1,3%, maior elevação em quatro semanas, e fechou aos 4.756,4 pontos.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, encerrou em leve baixa, com a realização de lucros nas principais blue chips pesando no resultado final. O índice PSE caiu 0,13% e terminou aos 4.297,93 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em alta, uma vez que os investidores festejaram a elevação das perspectivas econômicas da cidade-Estado para 2011 (a previsão de alta do PIB deste ano foi revista de 4% a 6% para 5% a 7%) e sinais de que o Federal Reserve dos EUA não deverá subir a taxa de juros tão logo. Ganhos nos mercados europeus também deram ânimo à bolsa local à tarde. O índice Straits Times avançou 1% e fechou aos 3.172,56 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, ganhou 0,5% e fechou aos 3.859,81 pontos, com investidores estrangeiros avançando sobre papeis de bancos e de empresas relacionadas a produtos de consumo na expectativa de números favoráveis da inflação de maio e altos pagamentos de dividendos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, valorizou 0,2% e fechou aos 1.077,50 pontos, em negociações morosas, com investidores cautelosos ante as eleições gerais de 3 de julho, além de incertezas quanto à direção dos preços globais do petróleo nos próximos dias.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,2% e fechou aos 1.544,02 pontos, com as ações referentes ao setor agrícola liderando os ganhos devido aos fortes lucros e perspectivas de preços para o óleo de palma cru.
Já as Bolsas da China encerraram em queda, com o mercado alimentado por preocupações de que a economia chinesa pode estar reduzindo seu crescimento, enquanto a inflação segue em elevação. O índice Xangai Composto caiu 0,5% e fechou aos 2.859,57 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 0,4% e terminou aos 1.197,31 pontos.
O yuan teve pouca variação em relação ao dólar, com a demanda por parte dos importadores ofuscando a venda da moeda norte-americana. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5039 yuans, de 6,5047 yuans do fechamento de quarta-feira. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,5048 yuans, de 6,5074 yuans ontem.
Em Taiwan, o Índice Taiwan Weighted da Bolsa de Taipé encerrou o dia em baixa de 0,68%, terminando aos 8.892,88 pontos, após subir 0,90% durante a sessão.
Na Coreia do Sul, os investidores estenderam pelo sexto pregão consecutivo a onda de venda de ações e o índice Kospi da Bolsa de Seul caiu 1,9%, fechando aos 2.095,51 pontos.
Na Austrália, o setor de matérias-primas liderou uma recuperação da Bolsa de Sydney depois da alta dos preços das commodities. O índice S&P/ASX 200 avançou 1,3%, maior elevação em quatro semanas, e fechou aos 4.756,4 pontos.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, encerrou em leve baixa, com a realização de lucros nas principais blue chips pesando no resultado final. O índice PSE caiu 0,13% e terminou aos 4.297,93 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em alta, uma vez que os investidores festejaram a elevação das perspectivas econômicas da cidade-Estado para 2011 (a previsão de alta do PIB deste ano foi revista de 4% a 6% para 5% a 7%) e sinais de que o Federal Reserve dos EUA não deverá subir a taxa de juros tão logo. Ganhos nos mercados europeus também deram ânimo à bolsa local à tarde. O índice Straits Times avançou 1% e fechou aos 3.172,56 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, ganhou 0,5% e fechou aos 3.859,81 pontos, com investidores estrangeiros avançando sobre papeis de bancos e de empresas relacionadas a produtos de consumo na expectativa de números favoráveis da inflação de maio e altos pagamentos de dividendos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, valorizou 0,2% e fechou aos 1.077,50 pontos, em negociações morosas, com investidores cautelosos ante as eleições gerais de 3 de julho, além de incertezas quanto à direção dos preços globais do petróleo nos próximos dias.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,2% e fechou aos 1.544,02 pontos, com as ações referentes ao setor agrícola liderando os ganhos devido aos fortes lucros e perspectivas de preços para o óleo de palma cru.
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