Moedas – A alta das commodities fez as moedas subirem em relação ao USD (o AUD ganhou quase 1 pct). O Euro teve uma vol maior no dia, por causa das incertezas em relação aos países periféricos, mas no fechamento prevaleceu o view otimista com as altas do petróleo, metais e ações.
BRL – Acompanhou a vol da moeda européia e também acabou em alta (muito pequena). As compras do BC foram maiores nas operações diárias (430 MM) e ajudou a diminuir a tendência de apreciação que seria natural em decorrência da forte alta das commodities. Em contrapartida, o gringo voltou a vender (650 MM) depois de alguns dias de ajustes na posição.
Juros – Apesar do número corrente de inflação ter subido na primeira quadrissemana de Maio (IPC-S) e da alta das commoditites, a expectativa menor de inflação do Focus e a queda da NUCI, segundo a CNI, motivaram os ajustes dos DIS para baixo. Cabe ressaltar, entretanto, que o volume de negócios ficou muito abaixo da média mensal (uma típica 2ª feira preguiçosa).
Bolsas – Ásia – As bolsas asiáticas tinham que descontar a subida da Europa e de NY na 6ª, por causa dos dados melhores de emprego. Entretanto, as preocupações econômicas no Japão (tirar de funcionamento usinas nucleares prejudicará várias atividades do país) limitaram os ganhos (as bolsas de Tóquio e Seul caíram).
Europa – Ao abandonar uma ação judicial de cobrança (no valor de 8,0 bi), os bancos ingleses terão que fazer uma provisão de perdas que afetará o resultado do próximo trimestre. Isso fez as ações de Financials recuar, levando o FTSE a fechar no vermelho. A insegurança com a dívida dos chamados países problemáticos (intensificada com o rebaixamento da Grécia pela Standard & Poos) provocou perdas generalizadas para as bolsas européias.
S&P – O receio dos investidores com a situação na Europa segurou os mercados na parte da manhã. Entretanto assim que as bolsas européias fecharam, NY deu um salto e acabou fechando em alta de 0,45 (na high do dia alcançou 0,2 à mais de valorização). Os destaques de alta foram as ações de Oil & Gas e Basic Materials (acompanhando a elevação no preço das commodities).
Bovespa – A forte elevação no preço do petróleo no mercado internacional deu sustentação às ações da Petrobrás e a bolsa paulista fechou em alta. As ações de Real Estate, que já tinham subido forte na 6ª, continuaram com a mesma tendência ontem e ajudaram a consolidar a elevação do índice.
Commodities – Sem nenhum trigger, as commodities voltaram a subir forte (em todos os segmentos). O destaque foi o petróleo que aumentou quase 6 pct
Ásia – Apesar da recuperação das bolsas americanas na tarde de ontem, os mercados asiáticos abriram em baixa hoje (HK não funcionou). Os dados da balança comercial chinesa fizeram a bolsa de Shanghai se firmar no terreno positivo (as exportações vieram em linha com o esperado) e as demais caírem (importações menores). A bolsa japonesa acabou subindo no final do pregão porque algumas notícias corporativas (balanços melhores) favoreceram algumas ações. O USD subiu contra o Euro e AUD na sessão asiática (na sessão européia o movimento se reverteu).
Commodities – A tendência de recuperação de ontem se mantém hoje para os metais e agrícolas. O petróleo recuava ligeiramente, mas ainda tem muito dia pela frente e o quadro pode se reverter.
Treasuries americanos – Voltaram a cair ontem, apesar da alta das commodities. O leilão de papéis de três anos faz os juros subirem hoje.
Europa – As bolsas européias tinham que descontar a melhora de NY ontem à tarde. A queda nos spreads de papéis gregos (colocou papéis de 180 dias em taxas melhores e boatos de que o IMF ampliará a ajuda) reforça as altas. O movimento faz o Euro recuperar uma grande parte da perda observada na sessão asiática e a alta dos metais dá sustentação ao AUD.
S&P futuro – A subida na Europa puxa o índice (+0,4 às 08:05).
- O superávit da balança comercial continuou forte na semana passada, apesar da queda nas exportações e importações (soja e minérios continuam fazendo diferença nas exportações e o saldo líquido do grupo petróleo foi menos negativo, por causa de importações menores – grupo com muita oscilação semanal).
A situação grega está fazendo acender a luz amarela na Europa. O mercado dá indicações de que não irá financiar as necessidades de 2012. Os dirigentes da EU se reuniram na 6ª passada e admitiram que será necessário ampliar o montante emprestado. Além disso, as condições impostas poderão ser abrandadas (já que apertar mais pode complicar ainda mais a situação econômica do país). Acontece que os vários governos vêem sofrendo derrotas políticas, recentemente, e isso pode provocar embaraços internos. Apesar das autoridades rechaçarem os vários boatos dos últimos dias, a verdade é que nada pode ser excluído do cardápio de opções. Hoje, Angela Merkel se recusou a conversar sobre o assunto e disse que só se pronunciará depois da avaliação concluída.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Bolsas da Ásia seguem em elevação
A maioria dos mercados asiáticos fechou no campo positivo nesta terça-feira, no embalo do dia anterior. A alta em Wall Street e das commodities, aliada a fatores internos de cada país, determinaram os ganhos. Não houve negociações em Hong Kong e na Coreia do Sul por ser feriado.
As Bolsas da China se beneficiaram dos dados sobre as importações de abril, que vieram bem abaixo do esperado, o que sugere uma redução das pressões inflacionárias. Os ganhos das empresas produtoras de metais também contribuíram para o bom resultado do dia. O índice Xangai Composto subiu 0,6% e fechou aos 2.890,63 pontos. O índice Shenzhen Composto também ganhou 0,6% e terminou aos 1.210,23 pontos.
O yuan se valorizou em relação ao dólar, à medida que o Banco Central fixou um novo valor recorde de baixa para a taxa de paridade central dólar-yuan (de 6,4988 yuans para 6,4950 yuans). No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,4919 yuans, de 6,4939 yuans do fechamento de segunda-feira.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou em leve baixa, diante das preocupações de que a seca no país venha a prejudicar o desempenho do setor de tecnologia. O Índice Taiwan Weighted recuou apenas 0,14% e encerrou aos 9.023,28 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney reverteu os ganhos iniciais com a aversão ao risco causada pela crise da dívida grega. O índice S&P/ASX 200 sofreu baixa de 0,7% e fechou aos 4.725,8 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou em alta com as boas notícias vindas dos EUA. O Índice PSE subiu 1,08% e terminou aos 4.303,13 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em alta, sustentada por nova alta em Wall Street e pela elevação dos preços de commodities, o que ajudou os papeis ligados a recursos naturais, após recentes baixas. O índice Straits Times ganhou 0,6% e fechou aos 3.157,16 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, avançou 0,4% e fechou aos 3.800,52 pontos, impulsionado por procura por barganhas em ações relacionadas ao petróleo e de bancos. Também ajudaram a recuperação dos mercados asiáticos e a estabilização da rupia após fraca performance recente.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, teve alta de 1,2% e fechou aos 1.085,56 pontos, com a continuação de ingressos de fundos após serem marcadas para 3 de julho as eleições nacionais.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,3% e fechou aos 1.523,37 pontos, liderada por papeis do setores agrícola, financeiro e de construção.
As Bolsas da China se beneficiaram dos dados sobre as importações de abril, que vieram bem abaixo do esperado, o que sugere uma redução das pressões inflacionárias. Os ganhos das empresas produtoras de metais também contribuíram para o bom resultado do dia. O índice Xangai Composto subiu 0,6% e fechou aos 2.890,63 pontos. O índice Shenzhen Composto também ganhou 0,6% e terminou aos 1.210,23 pontos.
O yuan se valorizou em relação ao dólar, à medida que o Banco Central fixou um novo valor recorde de baixa para a taxa de paridade central dólar-yuan (de 6,4988 yuans para 6,4950 yuans). No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,4919 yuans, de 6,4939 yuans do fechamento de segunda-feira.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou em leve baixa, diante das preocupações de que a seca no país venha a prejudicar o desempenho do setor de tecnologia. O Índice Taiwan Weighted recuou apenas 0,14% e encerrou aos 9.023,28 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney reverteu os ganhos iniciais com a aversão ao risco causada pela crise da dívida grega. O índice S&P/ASX 200 sofreu baixa de 0,7% e fechou aos 4.725,8 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou em alta com as boas notícias vindas dos EUA. O Índice PSE subiu 1,08% e terminou aos 4.303,13 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em alta, sustentada por nova alta em Wall Street e pela elevação dos preços de commodities, o que ajudou os papeis ligados a recursos naturais, após recentes baixas. O índice Straits Times ganhou 0,6% e fechou aos 3.157,16 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, avançou 0,4% e fechou aos 3.800,52 pontos, impulsionado por procura por barganhas em ações relacionadas ao petróleo e de bancos. Também ajudaram a recuperação dos mercados asiáticos e a estabilização da rupia após fraca performance recente.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, teve alta de 1,2% e fechou aos 1.085,56 pontos, com a continuação de ingressos de fundos após serem marcadas para 3 de julho as eleições nacionais.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,3% e fechou aos 1.523,37 pontos, liderada por papeis do setores agrícola, financeiro e de construção.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Analise Tecnica
IBOV - Com uma alta de 1,59% na última sexta-feira, o Ibovespa confirmou o candle de reversão deixado em 63.100 pontos na quinta-feira e testou a resistência intermediária na faixa de 64.700 pontos dentro das Bandas de Bollinger, gerando um setup de correção idêntico ao visto em fevereiro deste
ano (círculo preto). Deste modo, superando os 64.700 pontos, o índice inicia um processo de recuperação, visando os 65.000 pontos e a região dos 65.450 pontos, banda superior do canal de baixa. No entanto, perdendo os 63.100 pontos, o índice mira os suportes de 63 mil pontos e de 62.355 pontos, mínima verificada em 16 de julho.
DJI - Com uma alta modesta de 0,43%, o Dow Jones testou a resistência intermediária em 12.690 pontos e deixou no gráfico diário um candle com uma grande sombra superior após encontrar a média móvel de 9 dias, revelando a forte presença vendedora no patamar.
Deste modo, abrindo abaixo de 12.580 pontos, o índice norte-americano segue para 12.520 pontos, por onde passa a média móvel de 21 dias. Abaixo deste patamar, suporte apenas em 12.400 pontos, fundo formado em abril deste ano. Do outro lado, a superação dos 12.880 pontos anula o topo anual e abre espaço para a retomada dos 13 mil pontos, máxima verificada em maio de 2008.
S&P 500 - Reagindo ao teste do importante suporte localizado na faixa dos 1.330/335 pontos, o S&P 500 encerrou a sexta-feira praticamente estável, chamando a atenção pelo Doji no gráfico diário, sugerindo algum repique de curtíssimo prazo. No entanto, o que mais importa agora é saber qual
será o comportamento do índice ante o teste dos 1.330 pontos.
Abaixo do antigo topo formado entre os últimos dois meses, o S&P 500 segue para 1.320 pontos, mínima verificada em 20 de abril, dia que fora aberto um gap. Perdendo o patamar, o índice fecha o gap em 1.313 pontos. Do outro lado, a manutenção dos 1.335 pontos gera uma expectativa positiva e o rompimento da resistência intermediária em 1.350 pontos abre espaço para a
retomada da faixa de 1.360 pontos.
DOL FUT - Reagindo ao teste da banda superior de Bollinger, o DOLFUT encerrou a sexta-feira em baixa de 0,46% com um volume acima da média, criando uma expectativa pela confirmação de um pullback no suporte dos 1.611 (sombra inferior grande mostra força compradora) ou o início de uma correção maior no curtíssimo prazo.
Superando os 1.638 (máxima de quinta-feira), o DOLFUT mira os 1.644, topo verificado em 1º de abril. Superando a máxima, próximo objetivo em 1.666. Do outro lado, perdendo os 1.605, o ativo segue para a faixa de 1.600, anulando sua tendência de alta no curtíssimo prazo
PETR4 - Apesar da Bolsa de Valores de São Paulo ter encerrado o pregão dessa sexta-feira com alta de 1,6%, confirmando o repique previamente anunciado, PETR4 seguiu na direção contrária e fechou com mais um dia de queda, como analisado no último relatório.
Depois de perder o suporte anterior em R$ 24,68 com um candle de força, volume e IFR rompido, era grande a chance de o ativo vir testar o próximo suporte em R$ 24,04, o que ocorreu na última sessão, registrando queda de 0,9%.
A importante região dos vinte e quatro reais, foi perdida pela última vez em novembro de 2010, e caso isso venha a se repetir, o próximo suporte está em R$ 23,3, mínima de 2 anos do papel. Com um volume um pouco menor em relação ao último pregão, a perspectiva para PETR4 ainda não é positiva depois do candle deixado no gráfico diário. Assim, vale a pena acompanhar a sessão desse
início de semana para ter mais clareza sobre uma possível correção ou continuidade do movimento baixista.
VALE5 - Na análise anterior de VALE5, recomendamos conter a empolgação frente à possibilidade de uma recuperação do ativo no curto prazo. Apesar da abertura do pregão em gap, animando aos que acreditavam na continuidade co movimento de alta, o ativo logo recuou e encerrou o dia com queda de 0,4%.
Ainda pressionado pelas médias de 9 e 21 períodos, VALE5 confirmou nessa sexta-feira o movimento de pullback à cabeça do pivot, e agora, a princípio, a expectativa é a de que o suporte imediato em R$ 44,11 não seja suficiente para impedir novas quedas do ativo.
Com um pivot de baixa recém acionado, Bandas de Bollinger abertas para baixo e bom volume, a tendência é a de que o papel venha testar os R$ 23,11. Aos que não aproveitaram o rompimento do triângulo simétrico para entrar em uma operação vendida, há agora uma nova possibilidade na perda da mínima do último candle em R$ 44,15, após a primeira hora de negociação. Do
contrário, operações na ponta compradora devem ser descartadas visto que ainda não houve nenhuma sinalização que indicasse correção no curto prazo.
BVMF3 - Depois de quase 2 meses acumulando dentro do triângulo simétrico clássico, o qual já contava com 5 toques à LTB e LTA, BVMF3 finalmente conseguiu rompe-lo para cima, contrariando a expectativa de rompimento na direção contrária.
Assim, com a abertura das negociações com um gap de fuga, o ativo não só rompeu a LTB de curto prazo como também foi testar a resistência imediata em R$ 11,85, a qual foi ligeiramente superada.
Agora, com as médias de 9 e 21 períodos trabalhado como suportes imediatos, a confirmação do rompimento mencionado no pregão desta segunda-feira, acionaria um pivot de alta, sinalizando fundos e topos ascendentes, característica de uma tendência de alta.
Dessa forma, caso os preços estejam acima de R$ 11,85 próximo ao término do pregão, a sugestão é de compra do ativo com objetivos por volta dos R$ 12,27. Por outro lado, caso essa confirmação não se concretize, vale a pena esperar então, um movimento de pullback a LTB rompida para analisar um possível entrada.
BBAS3 - A exemplo do que ocorreu nas últimas três vezes em que o ativo atingiu e respeitou a zona de suporte em R$ 23,78, BBAS3 iniciou um processo de correção da última perna de baixa, repicando até a resistência imediata em R$ 28,41, região da qual também estão próximas, as médias de 9 e 21
períodos.
Em caso de superação da faixa acima mencionada, o próximo target fica sendo R$ 29,55 com algum enrosco em R$ 29,04, próximo a LTB indicada no gráfico. Com volume acima da média, IFR prestes a ser rompido e fechamento na máxima, a perspectiva é a de que esses alvos consigam ser atingidos. De qualquer forma, vale a pensa analisar bem o cenário atual, visto que para médio e
longo prazo o ativo continua acumulando dentro de um triângulo descendente, que usualmente, rompe para baixo.
ano (círculo preto). Deste modo, superando os 64.700 pontos, o índice inicia um processo de recuperação, visando os 65.000 pontos e a região dos 65.450 pontos, banda superior do canal de baixa. No entanto, perdendo os 63.100 pontos, o índice mira os suportes de 63 mil pontos e de 62.355 pontos, mínima verificada em 16 de julho.
DJI - Com uma alta modesta de 0,43%, o Dow Jones testou a resistência intermediária em 12.690 pontos e deixou no gráfico diário um candle com uma grande sombra superior após encontrar a média móvel de 9 dias, revelando a forte presença vendedora no patamar.
Deste modo, abrindo abaixo de 12.580 pontos, o índice norte-americano segue para 12.520 pontos, por onde passa a média móvel de 21 dias. Abaixo deste patamar, suporte apenas em 12.400 pontos, fundo formado em abril deste ano. Do outro lado, a superação dos 12.880 pontos anula o topo anual e abre espaço para a retomada dos 13 mil pontos, máxima verificada em maio de 2008.
S&P 500 - Reagindo ao teste do importante suporte localizado na faixa dos 1.330/335 pontos, o S&P 500 encerrou a sexta-feira praticamente estável, chamando a atenção pelo Doji no gráfico diário, sugerindo algum repique de curtíssimo prazo. No entanto, o que mais importa agora é saber qual
será o comportamento do índice ante o teste dos 1.330 pontos.
Abaixo do antigo topo formado entre os últimos dois meses, o S&P 500 segue para 1.320 pontos, mínima verificada em 20 de abril, dia que fora aberto um gap. Perdendo o patamar, o índice fecha o gap em 1.313 pontos. Do outro lado, a manutenção dos 1.335 pontos gera uma expectativa positiva e o rompimento da resistência intermediária em 1.350 pontos abre espaço para a
retomada da faixa de 1.360 pontos.
DOL FUT - Reagindo ao teste da banda superior de Bollinger, o DOLFUT encerrou a sexta-feira em baixa de 0,46% com um volume acima da média, criando uma expectativa pela confirmação de um pullback no suporte dos 1.611 (sombra inferior grande mostra força compradora) ou o início de uma correção maior no curtíssimo prazo.
Superando os 1.638 (máxima de quinta-feira), o DOLFUT mira os 1.644, topo verificado em 1º de abril. Superando a máxima, próximo objetivo em 1.666. Do outro lado, perdendo os 1.605, o ativo segue para a faixa de 1.600, anulando sua tendência de alta no curtíssimo prazo
PETR4 - Apesar da Bolsa de Valores de São Paulo ter encerrado o pregão dessa sexta-feira com alta de 1,6%, confirmando o repique previamente anunciado, PETR4 seguiu na direção contrária e fechou com mais um dia de queda, como analisado no último relatório.
Depois de perder o suporte anterior em R$ 24,68 com um candle de força, volume e IFR rompido, era grande a chance de o ativo vir testar o próximo suporte em R$ 24,04, o que ocorreu na última sessão, registrando queda de 0,9%.
A importante região dos vinte e quatro reais, foi perdida pela última vez em novembro de 2010, e caso isso venha a se repetir, o próximo suporte está em R$ 23,3, mínima de 2 anos do papel. Com um volume um pouco menor em relação ao último pregão, a perspectiva para PETR4 ainda não é positiva depois do candle deixado no gráfico diário. Assim, vale a pena acompanhar a sessão desse
início de semana para ter mais clareza sobre uma possível correção ou continuidade do movimento baixista.
VALE5 - Na análise anterior de VALE5, recomendamos conter a empolgação frente à possibilidade de uma recuperação do ativo no curto prazo. Apesar da abertura do pregão em gap, animando aos que acreditavam na continuidade co movimento de alta, o ativo logo recuou e encerrou o dia com queda de 0,4%.
Ainda pressionado pelas médias de 9 e 21 períodos, VALE5 confirmou nessa sexta-feira o movimento de pullback à cabeça do pivot, e agora, a princípio, a expectativa é a de que o suporte imediato em R$ 44,11 não seja suficiente para impedir novas quedas do ativo.
Com um pivot de baixa recém acionado, Bandas de Bollinger abertas para baixo e bom volume, a tendência é a de que o papel venha testar os R$ 23,11. Aos que não aproveitaram o rompimento do triângulo simétrico para entrar em uma operação vendida, há agora uma nova possibilidade na perda da mínima do último candle em R$ 44,15, após a primeira hora de negociação. Do
contrário, operações na ponta compradora devem ser descartadas visto que ainda não houve nenhuma sinalização que indicasse correção no curto prazo.
BVMF3 - Depois de quase 2 meses acumulando dentro do triângulo simétrico clássico, o qual já contava com 5 toques à LTB e LTA, BVMF3 finalmente conseguiu rompe-lo para cima, contrariando a expectativa de rompimento na direção contrária.
Assim, com a abertura das negociações com um gap de fuga, o ativo não só rompeu a LTB de curto prazo como também foi testar a resistência imediata em R$ 11,85, a qual foi ligeiramente superada.
Agora, com as médias de 9 e 21 períodos trabalhado como suportes imediatos, a confirmação do rompimento mencionado no pregão desta segunda-feira, acionaria um pivot de alta, sinalizando fundos e topos ascendentes, característica de uma tendência de alta.
Dessa forma, caso os preços estejam acima de R$ 11,85 próximo ao término do pregão, a sugestão é de compra do ativo com objetivos por volta dos R$ 12,27. Por outro lado, caso essa confirmação não se concretize, vale a pena esperar então, um movimento de pullback a LTB rompida para analisar um possível entrada.
BBAS3 - A exemplo do que ocorreu nas últimas três vezes em que o ativo atingiu e respeitou a zona de suporte em R$ 23,78, BBAS3 iniciou um processo de correção da última perna de baixa, repicando até a resistência imediata em R$ 28,41, região da qual também estão próximas, as médias de 9 e 21
períodos.
Em caso de superação da faixa acima mencionada, o próximo target fica sendo R$ 29,55 com algum enrosco em R$ 29,04, próximo a LTB indicada no gráfico. Com volume acima da média, IFR prestes a ser rompido e fechamento na máxima, a perspectiva é a de que esses alvos consigam ser atingidos. De qualquer forma, vale a pensa analisar bem o cenário atual, visto que para médio e
longo prazo o ativo continua acumulando dentro de um triângulo descendente, que usualmente, rompe para baixo.
Mercados
Moedas – Com o dado de emprego americano melhor (e indicações de que a economia dos US deve persistir em crescimento) e commodities se recuperando, as moedas dos chamados players de commodities reverteu o movimento de queda da 5ª e subiu (há que se mencionar que a tendência se esvaziou ao longo do dia e algumas moedas “netaram” o ganho). Inicialmente contaminou o Euro, mas o mercado corrigiu a trajetória e a moeda acabou perdendo valor (se a economia americana está melhor a justificativa para a queda do USD se enfraquece - então o Payroll deveria aprofundar a baixa do Euro e não causar alta). No caso do AUD, a persistência da alta da moeda se deveu à afirmação do RBA de que os juros podem voltar a subir mais à frente (mas isso vai depender de desdobramentos futuros).
BRL – O dia foi de reações confusas ao número de emprego americano (as commodities inicialmente corrigiram a tendência de baixa, mas no fechamento acabaram caindo). Com isso, as moedas dos chamados players de commodities oscilaram e o BRL acompanhou o movimento. No fechamento, a alta ficou bem menor que os 1,3 do pico alcançado pela manhã.
Juros – O IPCA veio abaixo do esperado e o breakdown reforça a previsão de queda nos números de Maio e Junho. As taxas dos DIs recuaram (chegaram a estar no zero a zero quando as commodities subiam em razão do Payroll).
Bolsas – Ásia – Depois de abrir em forte queda as bolsas asiáticas se recuperaram ao longo do pregão (Tóquio e Seul fecharam com queda mais forte – a bolsa japonesa não abria desde 2ª e a coreana ficou fechada na 5ª).
Europa – A sustentação que o Euro apresentou por causa da fala de Trichet fez as bolsas iniciarem o dia menos propensas a manter a queda do dia anterior (Londres caía com dados econômicos e corporativos piores e o Dax subia com a produção industrial melhor na Alemanha). A partir da divulgação do Payroll maior, a alta das bolsas americanas provocou a reversão dos vários mercados (moedas e commodities) e as bolsas passaram a subir forte. Fecharam próximas das highs do dia.
S&P – O dado americano triggou fortes oscilações nos diversos mercados. As bolsas européias subiram forte. Entretanto, o comportamento se alterou na parte da tarde e as bolsas de NY chegaram a zerar a alta (fecharam com elevação em torno de 0,5).
Bovespa – Depois de quatro dias de baixas, a bolsa paulista se aproveitou da subida de fora e se recuperou das fortes perdas. O destaque foi para as ações de Financials, Real Estate e Consumo (a possibilidade dos juros subirem menos com a queda das commoditites ajudou estes setores). As de Basic Materials e Oil & Gas continuaram com performance sofrível.
Commodities – Os dados de emprego americano provocaram forte reversão na trajetória dos mercados que haviam caído muito no dia anterior por causa da parada nos juros europeus que fez o Euro e várias moedas recuar. Entretanto, a força de tração do evento americano não é relevante para esse mercado que tem na perda de valor do USD e na demanda chinesa os principais vetores. De fato, o Payroll deveria aprofundar a baixa do Euro (mais um motivo e não um evento contrário a estabilidade dos juros) e fazer os diversos segmentos caírem. Foi o que aconteceu na tarde de 6ª e os metais, o petróleo e os agrícolas voltaram a cair.
Ásia – Nem todas as praças descontaram as altas da Europa e de NY na 6ª (Payroll bem melhor). No Japão, a perspectiva de fechamento de usinas nucleares e as incertezas que traz para as empresas e para a economia afastaram os investidores e a bolsa de Tóquio já abriu com tendência de baixa. Nas demais, a recuperação nos preços das commoditites (fruto da tendência de queda do USD) fez os preços das ações de Oil & Gas e Basic Materials subirem.
Commodities – As fortes quedas de 5ª e 6ª atraíram os compradores e os preços apresentam alta significativa nos diversos segmentos.
Treasuries americanos – Os juros oscilaram de acordo com o que se viu em todos os mercados na 6ª. Chegaram a subir com o dado de emprego americano, mas passaram a cair a partir do momento em que as altas das moedas, mercadorias e ações se esvaziaram. Com commodities em alta e USD em baixa voltavam a subir na sessão européia.
Europa – A necessidade da ampliação da ajuda à Grécia que faz os spreads do sovereign bonds subirem, a queda na receita dos bancos por causa de provisão exigida pelo governo e alta do Euro (expectativa de maior juro) joga as bolsas para baixo nesta manhã na Europa. Nem as ações de Basic Materials ou Oil & Gas (commodities em alta) se salvam.
S&P futuro – Apoiado na alta das commodities e na perda de valor do USD, o índice da bolsa americana não acompanha a baixa das bolsas européias e subia 0,2 às 08:10.
Desde que o ECB anunciou que ia aumentar os juros a moeda européia subiu (de 1,39 para 1,49). Ao parar a alta é natural que haja recuo. O forte movimento de desvalorização da 5ª levou Trichet a tentar amenizar a tendência (mencionou que o banco continua atento às pressões inflacionárias). O dado do Payroll, indicando perspectiva positiva para a economia americana, deveria ter feito o USD ganhar valor, mas isso não aconteceu - inicialmente. A recuperação no preço das commodities avalizou o movimento porque várias moedas subiram com isso (os chamados players de commodities). Com juros parados e perspectiva melhor da economia americana, o Euro deveria persistir em baixa. À tarde, o mercado reverteu o movimento e a moeda européia voltou a perder valor de forma intensa.
BRL – O dia foi de reações confusas ao número de emprego americano (as commodities inicialmente corrigiram a tendência de baixa, mas no fechamento acabaram caindo). Com isso, as moedas dos chamados players de commodities oscilaram e o BRL acompanhou o movimento. No fechamento, a alta ficou bem menor que os 1,3 do pico alcançado pela manhã.
Juros – O IPCA veio abaixo do esperado e o breakdown reforça a previsão de queda nos números de Maio e Junho. As taxas dos DIs recuaram (chegaram a estar no zero a zero quando as commodities subiam em razão do Payroll).
Bolsas – Ásia – Depois de abrir em forte queda as bolsas asiáticas se recuperaram ao longo do pregão (Tóquio e Seul fecharam com queda mais forte – a bolsa japonesa não abria desde 2ª e a coreana ficou fechada na 5ª).
Europa – A sustentação que o Euro apresentou por causa da fala de Trichet fez as bolsas iniciarem o dia menos propensas a manter a queda do dia anterior (Londres caía com dados econômicos e corporativos piores e o Dax subia com a produção industrial melhor na Alemanha). A partir da divulgação do Payroll maior, a alta das bolsas americanas provocou a reversão dos vários mercados (moedas e commodities) e as bolsas passaram a subir forte. Fecharam próximas das highs do dia.
S&P – O dado americano triggou fortes oscilações nos diversos mercados. As bolsas européias subiram forte. Entretanto, o comportamento se alterou na parte da tarde e as bolsas de NY chegaram a zerar a alta (fecharam com elevação em torno de 0,5).
Bovespa – Depois de quatro dias de baixas, a bolsa paulista se aproveitou da subida de fora e se recuperou das fortes perdas. O destaque foi para as ações de Financials, Real Estate e Consumo (a possibilidade dos juros subirem menos com a queda das commoditites ajudou estes setores). As de Basic Materials e Oil & Gas continuaram com performance sofrível.
Commodities – Os dados de emprego americano provocaram forte reversão na trajetória dos mercados que haviam caído muito no dia anterior por causa da parada nos juros europeus que fez o Euro e várias moedas recuar. Entretanto, a força de tração do evento americano não é relevante para esse mercado que tem na perda de valor do USD e na demanda chinesa os principais vetores. De fato, o Payroll deveria aprofundar a baixa do Euro (mais um motivo e não um evento contrário a estabilidade dos juros) e fazer os diversos segmentos caírem. Foi o que aconteceu na tarde de 6ª e os metais, o petróleo e os agrícolas voltaram a cair.
Ásia – Nem todas as praças descontaram as altas da Europa e de NY na 6ª (Payroll bem melhor). No Japão, a perspectiva de fechamento de usinas nucleares e as incertezas que traz para as empresas e para a economia afastaram os investidores e a bolsa de Tóquio já abriu com tendência de baixa. Nas demais, a recuperação nos preços das commoditites (fruto da tendência de queda do USD) fez os preços das ações de Oil & Gas e Basic Materials subirem.
Commodities – As fortes quedas de 5ª e 6ª atraíram os compradores e os preços apresentam alta significativa nos diversos segmentos.
Treasuries americanos – Os juros oscilaram de acordo com o que se viu em todos os mercados na 6ª. Chegaram a subir com o dado de emprego americano, mas passaram a cair a partir do momento em que as altas das moedas, mercadorias e ações se esvaziaram. Com commodities em alta e USD em baixa voltavam a subir na sessão européia.
Europa – A necessidade da ampliação da ajuda à Grécia que faz os spreads do sovereign bonds subirem, a queda na receita dos bancos por causa de provisão exigida pelo governo e alta do Euro (expectativa de maior juro) joga as bolsas para baixo nesta manhã na Europa. Nem as ações de Basic Materials ou Oil & Gas (commodities em alta) se salvam.
S&P futuro – Apoiado na alta das commodities e na perda de valor do USD, o índice da bolsa americana não acompanha a baixa das bolsas européias e subia 0,2 às 08:10.
Desde que o ECB anunciou que ia aumentar os juros a moeda européia subiu (de 1,39 para 1,49). Ao parar a alta é natural que haja recuo. O forte movimento de desvalorização da 5ª levou Trichet a tentar amenizar a tendência (mencionou que o banco continua atento às pressões inflacionárias). O dado do Payroll, indicando perspectiva positiva para a economia americana, deveria ter feito o USD ganhar valor, mas isso não aconteceu - inicialmente. A recuperação no preço das commodities avalizou o movimento porque várias moedas subiram com isso (os chamados players de commodities). Com juros parados e perspectiva melhor da economia americana, o Euro deveria persistir em baixa. À tarde, o mercado reverteu o movimento e a moeda européia voltou a perder valor de forma intensa.
Bolsas da Ásia iniciam semana em alta; HK sobe 0,8%
A maioria dos mercados asiáticos começou a semana no campo positivo. Nesta segunda-feira, as bolsas da região recuperaram parte das perdas sofridas na semana anterior. A alta em Wall Street e a presença de investidores em busca de ofertas de ocasião nortearam os negócios.
A Bolsa de Hong Kong encerrou uma sequência de oito pregões seguidos de queda. A recuperação, contudo, foi aquém do esperado, já que os investidores permaneceram na expectativa de novos números econômicos da China. O índice Hang Seng subiu 176,86 pontos, ou 0,8%, e terminou aos 23.336,00 - nas últimas oito sessões, o índice acumulou perdas de 4,1%.
Já as Bolsas da China encerraram em leve alta, lideradas pelas empresas geradoras de eletricidade e produtoras de metais, embora as preocupações sobre medidas adicionais de aperto monetário tenham limitado os ganhos. O índice Xangai Composto subiu 0,3% e fechou aos 2.872,46 pontos. O índice Shenzhen Composto ganhou 0,7% e terminou aos 1.203,07 pontos.
O yuan seguiu estável em relação ao dólar pela terceira sessão consecutiva, por conta das expectativas do encontro de cúpula econômica entre China e Estados Unidos, que começa hoje e pode mudar a política cambial de Pequim, e da cautela do mercado, à espera dos números de abril da inflação chinesa. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,4939 yuans, considerado estável sobre o fechamento de sexta-feira, que foi de 6,4925 yuans. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,4988 yuans, de 6,5003 yuans sexta-feira.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé encerrou o dia em alta, liderada pelos setores de tecnologia e finanças e pelo sentimento otimista sobre as eleições de janeiro no país. O Índice Taiwan Weighted avançou 0,65% e fechou aos 9.035,48 pontos.
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, teve baixa de 0,4% e terminou aos 2.139,7 pontos. As preocupações com a dívida da Grécia e da zona do euro se somaram aos sobressaltos com a recente queda nos preços das commodities.
Na Austrália, a cautela prevaleceu no pregão da Bolsa de Sydney e o índice S&P/ASX 200 recuou das máximas do dia para fechar com alta de apenas 0,3%, aos 4.756,8 pontos. O mercado local aguarda a divulgação do orçamento do governo, marcada para terça-feira.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, também fechou em alta, com os investidores estimulados pelos ganhos em Wall Street. O Índice PSE subiu 0,90% e terminou aos 4.257,15 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve forte alta, apoiada pelos dados sobre emprego dos EUA melhores do que o esperado e seguindo o resultado das eleições gerais da cidade-Estado no fim de semana. O índice Straits Times subiu 12,% e fechou aos 3.136,94 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,3% e fechou aos 3.785,45 pontos em tênues negociações, uma vez que os investidores realizaram lucros.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, ganhou 2,1% e fechou aos 1.072,47 pontos, com procura por barganhas após pronunciadas quedas na semana passada. Os ganhos foram liderados por blue chips que sofreram substanciais vendas nas sessões recentes.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,3% e fechou aos 1.519,41 pontos, em fraco volume. Um dealer local disse que o mercado está em fase de consolidação, com muitos participantes andando de lado, mas com alguma procura por papeis que sofreram quedas na última semana
A Bolsa de Hong Kong encerrou uma sequência de oito pregões seguidos de queda. A recuperação, contudo, foi aquém do esperado, já que os investidores permaneceram na expectativa de novos números econômicos da China. O índice Hang Seng subiu 176,86 pontos, ou 0,8%, e terminou aos 23.336,00 - nas últimas oito sessões, o índice acumulou perdas de 4,1%.
Já as Bolsas da China encerraram em leve alta, lideradas pelas empresas geradoras de eletricidade e produtoras de metais, embora as preocupações sobre medidas adicionais de aperto monetário tenham limitado os ganhos. O índice Xangai Composto subiu 0,3% e fechou aos 2.872,46 pontos. O índice Shenzhen Composto ganhou 0,7% e terminou aos 1.203,07 pontos.
O yuan seguiu estável em relação ao dólar pela terceira sessão consecutiva, por conta das expectativas do encontro de cúpula econômica entre China e Estados Unidos, que começa hoje e pode mudar a política cambial de Pequim, e da cautela do mercado, à espera dos números de abril da inflação chinesa. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,4939 yuans, considerado estável sobre o fechamento de sexta-feira, que foi de 6,4925 yuans. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,4988 yuans, de 6,5003 yuans sexta-feira.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé encerrou o dia em alta, liderada pelos setores de tecnologia e finanças e pelo sentimento otimista sobre as eleições de janeiro no país. O Índice Taiwan Weighted avançou 0,65% e fechou aos 9.035,48 pontos.
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, teve baixa de 0,4% e terminou aos 2.139,7 pontos. As preocupações com a dívida da Grécia e da zona do euro se somaram aos sobressaltos com a recente queda nos preços das commodities.
Na Austrália, a cautela prevaleceu no pregão da Bolsa de Sydney e o índice S&P/ASX 200 recuou das máximas do dia para fechar com alta de apenas 0,3%, aos 4.756,8 pontos. O mercado local aguarda a divulgação do orçamento do governo, marcada para terça-feira.
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, também fechou em alta, com os investidores estimulados pelos ganhos em Wall Street. O Índice PSE subiu 0,90% e terminou aos 4.257,15 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve forte alta, apoiada pelos dados sobre emprego dos EUA melhores do que o esperado e seguindo o resultado das eleições gerais da cidade-Estado no fim de semana. O índice Straits Times subiu 12,% e fechou aos 3.136,94 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,3% e fechou aos 3.785,45 pontos em tênues negociações, uma vez que os investidores realizaram lucros.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, ganhou 2,1% e fechou aos 1.072,47 pontos, com procura por barganhas após pronunciadas quedas na semana passada. Os ganhos foram liderados por blue chips que sofreram substanciais vendas nas sessões recentes.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,3% e fechou aos 1.519,41 pontos, em fraco volume. Um dealer local disse que o mercado está em fase de consolidação, com muitos participantes andando de lado, mas com alguma procura por papeis que sofreram quedas na última semana
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Analise Tecnica
IBOV - Beirando novamente a banda inferior de Bollinger, o Ibovespa encerrou a quinta-feira em baixa de 0,33%, aos 63.407 pontos, próximo do suporte marcado em 63.100 pontos, patamar testado em 20 de julho do ano passado. Com um volume acima da média, o índice deixou um candlestick de reversão com volume acima da média, gerando expectativa para este pregão por conta da
possibilidade de um repique no curtíssimo prazo. Deste modo, superando os 64.300 pontos, o índice inicia um processo de recuperação, visando 65.000 pontos e 65.450 pontos. Perdendo os 63.100 pontos, suportes em 63 mil pontos e 62.355 pontos, mínima verificada em 16 de julho.
DJI - Confirmando topo em 12.880 pontos, o Dow Jones perdeu seu suporte intermediário em 12.690 pontos e iniciou um processo de correção no curtíssimo prazo, negociando abaixo da média móvel de 9 dias.
Perdendo a mínima em 12.521 pontos, o índice norte-americano tem como objetivos os 12.500 pontos e 12.400 pontos, fundo formado em abril deste ano. Do outro lado, a superação dos 12.880 pontos anula o topo anual e abre espaço para a retomada dos 13 mil pontos, máxima verificada em maio de 2008.
S&P 500 - Com a queda de 0,91% na última sessão, o S&P 500 fechou exatamente acima do fundo marcado em 1.335 pontos, por onde passa a média móvel de 21 dias. Caso não sustente o patamar, o índice norte-americano anula sua tendência secundária de alta e pode engatar uma realização maior.
Abaixo de 1.335 pontos, o S&P 500 segue para 1.320 pontos, mínima verificada em 20 de abril, dia que fora aberto um gap. Perdendo o patamar, o índice fecha o gap em 1.313 pontos. Do outro lado, a manutenção dos 1.335 pontos gera uma expectativa positiva e o rompimento da resistência intermediária em 1.345 pontos abre espaço para a retomada da faixa de 1.360 pontos.
DOL FUT - Com alta de 0,28%, o DOLFUT encerrou o dia próximo da máxima de quarta-feira, testando a banda superior de Bollinger. Com um volume acima da média, mas decrescente frente o último fechamento, o ativo pode encontrar dificuldades para ultrapassar a máxima de 1.638 nesta sessão, movimento que deve ser acompanhado de perto pelo trader.
Superando os 1.638, o DOLFUT mira os 1.644, topo verificado em 1º de abril. Superando a máxima, próximo objetivo em 1.666. Como apontado acima, o teste da banda superior de Bollinger pode gerar um repique neste pregão, com suportes em 1.611, além dos 1.605.
PETR4 - Em mais um dia marcado pela alta volatilidade, a pressão vendedora foi novamente predominante e acabou determinando que muitos ativos, inclusive PETR4, encerrassem o dia com quedas expressivas.
Se o papel vinha se destacando dos demais, por manter certa estabilidade diante das quedas consecutivas que marcaram essa semana, o ativo agora se junta àqueles que tiveram importantes suportes perdidos. No caso de PETR4 especificamente, foi perdido não apenas o suporte imediato, o qual já havia sido testado e respeitado em outras sessões, como de quebra o suporte em
R$ 24,68 passou despercebido.
Assim, com um volume bem acima do registrado nos últimos dias e a formação de um candle negativo, a expectativa é de novas quedas, mesmo o ativo já estando mais de 7% distante da média de 21 períodos. O IFR rompido para baixo confirma a possibilidade de os preços testarem novamente o suporte em R$ 24,29, principal barreira antes dos R$ 24,00. Do contrário um pullback à linha rompida pode fazer o ativo repicar até a faixa dos vinte e cinco reais.
VALE5 - Os mais otimistas podem até pensar que VALE5 deu hoje o primeiro passo para uma recuperação no curto prazo. Já os mais realistas, preferem acreditar que a movimentação observada no pregão dessa quinta-feira, foi apenas um pullback na cabeça do pivot, o qual foi acionado no pregão dessa
quarta-feira ao perder os R$ 44,75.
Com as médias de 9 e 21 períodos apontando para baixo e as bandas de bollinger se abrindo na mesma direção, a expectativa é a de que o papel busque o próximo suporte em R$ 43,38. Até que seja confirmado um novo fundo e que o ativo mostre forças para segurar-se acima dele, as operações na ponta compradora no atual cenário, devem permanecer suspensas.
BVMF3 - Não diferente dos demais ativos, BVMF3 mais uma vez iniciou o dia com o pé direito e apesar da abertura em gap, logo nos primeiros instantes de negociação já beirava a LTB do triângulo simétrico, região onde também se encontram as médias de 9 e 21 períodos. No entanto, ao longo do dia, os preços recuaram um pouco mas não o suficiente para que o ativo fechasse no campo negativo.
Dessa forma o papiro segue congestionado, acumulando dentro do triângulo formado com volumes modesto e com as bandas de bollinger estreitando-se cada vez mais, sugerindo movimentação mais intensa em breve. Com os preços abaixo das médias e o mercado pressionado, a probabilidade maior é que o rompimento ocorra para baixo, com alvos em R$ 11,25 e R$ 10,90. Por outro lado
um eventual rompimento para cima, teria como target principal a faixa de R$ 12,27.
BBAS3 -Um dia depois de registrar uma queda mais significativa, mesmo com o mercado em baixa, as ações do Banco do Brasil se mantiveram acima de um importante suporte, o qual já fora testado e respeitado em outras 3 oportunidades. Nesse contexto, apesar de as médias de 9 e 21 períodos
estarem apontando para baixo, pressionando os preços, o candle formado, com o volume que teve, sugere uma recuperação dos preços rumo a LTB como observado anteriormente.
Com a manutenção dos preços acima do suporte em R$ 27,48, a tendência do ativo continua indefinida, a um fio de engatar uma tendência de baixa. Por esse motivo, vale a pensa observar o comportamento do papel no pregão dessa sexta-feira antes de sair montando posição em uma eventual compra de suporte. A cautela é necessária, pois com as sombras do candle muito grandes
e a atual volatilidade do mercado, é muito fácil ocorrer uma falsa entrada, sendo stopado no mesmo dia. Portanto, calma e observação para aproveitar a oportunidade com precisão.
possibilidade de um repique no curtíssimo prazo. Deste modo, superando os 64.300 pontos, o índice inicia um processo de recuperação, visando 65.000 pontos e 65.450 pontos. Perdendo os 63.100 pontos, suportes em 63 mil pontos e 62.355 pontos, mínima verificada em 16 de julho.
DJI - Confirmando topo em 12.880 pontos, o Dow Jones perdeu seu suporte intermediário em 12.690 pontos e iniciou um processo de correção no curtíssimo prazo, negociando abaixo da média móvel de 9 dias.
Perdendo a mínima em 12.521 pontos, o índice norte-americano tem como objetivos os 12.500 pontos e 12.400 pontos, fundo formado em abril deste ano. Do outro lado, a superação dos 12.880 pontos anula o topo anual e abre espaço para a retomada dos 13 mil pontos, máxima verificada em maio de 2008.
S&P 500 - Com a queda de 0,91% na última sessão, o S&P 500 fechou exatamente acima do fundo marcado em 1.335 pontos, por onde passa a média móvel de 21 dias. Caso não sustente o patamar, o índice norte-americano anula sua tendência secundária de alta e pode engatar uma realização maior.
Abaixo de 1.335 pontos, o S&P 500 segue para 1.320 pontos, mínima verificada em 20 de abril, dia que fora aberto um gap. Perdendo o patamar, o índice fecha o gap em 1.313 pontos. Do outro lado, a manutenção dos 1.335 pontos gera uma expectativa positiva e o rompimento da resistência intermediária em 1.345 pontos abre espaço para a retomada da faixa de 1.360 pontos.
DOL FUT - Com alta de 0,28%, o DOLFUT encerrou o dia próximo da máxima de quarta-feira, testando a banda superior de Bollinger. Com um volume acima da média, mas decrescente frente o último fechamento, o ativo pode encontrar dificuldades para ultrapassar a máxima de 1.638 nesta sessão, movimento que deve ser acompanhado de perto pelo trader.
Superando os 1.638, o DOLFUT mira os 1.644, topo verificado em 1º de abril. Superando a máxima, próximo objetivo em 1.666. Como apontado acima, o teste da banda superior de Bollinger pode gerar um repique neste pregão, com suportes em 1.611, além dos 1.605.
PETR4 - Em mais um dia marcado pela alta volatilidade, a pressão vendedora foi novamente predominante e acabou determinando que muitos ativos, inclusive PETR4, encerrassem o dia com quedas expressivas.
Se o papel vinha se destacando dos demais, por manter certa estabilidade diante das quedas consecutivas que marcaram essa semana, o ativo agora se junta àqueles que tiveram importantes suportes perdidos. No caso de PETR4 especificamente, foi perdido não apenas o suporte imediato, o qual já havia sido testado e respeitado em outras sessões, como de quebra o suporte em
R$ 24,68 passou despercebido.
Assim, com um volume bem acima do registrado nos últimos dias e a formação de um candle negativo, a expectativa é de novas quedas, mesmo o ativo já estando mais de 7% distante da média de 21 períodos. O IFR rompido para baixo confirma a possibilidade de os preços testarem novamente o suporte em R$ 24,29, principal barreira antes dos R$ 24,00. Do contrário um pullback à linha rompida pode fazer o ativo repicar até a faixa dos vinte e cinco reais.
VALE5 - Os mais otimistas podem até pensar que VALE5 deu hoje o primeiro passo para uma recuperação no curto prazo. Já os mais realistas, preferem acreditar que a movimentação observada no pregão dessa quinta-feira, foi apenas um pullback na cabeça do pivot, o qual foi acionado no pregão dessa
quarta-feira ao perder os R$ 44,75.
Com as médias de 9 e 21 períodos apontando para baixo e as bandas de bollinger se abrindo na mesma direção, a expectativa é a de que o papel busque o próximo suporte em R$ 43,38. Até que seja confirmado um novo fundo e que o ativo mostre forças para segurar-se acima dele, as operações na ponta compradora no atual cenário, devem permanecer suspensas.
BVMF3 - Não diferente dos demais ativos, BVMF3 mais uma vez iniciou o dia com o pé direito e apesar da abertura em gap, logo nos primeiros instantes de negociação já beirava a LTB do triângulo simétrico, região onde também se encontram as médias de 9 e 21 períodos. No entanto, ao longo do dia, os preços recuaram um pouco mas não o suficiente para que o ativo fechasse no campo negativo.
Dessa forma o papiro segue congestionado, acumulando dentro do triângulo formado com volumes modesto e com as bandas de bollinger estreitando-se cada vez mais, sugerindo movimentação mais intensa em breve. Com os preços abaixo das médias e o mercado pressionado, a probabilidade maior é que o rompimento ocorra para baixo, com alvos em R$ 11,25 e R$ 10,90. Por outro lado
um eventual rompimento para cima, teria como target principal a faixa de R$ 12,27.
BBAS3 -Um dia depois de registrar uma queda mais significativa, mesmo com o mercado em baixa, as ações do Banco do Brasil se mantiveram acima de um importante suporte, o qual já fora testado e respeitado em outras 3 oportunidades. Nesse contexto, apesar de as médias de 9 e 21 períodos
estarem apontando para baixo, pressionando os preços, o candle formado, com o volume que teve, sugere uma recuperação dos preços rumo a LTB como observado anteriormente.
Com a manutenção dos preços acima do suporte em R$ 27,48, a tendência do ativo continua indefinida, a um fio de engatar uma tendência de baixa. Por esse motivo, vale a pensa observar o comportamento do papel no pregão dessa sexta-feira antes de sair montando posição em uma eventual compra de suporte. A cautela é necessária, pois com as sombras do candle muito grandes
e a atual volatilidade do mercado, é muito fácil ocorrer uma falsa entrada, sendo stopado no mesmo dia. Portanto, calma e observação para aproveitar a oportunidade com precisão.
Mercados
Moedas – O ECB não mexeu nos juros e a moeda européia recuou forte (se ajustou ao movimento observado com as demais – enquanto o AUD recuava 2 pct nos primeiros três dias da semana, o Euro subia ligeiramente). Em meados de março (momento em que a perspectiva de alta dos juros começava a se delinear), o Euro valia 1,39. A situação na Europa é pior hoje (Portugal está às portas do IMF/EU, o questionamento sobre renegociação da dívida grega se intensificou, houve derrotas políticas que dificultam a ação de governos). A trajetória do Euro pode se alterar com a decisão do BC europeu e ter implicações nos outros mercados. Algumas moedas poderiam sofrer se as commodities recuassem de preço por conta disso. Elas já sofrem com alguns desequilíbrios na China (caso do AUD).
BRL – A possibilidade de alta do USD (derivada da mudança de postura do ECB) e da queda no preço de commodities pode afetar as moedas de países players de produtos básicos como o Brasil. Por isso, a prudência leva os investidores a desmontarem suas posições. Esse é o movimento que se observa aqui e respalda a queda da moeda. Coincidentemente, a oferta de dólares está mais escassa e aprofunda a tendência.
Juros – O Tesouro não ampliou a oferta de papéis como era de se esperar (no Cronograma evidenciou o desejo de colocar mais 5 bi que em Abril). Não se pode falar que tenha sido pequeno, apenas não foi maior. Mesmo assim, as taxas dos DIs recuaram. O mercado de juros também respondeu à decisão do ECB. Pode haver nos próximos meses uma combinação de eventos que venha a mudar o view pessimista. Espera-se que o IPCA recue em Maio e Junho. Uma queda no preço de commodities pode fazer com que o horizonte de baixa se estenda e afete a curva de juros futura. O aumento da incerteza pode levar o mercado a reduzir o risco em posições altistas.
Bolsas – Ásia – A queda do dia anterior foi influenciada por um relatório do PBoC que registrava de maneira formal a conduta monetária prudente. O mercado reavaliou a leitura e as bolsas subiram na Ásia (Tóquio e Seul ficaram fechadas). Apesar da melhora, as incertezas persistem (China e Japão têm incomodado nos últimos meses) e ações de vários setores ainda se comportam de forma muito instável (Basic Materials, Oil & Gas).
Europa – Até a divulgação de dados ruins na Alemanha e em UK, as bolsas européias subiam descontando a melhora de NY na tarde do dia anterior (mesmo com o balanço ruim de bancos). Os dados encontraram terreno fértil para prosperarem (negativamente) e quando o ECB acenou com a estabilidade dos juros e as moedas e commodities caíram as bolsas consolidaram a baixa.
S&P – Tentou se desalinhar do resto, mas as principais empresas americanas (e do S&P) estão muito mais ligadas ao que acontecesse fora dos US do que dentro. Com isso acompanhou as baixas na Europa. Com a continuidade da queda das commodities (muito forte no petróleo) os destaques de baixa continuaram sendo os Basic Materials e Oil & Gas.
Bovespa – Como a bolsa paulista havia caído antes, a perda de ontem se concentrou nas ações de petróleo por causa do forte recuo dos preços no mercado internacional. Entretanto, cabe assinalar que a instabilidade nos setores diretamente ligados às commodities persiste por causa da possibilidade de reversão na trajetória da moeda americana.
Commodities – A parada do ECB nos juros é um elemento que pode fazer com o USD mude a trajetória de desvalorização observada desde Agosto do ano passado (o outro é o próprio termino do QE2 em Junho). A perda de valor da moeda americana tem sido responsável pela alta das commodities. Neste momento, os preços têm recuado nos diversos segmentos (há preocupação com a demanda chinesa nos metais, há sobre-oferta no petróleo segundo a Arábia Saudita e indicações de aumento de safra associado à liberação das exportações que estavam fechadas em alguns países).
Ásia – Os mercados asiáticos abriram com fortes baixas, mas se recuperaram ao longo do dia (se limitaram a reproduzir o movimento na Europa e em NY). As bolsas que haviam ficado fechadas (Tóquio só havia funcionado na 2ª e Seul não abriu ontem) fecharam os dias com as maiores perdas. Nas demais elas foram mais tímidas. As ações de Basic Materials e Oil & Gas continuaram em baixa. O Euro que ontem triggou o movimento de diversos mercado chegou a se recuperar na sessão asiática. Foi ajudado pela alta do AUD levado para cima pelas declarações do RBA de que uma elevação das taxas de juros é possível mais adiante.
Commodities – Depois das fortes quedas de ontem, alguns agrícolas já se recuperam. Entretanto, o petróleo volta a cair mais de 2 pct e os metais também prosseguem caindo.
Treasuries americanos – A continuidade da queda de preços nos diversos mercados fez os juros prosseguirem em queda ontem. Como os mercados dão uma pausa no movimento, os juros apresentam estabilidade na sessão européia dos futuros.
Europa – O Euro tem maior sustentação na abertura dos negócios por causa da observação de Trichet de que o ECB esta em alerta com a inflação (viés altista nos juros). Com isso, as bolsas param de cair de forma generalizada. O Dax apresenta alta respondendo à maior produção industrial de Março e o FTSE recua por dados econômicos e notícias corporativas. As demais bolsas da região também apresentam comportamento misto.
S&P futuro – Mostrava alta de 0,5 (às 08:00) na sessão européia, mas o dia será definido com a divulgação dos dados de emprego.
- A colocação de títulos por parte do Tesouro não foi maior como se poderia interpretar do Cronograma de Maio divulgado na 6ª passada. Para aumentar a colocação em 5 bi, num mês com uma semana à menos de leilão, necessariamente teria que aumentar a oferta. Entretanto, há que se ressaltar que a abundante liquidez do sistema bancário, “zanzando”” no over-night, pode ir para aplicações mais longas se as pressões inflacionárias arrefecerem. Afinal, os juros brasileiros são elevados nominalmente
O finlandês Olli Rehn (ligado ao partido do atual primeiro-ministro que perdeu as eleições no mês passado) disse ontem que se a Finlândia não aprovar não haverá ajuda à Portugal (provocaria um caos na Europa). É possível que a afirmação tenha um viés político – uma resposta àqueles que votaram contra seu partido. Felizmente, o True Finns está disposto a rever sua posição e acompanhar os partidos da nova coalizão que está sendo montada. O fato é um indicador relevante das fragilidades políticas que os governos enfrentam para contornar os problemas financeiros da Europa. A sustentação de um Euro forte vai se complicando com o tempo.
A parada na alta dos juros na Europa pode iniciar um período de pausa e até reversão no processo de desvalorização do USD. Há que não esquecer que no fim de Junho termina as compras de títulos pelo Fed (QE2). Tal ocorrência, se acontecer, pode ter implicações (profundas) nos mercados de moedas, mercadorias e juros.
O atual primeiro ministro português (que deixa o cargo nos próximos dias) vê nas condições rígidas do IMF/EU uma chance do país corrigir seus problemas estruturais. Sem dúvida, essa visão de que o Portugal tem a ganhar no longo prazo é verdadeira. Entretanto, no curto prazo a questão deve ser vista sob outro ângulo: exigirá sacrifícios no curto/médio prazo que podem causar muito ruído interno (principalmente político). Exatamente porque o histórico não é de disciplina como acentuou o próprio primeiro ministro.
BRL – A possibilidade de alta do USD (derivada da mudança de postura do ECB) e da queda no preço de commodities pode afetar as moedas de países players de produtos básicos como o Brasil. Por isso, a prudência leva os investidores a desmontarem suas posições. Esse é o movimento que se observa aqui e respalda a queda da moeda. Coincidentemente, a oferta de dólares está mais escassa e aprofunda a tendência.
Juros – O Tesouro não ampliou a oferta de papéis como era de se esperar (no Cronograma evidenciou o desejo de colocar mais 5 bi que em Abril). Não se pode falar que tenha sido pequeno, apenas não foi maior. Mesmo assim, as taxas dos DIs recuaram. O mercado de juros também respondeu à decisão do ECB. Pode haver nos próximos meses uma combinação de eventos que venha a mudar o view pessimista. Espera-se que o IPCA recue em Maio e Junho. Uma queda no preço de commodities pode fazer com que o horizonte de baixa se estenda e afete a curva de juros futura. O aumento da incerteza pode levar o mercado a reduzir o risco em posições altistas.
Bolsas – Ásia – A queda do dia anterior foi influenciada por um relatório do PBoC que registrava de maneira formal a conduta monetária prudente. O mercado reavaliou a leitura e as bolsas subiram na Ásia (Tóquio e Seul ficaram fechadas). Apesar da melhora, as incertezas persistem (China e Japão têm incomodado nos últimos meses) e ações de vários setores ainda se comportam de forma muito instável (Basic Materials, Oil & Gas).
Europa – Até a divulgação de dados ruins na Alemanha e em UK, as bolsas européias subiam descontando a melhora de NY na tarde do dia anterior (mesmo com o balanço ruim de bancos). Os dados encontraram terreno fértil para prosperarem (negativamente) e quando o ECB acenou com a estabilidade dos juros e as moedas e commodities caíram as bolsas consolidaram a baixa.
S&P – Tentou se desalinhar do resto, mas as principais empresas americanas (e do S&P) estão muito mais ligadas ao que acontecesse fora dos US do que dentro. Com isso acompanhou as baixas na Europa. Com a continuidade da queda das commodities (muito forte no petróleo) os destaques de baixa continuaram sendo os Basic Materials e Oil & Gas.
Bovespa – Como a bolsa paulista havia caído antes, a perda de ontem se concentrou nas ações de petróleo por causa do forte recuo dos preços no mercado internacional. Entretanto, cabe assinalar que a instabilidade nos setores diretamente ligados às commodities persiste por causa da possibilidade de reversão na trajetória da moeda americana.
Commodities – A parada do ECB nos juros é um elemento que pode fazer com o USD mude a trajetória de desvalorização observada desde Agosto do ano passado (o outro é o próprio termino do QE2 em Junho). A perda de valor da moeda americana tem sido responsável pela alta das commodities. Neste momento, os preços têm recuado nos diversos segmentos (há preocupação com a demanda chinesa nos metais, há sobre-oferta no petróleo segundo a Arábia Saudita e indicações de aumento de safra associado à liberação das exportações que estavam fechadas em alguns países).
Ásia – Os mercados asiáticos abriram com fortes baixas, mas se recuperaram ao longo do dia (se limitaram a reproduzir o movimento na Europa e em NY). As bolsas que haviam ficado fechadas (Tóquio só havia funcionado na 2ª e Seul não abriu ontem) fecharam os dias com as maiores perdas. Nas demais elas foram mais tímidas. As ações de Basic Materials e Oil & Gas continuaram em baixa. O Euro que ontem triggou o movimento de diversos mercado chegou a se recuperar na sessão asiática. Foi ajudado pela alta do AUD levado para cima pelas declarações do RBA de que uma elevação das taxas de juros é possível mais adiante.
Commodities – Depois das fortes quedas de ontem, alguns agrícolas já se recuperam. Entretanto, o petróleo volta a cair mais de 2 pct e os metais também prosseguem caindo.
Treasuries americanos – A continuidade da queda de preços nos diversos mercados fez os juros prosseguirem em queda ontem. Como os mercados dão uma pausa no movimento, os juros apresentam estabilidade na sessão européia dos futuros.
Europa – O Euro tem maior sustentação na abertura dos negócios por causa da observação de Trichet de que o ECB esta em alerta com a inflação (viés altista nos juros). Com isso, as bolsas param de cair de forma generalizada. O Dax apresenta alta respondendo à maior produção industrial de Março e o FTSE recua por dados econômicos e notícias corporativas. As demais bolsas da região também apresentam comportamento misto.
S&P futuro – Mostrava alta de 0,5 (às 08:00) na sessão européia, mas o dia será definido com a divulgação dos dados de emprego.
- A colocação de títulos por parte do Tesouro não foi maior como se poderia interpretar do Cronograma de Maio divulgado na 6ª passada. Para aumentar a colocação em 5 bi, num mês com uma semana à menos de leilão, necessariamente teria que aumentar a oferta. Entretanto, há que se ressaltar que a abundante liquidez do sistema bancário, “zanzando”” no over-night, pode ir para aplicações mais longas se as pressões inflacionárias arrefecerem. Afinal, os juros brasileiros são elevados nominalmente
O finlandês Olli Rehn (ligado ao partido do atual primeiro-ministro que perdeu as eleições no mês passado) disse ontem que se a Finlândia não aprovar não haverá ajuda à Portugal (provocaria um caos na Europa). É possível que a afirmação tenha um viés político – uma resposta àqueles que votaram contra seu partido. Felizmente, o True Finns está disposto a rever sua posição e acompanhar os partidos da nova coalizão que está sendo montada. O fato é um indicador relevante das fragilidades políticas que os governos enfrentam para contornar os problemas financeiros da Europa. A sustentação de um Euro forte vai se complicando com o tempo.
A parada na alta dos juros na Europa pode iniciar um período de pausa e até reversão no processo de desvalorização do USD. Há que não esquecer que no fim de Junho termina as compras de títulos pelo Fed (QE2). Tal ocorrência, se acontecer, pode ter implicações (profundas) nos mercados de moedas, mercadorias e juros.
O atual primeiro ministro português (que deixa o cargo nos próximos dias) vê nas condições rígidas do IMF/EU uma chance do país corrigir seus problemas estruturais. Sem dúvida, essa visão de que o Portugal tem a ganhar no longo prazo é verdadeira. Entretanto, no curto prazo a questão deve ser vista sob outro ângulo: exigirá sacrifícios no curto/médio prazo que podem causar muito ruído interno (principalmente político). Exatamente porque o histórico não é de disciplina como acentuou o próprio primeiro ministro.
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