A despeito de um payroll "benigno", mostrando que a criação de postos de trabalho nos EUA em outubro mais do que dobrou em relação às previsões, as bolsas tiveram uma manhã de oscilação, mesmo porque vieram de fortes ganhos durante a semana. Investidores resolveram realizar lucros, enquanto ponderavam que apenas um dado positivo não significa uma reversão da letargia da economia norte-americana. O dólar, tanto aqui quanto lá fora,
oscilou afetado por diferentes leituras do payroll e ainda sob a sombra do que pode acontecer na reunião do G-20 na semana que vem. A Bovespa também não se negou ao movimento de realização visto no exterior, após quase ter chegado a patamar histórico de alta na véspera. Já os juros dispararam, com o mercado colocando nos preços os receios quanto à alta na carga tributária e à percepção de que a retidão fiscal do próximo governo pode passar ao largo do corte de despesas.
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